Encaro a Beth e a noto completamente pálida; parecia que a própria alma havia se desprendido de seu corpo. Apresentamos nossos documentos e, instantes depois, o recepcionista anuncia:
— A chave do senhor. Quarto 45. Tenham uma excelente noite.
Sinto um frio de desespero na barriga, e a Vanessa logo indaga:
— Está tudo bem?
— Sim, sim. — Respondo, desviando o olhar para a Beth.
O Gabriel estaciona bem em frente à garagem da suíte e pondera:
— Pessoal, tudo certo por aí? Se preferirem, a gente pode dar meia-volta.
— Não, não... é que eu achei que fossem dois quartos separados. — Argumento.
— Ah, de jeito nenhum! A gente não curte fazer nada separado, nem que seja só para assistir. Esse mundo por aí é meio perigoso. — Justifica Vanessa.
Volto a encarar a Beth, que me devolve um olhar fixo, repleto de incertezas.
— Tá bom, vamos lá. O Paulo está meio confuso porque a gente nunca fizemos nada além a três. — Afirma a Beth, soterrando as próprias hesitações com essa justificativa.
— Sim, podem ficar tranquilos que vamos cuidar de vocês e deixá-los super à vontade. — Completa Vanessa.
Desembarcamos do veículo e iniciamos a subida. Na frente vão o Gabriel e a Beth de mãos dadas; logo atrás, a Vanessa de mãos dadas comigo. Enquanto caminhamos, meus olhos não resistem e vão direto para a bunda redonda e atraente da esposa do Gabriel.
Ao ingressarmos no ambiente, constatamos que a suíte é monumental. Há uma enorme cama redonda, televisão, frigobar, espelho instalado no teto, piscina e até uma espaçosa banheira.
Pensei comigo mesmo: Enquanto a Beth estiver ocupada com o Gabriel em um cômodo, eu estarei no outro.
O silêncio é quebrado pelo Gabriel:
— Topam um banho antes de qualquer coisa?
— Claro, com certeza! — Responde a Beth.
A Vanessa é a primeira a ir para o chuveiro. É um banho breve, não leva nem cinco minutos. Enquanto isso, o Gabriel nos serve uma taça de vinho e ficamos conversando. Quando a Vanessa sai, veste apenas uma toalha. O marido dela logo comenta, entregando-lhe a bebida:
— Amor, um corpo desses super combina com um bom vinho!
Ela aceita a taça, junta-se ao nosso grupo e a conversa flui.
A próxima a se banhar é a Beth. Ao retornar, ela surge envolta em um roupão. Em seguida, eu vou me lavar e, por fim, o Gabriel.
De volta e também de roupão, o Gabriel dispara:
— Pronto, vamos dar um mergulho na piscina?
— Todos nós? — Questiono, tomado pela surpresa.
— Sim, algum problema com isso? — Pergunta ele.
— Não, nenhum. — Respondo.
Encaro a Beth, que me devolve o olhar e balança a cabeça em sinal de concordância.
O Gabriel pega mais uma garrafa de vinho e um controle remoto, e nós quatro seguimos em direção à área da piscina. Ele retira o roupão, revelando-se totalmente nu, entra na água e nos convida:
— Venham, a água está uma delícia. Eu já tinha deixado aquecendo antes de tomarmos banho.
A Beth me lança um olhar rápido e deixa cair o roupão. Assim que ela fica nua, meus olhos percorrem cada detalhe do seu corpo em uma varredura instantânea. De fato, ela era um verdadeiro mulherão. Com seus impressionante 1,90 m de altura, exibia pernas compridas e torneadas, seios volumosos de aréolas rosadas e uma pelugem íntima aparada no formato daquele famoso bigodinho do ditador austríaco. Ela demonstra um pouco de timidez ao perceber que estou a observando, mas logo recupera a postura e entra na piscina, aproximando-se do Gabriel.
