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Nem o ar, nem o mar, conseguiu apagar - Parte 2

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Um conto erótico de Mark da Nanda
Categoria: Heterossexual
Contém 2802 palavras
Data: 04/08/2026 14:33:59

Kelly começou a gaguejar, olhando para Jerry. Antes que ela proferisse palavras que poderiam magoá-la e a si próprio, Chuck se levantou:

- Eu estou indo. Não quero mais causar problemas. Não mais...

Quando a porta se fechou atrás de Chuck, Jerry sabia que aquilo não era o fim. Só não sabia que era o começo de algo que ele nunca imaginara viver em sua vida...

[CONTINUANDO]

Chuck cumpriu a palavra. Parcialmente...

Nos dias que se seguiram àquela noite, ele não apareceu, não telefonou, não mandou mensagem. Sumiu como se tivesse retornado àquela maldita ilha que o ceifou da sua vida antiga, mas agora com ele preferindo permanecer nela.

Jerry esperava sentir alívio com isso. Esperava que o aperto constante no peito diminuísse, que o ar voltasse a circular com mais facilidade dentro de casa, que as manhãs voltassem a ter a leveza de antes. Em vez disso, encontrou outra coisa: um silêncio diferente. Mais denso. Mais perigoso. Um silêncio que não era ausência, mas presença invisível.

Kelly não sabia exatamente o que se passava no peito do marido, mas sabia que a presença de Chuck o magoava. Decidiu se deixar levar pela correnteza e não falar mais sobre ele. Evitava o nome como quem evita tocar numa ferida ainda aberta e infeccionada. Mas o corpo dela denunciava outra coisa. Ela passou a acordar de madrugada, quase sempre entre as três e as quatro, e ficava tempo demais parada na janela da cozinha, olhando a rua vazia como se esperasse faróis que nunca vinham. Mexia no celular com uma frequência que não tinha antes, desbloqueando a tela só para conferir se havia alguma notificação e depois bloqueando de novo, frustrada consigo mesma. Ria menos das brincadeiras de Katie. E, quando achava que ninguém via, passava a mão no bolso do robe como se procurasse alguma coisa que não estava mais lá. Talvez um relógio antigo? Talvez. Ou apenas a memória de um gesto.

Jerry observava tudo em silêncio. Ela não notava, mas ele estava atento a tudo. Às vezes, se pegava contando os dias. Contando os atos. Contando os fatos...

Na terça-feira, notou que ela havia queimado o café da manhã pelo segundo dia consecutivo. Na quarta, a viu parada em frente ao espelho do banheiro por quase cinco minutos, sem fazer nada além de olhar o próprio rosto como se não o reconhecesse. Na quinta, quando Katie perguntou, inocente, se o “tio Chuck” viria jantar, Kelly respondeu rápido demais:

- Não, filha. Ele… Ele não vem. Ele... – Sua voz embargou: - Ele está ocupado.

Jerry sentiu o estômago revirar.

Na sexta-feira à tarde, enquanto Katie tirava a soneca, ele encontrou Kelly sentada na beira da cama, com as mãos entrelaçadas no colo e o olhar perdido numa parede branca. Não precisou perguntar. Ela mesma falou, a voz baixa:

- Eu acho que preciso de ajuda.

Ele se sentou ao lado dela:

- Que tipo de ajuda? Dele, do Chuck!?

- Não, Jerry. Profissional. - Kelly respirou fundo e o olhou: - Eu não estou conseguindo me entender. Amo você. Amo a nossa filha. Amo a vida que construímos. E, ao mesmo tempo, tem uma parte de mim que ainda… que ainda precisa de algo que parece que só ele pode me dar. Eu não sei o que fazer com isso. Tenho medo de estragar tudo.

Jerry ficou em silêncio por um momento, olhando perdidamente para a esposa. Depois assentiu:

- Eu também tenho medo. Mas se você acha que precisa de ajuda, a gente encontra alguém.

Na segunda-feira seguinte, Kelly estava sentada na sala de espera de uma clínica discreta no centro da cidade. A terapeuta se chamava Dra. Laura Mitchell. Mulher de meia-idade, cabelos curtos grisalhos, voz calma e olhos atentos que pareciam não se surpreender com nada. O consultório era simples: duas poltronas, uma mesa baixa com um vaso de lavanda, uma janela que dava para uma árvore:

- Me conte o que a trouxe aqui, Kelly. – Pediu Laura, depois das apresentações.

