🚫 Propagandas te atrapalhando? Assine o plano premium por menos de R$3/mês. Saiba mais →

Conto 12: Cinema em casa

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →
Um conto erótico de Theo Sante
Categoria: Gay
Contém 2334 palavras
Data: 04/08/2026 18:00:51

Jamais me esqueceria daquele mês que passei na companhia dos meus tios e primos. Quando chegou o dia de eu retornar para casa, todos lamentaram a falta que eu faria. Me senti muito amado e acolhido por todos eles e pude perceber que os momentos de sexo que tivemos juntos serviram para nos aproximar ainda mais. Inclusive, meus tios ligavam quase todos os dias, desde que cheguei em casa, para incentivar os meus pais a me mandarem de volta assim que possível, pois todos apreciavam minha presença. Meus primos melhoraram nas matérias que tinham dificuldades, se divertiam mais juntos e estavam até menos irritadiços. Meus tios agora viviam menos tensos, menos estressados e mais à vontade com seus filhos e sobrinhos.

— E aí, Dimas, quando é que você vem nos visitar? — Perguntava tio Diogo.

— Logo que possível, Dil — respondia papai, chamando-o pelo apelido.

— Pois trate de vir logo e trazer o Theo. Todos nós estamos com saudades. — Dizia tio Dante.

— Claro que vou levar ele! Ele não para de falar do quanto foram boas essas férias aí. — Papai devolvia com alegria por saber que me comportei bem e que meus tios se agradavam da minha presença.

Era uma sexta-feira à noite e fazia uma semana que eu voltara das férias na fazenda. Estava no sofá da sala de casa, assistindo televisão com meu pai, que se reclamava de dez em dez minutos da programação dos canais. Minha mãe fora dormir mais cedo, por volta das nove e meia, se queixando do cansaço da semana. Não era por menos, meus pais trabalhavam muito para nos dar uma vida digna.

Lá pelas onze horas, papai encontrou um programa que o agradasse minimamente e resolveu deixar rolando. Assim, eu comecei a cochilar, pois também estava cansado da rotina semanal de volta às aulas, e acabei deitando com a cabeça apoiada no colo do meu pai. Ele continuou sentado, de braços abertos, apoiando-os nas costas do sofá. Meu pai era um homem parecido fisicamente com os meus tios: cabelo e olhos castanho-escuros, e uma barba castanha que emoldurava seu rosto. Sua pele era mais clara que a dos meus tios, uma vez que ele trabalhava em um escritório de engenharia. Ele era alto, corpo esguio, com braços e pernas definidos, e barriga seca, apesar das quantidades que meu pai devorava nas refeições. O corpo de papai era coberto por pêlos finos e ele costumava se depilar regularmente. Eu sabia disso porque, por curiosidade, algumas vezes o espionei enquanto tomava banho.

Outra coisa que me chamou atenção quando observei o corpo dele, foi o tamanho de seu membro. Olhando, eu supus que ele tinha uma pica de 24 centímetros de comprimento por 5 centímetros de grossura. Seu saco era comprido, pesado e avermelhado, e não havia pele cobrindo sua glande. Quando era menor e tomávamos banho juntos, ele me contou que tinha feito uma cirurgia para retirar o excesso de pele na infância. Certo dia, enquanto nos ensaboávamos, aconteceu uma cena que me marcou e acredito que a ele também: eu tomei seu pau nas mãos e comecei a fazer movimentos de vai e vem para lavá-lo. Meu pai rapidamente tirou-o de mim com um olhar indecifrável. Porém, pude perceber que seu membro aumentou de tamanho. Depois disso, ele evitava tomar banho comigo e eu não entendia o motivo.

Subitamente, em uma quarta-feira, no horário de almoço, papai me chamou para tomarmos banho. Eu devia ter uns onze ou doze anos. Ele me ajudou a me ensaboar passando a mão pelo meu corpo inteiro. Nisso, eu notei seu pau crescer um pouco. Até que sua mão deslizou para o interior da minha bunda, onde papai iniciou uma série de movimentos circulares em volta do meu cu. Aquilo, estranhamente, me causou uma sensação agradável e parecia que ele também gostava, já que sua pica aumentou mais ainda de tamanho. Parecia um pequeno braço totalmente em pé. Então, papai pediu quase em um sussurro:

— Ajuda o papai a lavar o pipi dele, ajuda filho. — E então, virado de frente para meu pai, enquanto ele continuava ensaboando meu pequeno rabo, eu tomei seu pau com as duas mãos em formato de anel e comecei a movimentar subindo e descendo. O corpo dele se remexia como se rebolasse para frente e para trás, e eu apertava mais as mãos em volta do seu pau. Ficamos assim alguns minutos, até que percebi meu pequeno membro se enrijecendo.

— Ah... Não para não, filho, continua ensaboando o papai. — Disse ele baixinho. Logo depois, senti a ponta do seu dedo entrar um pouco no meu orifício, me causando um pouco de ardor e me fazendo gemer em reclamação.