Logo em seguida, é a vez da Vanessa desenrolar a toalha. Perco o fôlego por um instante: para minha surpresa, ela era ruiva natural lá embaixo — algo que eu nem sabia ser possível existir desse jeito. Seus seios eram de tamanho médio, mas com mamilos fartos, suculentos e empinados para cima, complementados por um piercing charmoso no umbigo. Ela entra na água, nada até a outra extremidade e me chama:
— Vem, Paulo.
Tiro o roupão, noto que a Beth evita cruzar o meu olhar e nado diretamente para o lado da Vanessa. Ficamos conversando por cerca de dois minutos, até que o Gabriel avisa:
— Me tragam os copos, estão vazios.
A Vanessa pega a minha taça e a dela para que ele as reabasteça. No retorno, o Gabriel usa o controle para acionar uma trilha sonora altamente sensual e diminui a intensidade das luzes, banhando o ambiente em uma penumbra convidativa.
Começo a beijar a boca da Vanessa enquanto, na outra ponta da piscina, o Gabriel e a Beth já engatam os primeiros amassos. Nossas línguas se entrelaçam com tanta intensidade que parecem faiscar. Minha mão desliza sob a água para segurar aquela bunda redonda, enquanto meu membro fica pressionado bem contra a entrada dela. Os beijos vão se tornando mais ardentes até que ela passa a língua suavemente pelo meu pescoço. Nesse exato segundo, direciono o olhar para a Beth e a flagro beijando o Gabriel.
Afasto a Vanessa de leve para contemplar aqueles seios firmes e rosados, turbinados por silicone, e começo a chupá-los.
— Ah, isso... assim, sim! — sussurra Vanessa.
Inicio pelo seio esquerdo, contornando a aréola antes de focar nos mamilos rijos e pontiagudos. Logo passo para o direito, arrancando dela um longo suspiro:
— Shuuu...
Meu corpo está tomado por um tesão incontrolável e completamente duro. Depois de três minutos dedicados aos seios dela, a Vanessa me puxa para um beijo, dá meia-volta e pressiona as costas contra o meu tronco, começando a rebolar de forma ritmada bem em cima do meu pau. Seguro firme o seu quadril para acompanhar o compasso. Nesse mesmo instante, olho novamente para o outro lado e vejo a Beth de costas para o Gabriel, que estava com a mão posicionada logo abaixo, provavelmente acariciando a boceta dela, pois eu via ela com os olhos fechados e a boca entre aberta.
Imitando o gesto do marido da Vanessa, deslizo minha mão pelo corpo dela até alcançar a sua bocetinha molhada, iniciando leves movimentos circulares. A Vanessa cola ainda mais o corpo no meu, sentindo meus dedos entre os pelos úmidos, e geme com mais força:
— Aiiinnn... Cacete... Shuuu...
Acelero um pouco o ritmo dos toques até que ela se vira de frente para mim, com o olhar tomado de desejo, e dispara:
— Estou doida para te chupar. Vamos para o quarto?
— Vamos. — Respondo sem hesitar.
Ela segura a minha mão e seguimos direto para a escada. Enquanto sobe na minha frente, consigo avistar aquela boceta completamente encharcada. Dou o meu passo e, ao alcançá-la, vejo-a fazendo um gesto para que a Beth e o Gabriel também venham em direção à cama gigante que escolhemos.
O Gabriel puxa a Beth pela mão e ruma para a escada de saída da piscina. Nesse instante, o pensamento cruza a minha mente:
— Fodeu.
Como a Beth não profere nenhuma palavra, decido me manter em silêncio. Os dois saem da água, e a Vanessa prontamente entrega as toalhas para que se enxuguem. Logo depois, todos secos, a Vanessa aperta a minha mão e me guia até a cama redonda.
Deito-me de costas, e ela imediatamente monta em cima de mim, retomando os beijos intensos. Segundos depois, sinto o colchão afundar ao nosso lado com a chegada do Gabriel e da Beth, que logo engatam em novas carícias e beijos.
A Vanessa está tomada por um tesão avassalador, enquanto eu experimento um misto de excitação e desespero por ter minha irmã ali, ao alcance dos meus olhos. Faço um esforço e flagro a Beth beijando o Gabriel profundamente.
A Vanessa desliza os lábios pelo meu pescoço, traçando um caminho ardente pelo meu tórax e abdômen até alcançar o meu pau. Ela o contempla por um instante, aproxima-o do rosto como se medisse o tamanho, e enfim abre a boca, iniciando um boquete caprichado. Não chega a superar o da Yara, mas é extremamente dedicado. Com movimentos verticais cadenciados, ela sobe e desce, me encarando com uma expressão maliciosa. A cada vez que o retira dos lábios, um filete de baba escorre até a glande, que ela logo suga antes de mergulhar de volta.
Ao meu lado, o Gabriel incentiva:
— Cai de boca, Beth. Mostra o que você sabe fazer.
A Beth prontamente se desloca até o pau dele, enquanto a Vanessa continua dedicada ao meu prazer. Vejo a Beth empinar aquele quadril volumoso e se ajeitar. Para minha surpresa, ela demonstra um talento impressionante: seu boquete é cadenciado, cheio de saliva no ponto certo, aplicando a técnica do parafuso, engolindo-o por inteiro a ponto de quase tossir, e até mesmo acariciando as bolas dele com a boca. Em um breve desvio de olhar, percebo a Beth me olhando.
O ritmo da Vanessa é diferente, mas igualmente delicioso. É nesse momento que a situação começa a transbordar todos os limites. A Vanessa se ergue um pouco, vira-se para a Beth e propõe:
— Deixa eu sentir o gosto do meu marido na sua boca e experimente o gosto do seu na minha...
E as duas se beijam. É nítido e cristalino o entrelaçar das línguas na boca da minha irmã. Em seguida, a Vanessa engata uma mamada no pau do Gabriel. A Beth me lança um olhar assustado, que claramente traduz um silencioso:
— Fodeu.
O Gabriel comenta, com um sorriso debochado:
— Safadas... Duas cachorras.
A Vanessa retorna para o meu pau, alternando sua atenção entre o meu e o do Gabriel, tornando evidente que uma orgia descontrolada acaba de se instaurar. De vez em quando, ela sela os lábios com a Beth, que se entrega passivamente, sem qualquer reação de resistência. Tomado por um impulso, puxo a Vanessa levemente e sussurro:
— 69?
— Uma delícia. Vamos nessa. — Responde ela, entusiasmada.
Ela se levanta, gira o corpo e encaixa-se sobre o meu rosto. Diante daquela visão explícita de seu grande e rosado bocetão ruivo, não hesito um segundo sequer: enterro a minha língua ali.
Lavoro o clitóris, contorno os lábios inchados e penetro o canal vaginal, arrancando dela contorções cada vez mais intensas. Minha língua brinca com o ponto sensível com uma agilidade hipnotizante. Em poucos segundos, tanto a boceta dela quanto o meu rosto estão completamente banhados de umidade. Bem ao nosso lado, o eco da voz do Gabriel ressoa:
— Vem, Beth, deixa eu cair de boca no seu grelão.
A Beth se vira e ouço o som característico de um forte plaft, indicando que ela acomodou o peso do corpo sobre o rosto dele. Em uma fração de segundo, consigo olhar para o lado e ver a imensa bunda da Beth engolindo por completo a cabeça do Gabriel.
A atmosfera atinge o ápice da putaria generalizada quando a Vanessa arqueia o corpo, olha nos meus olhos e declara:
— Nossa, Beth... Seu marido é um gostoso. A língua, o pau... tudo o que ele faz é perfeito.
Ouço o estalo de um beijo e, logo depois, a Vanessa retorna para o meu membro, antes de declarar novamente:
— Agora quero sentir a rola do meu marido de novo!
Ela se afasta, rasteja até o Gabriel e o abocanha vorazmente.
Volto a cruzar o olhar com a Beth, que me olha com a mesma frase estampada nos olhos: Fudeu.
Nesse instante, a Vanessa retorna à posição deitada de costas, e eu recomeço a chupar sua bocetinha, que já se encontra completamente ensopada. Até que ela dispara:
— Vem, Beth, me dá a sua mão!
Sinto, então, uma mão a mais envolvendo o meu membro, enquanto ela incentiva:
— Deixa eu ver se você bate bem uma punheta para o seu marido.
Para minha surpresa, é a Beth quem passa a me masturbar.
— Caralho, que tesão... — sussurra a Vanessa.
Ela volta a abocanhar o meu pau, e a Beth recolhe a mão. Permanecemos nessa dinâmica por alguns minutos. A libertinagem ganha ainda mais força quando a Vanessa se levanta, puxa-me para que eu fique de pé e, logo em seguida, faz o mesmo com a Beth, orientando o Gabriel:
— Amor, arrasta um pouco mais para cima, em direção à cabeceira.
Nesse segundo, olho para o corpo da minha irmã e sou tomado por um desejo proibido: o impulso incontrolável de explorá-lo por completo.
O Gabriel atende ao pedido, e a Vanessa comanda:
— Agora cai de boca no Gabriel e empina esse rabão, Beth.
A Beth me lança um olhar de relance e obedece prontamente às instruções: ajoelha-se no colchão, fica de quatro, arqueia a coluna para cima e volta a chupar a rola dele. No mesmo instante, a Vanessa posiciona-se logo atrás da Beth, encaixa-se entre as pernas dela, puxa aquela bunda farta em direção ao próprio rosto e inicia um oral voraz. Eu simplesmente não consigo acreditar no que meus olhos veem; a cena é o retrato de uma orgia escancarada.
Como o espaço na cama já está totalmente tomado, posiciono-me logo atrás da Vanessa. Ela abre bem as pernas, ajoelho-me no chão e mergulho no prazer, chupando o seu clitóris com intensidade. Formamos uma corrente bizarra e eletrizante: minha irmã chupando o Gabriel, a Vanessa chupando a minha irmã, e eu devorando a Vanessa.
Enquanto enterro a língua na boceta dela, meus olhos se fixam na bunda da Beth, que continua sendo avidamente saboreada pela língua da Vanessa.
A putaria atinge um patamar sem volta. Eu me acabo de chupar e lamber a Vanessa até que ela interrompe, saindo debaixo da Beth:
— Vamos mudar de posição. Vai, Paulo, senta na cabeceira.
Reorganizamos os corpos. Eu assumo o lugar na cabeceira, a Vanessa engata um boquete profundo em mim, enquanto a minha irmã deita-se logo abaixo para chupar a boceta da Vanessa, ao mesmo tempo em que o Gabriel faz o mesmo na Beth. A Vanessa rebola sobre o rosto da Beth, gemendo:
— Nossa, que casal gostoso...
— Cacete, que delícia! Adoro uma putaria generalizada! — ecoam os sussurros.
— Isso, cachorra. Mostra para o seu marido que você adora uma boceta! — incentiva o Gabriel.
O ritmo do boquete da Vanessa denuncia que o seu nível de excitação atingiu o ápice. Após alguns minutos nesse turbilhão, ela anuncia:
— Venham, vamos mudar de posição pela última vez.
Tento me levantar, mas ela me interrompe de imediato:
— Não, você não! Vem, Beth, senta em frente ao pau do seu marido porque o Gabriel vai te chupar e eu vou chupar ele.
Encaro a Beth, que está com a face úmida — provavelmente marcada pelo néctar que a Vanessa liberou momentos antes.
A Beth permanece estática, até que a Vanessa, tomada por um desejo incontrolável, a pressiona levemente:
— Vai, eu estou com um tesão absurdo! — E praticamente a força a sentar de frente para mim.
