Luciana ajoelhou na frente de Marcelo sem pressa nenhuma. As mãos dela subiram pelas coxas, abriram o cinto, o botão e o zíper com lentidão proposital. Puxou a calça e a cueca juntas para baixo, até a metade das coxas. O pau saltou pesado, já completamente duro. Ela o segurou na base com os dedos e ficou olhando de perto, o rosto a poucos centímetros.
Era grosso, de uma grossura que fazia os dedos dela quase não se fecharem ao redor. A pele lisa, morena, completamente sem pelos. O tronco era reto na maior parte do comprimento, mas tinha uma curvatura suave e constante para cima, começando mais ou menos no meio e se acentuando perto da cabeça. A glande era larga, bem definida, rosada, com a borda marcada. As bolas eram grandes, pesadas, a pele fina e lisa, sem nenhum fio de pelo, quentes na palma da mão dela.
Luciana passou a língua devagar pela cabeça, lambendo toda a superfície, contornando a glande com a ponta da língua, sentindo a textura quente e a firmeza. Desceu pela parte de baixo, seguindo a veia principal saltada até a base, depois subiu de novo. Abriu a boca e engoliu só a cabeça, os lábios apertados ao redor, sugando com força. A língua girava por baixo e pelos lados, pressionando. Já saía saliva em quantidade. Marcelo sentiu o calor úmido e o puxão constante da sucção.
Ela não avançou. Ficou ali por um tempo longo, chupando só a ponta, fazendo barulho molhado e alto, deixando a saliva escorrer pelos lados da boca e pingar no pau. A cada sucção mais saliva se acumulava, escorrendo em fios. Depois desceu um pouco mais, engolindo até a metade. A língua pressionava a parte de baixo com força, a sucção era firme e constante. A cada subida ela puxava com os lábios, arrastando a pele, deixando o pau brilhando e coberto de saliva. Quando descia de novo, engolia um pouco mais fundo, o nariz quase tocando a barriga dele. O cuspe escorria em fios grossos pelo tronco.
Luciana tirou o pau da boca e desceu até as bolas. Abriu a boca e engoliu uma delas inteira, sugando com força, a língua girando em volta, molhando completamente a pele lisa. O som era úmido e baixo. Depois soltou e engoliu a outra, chupando, puxando de leve com os lábios, deixando as duas bolas brilhando de saliva. Voltou ao pau, lambendo de cima a baixo, de um lado para o outro, espalhando o cuspe até tudo estar encharcado — o tronco, a cabeça, as bolas. Cuspiu direto em cima da glande, um jato grosso, e espalhou com a mão e a língua, deixando o pau inteiro pingando.
Ela engoliu de novo, agora mais fundo. A cabeça do pau tocou o fundo da garganta. Luciana engasgou de leve, o músculo apertou ao redor, e mais saliva jorrou, escorrendo pelo queixo em fios longos. Não tirou. Ficou ali, com o pau enterrado, engolindo e engasgando em intervalos, a garganta se abrindo e fechando ao redor dele. Uma das mãos dela desceu entre as próprias pernas, puxou a calcinha de lado e começou a esfregar o clitóris com dois dedos, rápido e molhado, enquanto continuava com a boca cheia.
Luciana começou a mover a cabeça com mais ritmo, mas ainda profundo e demorado. Descia até a base, o nariz afundando, a garganta se abrindo completamente, o pau inteiro sumindo dentro da boca. Ficava vários segundos fundo, engasgando de propósito, a saliva borbulhando e escorrendo em quantidade pelo queixo, pelo pau e pelas bolas. Depois subia devagar, os lábios arrastando, puxando a pele, deixando o pau pingando. A cada subida, um fio grosso e transparente de cuspe ligava a boca dela à cabeça do pau, se esticando até romper e cair. A mão entre as pernas trabalhava sem parar, os dedos entrando e saindo da buceta enquanto o polegar esfregava o clitóris com pressão.
Ela usava a outra mão nas bolas, massageando as duas ao mesmo tempo, apertando de leve, puxando para baixo enquanto engolia o pau até o fim. O barulho era constante e molhado: sucção alta, engasgos abafados, o som de saliva sendo forçada para fora, o barulho molhado dos dedos dela na própria buceta. O queixo estava completamente molhado, a saliva pingava no chão, no pau, nas bolas lisas. O peito dela subia e descia rápido.
Luciana acelerou um pouco, mas sem perder a profundidade. Cada descida era até o fim. A garganta se abria, o pau entrava inteiro, ela engasgava, os olhos marejavam, e mais cuspe escorria. Puxava o ar pelo nariz com dificuldade, descia de novo, mantinha fundo, engolia em volta dele. A língua se movia mesmo com a boca completamente cheia, pressionando a parte de baixo. O pau de Marcelo latejava forte, as veias saltadas, a cabeça larga sendo massacrada pela garganta apertada. Os dedos dela entre as pernas estavam encharcados, o ritmo cada vez mais rápido, o clitóris inchado sob o polegar.
Ela tirou o pau quase todo, deixando só a glande dentro, e chupou com força, a língua girando rápido em volta da cabeça, a sucção puxando. Depois cuspiu de novo, um jato grosso de saliva que escorreu pelo tronco, e engoliu tudo de uma vez até a base. Ficou ali, engasgando sem parar, a garganta contraindo em volta do pau, o rosto vermelho, o cuspe escorrendo em fios longos pelo pau e pelas bolas lisas. A mão entre as pernas não parava, os dedos entrando fundo, o polegar esfregando sem descanso.
Marcelo sentiu o orgasmo subindo. Luciana percebeu pelo latejar forte e pela forma como o pau endureceu ainda mais dentro da garganta. Ela não tirou. Desceu até o fundo uma última vez, o pau inteiro enterrado, e começou a engolir ritmadamente, a garganta apertando e soltando em volta dele. A mão dela apertou as bolas com firmeza. Quando ele gozou, os jatos quentes e espessos saíram direto na garganta dela. Luciana manteve o pau fundo, engolindo cada jato, a garganta se movendo, a saliva misturada com porra escorrendo pelos cantos da boca e pingando no chão. Ela continuou chupando e engolindo até ele parar de jorrar, succionando o que restava, limpando a cabeça com a língua, puxando os últimos fios com a sucção.
Só então ela soltou o pau, mas não parou de se tocar. Os dedos entravam e saíam rápido e fundo, o polegar esfregando o clitóris com força. Poucos segundos depois ela gozou, o corpo tremendo inteiro, as coxas se fechando em volta da mão, a buceta contraindo forte nos dedos, um gemido abafado saindo enquanto ainda tinha o gosto da porra dele na boca e o queixo coberto de saliva e porra. Os lábios estavam inchados e brilhantes, um fio ainda ligando a boca ao pau de Marcelo, e a mão dela continuou se movendo devagar, espalhando o próprio líquido enquanto respirava ofegante de joelhos.