— Shhh... Continua ensaboando o papai, filho — disse ele novamente. Então, continuou colocando e tirando o dedo no meu cu aumentando o ritmo e não demorou a acelerar seus movimentos contra minhas mãos.

— Quando o papai mandar, você vai colocar a boquinha, tá filho? — Disse ele.

— Como assim, papai? — Perguntei sem entender. Então ele explicou novamente.

— Quando o papai mandar, você coloca a boquinha aqui — disse apontando para a cabeça do pau dele. Acenei concordando e ele prosseguiu com os movimentos. Depois disso, me lembro de sentir seu imenso membro pulsando.

— Vai filho, agora! — Ele ordenou e eu abocanhei aquela cabeçona rosada. Comecei a sentir como se fosse um líquido sendo disparado na minha boca em jatos. Tinha um gosto doce, mas ao mesmo tempo um pouco amargo e era em grande quantidade. Eu comecei a engolir e quanto mais engolia, mais saía. Enquanto isso, meu pai segurava minha cabeça com as mãos e gemia sussurrando. Até que tirei sua rola da boca e vi uma gotinha branca se formando na pequena entrada da glande.

— O que é isso, papai? — Perguntei curioso.

— É leite, filho — ele respondeu.

— Ué, não é só a mamãe que tem leite, não? — Perguntei me referindo ao leite materno.

— Não, não, o papai também tem. — Disse ele. Após uma pausa, me questionou:

— Você gostou do leite do papai?

— Gostei... O sabor é estranho, mas eu gostei. — Respondi enquanto ele se lavava.

— Que bom que gostou, filho! — Exclamou meu pai. Terminamos o banho e fomos nos enxugar. Mamãe já havia batido na porta do banheiro para avisar que o almoço estava pronto.

— Papai — chamei.

— Oi, filho.

— Eu posso tomar seu leite outras vezes? — Questionei olhando nos olhos dele. Foi quando vi os olhos do meu pai brilharem em um sorriso imenso:

— Claro que pode, meu filho! — Ele respondeu.

— Posso te ajudar a lavar seu pipi também? É que ele é muito grande. — Continuei pedindo.

— Pode sim, filho! — Disse ele em uma gargalhada leve — Você gosta dele? — Perguntou.

— Gosto! Só que eu gosto mais quando ele cresce e fica de pé.

Com isso, ele deu outra gargalhada e concluiu:

— Então pode! Só não pode contar pra mamãe pra ela não brigar, tá bom?

— Tá bom, papai, eu guardo segredo. — Concluí e fomos almoçar. Depois disso, papai sempre me chamava para tomar banho com ele, mas somente quando a mamãe não estava em casa. Isso durara até agora, que eu já estava com quase quinze anos.

Então, eu dormia um sono leve com a cabeça apoiada na coxa do meu pai, que estava sem camisa e só de short, estilo calção de jogar futebol. Ele costumava levantar bem cedinho para ir à academia e frequentava pelo menos umas quatro vezes por semana. Eu usava um short curtinho e folgado, perfeito para ficar em casa e que marcava minha bunda, já que eu só usava sem nada por baixo. Papai estava sentado bem à vontade, largadão e com as pernas abertas, permitindo que o short marcasse bem o contorno da sua imensa pica.

Lá pela meia-noite, papai desligou a televisão e senti quando me pegou no colo para me colocar na cama. Tudo escuro. Só senti quando o meu corpo tocou a cama e me virei para o lado, subindo um joelho e me aconchegando com o travesseiro. Então, agarrei de vez no sono e comecei a sonhar que estava no sofá me aninhando no colo do meu pai. O sonho era tão realista que eu podia sentir seus braços quentes envolvendo minha cintura. Em seguida, papai desligava a televisão e me punha de lado, deitando-se por trás de mim em conchinha. Ele me abraçava pela cintura e encostava seu grande volume na minha bunda. Isso me fez ficar duro e com o cu piscando. No sonho, papai colocava seu braço por baixo da minha cabeça como travesseiro e descia sua mão por dentro do meu short, levando seus dedos até a entrada do meu cu. Eu o sentia melando os dedos de saliva e fazendo movimentos circulares no meu orifício. Mas foi quando ele introduziu um dos dedos que senti o sonho ficando mais realista. Aquela sensação de ardência leve e, em seguida, o conforto imediato causado pela dilatação anal, me fizeram ficar todo melado com a baba que meu pau soltava. Foi quando papai abaixou o meu shortinho, abriu minha bunda e começou a colocar seu grande pênis duro, que já estava todo melado de baba.

Papai introduzia lentamente sua pica no meu cu e eu o sentia se alargando por dentro. Ele começou a fazer movimentos de fricção e parecia que só tinha entrado a cabeça do seu pau. Nessa parte, o sonho ficou tão palpável que abri uma fresta dos meus olhos. E me surpreendi. Não era um sonho, era tudo real. Meu pai segurava minha perna com uma das mãos, ao mesmo tempo em que se movimentava comendo meu cu. Eu não conseguia acreditar naquilo, eu estava dando o rabo para o meu pai. Meu coroa estava me comendo ali, na minha cama. Eu quis esboçar um pequeno gemido, mas fui interrompido por seu cochicho:

— Shhh... Sem barulho! — Disse ele — O papai tá quase acabando. — E continuou a comer meu rabo.