Kelly demorou a começar. Quando falou, as palavras saíram em blocos desiguais, como se ela mesma as estivesse organizando pela primeira vez:

- Eu sou casada. Amo meu marido. Temos uma filha de três anos. Há alguns meses, um homem que eu amei profundamente, e que eu acreditava estar morto há anos, voltou. A senhora deve ter ouvido falar dele no noticiário? Chuck. Chuck Noland.

A terapeuta a encarou por sobre os óculos por um segundo e balançou a cabeça afirmativamente, já antevendo que traumas muito mais sérios e profundos poderiam estar surgindo:

- O náufrago... – Dra. Laura falou baixo: - Eu o assisti num programa há alguns dias.

- Sim. Ele mesmo. Ele sobreviveu a um acidente de avião e ficou isolado numa ilha. – Kelly apertou as próprias mãos: - Quatro anos! Ficou lá sozinho por quatro anos... Eu... Ele... A gente estava noivos, apaixonados, sonhávamos em nos casar. E ele sumiu por quatro anos... Agora, quando retornou, eu já tinha reconstruído minha vida. Casei. Tive uma filha. E agora… agora ele está de volta, e eu descubro que uma parte de mim nunca o deixou ir de verdade.

Laura olhava a mulher com compaixão, já imaginando o que se passava dentro de sua alma. Anotou alguma coisa num caderno, sem pressa:

- E o que essa parte sente, Kelly?

- Como assim!?

- Você disse que uma parte nunca o deixou ir de verdade...

Kelly a encarou, sua face ficando ruborizada de algo que ela não conseguia confessar a si mesma. A terapeuta insistiu:

- O primeiro passo para superar uma situação, é reconhecê-la de fato.

Kelly suspirou profundamente:

- Saudade, eu acho... Talvez culpa, medo... Tudo ao mesmo tempo. - Kelly apertou as mãos no colo novamente: - Desejo... Eu olho para o meu marido e vejo o homem que me segurou quando eu estava despedaçada. O homem que me deu estabilidade, carinho, uma família. Eu o amo. De verdade. Mas quando penso em Chuck… é como se uma porta antiga se abrisse de novo. Uma porta que eu achava ter trancado para sempre.

- O que você sente pelo seu marido... – Disse a terapeuta, rabiscando algo sem encarar Kelly: - Você não estaria confundido gratidão com amor? Afinal, ele te ajudou no seu momento mais difícil...

- Não! Claro que não... Talvez no começo. Mas eu aprendi a amar o Jerry. Ele é um homem bom e justo.

- Justo... – Resmungou a terapeuta: - E se o Jerry não existisse. Você teria voltado com o Chuck?

- Acho que sim. – Kelly respondeu rápido demais e se corrigiu: - Ou não. Afinal, é tudo tão diferente.

- Você sente que precisa viver esse amor com o Chuck, Kelly? - Perguntou a terapeuta, encarando-a diretamente.

Kelly demorou a responder. Quando o fez, a voz saiu quase em confissão:

- Não sei se viver seria a palavra correta. Mas eu preciso resolvê-lo. Eu não sei o que é exatamente. Se é toca-lo... Se é apenas olhar nos olhos dele uma última vez e dizer tudo o que não foi dito. Mas a sensação de incompletude está me corroendo. E quanto mais eu tento ignorar, mais forte ela fica.

Laura inclinou-se levemente para a frente:

- Muitas pessoas acreditam que o amor verdadeiro é exclusivo. Que se amamos um, não podemos amar outro. Mas o coração humano é muito mais complexo do que isso. É possível amar duas pessoas de formas diferentes, em intensidades diferentes, por razões diferentes. O dilema não está em sentir. Está em decidir o que fazer com o que se sente, sem destruir o que já existe.

Kelly engoliu em seco:

- Está me dizendo que eu devo viver esse amor, ou seja lá o que for, pelo Chuck?

- Essa é uma decisão que somente você poderá tomar.

- E se eu não souber decidir?

- Então, a gente trabalha para que você descubra o que realmente precisa e tome uma decisão madura. Não uma decisão que a sociedade espera, nem o que o medo dita. Mas sim aquilo que você precisa para não se perder de si mesma.

A sessão durou cinquenta minutos. Kelly saiu da clínica com os olhos vermelhos, mas com uma sensação estranha de alívio. Combinaram dela retornar na próxima semana, o que se repetiria por muitas e muitas vezes ainda. Pela primeira vez em semanas, alguém havia colocado em palavras o caos que ela sentia que carregava dentro de si.

Nas sessões seguintes, o trabalho foi mais profundo. Laura a fez falar sobre o dia em que recebeu a notícia do acidente, sobre os meses de luto ambíguo, sobre a luta para se manter viva, sobre a ajuda dada por Jerry, sobre o momento em que aceitou o pedido de casamento dele. E foi aqui que ela revelou algo, que não o fizera só por amor, mas também por necessidade de se agarrar a algo sólido:

- Então, você não amava o Jerry quando decidiram se casar?

- Eu gostava muito dele. De verdade! Hoje, eu o amo. Não tenho dúvidas. E sei que ele está sofrendo também.

Laura, inadvertidamente, a fez admitir o desejo que ainda sentia por Chuck. Kelly, sem querer, revelou uma fantasia ocasional em que ela, Chuck e Jerry interagiam intimamente, bem como a culpa que vinha logo depois. E, principalmente, a fez encarar o medo maior: o de que, ao tentar proteger o casamento, ela estivesse se traindo de um jeito silencioso e irreversível:

- Eu acho que é isso também. Tenho medo de acordar daqui a dez anos e descobrir que enterrei uma parte de mim só para manter tudo intacto. E tenho medo, ao mesmo tempo, de destruir a única coisa boa que construí depois de quase me perder.

Laura respondeu com calma:

- Proteção e traição de si mesma às vezes usam a mesma roupa. O trabalho é aprender a distinguir uma da outra.

Enquanto isso, em casa, Jerry observava as mudanças sutis. Kelly voltava das sessões mais quieta, às vezes mais presente, às vezes mais distante. Uma noite, depois de colocar Katie para dormir, ele a encontrou sentada no sofá da sala, com uma taça de vinho na mão, as luzes apagadas e apenas a televisão ligada no mudo. As luzes do aparelho traçavam um estranho balé em seu rosto, às vezes mostrando tranquilidade, às vezes mostrando tensão.

Ele se sentou do outro lado do sofá, sem falar, perguntar... Nada! Só estava ali, presente. E ela notou, forçando-se a dar um sorriso que nada representava o caos que vivia por dentro:

- Como foi hoje? – Ele perguntou, baixo.

Kelly não desviou o olhar dele imediatamente:

- Complicado. Mas necessário.

- Quer me contar?

Ela respirou fundo, como quem se preparava para um golpe que já não podia ser evitado:

- A Laura disse que é possível amar duas pessoas. Que o problema não é sentir. É o que a gente faz com o sentimento.

Jerry sentiu o peito apertar:

- Você o ama? É isso que quer me dizer?

- Não é simples, Jerry.

Ele suspirou, olhando para a televisão. Continuou:

- E o que você quer fazer?

Kelly novamente virou o rosto para ele. Havia lágrimas nos olhos, mas ela não deixou que caíssem de imediato:

- Eu... acho que ainda sinto algo por ele, Jerry. Não do mesmo jeito de antes. Não com a mesma inocência. Mas o amo. E isso me assusta mais do que qualquer coisa que já senti. Ao mesmo tempo, eu também te amo e de uma forma que eu nunca amei o Chuck antes. É... um jeito diferente, mais adulto, mais real... Você me segurou quando eu estava quebrada, me mostrou que a vida não havia acabado, e construiu algo novo comigo, me deu uma filha, uma família, um motivo para continuar. Eu nunca vou deixar de te amar.

Jerry a encarou e fechou o semblante por um instante. Kelly engoliu em seco:

- Você me ama, ou está comigo por comodidade, Kelly? Ou pior ainda, por gratidão?

Agora era Kelly quem se surpreendia, os olhos arregalando-se levemente. Ela se levantou e foi se sentar ao lado dele, pousando uma mão sobre a dele:

- É claro que eu te amo. Não tenho dúvida alguma quanto a isso. E, por favor, não duvide de meus sentimentos.

Jerry sorriu brevemente. Afinal, há tempos não ouvia aquela doce confissão. Então, perguntou:

- Mas... Então... Por que parece que parte de você ainda está esperando por ele?

- Porque talvez eu esteja... - Respondeu ela, sem rodeios: - Uma parte pequena, teimosa, egoísta… ainda esperava ele voltar daquele maldito voo. Mas não que ele volte para me levar. Isso já passou! E eu não seria capaz de destruir o que criamos. Mas como alguém que espera a devolução de algo que foi roubado, entende? Ou talvez, falte algum tipo de despedida que nunca aconteceu. Ou… algo que eu ainda não entendi. Eu não sei. A terapia está me ajudando a entender algo que eu não sei.

Jerry passou a mão pelo rosto, cansado:

- Eu tenho medo, Kelly. Medo de perder você. Medo de acordar um dia e descobrir que a mulher que está ao meu lado já não é mais a mesma. Medo de que Katie sinta, mesmo sem entender, que tem algo quebrado aqui dentro. Medo de que eu não seja suficiente.

Kelly tocou o rosto dele:

- Então, talvez você também precise entender que eu não sou mais a mesma. Mas estou fazendo de tudo para não te magoar nesse processo, Jerry.

- Eu tenho medo... – Jerry insistiu, sem outros argumentos.

- Eu também. Medo de descobrir que o amor que sinto por ele é maior do que eu quero admitir. E medo de que, se eu o mandar embora de vez, uma parte de mim vá junto e me deixe perdida. Eu já sofri demais. Não sei se aguento sofrer mais essa.

Jerry ficou em silêncio. A televisão apresentava um programa de auditório qualquer, alheio ao drama do casal. Lá fora, um carro passou devagar pela rua:

- Eu queria odiar ele... - Confessou Jerry, a voz rouca: - Queria mesmo. Seria mais fácil. Mas toda vez que penso naquele homem, vejo alguém que perdeu quase tudo. Alguém que sobreviveu ao impossível. E eu não consigo odiar alguém assim. Isso me deixa ainda mais perdido. Porque se eu pudesse odiá-lo, talvez conseguisse protegê-la melhor.

Kelly entrelaçou seus dedos nos dedos das mãos dele, e sorriu aquela confissão:

- Isso só prova que você é um bom homem, o suficiente para me deixar essa dúvida viva. Só espero que você não perca a esperança de que isso passe.

Jerry apertou levemente os dedos nos dela:

- Eu tenho esperança de que a gente encontre um caminho justo. Mas não qualquer caminho, não um que seja torto, nem que doa. Eu só… não quero que a Katie sofra, nem quero perder você no processo. Muito menos a mim mesmo.

Finalmente, uma lágrima desceu pela face de Kelly. Discretamente, ela limpou a face e encarou Jerry novamente:

- Eu também não quero te perder, nem a nossa família. A Laura disse uma coisa hoje… Disse que, às vezes, a gente precisa atravessar o fogo para descobrir o que realmente é feito de cinza e o que ainda pode queimar sem se destruir.

Jerry olhou para ela. No escuro, os olhos dele brilhavam com algo que não era só medo. Havia também uma exaustão profunda e, por baixo dela, uma faísca de determinação. Kelly parecia ver outra coisa:

- E se a gente precisar dele de algum jeito? - Perguntou Kelly, a voz quase temerosa: - Não como uma ameaça. Mas como parte do que ainda precisa ser resolvido. Como alguém que carrega um pedaço da minha história que eu não consigo carregar sozinha.

Jerry olhou para a televisão e se calou. Demorou a responder. Quando falou, a voz saiu baixa, cuidadosa:

- Eu não sei como resolver isso. Só não quero mentiras entre a gente. E qualquer coisa que aconteça, ou que você decida... Eu peço que me avise. Eu preciso saber que estamos os dois do mesmo lado. E se não estivermos, mesmo que doa, eu prefiro a verdade.

Kelly assentiu com um lento movimento de cabeça. Outra lágrima escapou e escorreu pelo seu rosto. Agora foi Jerry que a enxugou com o polegar.

Eles ficaram assim por um tempo longo, de mãos dadas no escuro, a televisão iluminando os rostos cansados. Não havia uma solução. Não havia um pedido de desculpas, nem um perdão completo. Nada. Nem mesmo um plano. Era apenas a primeira verdade dita sem máscaras, depois de semanas de silêncios e medos acumulados.

Lá fora, o vento balançava as árvores. Dentro da casa, o silêncio agora era outro, menos hostil, mas muito mais perigoso. Porque pela primeira vez os dois haviam admitido, sem rodeios, que o mar não havia levado tudo. E o que maré havia trazido, ainda precisaria ser enfrentado, juntos.

OS NOMES UTILIZADOS NESTE CONTO SÃO FICTÍCIOS E OS FATOS MENCIONADOS E EVENTUAIS SEMELHANÇAS COM A VIDA REAL SÃO MERA COINCIDÊNCIA.

