“Hoje você vai ser o meu corninho, como você sempre fantasiou”.
Quando eu me lembro desta frase da Luzinete, minha esposa, ouvida pela primeira vez, há pouco tempo, me arrepio até hoje.
Eu me chamo Simplício, casado com a Luzinete. Vou contar como foi a primeira vez que a minha esposa, uma crente toda certinha e recatada cedeu à tentação e se entregou numa relação sexual com outro homem. Não foi um processo simples. Nós temos 25 anos. Somos casados há 7 anos e tivemos nossa primeira relação sexual quando nos casamos. Éramos inexperientes.
[Nota do Autor] - Um conto de um tal de Gustavo (Gus28) – Cujo título era “Primeira vez da minha esposa crentinha com outro”. Publicado em maio de 2023, teve poucas partes. O autor não publicou mais, e me pediram para continuar essa história com uma versão minha. Mudei nomes e acrescentei mais coisas. Espero que gostem.
Sou moreno claro, 1,66 m. cabelo castanho curto e olhos castanhos escuros. Tenho um bom porte físico, com 75kg. Pratico musculação e corrida. A Luzinete é morena café com leite, esbelta, baixinha com 1,51m. Tem cabelo castanho escuro comprido e liso até perto da bunda redondinha, e possui peitos médios e firmes de mamilos castanhos salientes. Um corpo que é naturalmente muito bonito, seus olhos castanhos amendoados de pestanas longas são sedutores e seu sorriso largo de dentes muito brancos, a fazem muito atraente. Uma das coisas que eu acho mais sensuais na Lu, como eu a chamo, são as mãos e os pés, pequenos e muito bonitos, bem-feitos e delicados. Ela gosta de usar sandálias delicadas de saltinho médio, com unhas pintadas de esmalte branco, e fica muito sensual, com o corpo empinado e a bundinha arrebitada. Ainda não temos filhos, pois decidimos esperar terminar a construção da nossa casa. Hoje, moramos de aluguel numa casa modesta, num bairro classe média, e temos um pequeno comércio de roupas e outras utilidades numa galeria de lojas populares da cidade. A Luzinete sempre foi evangélica e teve uma educação muito rígida.
Ela era uma moça tímida e recatada, praticamente não dava conversa para estranhos, e até no sexo era bem complicada. No começo só aceitava sexo de luz apagada, na posição papai-e-mamãe, e só fazia simplesmente o básico. Demorou para ela se libertar. Mas, eu, diferentemente dela, sempre fui curioso em relação a sexo, lia livros, olhava escondido, na internet, e fui aos poucos ensinando algumas coisas a ela, que com o tempo, foi se soltando mais. A sorte é que ela tem um tesão imenso, e a curiosidade ajudou. Eu sempre quis fazer de tudo para apimentar a nossa relação, e encontrei um jeito de motivá-la.
No início, tive que enaltecer sua beleza, obrigando-a a ver como era atraente, fazia com que ela se olhasse no espelho, com roupas íntimas, para ver o quando ela era linda. Mostrava fotos de revista, com anúncios de roupas íntimas, para ela comparar que não era muito diferente das modelos das fotos, e fui estimulando a que ela usasse lingeries delicadas e cada vez mais sexy. Por fora, como toda crente, ela se vestia muito discretamente, e por baixo, usava lingeries que eu comprava ou que vendíamos na lojinha. Eu a incentivava usar os modelos mais ousados, até fio dental. Eu falava que na sociedade, nas festas de família, na igreja e no culto, ela tinha que ser uma dama de respeito, mas na nossa intimidade, preferia uma mulher sem pudores. A forma que eu encontrei de convencê-la, foi dizendo que a melhor maneira de não me deixar em tentação olhando e desejando outras mulheres, era ela ser a mais desejada e provocante. Funcionou. Como ela é muito competitiva, isso a estimulou e ela foi perdendo a vergonha de ser sensual.
Aos poucos ela ia aceitando, e até sua roupa de todo dia ela foi mudando, se acostumando a usar coisas mais de acordo com a modinha da época. Com minha sugestão, ela passou a ficar sem sutiã, primeiro em nossa casa, depois, estimulei que saísse sem ele por baixo da roupa, e verificasse como ela atraía olhares. Inicialmente, ela tinha vergonha, se sentia invadida, mas conforme foi sentido a atenção dos outros, foi se acostumando. Ela confessou que gostava. Aquilo me excitava demais. Comecei a fazer desafios para ela, como ir sem calcinha até ao mercado, ou tirar a roupa dentro do carro quando íamos a algum lugar mais distante, e viajar só de tanguinha, com os seios à vista, até perto do nosso destino. Conforme nós nos excitávamos, nossas relações sexuais também se tornaram mais ousadas, e passamos a fazer sexo no banho, na sala, estimulados por algum filme na TV, mas eu ainda não tinha chegado aos vídeos de sexo. Demorei um pouco. Mas, a confiança dela foi ficando maior, ela se soltava, já andava só de tanguinha dentro de casa, e já comentava comigo quando notava que algum homem a desejava de forma mais explícita, ou quando recebia uma cantada na nossa loja. Isso acontecia quase todos os dias.
Em vez de achar ruim, eu me mostrava satisfeito, dizendo que ficava orgulhoso de ter a mulher linda que muitos cobiçavam. Ela quis saber se eu não sentia ciúme, se não ficava inseguro, e falei que confiava nela, na sinceridade, e fidelidade, preferia sermos sempre verdadeiros e não havia risco de traição. Contei que me estimulava saber que ela era desejada por outros. Falei:
— Se um dia você sentir desejo sexual por outro, prefiro que seja sincera e me conte. Não se consegue controlar isso. Eu não quero é ser enganado.
Nessa altura, eu já havia conhecido alguns sites de contos eróticos, e alguns outros sites de vídeos de sexo explícito, ficava muito excitado com os relatos, mas ainda não havia mostrado nada disso a ela. Mas aquilo me estimulou muito, e percebi que eu já fantasiava bastante experimentar colocar outras pessoas no nosso sexo. Eu ainda não sabia exatamente era como começar aquele assunto.
Eu tinha conseguido ensinar para a Lu, ficar sentada no sofá, colocar os pezinhos na minha virilha, e me excitar fazendo massagens no meu saco e no pau com eles. Era o “footjob”, uma das preliminares que mais me excitavam, e reparei que ela ficava cheia de tesão quando percebia o quanto me deixava tarado, provocando meu pau duro com seus lindos pezinhos. Eu dizia que aquilo deixaria sempre qualquer homem muito excitado, pois era sensual e os pés dela eram lindos. Ela não falava nada, mas se mostrava mais tarada com aquele tipo de comentário. Um dia ela perguntou:
— Por que você fala que posso deixar qualquer homem excitado? Acha que eu seria capaz de fazer em outro que não fosse meu marido?
Expliquei que era uma forma de falar, que significa que eu achava ser excitante para a maioria dos homens. Ela entendeu. Então, aproveitei e falei:
— Sabia que tem algumas massagistas, que fazem isso nos clientes? É uma técnica de massagem sensual, e muitas delas são casadas.
— Como você sabe disso? – Ela perguntou.
— Eu leio muito, pesquiso, viajo para fazer compras, e já vi anúncios de massagens desse tipo. – Esclareci.