— Ai, papai, tá doendo! — Exclamei.

— Tá doendo, é? Diz pro papai o que é que tá doendo.

— Ahn... Tá doendo, papai! Tá doendo sua rola no meu cuzinho.

— Isso... — Disse ele — Agora o papai vai foder esse cuzinho igual seus tios fizeram.

— C-como assim? — Disse eu segurando um gemido.

— Tu acha que não sei que tu virou a putinha dos teus tios e dos teus priminhos? — Respondeu ele sorrindo safado. — Pois agora, tu vai ser a putinha do papai. — Eu gemia baixinho. — Vai, putinha, toma pica do papai. — Ele concluiu e continuou me comendo de lado devagar. Em seguida, ficou de pé, me arrastou para a beira da cama me virando de bruços. Minha bunda ficou naturalmente empinada e ele ordenou:

— Fica de quatro pro teu macho, fica! — Obedeci e fiquei na posição que ele me mandou. Então senti novamente sua pica entrando e me segurei para não gemer quando o ouvi dizer:

— Segura que o papai vai meter tudo agora.

Ele então socou toda aquela rola no meu cu até tocar no fundo. Depois que tocou, ainda empurrou mais. Tudo bem devagar me fazendo sussurrar de prazer.

— Agora aguenta, putinha, aguenta que o papai vai te foder gostoso. — Disse antes de começar a estocar com mais força e rapidez. Sua pélvis se chocava contra minha bunda e eu temia que mais alguém ouvisse aqueles sons. O que me tranquilizava era a porta estar trancada.

— Isso, filho, dá esse cuzinho pro teu macho, dá! Dá gostoso pro teu pai. — Dizia ele sem perder o ritmo. Eu sentia toda a extensão do seu pau batendo lá dentro e meu cu já estava completamente largo. Já abraçava sua pica sem dificuldade.

Ele então me virou de barriga para cima no escuro e senti quando apoiou minhas pernas em seus ombros. Depois, meteu de volta a pica no meu rabo e voltou a socar forte como antes.

— Abre esse cuzinho pro teu pai, vai Theozinho. — Ele ordenava e eu obedecia. Abria minha bunda com as duas mãos, já pressentindo o que viria. — Arregaça esse cu pro teu macho! — Meu cu já totalmente laceado piscava pedindo mais. E ele metia mais. Mais e mais. Até que chegou o momento em que papai anunciou com um sussurro arrastado:

— Toma leitinho, filho! Toma o leitinho do papai no teu cuzinho, toma! Ah... — E eu senti todo o meu interior sendo inundado por algo quente que se espalhava rápido, enquanto aquela pica imensa pulsava totalmente cravada no meu rabo. Mesmo assim, papai não parava de meter, o que me fez não segurar mais:

— Ai, papai, eu vou gozar também! — Falei, antes de sentir meu próprio esperma jorrando sobre meu peito e minha barriga. Os jatos eram tão fortes que respingaram até no meu rosto. Aproveitei para lamber e limpar tudo. — Agora deixa eu te limpar, papai. — Pedi. Meu pai retirou o seu pau ainda meia bomba de dentro de mim e eu comecei a chupá-lo até sentir que não havia ficado resquícios de gozo nele. Ter o membro do meu pai, o pau que me gerou, dentro da minha boca; sentir o sabor adocicado do seu sêmen; senti-lo dentro de mim; gozar sendo fodido por ele... Tudo isso era inimaginável. Ao mesmo tempo em que parecia sujo e imoral, me causava arrepios de tanta excitação. Enquanto eu chupava a pica do meu pai, ele se contorcia, demonstrando que seu membro estava sensível do orgasmo. Quando terminei, ele me abraçou, depositou pequenos beijos ao redor do meu pescoço e no meu rosto, e tivemos uma pequena conversa:

— Pelo visto essas suas férias renderam, hein filho! — Disse ele.

— Você nem imagina o quanto, papai. — Respondi.

— Ah, mas eu quero que você me conte tudo. Aliás, conte não, mostre. Mas amanhã ou outro dia, agora é hora de dormir. — Ele deu uma pausa. — E... Filho?

— Pode falar, papai.

— Esse vai ser mais um segredinho nosso, tá?

— Pode deixar, papai, vou guardá-lo a sete chaves. — Respondi. Ele sorriu e eu continuei:

— Boa noite, papai!

— Boa noite, filhão! — Pude ouvi-lo indo ao banheiro e ligando o chuveiro. Quando ele finalizou, foi minha vez de me banhar para dormir. E não demorei a pegar no sono novamente.

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 18 estrelas.
Incentive Theo Sante a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil de Theo SanteTheo SanteContos: 13Seguidores: 19Seguindo: 0Mensagem X : @theosante

Comentários

Foto de perfil de Jota_

Cara, maratonei seus contos e foi a coisa mais gostosa que eu podia ter feito! Pqp!

0 0
Foto de perfil genérica

Imagina todos os machos junto te fudendo.

0 0
Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →