Eu sou o Daniel.
Cabrobó, interior de Pernambuco. Manhã do dia 1º de agosto, oito horas em ponto. O sol ainda estava baixo, mas o calor já começava a subir da terra vermelha. Eu estava ali pela terceira vez. Nas duas visitas anteriores eu só tinha conversado, mostrado vídeo no celular, rido junto com ela, deixado a ideia amadurecer. Hoje o marido dela saiu cedo pra roça. Eu sabia.
O nome dela é o de sempre. Vinte e quatro anos. Casada. Vestido curto tie-dye colorido, o mesmo que eu já tinha visto nas outras vezes. Cabelo preto longo, preso de qualquer jeito. Corpo firme, bunda clara e redonda marcando o tecido fino. Ela estava na porteira de madeira quando eu cheguei. Segurava um molho de mato na mão. Me viu e já fez cara feia.
— Olha lá, esse negócio de tu me filmar eu não gosto.
— Não tô filmando agora. Só vim conversar. (Para ver TODOS meus VÍDDEOS E FOTTOS que faço com casadas, deixei o linkk em meu ÉRFIL aui, acima desse conto, clica no meu nome.)
Ela ficou me olhando, a mão ainda na madeira da porteira. O vento mexia o cabelo dela.
— Nunca fiz dessas coisas — ela falou baixo.
— Eu sei. A gente só conversou até hoje.
Ficamos ali um tempo. Eu não forcei. Deixei ela decidir. Depois de uns minutos ela suspirou, olhou pro lado da estrada vazia e falou:
— Vamos entrar. Mas se alguém aparecer tu some.
A casa era simples, de taipa e telha. Cozinha pequena, fogão a gás, panela de barro, janela aberta pro quintal. Ela foi até a mesa de madeira e pegou um pote de manteiga amarela que eu tinha deixado na visita passada. Segurou com as duas mãos, o rosto sério.
— Ô Daniel, passa a manteiga no furico, vai doer esse negócio. Tenho medo, não sabe? Nunca dei meu furico.
— Eu sei. Por isso trouxe o pote inteiro. Quase tudo vai ser gasto em você.
Ela ficou me encarando, o pote na mão, a expressão misturando medo e curiosidade. Eu abri o celular e mostrei de novo um vídeo curto de anal. Ela riu nervoso, como nas outras vezes.
— Tu é doido. Minha amiga falou que é gostoso, mas eu tenho medo. E não quero que ninguém saiba. Só entre a gente. O marido nunca pode ficar sabendo.
— Só entre a gente — eu confirmei.
Ela colocou o pote na mesa, virou de costas e puxou o vestido pra cima. A bunda clara apareceu, redonda, lisa, sem nenhuma marca de sol. Eu passei a manteiga com os dedos, bastante, espalhando na entrada e um pouco pra dentro. O anel era rosado, fechado, apertado. Ela tremia.
— Devagar, pelo amor de Deus…
Eu posicionei o pau e empurrei. A cabeça mal entrou. Ela soltou um grito abafado e segurou a beira da mesa.
— Aiiii… dói… é grosso demais… para…
— Respira. Eu vou devagar.
Fui entrando milímetro por milímetro. A manteiga ajudava, mas o cu dela era virgem de verdade. Quente, seco no começo, depois foi cedendo. Quando cheguei na metade ela já estava com os olhos cheios d’água.
— Não vai caber… não vai…
— Já tá cabendo. Olha.
Empurrei mais. O pau sumiu quase inteiro. O cheiro da bunda dela subiu de imediato — forte, característico, de mulher que não tinha tomado banho depois da noite. Ela não deixou eu cheirar nem lamber. Tinha falado claro:
— Não quero essa nojeira de cheiro não. Nem axila, nem bunda. Só mete e pronto. Minha amiga falou que o anal é gostoso, mas cheiro eu acho nojento.
Eu respeitei. Só meti.
Comecei a me movimentar. Devagar no início. O cu apertava tanto que doía em mim também. A cada estocada o cheiro subia mais. Ela gemia baixo, a testa apoiada no braço.
— Tá doendo ainda… mas… continua…
De repente ela peidou. O som foi seco, alto. O cheiro ficou ainda mais forte. Ela ficou vermelha na hora.
— Meu Deus… que vergonha… para… eu peidei…
— É normal. Relaxa.
— Não é normal não. Tá fedendo… eu tô com vergonha…
Eu perguntei baixo, ainda metendo:
— Tá gostoso mesmo assim?
Ela demorou pra responder. A voz saiu embargada:
— Tá… tá gostoso… mas eu tô envergonhada pra caralho…
— Então se entrega. Não pensa em nada.
A mão dela desceu entre as pernas e começou a se tocar. Eu segurei a cintura e meti um pouco mais forte. O pau já saía com um brilho diferente. Eu senti, mas não falei nada. Não queria que ela parasse. O cheiro de merda misturado com manteiga e sexo encheu a cozinha pequena.
Ela sentiu.
— Que cheiro é esse? Deixa eu ver…
— Não. Continua se tocando.
Eu segurei firme e acelerei. As estocadas ficaram profundas, o pau entrando até o fundo. Ela gemia cada vez mais alto, os dedos esfregando rápido.
— Tô gozando… tô gozando… porra, Daniel… tô gozando…
A voz dela quebrou.
— Tô me cagando… eu sei disso… mas tô gozando… tô gozando pra caralho…
O cu dela apertou com força. Eu senti a pressão e gozei junto, fundo, enchendo ela enquanto ela ainda tremia e repetia que estava cagando e gozando ao mesmo tempo. Quando saí, o pau estava melado. O cu dela ficou aberto, rosado, arrombado, a manteiga e a porra escorrendo junto com um pouco de merda.
Ela ficou curvada na mesa um tempo, ofegante, sem conseguir falar. Depois puxou o vestido pra baixo com a mão trêmula e olhou pra mim com o rosto ainda vermelho de vergonha e prazer.
— Nunca mais… ou talvez… eu não sei…
Eu limpei o que pude, guardei o pote de manteiga quase vazio e saí antes que alguém aparecesse.
Vou ficar o final de semana inteiro por aqui no interior.
Tem mais casada.
E eu vou comer.