— Você já foi experimentar? – Ela perguntou, bem intrigada.
Eu sorri e disse:
— Claro que não, tenho a minha massagista sensual pessoal, mais linda do que todas. Por que eu ia querer? E nunca faria sem perguntar a você se concorda.
Aquilo a tranquilizou e gerou ainda mais confiança e ela passou a praticar cada vez com mais empenho.
Assim, pude retribuir, fazendo o mesmo com ela, massageando suavemente sua xoxota, por cima da calcinha, com meus pés. Ela se sentava no tapete na minha frente e eu do sofá ficava massageando a virilha dela com os pés. A Lu ficava com muito tesão, aprendeu a gostar, e nossas relações foram se apimentando.
Com o tempo, lendo contos e vendo vídeos, acabei por quebrar minha própria autocensura, fantasiei e pude sentir o desejo de vê-la no sexo com outro. Aos poucos fui imaginando mais. Depois de mais um tempo não consegui ficar somente eu fantasiando, e fui tentar conversar com a Lu sobre o assunto. Foi a mesma coisa que mexer em formigueiro de formigas lava-pés. Uma revolução nervosa. Ela ficou horrorizada, e brava, dizendo que não seria ela, nunca iria agir como uma vagabunda. Tentei mostrar alguns artigos publicados em revistas, e até na internet, para ela ver e entender que eu só queria comentar com ela sobre o assunto, mas ela se recusou. Até ficou uma semana de cara amarrada comigo. Eu desisti de tentar, e deixei quieto. Mas a gente nunca imagina que o outro também vai refletir sobre as coisas. Acredito que a semente já estava plantada e foi germinando, conforme ela mesma ia observando o mundo e as coisas ao redor.
Luzinete era inteligente, ficava na loja, tinha computador, e podia pesquisar, sem ter que falar comigo. Desconfio até que ela foi pesquisar, mas não disse nada no início. Eu continuava lendo contos de corno, via vídeos, e fantasiava muito. E deixei algumas revistas com artigos sobre o tema, no porta-revistas da sala. Reparei que ela lia, pois a ordem das revistas se alterava no porta-revistas.
No desejo de vê-la cada vez mais sensual e solta, eu comprava roupas ousadas, que ela só usava longe de nossa comunidade evangélica, quando íamos a algum cinema, teatro, ou passeio distante. No cinema, eu aproveitava que ela ia sem sutiã, passava o braço por cima do ombro dela, abraçando, e bolinava discretamente seu mamilo. No começo ela se assustou e eu a tranquilizei. Ela foi se acalmando e gostou. Se acostumou. Era excitante poder fazer aquilo com outras pessoas na sala do cinema. Algumas vezes eu fiz com que ela quase gozasse só com aquele tipo de carícia. Ela ficava muito ofegante e me dava beijos deliciosos. Fazer aquilo numa sessão de cinema, com pessoas presentes na sala, era mesmo muito excitante. Eu adorava sair com ela com uma rupa discreta e somente já no carro ela substituía por blusinhas delicadas, sem sutiã por baixo, os peitinhos marcando o tecido. E saias mais curtas, ou leggings muito justas que realçavam a sua bunda perfeita, e marcavam as tanguinhas mínimas por baixo.
Eu mostrava a imagem dela no espelho, dizendo que aquela mulher era muito mais atraente e sensual do que a mesma que ia no culto na igreja ou na reunião de irmãos da comunidade, toda recatada.
Ela viu que eu gostava daquele jeito mais sexy, e ao notar que chamava a atenção, também ficava excitada.
Uma das provas de que ela estava lendo e pesquisando, é que um dia, eu a provocava, apalpando seu peitinho no cinema, e ela me disse no ouvido:
— Tem horas que eu acho que você quer me transformar de santa em safada. Uma putinha, como dizem na internet.
Meu pau deu um salto ao ouvir minha própria esposa, crente e toda recatada, dizer aquilo. Respondi:
— Para os demais na sociedade, você deve parecer sempre uma santa, mas eu prefiro que para mim, seja uma putinha muito safada.
Ela fez careta, como se não achasse correto, torceu o nariz, mas logo a seguir, sorriu e me beijou, dizendo:
— O safado é você.
Passado um tempo, ela já comentava comigo os olhares que notava sobre ela, e eu estimulava, dizendo que ela era deliciosa e merecia ser admirada. Ela foi perdendo a vergonha de assumir isso, aos poucos.
Numa das minhas viagens para São Paulo e Paraguai, onde fui comprar artigos para nossa lojinha, tive a oportunidade de comprar uns vibradores, e uns modelos de biquíni muito ousados e pequenos, além dos que eu comprei para ela vender na loja. Eu guardei para presentear num momento adequado.
Num final de semana, adquiri numa promoção, um 'day-use' de uma pousada, que fica na serra, distante uns 70 km de onde moramos, onde tem piscina, uma cachoeira linda e um lago com praia de rio. Mas não dei nada a ela. No caminho, desafiei a ela despir seu shortinho e blusa, e ficar somente com um lenço de seda semitransparente amarrado sob os braços, como se fosse uma saída de praia. Ela perguntou o que estava em jogo. Disse que tinha presentes surpresa para ela, e se ela fizesse aquilo até chegarmos na pousada, ganhava tudo.
Ela no início até relutou, só aceitava se eu não parasse em lugar nenhum, mas depois de eu insistir, aceitou, se despiu do shortinho e da blusa, e seguimos. Eu fiquei muito tarado e perguntei se ela me fazia um footjob enquanto eu dirigia.
Naquele tempo, ela já aceitava que eu ouvisse funk no carro, e as letras eram sempre provocativas. Muitas até pornográficas. Ela escutava alguma frase de sacanagem no Funk e arregalava os olhos. Depois me olhava admirada. Eu sabia que ficava excitada. Aquilo aumentava o clima de libidinagem. Ela falava que era música de putaria, dizia que eu gostava muito de putaria. Mas, não estava brava. Apenas resistindo.
Ela aceitou fazer o footjob e se sentou de lado, com os pezinhos no meu colo, e encostada na porta.
Quando começou, pedi que despisse a sua tanguinha, que eu queria ver a xoxotinha. Naquele tempo, ela ainda não se depilava completamente, apenas aparava os pelinhos, deixando um triângulo pequenino de pelos castanhos no púbis. Meio envergonhada, ela retirou.
Nossa, eu estava muito tarado, ela nua ali no carro, apenas enrolada pelo lenço de seda de cor verde malva, que deixava vislumbrar o seu lindo corpo desnudo. Percebi que aquilo, por ser algo novo e nunca feito, a excitava muito também. Os mamilos estavam empinados e durinhos, e suas narinas dilatadas. Ela foi provocando com os pés, meu pau duro, que já coloquei para fora do short. Ela estava acariciando muito gostoso.
No caminho, como era uma subida de serra, ultrapassei alguns caminhões, e sabia que os motoristas, nas cabines mais altas, podiam ver de cima, o que acontecia ali dentro do carro. Mas ela nem se tocou com isso. Numa das ultrapassagens, um dos motoristas olhou, viu aquilo e deu uma buzinada e foi quando ela percebeu que estava sendo vista lá de fora. Ela me olhou meio assustada e exclamou:
— “Mor”, ele viu!
Eu sorri, e falei:
— Esse vai ficar o resto da viagem de pau duro, lembrando do que ele viu.