FICA PROIBIDA A CÓPIA, REPRODUÇÃO E/OU EXIBIÇÃO FORA DO “CASA DOS CONTOS” SEM A EXPRESSA PERMISSÃO DO AUTOR, SOB AS PENAS DA LEI.

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Foto de perfil de Mark da NandaMark da NandaContos: 390Seguidores: 781Seguindo: 17Mensagem Apenas alguém fascinado pela arte literária e apaixonado pela vida, suas possibilidades e surpresas. Liberal ou não, seja bem vindo. Comentários? Tragam! Mas o respeito deverá pautar sempre a conduta de todos, leitores, autores, comentaristas e visitantes. Forte abraço.

Comentários

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Nu!

Onde fui amarrar o meu burrinho?

Lá vem o Mark dar nó em pingo d'água e troçar a cabeça do'cês de novo!

Tô começando a achar que o sádico no nosso casamento é ele!

🤣🤣🤣

E posso falar?

A-DO-REI!

Vou lá tentar ele.

😈

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Musa do Olimpo Nanda!!

O amor que vc tem pelo Mestre Mark é tão lindo!

Só agora vc esta vendo que o Morzão é o sádico do casamento?

Nós ja vimos isso faz tempo!!! hahaha

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Ganhamos nosso final de semana meu rei

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E não é!!!!!

Tava morrendo de saudades da nossa Musa!!!

Imagina na hora que ela voltar o conto dela???

Estaremos na "pagina dela", dentro da morada da nossa Musa!!!

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Sei lá Mano, agora o Mark veio para destruir a razão e a compreensão, não tem solução fácil, falar em Trisal é perder tempo, seria totalmente disfuncional colocar um outro homem na dinâmica da família, ainda mais sem o desejo de todos e sem planejamento, abandonar o Marido é Osso Duro em Pó, o cara é maior da Hora, gente boa demais, mas em compensação o Náufrago também é, teve toda a vida arrancada por uma tragédia, portanto não tem culpa alguma pelo que aconteceu, além disso, ele ter se afastado e não voltar a procurar a Amada, só mostra um Caráter Inigualável, pois poderia estar se vitimizando e insistindo em uma reaproximação de maneira dramatica, quase como uma chantagem emocional garantida, mas não, se posicionou como um homem decente e assertivo, então o dilema na cabecinha da Kelly não tem solução nem com terapia bem feita, ela com certeza vai magoar alguém, nem que seja ela mesma.

Eu vejo uma solução drástica, que seria a bigamia com vidas totalmente distintas, praticamente uma vida dupla consentida, somente a Filha em comum aos dois mundos, pois acho que a Filha não deve se afastar da Mãe, o desafio seria os sacrifícios de ambas as partes masculinas em ceder espaço, principalmente o Marido que tem tudo agora, mas se ele se conscientizar que pode perder tudo, cinquenta por cento é lucro né.

Sensacional, sensacional mesmo, afinal se trata de um dilema insolúvel para pessoas de bem e com uma vida extremamente saudável, curioso para ver se conseguem chegar a uma solução satisfatória para todos, o que para mim é impossível, pois alguém vai sair perdendo, a sabedoria estará no equilíbrio e equivalência dessas perdas, para que possam ser chamados de ganhos e terminarem vivendo uma vida saudável emocionalmente.

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Mister Presidente!

Ja eu vejo outro caminho. Como ja escrevi abaixo, essa parte II me lembrou na hora o Capitulo do nosso querido Jornada: Terapia de Choque onde Dr. Galeano faz o mesmo com nosso casal mais amado, Mestre Mark e Musa Nanda Erastos!

Eu imagino Kelly tendo que finalizar seu amor com Chuck. Ela precisa ter essa "Ultima Dança" com ele e voltar para sua família, que ela ama sim inteira, com seu coração em paz.

Jerry tem que ser forte e confiar no amor que ela tem por ele e permitir esse epílogo.

E Chuck...Chuck precisa se encontrar nessa segunda chance que o destino lhe deu e finalizar a sua vida passada e começar uma nova.

É isso que penso e que enxergo nesse conto maravilhoso.

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Eu penso um pouco diferente e acredito que se a esposa realmente amasse verdadeiramente o Jerry ela não teria essas dúvidas todas. Veja que ela inclusive diz que no início ela GOSTAVA dele por ele ser um homem bom decente e que foi o Porto seguro dela. Então eu creio que ela vê nele uma relação boa segura e estável somente isso e está confundindo isso com amor, e está assustada por ter percebido isso.