O Gabriel posiciona-se por baixo da Beth, retomando as lambidas em sua boceta, enquanto a Vanessa desce em direção ao pau dele para reinicializar o boquete. A Beth me olha, apoia o meu pau junto ao seu rosto e o segura com a mão direita, mantendo-se completamente imóvel. Fico olhando em seus olhos, compreendendo perfeitamente o limite invisível que ela tenta preservar entre nós, recusando-se a ir mais longe na dinâmica de incesto.
Ainda assim, percebo-a morder os lábios de leve devido às estocadas da língua do Gabriel lá embaixo. Lanço um olhar para a Vanessa, que chupa Gabriel com voracidade e entrega. A Beth continua estática, sem mover um músculo, apenas sustentando o meu pau junto à sua bochecha esquerda.
Permanecemos nessa posição por cerca de cinco minutos, até que a Vanessa se ergue bruscamente e declara:
— Adoro essas preliminares. Vamos trocar de posição mais uma vez.
Ela pega na minha mão e orienta:
— Fica embaixo das pernas da sua esposa. Amor, vai para a frente da Beth para ela te mamar. Quero chupar a rola do Paulo mais uma vez.
Executamos a troca rapidamente. Posiciono-me atrás da Beth, encaixando-me entre suas pernas levemente erguidas, de modo que meu rosto fica exatamente sob aquela volumosa boceta. Ao olhar o clitóris dela, noto que é impressionantemente grande — ainda maior que o da Yara. Fico estático. Diferente do Gabriel, a Beth não empurra o peso da bunda contra a minha cara; ela a mantém suspensa na ponta do meu nariz.
Enquanto isso, a Vanessa engata um novo boquete em mim, e a Beth faz o mesmo com o Gabriel. O som úmido de glop, glop, glop ecoa por toda a suíte. Aos poucos, sentindo-se exausta, a Beth começa a abaixar o corpo, encostando a boceta encharcada no meu rosto. Contudo, controlo o impulso e evito passar a língua. Por mais difícil que seja resistir, esforço-me para não cruzar aquela linha, embora a situação já esteja beirando o insustentável.
De repente, a Vanessa interrompe o boquete e sobe montada em meu corpo, deslizando até que meu pau fique encaixado bem na entrada da sua bocetinha. Ela anuncia:
— Esse rabo merece ser lambuzado por duas línguas! — aponta ela para a bunda avantajada da minha irmã.
A Vanessa se inclina para frente, engolindo o meu pau com sua boceta enquanto, com ambas as mãos, abre as nádegas da Beth para enterrar a língua diretamente em seu cuzinho. Eu me ajeito perfeitamente e começo a estocá-la.
— Puta que o pariu! — geme a Beth.
Nesse momento, ela deixa cair o corpo de vez, encaixando a boceta diretamente na minha cara. Mantenho a boca fechada, mas o clitóris dela pressiona firmemente meus lábios. A Vanessa cavalga em cima de mim em um ritmo frenético. Sinto o quanto ela está lubrificada, fazendo o membro deslizar com facilidade, mas o que realmente rouba a cena é a forma como ela continua devorando o cuzinho da Beth sem parar.
Aos poucos, decido abrir levemente a boca, permitindo que o clitóris da Beth deslize para dentro. Fico à espera de qualquer sinal ou repreensão, mas ela permanece completamente entregue ao transe da situação, limitando-se a gemer.
— Isso, Beth... Chupa essa rola. Chupa, safada gostosa. — Diz Gabriel
Passo a ponta da língua de leve em seu clitóris para absorver o sabor e constato que ela não esboça nenhuma rejeição. Repito o movimento até que ela solta um gemido agudo:
— Ainnnnnnn...
