Eu me senti estranho depois de tudo. Ter punhetado meu irmão até ele gozar e, pior, ter gozado recebendo uma punheta dele era algo que eu nunca imaginei na vida. Era um sentimento parecido com as primeiras vezes que transei com Giovana — uma mistura de culpa, excitação proibida e uma estranha aceitação. Meu coração ainda batia acelerado quando as meninas se levantaram, se beijaram ardentemente trocando o gosto da nossa porra e foram ao banheiro rindo.
Bruna estava radiante. Ela agarrou o pescoço de Carlo e falou com a voz cheia de orgulho:
— Fiquei tão feliz de ver vocês dois se punhetando… foi uma das coisas mais quentes que já vi.
Aline percebeu que eu estava meio estranho e veio me consolar. Ela me abraçou por trás, beijou meu ombro e sussurrou:
— Se quiser parar agora, a gente para. Sem pressão.
Eu neguei, balançando a cabeça.
— Ainda estou com tesão. Quero continuar.
Aline deu um selinho carinhoso em mim e ficou abraçada por trás, o corpo quente contra o meu. Quando Cecília e Giovana voltaram do banheiro, Bruna soltou Carlo, se levantou e indicou que todos sentassem novamente em formato de círculo. Com um sorriso animado, ela anunciou:
— Agora vamos jogar Verdade ou Desafio.
*NOTA: O capítulo atual tem cenas de bissexual masculino. Se esse conteúdo não for do seu agrado, pode pular o capítulo e retornar a ler no próximo.
A regra era simples: cada um teria a vez de fazer a pergunta “Verdade ou Desafio?” para qualquer pessoa do grupo. A pessoa escolhida decidia a opção e quem perguntou definia a pergunta ou o desafio. Todos concordaram.
Bruna foi a primeira. Ela olhou para a filha e perguntou:
— Verdade ou Desafio, Cecília?
— Verdade.
Bruna sorriu e perguntou:
— Você já tinha visto o pau do seu pai antes de hoje?
Todos rimos bastante. Cecília ficou vermelha, mas respondeu com sinceridade:
— Sim… depois de uma festa ano passado, ele estava no banheiro de porta aberta batendo punheta. Eu fiquei olhando um tempo e depois fui pro meu quarto me esfregar pensando na cena.
Carlo ficou envergonhado, mas riu junto com a gente. O clima era leve e cúmplice.
Depois foi a vez de Giovana. Ela olhou para Aline e perguntou:
— Verdade ou Desafio?
— Verdade.
Giovana, com um sorriso malicioso, perguntou:
— Com quantos caras você já transou?
Aline fingiu vergonha, ficou pensativa e contou nos dedos antes de responder:
— 26. Acho.
Nós rimos alto. Eu brinquei:
— Minha namorada tem mais experiência que eu.
Aline fingiu indignação e me deu um tapa leve no braço e disse que toda garota tem seu passado. Em seguida, foi a vez dela perguntar. Ela olhou para mim:
— Verdade ou Desafio, amor?
— Verdade.
Aline perguntou com um sorriso:
— Quantas pessoas você já fodeu?
Eu respondi com sinceridade:
— Contando com as mulheres que estão aqui hoje… 15.
Carlo comentou que achava que seria mais. Eu expliquei:
— Foquei bastante no trabalho e em criar a Giovana.
Giovana sorriu para mim com carinho, e as mulheres acharam fofo fazendo quase um coro “Ahhh”. Foi minha vez de perguntar. Olhei para Giovana:
— Verdade ou Desafio?
— Desafio.
Eu dei um sorriso safado e disse:
— Vamos repetir o jogo anterior. Pegue o pequeno vibrador que vocês compraram no sex shop. Você vai ficar com ele ligado dentro da buceta até ser minha vez novamente.
Giovana corou, mas obedeceu, pegando o brinquedo e colocando-o dentro de si com um gemidinho baixo. O jogo continuou, o clima cada vez mais quente e cheio de expectativa.
Carlo foi o próximo e olhou para Bruna com um sorriso desafiador:
— Bruna, verdade ou desafio?
— Desafio — respondeu ela sem hesitar.
Carlo deu o desafio com a voz rouca:
— Você vai esfregar o clitóris de Giovana enquanto ela estiver com o vibrador inserido.
Bruna se posicionou atrás de Giovana, passou o braço ao redor dela e começou a esfregar o clitóris da minha filha com movimentos circulares e precisos. Giovana ficou com a respiração mais pesada, o corpo tremendo enquanto o vibrador trabalhava dentro dela e os dedos de Bruna a estimulavam. Entre gemidos e respiração ofegante, Giovana conseguiu dizer:
— Vocês querem me matar!
Aline riu e respondeu, carinhosa:
— Só se for de prazer, amor.
Rimos todos da cena. Foi a vez de Cecília. Ela olhou para Aline e perguntou:
— Verdade ou desafio?
— Desafio — respondeu Aline.
Cecília deu o desafio com um ar maquiavélico:
— Você tem que beijar e chupar os peitos de Giovana enquanto ela estiver com o vibrador.
Giovana sorriu sem conseguir protestar, já muito excitada. Aline se aproximou, segurou os seios da minha filha e começou a beijá-los e chupá-los deliciosamente, a língua circulando os mamilos enquanto o vibrador continuava trabalhando. Giovana gemia cada vez mais alto.
Dessa vez foi a vez de Giovana, que mal conseguia falar direito por causa do prazer. Ela olhou para Carlo e perguntou:
— Verdade ou desafio?
— Desafio — respondeu Carlo.
Giovana, com a voz entrecortada, disse:
— Carlo vai ter que chupar o pau do meu pai até ele ficar completamente duro.
Carlo e eu nos olhamos com um pouco de receio. Essa parte era nova. Carlo deu de ombros e disse:
— Tudo bem… vou fazer bem lento pra o desafio da Giovana demorar mais.
Carlo segurou meu pau, começou a punhetar devagar e depois baixou a cabeça, chupando com muito mais desenvoltura do que tinha batido punheta antes. Uns quatro minutos se passaram até eu ficar completamente duro novamente, gemendo baixo enquanto meu irmão me chupava.
A primeira rodada havia acabado. Giovana já tinha gozado enquanto assistia o tio chupar meu pau, o corpo dela tremendo visivelmente. Ela ainda estava com a respiração pesada, mas gemia mais baixo agora, recuperando o fôlego depois do orgasmo. Bruna, com um sorriso animado, continuou o jogo e perguntou:
— Verdade ou desafio, Giovana?
— Verdade — respondeu Gi, possivelmente para não apimentar ainda mais as coisas.
Bruna fez a pergunta com um tom curioso e safado:
— Você ficou mais excitada quando deu o cu pela primeira vez pro seu pai ou quando viu seu tio e seu pai se punhetando?
Giovana enrolou um pouco, corada, antes de responder:
— Os dois momentos foram ótimos… mas confesso que foi mais excitante ver vocês dois se punhetando e depois ainda chupar o pau do meu pai.
Todos riram com a sinceridade dela. Giovana, ainda ofegante, virou-se para Cecília e perguntou:
— Verdade ou desafio?
— Desafio — respondeu Cecília, com os olhos brilhando.
Giovana deu um sorriso malicioso e disse:
— Você vai ter que chupar seu pai até ele ficar duro. Enquanto isso, você vai bater punheta no meu pai pra manter ele duro.
Cecília se aproximou do pai, segurou o pau dele e começou a chupar devagar, olhando para cima. Ao mesmo tempo, ela esticou a outra mão e começou a me masturbar com a mão macia. O contraste entre as duas cenas era hipnótico.
O jogo seguia cada vez mais intenso, e ninguém parecia querer parar.
Aline perguntou para Bruna com um brilho nos olhos:
— Verdade ou desafio?
— Desafio — respondeu Bruna sem hesitar.
Aline pareceu um pouco chateada por não ter sido verdade, mas logo abriu um sorriso sacana e disse:
— Quero que você sente a buceta no pau do seu marido enquanto Guilherme fode seu cu em uma dupla penetração.
Bruna ficou animada, o rosto corado de tesão. Ela foi logo beijando Carlo com paixão e sentou com tudo no pau dele, gemendo alto ao sentir o preenchimento. Carlo se deitou no sofá, sem tirar o pau de Bruna, e abriu bem o cu da esposa com as mãos. Bruna, com cara manhosa, olhou para mim e disse:
— Vem comer o meu cuzinho, cunhado.
Eu dei uma cuspida generosa no cu de Bruna, esfreguei o pau algumas vezes na entrada apertada e fui enfiando devagar, e constante. Bruna gemia muito alto, o corpo tremendo entre o pau do marido na buceta e o meu no cu. Aline tinha convidado Cecília para substituir Bruna e esfregar o clitóris de Giovana. Enquanto isso, Aline continuava beijando e chupando os seios de Giovana, que ainda tinha o vibrador ligado dentro dela.
Muitos gemidos estavam ecoando pela sala. Carlo, eu e Bruna fodendo loucamente em dupla penetração, enquanto Aline e Cecília abusavam de Giovana. Giovana estava próxima de gozar novamente, o corpo inteiro tremendo, assim como Bruna, que gemia cada vez mais alto entre os dois paus.
O prazer era avassalador para todos nós. A sala parecia um redemoinho de desejo e gemidos.