— Ah, que vergonha! – Ela respondeu, e deu um sorriso meio safadinho.
— Vergonha nada. Continua. Ninguém nos conhece, e isso me deixou mais tarado ainda. – Eu disse rindo.
Ela parecia duvidar:
— Você não acha ruim dele ter me visto assim, quase nua?
— Por que eu ia achar ruim? Você é linda, gostosa, e minha esposa. Ele não nos conhece, viu apenas um lance, que vai ficar na cabeça dele, muito tempo, deixando bem excitado. Só isso.
Ela ficou me olhando por algum tempo, e depois de uns trinta segundos, falou:
— Pensando assim, eu fico excitada também... Nunca pensei. Ai, meu deus, imagina, um motorista de caminhão que eu nunca vi na vida, se masturbando com a lembrança do que me viu fazer, quase nua... como se fosse um filme pornô!
Eu achei graça, aproveitei o embalo e falei.
— Vai que ele tem aquele pintão grandão dos atores de filme pornô, fantasiando com você? E batendo uma bem socada. Pensa só? É erotismo explosivo. Olha como fiquei tarado.
Meu pau para fora da cueca explodia de tão duro. Vi que ela se arrepiou inteira e por segundos, teve um ligeiro tremor no corpo. Ela disse:
— Que louco... Você é doido? Nem sei… Será? Fico até com vergonha de imaginar.
— Imaginar o quê? – Perguntei.
— Ele se masturbando, amor. Que horror… pensando em mim. – Ela falou.
— Horror nada, você merece! – Eu disse.
Aproveitando que ela estava excitada com aquilo pedi que ela continuasse a minhas masturbações com seus pezinhos, e ela obedeceu. Assim, seguimos nossa viagem já num clima muito excitante e de cumplicidade, e às vezes, eu tocava no assunto:
— Acho que aquele motorista não aguentou, deu uma parada, tirou o pintão para fora da cueca e bateu uma punheta pensando na cena aqui dentro do carro.
— Você é tarado, seu sem-vergonha. – Imagina, pensar que outro se masturba pensando em mim, na sua esposa. Você é muito safado. - Ela disse.
Percebi que havia plantado outra semente. A ideia de outro se masturbar com algo que viu ela fazer. Respondi:
— Sei como as coisas são. Não imagino o mundo ideal, vejo a realidade sem medo. Acha mesmo que não tem muitos que se masturbam fantasiando com você? É assim que acontece. Você vai no mercado, e o rapaz da banca de verdura, fica vendo. Depois ele bate, só imaginando pegando você. Não posso evitar.
— Que bando de tarados! Até o meu marido! – Ela falou rindo.
A brincadeira com os pés no meu pau continuava e eu adorando.
— Você gosta do meu pinto? – Perguntei.
— Ah, eu acho gostoso, sinto ele vibrando. – Ela falou.
Eu tinha levado os dois biquínis que comprei de presente, e quando já estávamos para chegar na pousada, faltando uns vinte minutos, eu peguei a sacola no banco de trás e entreguei a ela dizendo:
— Mereceu o seu presente. Experimenta.
Ela pegou a sacolinha, abriu o embrulho bonito, e viu os biquínis. Falou:
— Nossa, são lindos, mas você errou o tamanho.
— Não errei não. Comprei assim, pois quero você deliciosa fazendo uma marquinha de sol muito sexy para mim. Aonde vamos, certamente, ninguém nos conhece. Pode ficar tranquila.
Ela olhava os biquínis e me olhava, intrigada. Perguntou:
— Experimentar agora, aqui?
— Isso. Aproveita que está sem nada por baixo, tira um pouco o lenço e prova o biquíni. Vamos ver como fica.
Tinha um branco e um verde limão, ambos eram pequeninos, o branco atrás era bem fino, mas o verde limão era ainda mais fino atrás, praticamente um fio dental. Eu pensava que ela provaria o branco, mas ela soltou o lenço que a cobria, deixando seus peitos e o corpo exposto, e começou amarrando a tanguinha com lacinhos nas laterais.
Nossa, que delícia, o pedacinho de malha cobria apenas a bocetinha dela. Eu esperei ela amarrar a tanguinha e depois amarrou o sutiã que também era pequeno. Ficou deslumbrante. Ela comentou:
— Esse é mínimo. Não cobre nada. E não tem forro, a malha é muito fina.
— São os modelos mais modernos. Agora a maioria é assim. Comprei especialmente para você. Está linda, vira, deixa eu ver atrás, esse seu rabão.
Ela se ajoelhou no assento virada para a porta e mostrou a bunda. Ela disse:
— Não cobre nada da minha bunda. Fica a bunda toda de fora. Que escândalo. Não tenho coragem.
— É assim que eu quero ver e admirar. Espera chegar lá, para se ver no espelho. Atrizes como Débora Secco, modelos de moda famosas e influencers, estão usando assim mesmo. – Respondi.
Ele retirou o biquíni para experimentar o outro. Na hora de vestir, ficou nua novamente. Enquanto estávamos distraídos com aquela operação de provar biquíni, eu havia diminuído a velocidade, por precaução, e nem prestei muita atenção atrás. Quando olhei pelo retrovisor, eu vi o caminhão que havíamos ultrapassado lá atrás, dando seta para nos ultrapassar. Deixei ele passar e reduzi mais um pouco a velocidade. Ele emparelhou, e ao passar deu uma buzinada. A Luzinete levou um susto, e tentou se sentar no banco novamente, o que a expos ainda mais. Tentava se cobrir com as mãos, mas ele já havia ultrapassado e visto minha esposa nua ali dentro. Ela exclamou:
— Ah, meu deus. De novo!
Eu diminuí mais um pouco a velocidade, deixando que o caminhão se distanciasse. Olhei para a Luzinete que me olhava assustada. Eu falei, sorrindo:
— Nossa, eu me distraí com você e nem vi o caminhão se aproximando. Agora sim ele já vai ter duas cenas quentes para se lembrar na hora da punheta. Você peladinha!
— Você é louco. Eu morro de vergonha! – Ela disse.
O caminhão foi ficando mais longe e eu falei:
— Não ligue. Não arrancou pedaço.
Luzinete vestiu o biquíni e se cobriu com o lenço novamente. Eu falei:
— Olha, fazemos o seguinte. Vamos chegar na pousada logo. Eu paro o carro, você espera, e vou na recepção ver onde é nosso apartamento. Você se embrulha no seu lenço, com o biquíni por baixo. Eu volto para pegar nossa bagagem, e se não tiver ninguém por perto, aviso a você para poder descer e ir para o nosso quarto assim mesmo.
— Está maluco? Eu vou descer assim? Sem roupa? – Ela estrilou.
— Sem roupa não, você está com o biquíni e a saída de praia, coisa mais comum, numa pousada com piscina e cachoeira. E será o mesmo traje que você vai usar na piscina, depois. Vai se acostumando. Confia em mim.
Finalmente, chegamos. Parei o carro na área externa, perto da recepção. Nem esperei ela dizer nada, eu saí e ela ficou me olhando sem acreditar. Eu fui para a recepção, e de fato, só tinha uma moça atendendo. Mostrei a minha reserva e meu documento, ela apenas digitou algo no seu computador e me deu a chave do quarto, explicou onde ficava, dizendo que os dados que eu tinha enviado já estavam no sistema. Pronto. Podíamos nos alojar.