Incentivado pelo grito de prazer, decido ceder: começo a lamber o clitóris dela de forma contínua. Desloco as mãos que antes seguravam o quadril da Vanessa para as coxas grossas da Beth, firmando-a enquanto intensifico as lambidas naqueles lábios carnudos. A velocidade das minhas linguaradas acelera, arrancando da minha irmã sons abafados de êxtase, sufocada pelo pau do Gabriel que mantém na boca. O néctar dela escorre direto pela minha garganta, e percebo que não há mais caminho de volta: estou cometendo incesto novamente, desta vez com a minha própria irmã.
— Que cu gostoso! — exclama a Vanessa.
Em seguida, ela se desencaixa de mim, desce até a altura do meu membro e lhe dá uma chupada rápida antes de chamar:
— Vem, amor, vem dividir esse bundão comigo.
O Gabriel se levanta e se acomoda ao meu lado.
— Vai, Paulo, assume o lugar do Gabriel — ordena a Vanessa.
Ocupei exatamente a posição que pertencia a ele. A Beth se ajeita e senta em cima do rosto do Gabriel, enquanto a Vanessa engole a rola dele, iniciando uma cavalgada intensa. Ao mesmo tempo, a Vanessa volta a cair de boca no ânus da Beth, enquanto o Gabriel se lambuza na boceta enorme da minha irmã.
— Puta que o pariu, que tesão! — grita a Beth.
O meu pau fica bem na altura do rosto dela. A Beth me olha, desvia o olhar para o membro e, silenciosamente, balanço a cabeça de cima para baixo, concedendo total permissão.
Para minha surpresa, ela se inclina e começa a me chupar. Sim: a mesma irmã que havia me dado uma bronca homérica por eu ter me envolvido com a outra agora está ali, dedicando-se ao meu prazer com o apetite de quem transborda tesão. E preciso admitir: o boquete dela consegue ser infinitamente superior ao da Vanessa. Ela acerta o ritmo com perfeição, executa a técnica do parafuso, engole por inteiro a ponto de tossir levemente, chupa as minhas bolas e ainda bate o rosto com vontade. Seguro a cabeça dela firmemente com a mão direita, embriagado pelo prazer daquela boca macia. Permanecemos assim por cerca de cinco minutos.
— Caralho, essa bunda merece levar muita rola! — dispara a Vanessa.
Logo em seguida, a Vanessa interrompe o que está fazendo, sobe na cama e posiciona a própria boceta bem em cima do rosto da Beth, ordenando:
— Sente a minha boceta arrombada por dois machos, sente!
Ela esfrega a boceta ensopada contra a face da minha irmã, que abre a boca avidamente e começa a lambê-la. Quase no mesmo instante, o Gabriel puxa a Beth para a beirada do colchão, fazendo-a ajoelhar-se de frente para mim; ele alinha o corpo e a penetra com força, fazendo as testas dos dois baterem ritmicamente com o impacto. Ao ver aquela cena explícita, levanto-me de um salto, viro a Vanessa de bruços, posiciono-me atrás dela e enterro o meu membro com tudo, passando a fusi-la também. Os sons de puro prazer ecoam pelas paredes da imensa suíte.
— Aiinnnnn...
A Vanessa, sempre mais explícita e desinibida, começa a verbalizar cada segundo daquele delírio.
— Isso, fode essa boceta... fode gostoso!
— Mostra para a sua mulher como é comer outra mulher na frente dela!
Lanço um olhar para a Beth, que já está apoiada de quatro, com os olhos cerrados, sendo intensamente enrabada pelo Gabriel.
— Caralho, que tesão da porra! — exclama a Vanessa.
A Vanessa começa a se arrastar pelo colchão até alcançar a Beth e o Gabriel. Ela se encaixa bem no meio das pernas da minha irmã e propõe:
— Vai, amor, me deixa ver você comendo esse bocetão... Deixa!
Elas assumem a posição 69. O Gabriel retoma as estocadas na Beth, enquanto eu continuo a foder a Vanessa. Até que a esposa do Gabriel ergue a cabeça e começa a saborear o clitóris da Beth, enquanto o marido continua a penetração implacável. Vejo a Beth abrir os olhos, revelando um semblante tomado pelo mais puro êxtase.