No lugar do Jerry eu tirava meu time de campo pois não vou ficar lutando por migalhas ou por algo que agora percebo que nunca foi meu de verdade.

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Só aí já é maís uma percepção, eu já acredito realmente que a Kelly conseguiu aprender amar o Jerry e a tudo que ele representa, mas ela SEMPRE amou o Chuck, e esse amor não acabou, ele foi arrancado de repente, então voltou como se nunca tivesse sido arrancado com o retorno do Chuck, mas o grande dilema é, se o Chuck não tivesse voltado, você ainda teria a percepção de que a Kelly não ama o Jerry, então ela seria somente uma interesseira que construiu uma família sem amor???????

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Olá amigo Kiquinho!

Esse conto ta demais pois a situação dos 3 é critica. Se correr o bixo pega, se ficar o bixo come!

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Mas isso seria tremendamente injusto com o Náufrago, seria muito bom para Kelly e o Marido ficaria no fio da navalha a vida inteira, pois Kelly ama o Náufrago, o Náufrago ama a Kelly, até mesmo mais que a própria vida, que ele só tem por causa da lembrança dela todo o tempo que ele ficou na Ilha, são quatro anos de saudade amorosa e incertezas que só são suplantadas por esperança, essa esperança se chama Kelly, reativar vivamente isso, pele a pele e depois simplesmente, - vai nessa irmão, já deu umazinha, agora chega, se adianta aí.. cara, isso é muito cruel, eu iria preferir ficar na lembrança eterna antes do acidente, do que viver um novo amor e ver esse amor se esvair entre os meus dedos novamente, eu ficaria alucinado, seria muito mais difícil recomeçar onde quer que seja, com mais uma dolorida lembrança de uma mais uma esperança perdida.

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Mas meu amigo, o que não se apresenta nesse conto é um final justo para todos!

Isso será impossível!

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Por isso quem está empolgado agora sou eu, pois todos os envolvidos merecem um final justo e feliz que é impossível a curto e médio prazo, qualquer decisão trará sofrimento para alguém.

O final do filme foi Lúdico, foi Poético, foi interpretativo, mas achei tremendamente cruel e injusto com o Chuck, a genialidade da idéia está aí, já que a justiça é impossível, o que o Mark vai nos presentear, vai continuar injusto e cruel com o Chuck, mudará para o Jerry, passará ser a Kelly a atingida ou será um resultado injusto e cruel para todos menos para a Katie que ficaria alheia, pois os adultos terão a consciência de poupar a inocência de qualquer sofrimento e por último e mais importante, será que a genialidade do Mark vai provar que o impossível é questão de opinião.

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O conto mais dificil que ja peguei para debater aqui!!

Não sei se nós temos que debater os 3 personagens ou se precisamos focar na Kelly.

Se forem os 3 a conta nunca vai fechar! E sim Sensatez, quero demais ver a genialidade de Mestre Mark resolver esse quebra cabeças!

Mas tbm sabemos que Mestre Mark é pragmatico. Um final feliz pode não rolar para ninguem.

Cara!!! que dor de cabeça!!!

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Meu foco todo seria na menina deles pois ela não tem culpa de nada e precisa ser preservada de todas as formas possíveis,os adultos que se resolvam

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Amigo Kiquinho!!

TRAVEI LEGAL!

Que coisa!!!

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Sacou minha empolgação meu Nobre Embaixador.

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Mas olha só...no momento atual.

Chuck se afastou deles.

Jerry relaxou no inicio.

Mas Kelly pirou!

Enão o centro do conto é a Kelly!

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Para mim SEMPRE é a Mulher, marmanjo que aprenda a se defender com o Chifre kkkkkkkkkk

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"- Você sente que precisa viver esse amor com o Chuck, Kelly? - Perguntou a terapeuta, encarando-a diretamente.

Kelly demorou a responder. Quando o fez, a voz saiu quase em confissão:

- Não sei se viver seria a palavra correta. Mas eu preciso resolvê-lo. Eu não sei o que é exatamente. Se é toca-lo... Se é apenas olhar nos olhos dele uma última vez e dizer tudo o que não foi dito. Mas a sensação de incompletude está me corroendo. E quanto mais eu tento ignorar, mais forte ela fica."

Meu ponto é esse!!

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Mas seria um gatilho negativo para o Chuck, então é melhor deixar o cara quieto, o Mark revive essa parada para fazer o Cara sofrer de Novo e com a mesma Mulher kkkkkk Sacanagem essa parada aí.