A pousada era constituída por uma edificação principal, onde estava a recepção, o salão de TV, a sala de estar e leitura, o salão de jogos, com mesas de bilhar e de videogames, o restaurante com 16 mesas, e a cozinha. Atrás desse bloco principal ficava a parte administrativa e alojamento dos funcionários. Mais adiante, depois do bloco principal, havia quatro blocos quadrados de apartamentos, com 4 apartamentos cada, com banheiro privativo e varanda. Cada apartamento dava frente para um dos lados do bloco quadrado,
Nos fundos dos apartamentos, em cada bloco, havia um pequeno jardim interno, mas uma cerca viva em formato de cruz no jardim dava privacidade para cada apartamento. Os blocos distavam uns quinze metros uns dos outros, meio desalinhados, para um apartamento não ficar de frente para o outro, no outro bloco.
Um projeto muito inteligente e funcional. Os veículos eram estacionados alinhados, num estacionamento aberto mas coberto que ficava à direita do terreno gramado.
O nosso apartamento ficava no último boco, na lateral virada para o bosque. Estacionei o carro na vaga, peguei as duas mochilas no porta-malas, e chamei a Luzinete que saiu do carro meio tensa, levando sua bolsa, e caminhou comigo os vinte metros de gramado para o apartamento. Não se via ninguém por ali, mas ela estava tímida e tensa devido à sua indumentária.
Nos acomodamos no quarto, ela se olhou no espelho e exclamou:
— Estou praticamente nua! Você quer que todos vejam a sua esposa assim?
— Eu quero admirar a minha esposa linda e gostosa, assim. Os outros que fiquem babando de inveja. Prefiro ver a minha esposa assim a ficar com inveja de outro marido com uma esposa com um biquíni desses.
Isso calou sua boca. Ela trocou o lenço por uma canga de tecido estampado e que não era tão transparente. Eu vesti um calção, retirei a camisa, e fomos dar uma volta e conhecer melhor a pousada.
Atrás dos 4 blocos de quartos, depois de outra cerca viva, que vedava a visão de quem estivesse nos apartamentos, havia um pátio coberto com pedra de São Tomé, tendo ao centro, uma piscina de formato irregular de uns 25 m x 15 m. E uma varanda coberta ao fundo, com churrasqueira e um bar com duas geladeiras verticais. Em volta da piscina, muitas cadeiras de repouso com guarda-sóis. Naquela hora que chegamos, meio da tarde de uma sexta-feira, não vimos outros hóspedes.
Contei esse episódio da viagem para ilustrar como que eu fui aos poucos ensinando a minha esposa a se tornar mais aberta, liberal e descontraída.
Foram muitos momentos em que eu a provocava, criava situações, e nas conversas, argumentava que eu gostava que ela fosse mais solta, menos envergonhada, e mais sem-vergonha, no bom sentido.
Nessa viagem da pousada, ela usar os biquínis mínimos foi um grande avanço. Quando a pousada se encheu de novos hóspedes no final de semana, ela já estava mais habituada a eles e acabou assumindo e usando os dois modelos de biquíni. Tomou sol comigo à beira da piscina e depois fomos nos banhar na cachoeira. Com isso ela pode perceber o quanto fez sucesso com eles, pois os olhares eram reveladores da admiração dos que estavam lá. Realmente, tinha mais dois casais com esposas bonitas, mas nem chegavam perto da Luzinete, que estava maravilhosa. Pegou uma cor linda e fez marquinhas muito sexy.
De noite, ela estava deliciosa, com marquinhas de sol mínimas na pele morena, e eu fiz fotos maravilhosas.
No sábado de tarde, fomos experimentar a sauna que ficava atrás da varanda, ao lado dos dois sanitários da piscina. Logo que entramos a sala estava escura para nossos olhos desacostumados, vindo da claridade. Aos poucos fomos nos adaptando. Era uma sala de uns três metros por três, toda recoberta de lambris de madeira nas paredes, apenas uma janelinha alta de vidro na parede do fundo, e com bancos de madeira acompanhando três das paredes. Na parede junto da porta ficava o aquecedor elétrico e as pedras com essência de eucalipto. Ao fecharmos a porta, reparamos que havia dois casais lá dentro, e mais dois hóspedes solteiros ou sem as esposas. Cumprimentamos, e um dos solteiros mudou de lugar, deixando um dos bancos livres para nós. Nos acomodamos ali, e ficamos respirando aquele ar quente e aromático. Além do detox de suar em bicas, eliminando toxinas, foi um momento muito importante, para a Luzinete acabar de se habituar a ficar em trajes mínimos, na presença tão próxima de outras pessoas estranhas, todos em trajes também reduzidos. Tinha uma das mulheres, bem jovem, que usava um fio dental ainda menor do que o dela. Para uma evangélica toda recatada, aquele processo estava sendo uma verdadeira revolução. Eu notava que ela tinha os bicos dos seios permanentemente enrijecidos, pele arrepiada, o que indicava estar excitada com sua exposição.
Teve uma hora em que um dos solteiros saiu e reparamos que havia um volume grande na frente da sua sunga, porém, ninguém fez nenhum comentário. Não ficamos lá nem uma hora, estava muito quente, e tínhamos que sair a cada dez minutos para tomar uma ducha de chuveiro e refrescar o corpo. O biquíni da Lu, molhado, e sem forro, deixava aparecer os mamilos mais escuros por baixo da malha fina, e isso me deixava muito excitado também. Foi mesmo muito excitante essa experiência. Como ela viu que as outras mulheres se vestiam de forma mais simples, ou despojada, ela atendeu o meu pedido de ir jantar usando uma camiseta, sem sutiã. Claro que reparamos que algumas pessoas olhavam os biquinhos dos seios dela marcando a camisetinha. Ela comentou que ficou com um pouco de vergonha no início, mas depois relaxou e gostou de se sentir mais livre.
Nossas noites de sexo foram tórridas, e eu dei de presente os vibradores que no início ela tentou recusar, mas eu expliquei que eram até indicados por médicos e terapeutas sexuais. Tive que mostrar umas matérias de sexólogos reforçando a importância dos vibradores e estimuladores eróticos. Depois de alguma insistência ela se deixou provocar com eles e pode experimentar o efeito.
Em segundos ela estava ofegante e muito sensível. Ela encostava o vibrador na xoxota, e logo começava a suspirar forte, e soltar gemidos:
— Ahhh, que é isso! Uhhh, nossa! Ai… eu não aguento… ai….
Fizemos um sexo maravilhoso e ela perdeu o preconceito com os aparelhinhos.
No último dia, eu a fodi, colocando um vibrador encostado no seu cuzinho, fazendo com que ela gemesse bem alto, de prazer. Mas, as mudanças dela foram lentas.
Depois de algum tempo, eu comecei a mostrar para ela alguns vídeos pornô, e contos eróticos relacionados ao tema da vida de casais liberais. Como sempre, no começo, ela ficava horrorizada, e dizia que aquilo era muita pouca-vergonha e que os casais eram muito devassos. Tinha temas variados, como traição, voyeurismo, ménage, lésbicas, etc. Aos poucos, ela foi se interessando. Mesmo meio assustada, torcendo o nariz, envergonhada no começo, depois, sempre ficava muito excitada.