Em dado momento, a Beth afunda o quadril contra o rosto da Vanessa, que agarra a cintura dela com as duas mãos, como se estivesse abraçando um urso, sem interromper as lambidas.
Encaro o rosto da Beth. Nossos corpos já brilham de suor. A mão da minha irmã desliza até o clitóris da Vanessa, executando movimentos circulares firmes, enquanto meu membro entra e sai sem parar daquela boceta ruiva.
— Vai, amor, quero sentir o gosto dela! — pede a Vanessa.
O Gabriel puxa o membro de dentro da Beth, todo ensopado, e o leva direto à boca da Vanessa, que se lambuza vorazmente antes de o marido retomar as estocadas na minha irmã.
Nesse segundo exato, a Beth estica a mão, afasta o meu pau da boceta da Vanessa e o olha fixamente. Para meu completo espanto, ela o puxa para a boca, limpando cada vestígio de umidade. Incrédulo com a atitude dela, volto a penetrar a Vanessa. Repetimos essa dinâmica várias vezes, até que a Beth dispara, ofegante:
— Caralho, que delícia! Estou com um tesão absurdo.
— Está gostando, sua cachorra? Vem, vamos trocar de lugar. — sugere a Vanessa.
Reorganizamos os corpos mais para o centro da cama. Dessa vez, a Beth deita-se de costas, e a Vanessa monta sobre ela, cobrindo-a de beijos. Ela desce os lábios, beija os seios suados da minha irmã e retorna para os seus lábios, declarando em seguida:
— Vem, amor, vem comer as duas. Paulo, traz essa rola para a nossa cara que eu divido com a sua esposa.
O Gabriel posiciona-se logo atrás delas, alternando as investidas: ora penetra a Beth, ora migra para a Vanessa, trocando de parceira como quem troca de brinquedo. Aproximo o meu membro do rosto de ambas, e elas começam a revezar o atendimento. Ora uma chupa as minhas bolas enquanto a outra abocanha a extensão, ora dividem o espaço num único beijo profundo.
Permanecemos nessa sintonia por cerca de dez minutos, até que a Vanessa anuncia:
— Venham, hora de mudar de posição de novo.
Chegamos ao ápice da noite. Eu ficaria frente a frente com o bocetão da Beth, sem qualquer margem para recuar. Mudamos de figura: vejo o quadril da Vanessa completamente arreganhado, enquanto a boceta da Beth repousa logo abaixo. O Gabriel aproxima o pau no rosto delas, e vejo as duas abrirem a boca para devorá-lo.
Primeiramente, enterro o meu pau na boceta da Vanessa e começo a bombear com força. O ritmo das batidas de carne — plaft, plaft, plaft — volta a ecoar pelas paredes, até que ela ordena:
— Come a sua esposa também, senão ela vai ficar com ciúmes!
Retiro o meu membro e o posiciono bem na entrada da boceta da Beth. Deslizo a glande suavemente pelos lábios vaginais, testando o terreno para ver se ela hesitaria ou tentaria recuar. Ela esboça uma reação, mas não a que eu esperava. A Beth declara:
— Eu não sabia que vocês gostavam de uma putaria desse nível!
— Ah, nós adoramos. Por quê? Não está curtindo? Se não estiver, a gente para agora mesmo. — responde Vanessa prontamente.
— Não, não, vamos continuar. Está delicioso. Mas antes preciso dizer uma coisa!
Pensei comigo mesmo: Fudeu, agora ela vai soltar que somos irmãos.
— Claro, meu amor! — responde a Vanessa, sem perder o ritmo.
— Eu só saio daqui quando os três me fizerem gozar.
Aquelas palavras funcionaram como o sinal verde que eu aguardava. Empurrei o quadril para frente, e meu membro deslizou para dentro, iniciando a penetração profunda na minha própria irmã.