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Negativo...foi o Chuck que procurou ela e começou a frequentar assiduamete a casa do casal.

Lembra...3 a 4 vezes por semana. Aí Jerry teve que dar um espatifa pois a Kelly tbm não conseguia resolver a parada!

Sensatez!! Vc é meu presidente e é tão inteligente, mas as vezes tenho que puxar sua orelha para te lembrar que nosso mestre é Markavélico!!

Se Mark quiser que Chuck vá comer batatas com o Matt Damon em Marte ele vai!

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Oh meu Empolgado Embaixador, obrigado pelo inteligente, , mas o Chuck passou a ir todo dia na casa da Kelly, por ainda estar totalmente apaixonado, não negou que a queria de volta, ao contrário, falou com todas as letras para o Marido que queria a Kelly de volta, deixou bem clara as intenções dele, ele só se afastou em respeito a situação dela, por isso seria muito impactante negativamente se a Kelly o procurar só para dar umazinha, não é isso que ele deseja, o Cara já tá todo alquebrado, passou quase cinco anos falando somente com o Wilson, ainda vai ter a Amada brincando com os sentimentos dele????

Isso é crueldade em dobro né não.

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Mas vc é inteligente mesmo meu caro amigo.

Eu que vou ser inteligente e vou reler amanhã esses dois capitulos. Sinto que estou perdendo alguma coisa!

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As personalidades vem sendo expostas desde o filme, o Mark tá respeitando o que foi mostrado no filme, talvez seja isso.

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Acho que a proteção da menina é realmente o único senso comum Kiquinho.

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Como não sou de ficar em cima do muro eu deixaria ela livre para viver o grande amor dela que no caso sei que não sou eu. Só não me afastaria da minha filha

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Mas seria justo com a Kelly se ela realmente ama o Marido e tudo que esse casamento representa para ela, desistir sem lutar somente por achar que esposa ama unicamente um amor antigo que foi arrancado, repito a pergunta, a Kelly é o tipo de Mulher que se casaria sem Amor?????

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Preciso reler as consultas que ela teve com a colega do DrG.

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Se ela fosse um tipo de Mulher com caráter duvidoso, para casar sem amor, vocês acham que a testa do Jerry nessa altura estaria como, lisinha ou toda Encaroçada de Queratina??????

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Não se trata de caráter duvidoso mas de já ter mostrado e dito que seus sentimentos estão divididos

Eu não sigo em uma parada assim. Ou está é fechamento comigo ou estou fora

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Pensei melhor sobre o conto!

Jerry tem que passar o bastão para Chuck e seguir em frente!

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Seria justo com o Jerry ver a mulher que ele ama, que viu totalmente arrasada pela perda de um homem, ter tido a paciência e sabedoria para dar as ferramentas necessárias para ela reconstruir o seu estado e a si mesmo como Mulher, acabar se dedicando tanto a ponto de nascer um amor mútuo, que construiu uma Família Linda, Amorosa e Funcional, então de uma hora para outra, ver tudo desmoronar indo Rochedo abaixo, somente para ela viver um "amor" que poderia ter vivido no passado e que ele ajudou a superar, também não vejo justiça nisso.

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Certo seria uma decisão pessoal em não admitir dividir sentimentos, mas não se esqueça que você seria o outro, o que veio depois, mas não quer dizer que não seja um amor tão grande quanto o primeiro, talvez menos intenso pela convivência, mas com certeza muito mais pleno que o primeiro amor, que está intensificado pela ausência brusca e prolongada com um retorno totalmente inesperado, portanto desistir sem brigar por esse amor acaba sendo um ato egoísta, pois o Jerry estaria pensando somente nos próprios sentimentos, pois a Kelly está confusa e precisando de um Norte na vida, já que ela está perdida, então simplesmente abandona-la sem luta, não faria Jerry e Kelly sofrerem sem esforço para continuarem juntos e felizes em Família???

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Vou ler a parte III para ver o que aconteceu!

Voltamos a conversar lá Ok?!

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Pois então,eu daria a ela o Norte Pois entendo que a questão que está martelando na cabeça dela seja a seguinte.

O que faço agora com o Jerry e com as coisas que construímos? Isso pra mim indica claramente que se ele não estivesse tão perto inclusive com uma filha ela ja teria se decidido ha muito tempo, portanto na realidade ele está sobrando ela não decidiu ainda em virtude de outras coisas.