Na mesma época comprei um vibrador maior, em formato realístico de pênis, maior do que o meu pau, e ela no começo falou que eu era exagerado. Eu falei que era para ela ter uma sensação diferente. Ela me olhou intrigada:
— Diferente... diferente como?
— Maior, mais grosso, para você sentir como é... Como se fosse um pinto de outro. - Falei.
A Luzinete me olhava, meio sem entender. Eu disse:
— Faz de conta que é do motorista do caminhão.
— Ai, que vergonha! – Ela exclamou. Mas ficou nisso.
Depois, ela alegou que ia experimentar, mas tinha vergonha de usar comigo presente. Eu falei que podia testar sozinha, e me contar se gostou.
Eu ficava muito tarado de poder ir provocando nela esse tipo de malícia. Com o passar dos dias, ela foi se adaptando. Depois de um tempo, ela se permitiu assumir que estava gostando, se acostumou a usar, e deu nome de Amigão, ao consolo com vibro. E a partir desse ponto, toda vez que fazíamos sexo, eu falava no assunto, perguntando as fantasias que ela tinha quando via os vídeos e se masturbava com o Amigão.
Notei que ela começou a gostar e ficar mais excitada toda vez que comentávamos sobre os vídeos, foi perdendo a vergonha, e nossa relação ficava cada vez mais excitante.
Um dos primeiros vibradores que eu dei a ela era em formato de plugue vaginal tipo um camarão, com uma parte externa que vibrava sobre o clitóris. E era comandado por aplicativo do celular. Um dia eu a convenci a utilizar enquanto estava na loja, por dentro da calcinha.
Eu acionava o controle, de leve, e podia ver minha linda esposa apertando as pernas, depois se contorcendo por detrás do balcão da lojinha, e tentando não chamar a atenção das pessoas que passavam no corredor da galeria. Ela fazia caras, bocas, toda arrepiada, arregalava os olhos conforme eu mexia no controle, e eu alternava os movimentos, até que ela se agarrou na beira do balcão e se tremeu toda, num orgasmo intenso, mas contido, para ninguém perceber. Eu desliguei e ela foi se recuperando aos poucos. No começo, tentou ficar brava e brigar comigo, me disse que eu era louco e tarado, mas depois, acabou relevando. Naquele dia, em nossa casa, nosso sexo foi incrementado com as lembranças dessa experiência. E assim nós íamos avançando, pouco a pouco.
Até um dia em que vimos um vídeo de um casal onde a esposa fazia sexo na boleia do caminhão, com o caminhoneiro, e o marido filmava. Na hora, a Lu se lembrou do caso do caminhoneiro, na viagem para a pousada, e me disse:
— Nossa, me lembrei daquele dia na estrada, que o caminhoneiro me viu nua e buzinou.
Na hora eu ri, e falei:
— Nossa, aquele dia eu fiquei num tesão louco. Imagine como ele ficou?
— Ficou é? Foi porque ele me viu nua? Você não liga? – Perguntou.
— Sim, mas é porque eu senti que você ficou excitada ao saber que ele iria se masturbar com aquela lembrança. Pode falar a verdade.
Ela respirou ofegante:
— Você fica excitado quando pensa que outro homem me deseja? – Ela perguntou.
Eu já não precisava negar, era hora de ser sincero:
— Fico, e fico mais ainda quando imagino que você também fica. Sei que sente tesão. Fantasia com isso. – Respondi.
Ela então se virou e me abraçando, me beijou com muito desejo, e falando baixo, no meu ouvido, perguntou:
— Será que você teria coragem de fazer igual esse marido do vídeo? Assistir e gravar tudo?
Eu nem acreditei que ela estava perguntando aquilo. Quem se arrepiou todo fui eu. Imaginei que ela já devia ter pesquisado sem eu saber e visto alguma história de corno que grava a esposa com outro. Na hora, muito excitado, respondi:
— Se você quisesse, eu teria coragem sim, e ainda ia querer gravar um vídeo para a gente assistir depois.
Ela se mostrou toda arrepiada, respirando com intensidade. Sussurrou:
— Você é mesmo muito louco, seu tarado!
Ela pegou no meu pau que já estava até babando, e falou:
— Você fica tarado com isso? Ia mesmo deixar eu transformar você no meu corno?
Eu nem acreditei que ela falasse daquele jeito. Juro que fiquei tão excitado na hora que quase gozei.
— Fico. Se for a sua vontade, se aceitar, eu deixo você me transformar em seu corno.
Vi que a Luzinete estava toda molhada e com os seios de bicos salientes. Eu a puxei para cima, fiz com que cavalgasse no meu pau e falei:
— Se você quiser, eu vou morrer de tesão, e acho que você também vai.
Gozei como um louco nesse dia. Ela também teve um orgasmo incrível e gemeu forte, o que quase nunca ela fazia. Ela falou no meu ouvido:
— Tem vezes que eu sinto vontade de ver se isso é mesmo verdade. Na hora do desejo, perco o juízo.
Pronto, não tínhamos mais segredos, embora não falássemos muito nas fantasias, ela já havia se acostumado a assistir vídeos eróticos antes de nosso sexo, o que nos estimulava muito. Eu estava gostando de ver que bastava eu sugerir para ver algum vídeo, ela aceitava.
O tempo foi passando e isso foi ficando cada vez mais excitante, até que numa noite, arrisquei e a convidei para irmos conhecer uma casa de swing em uma cidade próxima. No começo ela ficou um pouco relutante, mas quando eu falei que ninguém nos conhecia por lá, tal como aconteceu na pousada, e poderíamos só ir conhecer e não fazer nada, ela aceitou. Mas disse:
— Vou, mas somente para conhecer, matar a curiosidade, e mais nada.
Na sexta-feira, nós fomos até a essa cidade próxima, que é a capital, maior do que a nossa, aonde provavelmente, ninguém iria nos reconhecer. A Lu, mesmo dizendo que não faríamos nada, se cuidou, se depilou toda, retocou sobrancelhas, fez escova no cabelão, se maquiou e se arrumou toda. Foi com um vestidinho vermelho decotado e curtinho, muito sexy por sinal, que tinha ganhado de uma amiga de trabalho e nunca havia usado. Vi que ela não colocou sutiã, os peitinhos aparecendo quase todos no decote. Por vima, para sair, ela colocou um camisão que cobria tudo. Mas eu não fazia ideia qual a calcinha ela estava usando.
Partimos no início da noite, fomos ouvindo música, e talvez pelo nervosismo, nem falamos muito. Chegamos por volta de 21 horas.
Primeiro, passamos num restaurante e jantamos, ela já desceu do carro sem o camisão, estava deliciosa. Eu pedi uma meia garrafa de vinho, daquelas que servem duas taças, e era apenas uma dose inicial para nos desinibir um pouco. Não temos o hábito de beber, mas eu disse que tínhamos que comemorar. Quando fomos para a casa de swing já eram 22h30.
Chegando lá, senti que a Lu estava um pouco tensa e eu disse que se acalmasse, pois era um lugar muito respeitado, ninguém se meteria com a gente. Se ela desejasse ir embora, sairíamos a qualquer momento. Isso a tranquilizou um pouco.