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Ele está sobrando ou não, pois ela não viveu o Amor completo com o Chuck, foi arrancado no auge, antes mesmo deles se casarem, muita coisa não foi vivida, mas com o Jerry foi pleno e cheio de alegria e vida, não quer dizer que foi menor que amor com o Chuck, ao contrário foi completo, então ela está sentindo a necessidade de completar a vivência desse amor com o Chuck, seria justo para o casal encerrar esse amor completo para poder completar um amor que ficou congelado por uma tragédia?

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E meu presidente a vida é feita de escolhas e deixar ir também é uma imensa prova de amor e para ser lógico quem deveria ter desaparecido novamente era o brinquedo assassino. Ninguém tem culpa do que aconteceu com ele e como ele é um sobrevivente nato,que sobreviva a isso também e entenda que o momento dele passou.

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kkkkkkkkkk

Chuck Brinquedo Assassino!!

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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Sim, concordo que a vida é feita de escolhas, mas qual escolha o Brinquedo Assassino teve, a não ser a de sobreviver em um lugar extremamente inóspito sozinho, desculpa aí Wilson, unicamente na intenção de voltar para a Kelly, então onde está a justiça se ele não teve escolha nem de ficar e nem de deixar ir.

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Kiquinho,

Vou falar baixinho para ninguem escutar, mas a nossa Musa podia dar o ar da graça Olimpica dela e nos dar uma dica né!

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Sonhar não custa nada. Kkkkk

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Oi e tchau!!

kkkkkkkkk

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Depois é o meu café ☕ que tá na marca kkkkkkkkkkkkk

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Ela está é rindo da gente novamente e dando ideias ao Mark para nos confundir de novo. Ela adora fazer isso.

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Caro Faraó isso está me fazendo lembrar de outro clássico do Cinema da década de 90... "Proposta Indecente" com a estonteante Demi Moore...

O cara por dinheiro, que não é o caso do Spin off proposto por Mark aceita que a mulher passe uma noite por um milhão de dólares, uma única noite!!! MAS... os ressentimentos e o despreparo principalmente dele não sutentam a vida a dois após isso!!!

Acho que Jerry não está prepardo para isso!!!

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Meu querido Bidú!!

Grande filme!! Robert Redford!! Que presença de tela ele teve ali!!

Expliquei meu ponto de vista atual na parte 3...corre lá!

PS - Clododa deu as caras!!! kkkkk

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A coisa tá corrida aqui no serviço

Só vou conseguir ler o 3 durante o final de semana

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Blz!!

Força Foco e Fé aí no trampo!!

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Não assisti ao filme,mas busquei saber da história para ler esse conto. Realmente,muito difícil a situação dela,é uma situação complexa.E que bom que seus leitores entendam isso.Acho que as resoluções sobre situações como essa, inesperadas, e que causem algum choque, não possuem uma conclusão fácil ou única.Talvez seja até irresolúvel.

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Mark, seu gostoso, você é muito fera!!! Parabéns!!!!

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Muito bom, forte e denso. Parabéns Mark.

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Trama muito bem elaborada e de dificílima solução. E concordando com o comentário do Zanon, apesar de estar publicado no CDC, pro conto ser bom, interessante e prender a nossa atenção, não precisa necessariamente ter cenas de sexo. Os melhores contos que li aqui, por incrível que pareça tiveram pouquíssimas cenas de sexo. Restando somente fazer exercícios pra controlar a ansiedade, até a publicação dos próximos capítulos.

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Parece que estou assistindo a continuação do filme!!!

Parabéns Mark..

Só espera os cornetas!!! Dois capítulos sem nenhuma cena de sexo!!!! kkkkkkkkkk

Deixando claro que pra mim estsá excelente!!!

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Quando ela falou que precisava de ajuda eu pensei no Dr. Galeano rsrsrs

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Só não é o Dr. Galeano porque a história se passa nos EUA, mas a Drª Laura deve conhecer o Dr. Galeano, no mínimo já participou junto com ele em algum congresso ou simpósio de psiquiatria / Psicologia!!! kkkkkkk

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Com certeza se conhecem!!

O diagnóstico dela é bem parecido com o do Terapia de Choque do Jornada!

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Aí Ó!!

Vc tbm!! Pensei a mesma coisa. Ela é o Dr.Galeano made in USA!

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Sem dúvidas intenso.

Mestre Mark, me desculpe a comparação mas me lembrou do Terapia de Choque.

Ainda não sei o que pensar pois a situação esta sendo muito bem explorada e explicada!

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Listas em que este conto está presente

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