Na recepção nós pagamos o ingresso, uma espécie de couvert artístico, que dava direito a alguma consumação, e ao entrar na casa notamos que estava relativamente cheia, vimos muitos casais novos, regulando com a nossa idade inclusive, na faixa entre 25 e 35 anos, porém, como nunca tínhamos ido a um local daqueles, o ambiente nos era completamente desconhecido. Ficamos parados no saguão da entrada por uns trinta segundos, observando, e quando vi que havia umas mesas vazias a um canto do salão principal, onde tinha a pista de dança, nos dirigimos para lá, e ficamos sentados bem discretos, observando tudo.
Ficou evidente que era a primeira vez que estávamos ali. Logo apareceu um garçom e pedimos um drink. Não temos hábito de bebida alcoólica, mas nesse dia, eu achei que iria ajudar. Escolhemos Gin Tónica com soda limonada e rodela de limão. Achamos que ajudava a desinibir.
A Lu, um pouco nervosa, bebeu o drink dela mais depressa e a seguir, bebeu parte do meu, pois sabia que eu depois teria que dirigir. Ela gostou da bebida, e até repetiu. No segundo drink, já estava bem alegre, sorria, se mexia no ritmo da música, e começou a me dar uns beijos bem animada. Ela disse:
— “Amô”, que legal esse lugar. Nunca imaginei que ia gastar. Muito bom, moderno, parece mesmo uma boate, estava pensando que seria um bordel de quinta categoria, cheio de sacanagens. Adorei ter vindo.
Achei graça, satisfeito, e não tinha o que comentar. Apenas disse:
— Como ninguém nos conhece, podemos ficar mais tranquilos.
Reparamos que alguns casais já estavam se envolvendo numa pegação boa, numas mesas mais à frente. Na pista de dança também tinha umas mulheres rebolando no Funk se esfregando nos parceiros. Nós podíamos observar tudo. O rapaz da mesa em frente, retirou o seio da mulher que estava com ele para fora do vestido e beijou o mamilo. A outra mulher na mesa ao lado acariciava o pau duro do parceiro por cima da calça.
Dava para ver de onde estávamos. Ela não disfarçava. Pouco depois ela retirou o pau dele para fora da calça, e masturbava. Eles se beijavam. A Luzinete me cutucou, admirada. Havia um clima de excitação, e umas músicas de funk com letras de putaria. Outros casais se provocavam, dançando na pista central do salão. Reparei que a Lu estava ficando mais animada e desinibida conforme a bebida ia fazendo efeito. Ela já olhava sem tentar disfarçar.
Meia hora depois, um casal na faixa dos 35/40 anos, bem-vestidos, ele já com uns cabelos grisalhos nas têmporas, entre os fios pretos do cabelo, chegou perto de nós, foram muito simpáticos ao nos cumprimentar. A mulher perguntou se queríamos ir nos sentar com eles pra podermos nos conhecer melhor. A Lu estava nervosa, a mulher era uma loira cavala, 1,70 m, um corpão muito bonito, com uma roupa de seda muito ousada. A Lu pediu desculpa, dizendo que queria esperar um pouco mais e terminar sua bebida. Expliquei a eles que era nossa primeira vez e estávamos somente conhecendo. Eles entenderam, e concordaram sorridentes, e se afastaram, dizendo que quando quiséssemos bastava ir lá. E foram se sentar mais ao fundo.
Foi quando chegou uma moça morena, com um vestido preto, bem curtinho, umas pernas com meia arrastão pretas e sandálias de salto. Tinha o logotipo da casa bordado no peito do vestido. Se apresentou como a recepcionista oficial, e nos explicou sobre o funcionamento, as regras, e sobre as instalações. Ela disse que podíamos circular livremente para conhecer tudo. Convidei a Lu para ir conhecer interior da casa e ela aceitou, pois após as explicações da recepcionista, ficamos curiosos.
Atravessamos o salão principal de mãos dadas, que tinha mesas nas duas laterais, passamos pelo balcão do bar, onde vimos uns homens solteiros conversando e bebendo. Eles olharam sem disfarçar para a Luzinete. Eu disse a ela bem baixinho:
— Estão comendo você os com olhos.
A Lu só me olhou sem dizer nada. Mas não parecia assustada.
No fundo do salão, passamos um pórtico que tinha somente uma cortina de fios com contas de vidro, e entramos num corredor onde vimos umas janelas fechadas com vidro transparente. As janelas davam para umas salinhas pequenas, dos dois lados do corredor, que chamavam de aquário, de um metro e meio de profundidade por um metro de largura, com sofás nas laterais e no fundo, e dava para ver que dentro tinha casais fazendo sexo. Algumas cabines dessas, tinham por dentro a cortina preta, fechada. Não se podia ver nada. Mas as que as cortinas estavam abertas, dava para ver o que acontecia nas cabines, iluminadas com uma luz muito fraquinha de Led.
A recepcionista tinha dito que tem casais que adoram ser observados. Ficam mais excitados. Vendo aquelas cenas de sexo entre os casais, eu já estava excitado até o talo. Numa das cabines uma mulher recebia uma dupla-penetração por dois homens nus. Olhei para a Lu e reparei que ela tinha os olhos brilhando e as narinas dilatadas, percebi que estava gostando de tudo, mas tentava se manter calma e contida. Eu perguntei:
— Está gostando?
— Nossa, “mor”... Estou toda arrepiada. Viu aquela mulher com dois grudados nela?
— Dando para os dois ao mesmo tempo. Dupla penetração. Deve ser uma delícia! – Eu disse.
— Delícia... para quem? – A Lu falou:
— Delícia para ela, para você, para qualquer mulher, imagine, ter dois metendo ao mesmo tempo! - Respondi.
— Que loucura! – Ele comentou. Não falou se achava bom ou ruim.
Pouco depois, curiosos para ver o resto, continuamos pelo corredor. Passamos a seguir em outra parte, com quartos maiores, sem porta, só uma cortina de veludo, com uma iluminação muito fraca dentro, onde dava para escutar muitas mulheres gemendo de tesão. Entramos num dos quartos. Era bem escuro. Ficamos um pouco ali, esperando a vista se acostumar e foi quando conseguimos ver o que acontecia. Uma cama grande, quadrada, coberta de couro ou courvin cor de coral, umas três mulheres nuas, uma deitada de pernas abertas e duas de quaro, faziam sexo com mais de cinco homens que se revezavam entre elas. Elas na cama e eles se revezavam em volta. A de pernas abertas era chupada na boceta. Percebi que dois deles eram até bem dotados, com pintos bem grandes, e quando eles estavam metendo por trás nas duas que estava de joelhos sobre o colchão, elas gemiam mais alto, e eram beijadas e acariciadas pelos outros homens. Para nós era uma suruba completa Ver aquilo deu ainda mais tesão em mim. A Lu ficou muito excitada também, apertava a minha mão e um dos seios, e como já estava mais solta pelo efeito da bebida, passou a apalpar o meu pau com a mão por cima da calça. Eu passei a mão nos peitinhos dela e vi que estavam estufados e com os mamilos salientes. Pouco depois ela me disse no ouvido:
— Tem um dos homens que está passando a mão na minha bunda.
Eu ia olhar, mas ela deu um passo para a frente e o sujeito percebeu que ela não queria e se afastou. Eu olhei para a Lu e ela estava tão vermelha que até na pouca luz dava para perceber. Perguntei:
— O que ele fez?
— Deu uma acariciada na minha bunda, e encostou o pau. Nossa, que susto.
— Deu tesão? – Perguntei.
— Foi bom, mas fiquei com vergonha e não sabia se você deixaria. – Ela disse.
Eu na mesma hora falei:
— Você é livre para fazer o que desejar. Não se preocupe. Se eu não quiser algo, eu digo.
Vimos um pouco das fodas dos casais sobre a cama e ficamos em ponto de gozar de tão excitados. Saímos dali e entramos num corredor escuro, chamado de labirinto, e sentimos que havia pessoas lá dentro, e ao passarmos, recebíamos toques de mãos nos acariciando, talvez chamando para algo a mais. Mesmo recebendo umas carícias e passadas de mão, não paramos para ninguém, estava tão escuro que não se via coisa alguma, até chegarmos nas salas do famoso Glory Hole.
A Luzinete já sabia o que acontecia ali, pois tínhamos visto alguns vídeos daquilo. Vimos uma sala vazia, e a chamei para entrar. Fechamos a porta e ficamos ali abraçados, escutando os gemidos que vinham das outras salas. Ali a música não soava tão alta e dava para ouvir melhor os sons ambientes. Nosso tesão estava a mil. Trocamos beijos.
Na mesma hora, a Lu se sentou em um pufe quadrado, recoberto de couro preto e me puxou para perto. Se agarrou nos meus braços e me fez dobrar o corpo para beijá-la. Demos um beijo muito molhado e gostoso, de língua. Foi quando ela disse:
— Estou com muito tesão. Nossa, nunca pensei que fosse tão excitante.
— Que bom, querida, eu também estou cheio de tesão. – Respondi.
Ela viu que eu estava tranquilo, e se soltou mais. Na mesma hora passamos a nos abraçar, acariciar, num “amasso” gostoso, e quando eu coloquei minha mão entre suas coxas, levei um susto. Estava sem a calcinha e a sua bocetinha estava encharcada, babando mesmo. E o meu pau duro feito uma pedra. Perguntei se tinha retirado a calcinha e ela falou:
— Eu vim sem mesmo. Se viemos para a chuva, melhor é se molhar.
— Safada! – Exclamei.
Depois perguntei no ouvido:
— O sujeito lá na sala, passou a mão só na bunda?
— Ah, amor,.... não, passou no meio das coxas, e na minha xoxota. – Ela confessou.
Nossa, eu quase gozei naquele momento. Exclamei:
— Estava toda melada já.
— Hum-Hum! – Ela fez. Depois disse:
— Eu quero seu pau. Estou maluca de vontade.
Na mesma hora, ela desabotoou e soltou a minha calça que desceu pelas pernas, e retirou meu pau de dentro da cueca, começando a me fazer um boquete muito guloso.
O jeito dela me chupar com muita vontade confirmava como ela estava tarada. Acho que eu nunca tinha recebido uma chupeta igual, era como se ela quisesse engolir tudo, até o saco. Eu tentava me concentrar para não gozar logo. Poucos segundos depois eu notei que um sujeito colocou o pau duro pelo buraco da parede, e a minha mulher também viu. Notei que ela ficou de olhos arregalados vendo aquele pau que, sem dúvida, devia ser quase o dobro do meu, e bem grosso. Aquilo a deixou mais animada ainda.
A Luzinete, parou de me chupar, se virou de quatro sobre o pufe e pediu:
— Vem, mete na minha boceta, que eu quero seu pau, vou gozar com você aqui dentro. Ela despiu aquele vestidinho vermelho pela cabeça, e jogou no chão sobre sua bolsa. Seu corpo completamente nu, lindo, vibrava e foi quando eu vi que ela estava tão excitada que escorria melado da bocetinha pelas coxas.
Ela ficou de joelhos sobre o pufe, apoiou a mão na parede, bem na frente daquele pinto que aparecia no buraco, e eu não perdi tempo, soquei gostoso a minha pica que estava até quente, por trás, na boceta melada dela. A Lu soltou um suspiro longo, empinou a bunda e gemia alto:
— Ah, que tesão, isso, me fode, me fode forte... Estou louca para gozar na sua rola!
Eu nunca tinha visto nem ouvido minha mulher gemendo daquele jeito e nem falando de forma tão crua.
O Sujeito com o pau duro estava ali no buraco ainda. Foi quando ela se virou para trás e com uma cara de muito tesuda me perguntou:
— Mô, posso pegar nesse pau, gostoso? É muito grande.
Eu confesso que fiquei até com um pouco de ciúmes na hora, mas o tesão de vê-la tarada era ainda muito maior. Respondi:
— Pode. Pode sim.
Ela na mesma hora pegou no cacete com uma das mãos, apoiada com a outra mão na parede, e começou a punhetar. Ouvimos o sujeito gemer de prazer:
— Isso! Delícia!
Ela colocou as duas mãos pequenas naquele pau enorme. Logo ela masturbava bem desinibida, e eu socava a pica na bocetinha dela, tomado por um tesão louco.
Já sentíamos um cheiro incrível de sexo que se espalhava rapidamente pelo ambiente, o que nos excitava ainda mais. A Lu pedia:
— Fode mô, fode gostoso, com força. Soca na minha bocetinha que eu estou tarada.
Eu tentava me segurar para não gozar logo. Eu tinha que dar umas paradas.
Não demorou muito tempo, a Lu não resistiu e tomada por uma volúpia que eu nunca tinha visto, sem falar nada, meteu a boca naquele pau. Abocanhou com tudo e começou a chupar a rola grossa, e nessa hora, vi que a bocetinha dela se contraía tendo orgasmos fortes. Ela gemia com o cacete na boca:
— Uhmmm... uhmmm... uuuhhmmm...
O tesão estava tão grande que ela já tinha gozado, e vazava pela boceta, escorria pelas coxas, e estava querendo mais.
A Luzinete, que sempre foi recatada e tímida, estava mudada, a bebida tinha ajudado, agora parecendo uma puta sem nenhuma inibição, dando igual uma cadela no cio, pedindo para socar fundo, e gemendo alto. O tesão tinha destravado a sua inibição. Eu senti tanto prazer que quase gozei dentro dela. Tive que retirar o pau de dentro para tentar me controlar. A Lu deu um gemido profundo quando eu retirei o cacete. Ela aproveitou e se virou no pufe, mudando de posição. Segurou no meu pau e me falou:
— Amor, é hoje, hoje e agora, você vai virar o meu corninho. Como você sempre fantasiou.
Eu não estava esperando, e nem acreditando. Ela de joelhos no pufe, segurando no meu pau e apoiada na minha coxa, recuou a bunda e encostou sua bocetinha naquele pau enorme. O sujeito retirou o pau do buraco e na hora fiquei sem entender, achando que ele ia sumir, mas logo, alguns segundos depois, ele voltou a enfiar o cacete no buraco, agora com um preservativo vestido na rola. Minha mulher empurrou a boceta no cacete, porém ela era tão apertada que o sujeito lá atrás, com aquela rola grossa, estava com dificuldade de entrar.
— Nossa, que pica grossa, mô! Vai me arrombar! – A Lu exclamou.
— Você quer? – Eu perguntei. Sabia que ela queria. Ouvi minha esposa confirmar:
— Estou maluca de vontade!
Na hora, fiquei louco de ouvir sua confissão.
Ele foi estocando devagar, a Lu gemia, ofegante, rebolava, e exclamou:
— Está entrando "mô". Cacete… Vai me atolar inteira!
Nessa hora eu pensei até que eu gozasse sem conseguir controlar. Meu pau chegou a doer.
Ela rebolou e soltou um gemido mais forte e a pica foi entrando e abrindo caminho cada vez mais fundo naquela bocetinha apertada. Ela gemeu:
— Está me atolando mesmo, "mô". Que pau grosso gostoso da porra!
Ouvir aquilo era de deixar maluco. Uma fantasia de muitos anos estava ali sendo realizada. Ela foi rebolando, e gemendo, e o sujeito estocando e eu vendo aquilo, estava explodindo de tesão. Ele foi aumentando o ritmo conforme a boceta ia se acostumando, chegando ao ponto de fazer barulho: “Plaft”... “Plaft”... “Plaft”... “Plaft”...
Minha esposa me olhou com uma cara de tarada, em êxtase, e disse:
— Ah… agora sim, você já é corno! O pau dele é grande e grosso, “mô”, está todo atolado até no fundo! Olha só… Estou gozando muito com outro macho! Assim que você queria?
Com a voz travada, meu pau latejando, só consegui dizer:
— E você não queria, sua putinha?
Foi quando ela falou:
— Me deixa chupar o seu pau, meu corno, agora eu sou mesmo a sua putinha. Tá vendo, como você queria... eu dar a bocetinha pra outro macho? Você gosta de ver?
Eu estava alucinado com aquele ménage surpresa. Já tinha fantasiado por muito tempo, e quando vi acontecer pela primeira vez, fui à loucura. Meu coração parecia que iria sair pela boca. Mas, a emoção e a tensão não nos deixava. O tesão permanecia.
Nós fodemos ali por um bom tempo, mais de dez minutos. Vi que a Luzinete recuava a bunda para cima da caceta com força. Acho que deu para ela gozar mais duas vezes naquela rola grande e grossa, eu só escutava as socadas da pica e o barulho das nádegas dela batendo contra a parede, até que ela se cansou da posição que estava.
Ela se virou de novo com a bunda para o meu lado, e pediu:
— Agora, mete, e goza dentro da sua putinha! Estou arrombada, mô, vai sentir.
Eu soquei minha pica na raxa, e entrou fácil na boceta que agora estava bem laceada e toda melada. Nunca imaginei que uma coisa daquelas desse tanto tesão.
Enquanto eu metia nela, a Lu arrancou a camisinha do pau do sujeito, e meteu a boca, chupando novamente aquela rola dele com uma vontade incrível. Aquilo me deixou louco. Parecia ser outra mulher, alucinada e sem vergonha.
Foram mais uns três minutos de foda deliciosa! Até que gozamos juntos de novo, e ela retirou a boca do pau do sujeito que começou a jorrar porra que espirrava nos peitos dela. Ela esperou os últimos jatos baterem nos peitos e no rosto, e largou o cacete que em dois segundos, sumiu do buraco.
Ela se virou e me deu um beijo na boca, estava toda melada, eu pude sentir o cheiro da pica do sujeito misturado com a saliva dela. Ela disse:
— Que coisa deliciosa, meu amor, agora já é corninho! Nunca podia imaginar.
— Gostou, não foi? Eu sabia, sua safada! – eu disse.
— Você sabe que eu vou querer isso de novo, né? – Ele respondeu.
— Agora já virou putinha mesmo! – Eu disse.
Ficamos abraçados, trocando beijos, tentando recobrar o fôlego. Quando nos recuperamos, dei um lenço de papel para ela se limpar um pouco, e nos vestimos.
Quando ela ergueu os braços para colocar o vestido, como não tinha calcinha, eu pude ver a bocetinha dela que estava toda arrombada e vermelhinha. Falei:
— Mas que estrago, hein?
Ela me olhou com cara de safada e disse:
— Cê nem sabe como foi gostoso! Nunca imaginei. To latejando até agora.
Luzinete estava toda feliz, e bem mais soltinha. Saímos da cabine e demos uma volta numa área externa, aberta, que tinha piscina. A Lu já se movimentava sem timidez, e até rebolava sensual naquele vestidinho curto. Acho que estava gostando de provocar o desejo nos outros machos que a observavam.
Ali na parte externa também tinha uns casais fazendo sexo. Naquela hora, até no salão principal, que tocava funk, já dava para ver mais sacanagem. Na pista uma mulher dançava como recheio de sanduíche de dois homens. Demos mais umas voltas pelos quartos coletivos, assistindo o que acontecia. Num deles vimos uma dupla penetração na loira cavala que nos convidou com o marido no início. Ele gemia alto, em êxtase, e foi impossível não sentir tesão novamente. Eram cenas de sexo grupal tremendamente excitantes.
Como já estava tarde, e ainda teríamos que pegar estrada, resolvemos encerrar a noite. Quando eu estava pagando o nosso consumo, no caixa, apareceu o marido da loira, do primeiro casal que nos abordou na mesa no início. Ele agradeceu e disse:
— Foi muito gostoso! Eu adorei. Espero encontrá-los novamente.
Foi assim que descobrimos o dono do pau grande no buraco. Luzinete me olhava, novamente muito vermelha, encabulada, de olhar para ele. Ele entregou um cartão de visitas, dizendo que podíamos manter contato por telefone. Agradecemos, pegamos o cartão, e fomos embora.
No início da volta, estávamos calados, sem falar nada, mas logo que saímos da cidade a Lu disse:
— Mô, que vergonha, aquele homem bonitão, ele é o dono daquele pauzão!
Eu concordei e falei:
— Agora você sabe quem é, quando se lembrar do que fizemos, vai se lembrar dele. O segundo macho que fodeu você bem fodida.
Ela se despiu do vestido e ficou nua. Disse:
— Você gosta assim não é? Bem putinha safada.
— Claro que eu gosto. – confirmei. — Uma delícia dessa, nua do meu lado! E com a boceta toda melada!
Ela então me perguntou:
— Ficou feliz de ver a sua esposa certinha virar uma putinha e dar a boceta para outro macho?
Eu fui sincero:
— Fiquei muito feliz, e principalmente por perceber que você também perdeu o medo e se soltou. Parece que gozou muito, e adorou a sua primeira vez de dar para outro.
Ela soltou um gemido de gata no cio:
— Ah, "mô", que pau é aquele? Dá pra viciar. Posso repetir? Que delícia!
Eu só sorri e falei:
— Safada, vagabunda. Eu sabia que só faltava uma oportunidade para você se revelar.
Ela riu:
— Verdade. Virei uma safada! Que deus me perdoe, mas é bom demais.
Enquanto eu dirigia, ela pegou no meu pau e vendo que eu estava de pau duro novamente, ficou de quatro no banco e me faz um boquete maravilhoso. Em menos de cinco minutos eu gozei forte de novo e ela engoliu tudinho. Depois, lambeu os lábios, me beijou, me agradeceu pela noite e disse:
— Vou ficar muito feliz se pudermos realizar isso novamente.
Começou ali a nossa vida de aventuras liberais. Prometo contar mais na próxima oportunidade, se o conto for do agrado dos leitores.
Se gostarem posso contar mais numa parte 2.
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