Bruna gozou intensamente, o corpo convulsionando entre nós dois. Seu cu apertou meu pau com força enquanto a buceta contraía ao redor do pau de Carlo. Ela gemia alto, tremendo inteira, o orgasmo forte fazendo suas pernas fraquejarem. Carlo e eu estávamos bem próximos de gozar também, as estocadas ficando mais rápidas e profundas.
Com um movimento rápido e safado, Bruna direcionou o rosto de Carlo para mim e nos fez beijar enquanto continuava sendo fodida. O beijo foi quente, urgente e estranho — nossas línguas se encontrando por apenas alguns segundos. O tesão da situação foi demais. Gememos alto contra a boca um do outro e gozamos quase ao mesmo tempo, enchendo o cu e a buceta de Bruna com porra quente e abundante.
Giovana assistia a cena toda com cara de puro desejo. Ela não aguentou mais. Com as carícias intensas de Cecília no clitóris e Aline chupando seus seios, Giovana gozou forte, o corpo arqueando e gemendo alto, o vibrador ainda trabalhando dentro dela.
A prenda de Giovana finalmente tinha acabado. Ela respirava pesado, o corpo mole de tanto prazer. Agora era a minha vez de perguntar. Olhei para o grupo, ainda recuperando o fôlego, e sorri.
O jogo continuava cada vez mais intenso!
Com todos já recompostos e de volta aos seus lugares, eu olhei para Bruna e perguntei:
— Verdade ou desafio, Bruna?
Ela olhou com cara de surpresa e falou:
— Eu de novo?
Com um suspiro, ela escolheu:
— Verdade! Preciso descansar um pouco.
Eu cheguei exatamente onde queria e fiz a pergunta que talvez Aline tivesse feito:
— Está claro para todos que você fica com tesão quando eu e Carlo nos tocamos ou nos beijamos, como agora há pouco. O que você quer ver hoje que ainda não aconteceu?
A sala ficou em silêncio absoluto. Só se escutava a respiração pesada de quem tinha acabado de gozar. Aline ficou moderadamente chateada, mas com um suspiro profundo falou detalhadamente:
— Eu quero ver o meu marido dando o cu. Quero ver um pau grosso entrando no cu dele, ele me beijando e ele gemendo enquanto Cecília chupa seu pau.
Cecília ficou com cara de espanto e felicidade ao mesmo tempo. Ela fazia movimentos circulares discretos na própria buceta, claramente excitada com a ideia. Carlo não disse nada e estava com um olhar vazio, processando o pedido. Aline e Giovana não falavam nada e estavam junto de mim, apenas com cara de expectativa para saber o que aconteceria.
O ar na sala estava carregado de tensão e desejo. Todos esperavam a reação de Carlo.
Carlo fechou os olhos por um momento, ainda sem reagir completamente ao que Bruna tinha respondido. Depois, com a voz rouca, disse:
— Como é minha vez, não vou nem perguntar. O desafio vai ser: Aline e Giovana, deixem o pau do Guilherme duro novamente. Bruna e Cecília façam um boquete duplo em mim.
Todos se entreolharam por um segundo, surpresos com a autoridade repentina de Carlo, mas ninguém questionou. Aline e Giovana se aproximaram de mim, uma de cada lado. Elas começaram a me alisar, beijar meu peito e chupar meu pau alternadamente, lambendo e sugando com vontade para me deixar duro novamente. Do outro lado, Bruna e Cecília fizeram um boquete duplo em Carlo, as duas bocas trabalhando no pau dele ao mesmo tempo, línguas se tocando e babando bastante.
Muito alisado, muitas chupadas e esfregadas depois, os dois paus estavam duros e latejando. A sala estava carregada de tesão, o ar pesado com gemidos baixos e respirações aceleradas. Mesmo com o tesão elevado, todos ainda esperavam o que iria acontecer em seguida, o suspense pairando no ar.
Até que Carlo se inclinou para o lado e falou algo baixinho no ouvido de Cecília. A filha dele ouviu atentamente, os olhos se arregalando um pouco, mas logo um sorriso safado apareceu em seu rosto. Ela assentiu devagar, claramente animada com o que o pai tinha sussurrado.
O clima ficou ainda mais tenso e excitante. Todos os olhares estavam voltados para Carlo e Cecília, esperando o próximo movimento.
Cecília se levantou com um brilho intenso nos olhos e disse com a voz firme, mas carregada de excitação:
— Aline e Giovana, peguem o consolo duplo e enfiem nas suas bucetas! Gozem o quanto quiserem e façam bastante barulho. Pai, fique de quatro em cima do sofá. Tio, enfie o seu pau no meu pai, que ele hoje vai perder o cabaço do cu. Eu vou deitar abaixo do meu pai para chupar o pau dele. Mãe, fique enfiando um consolo em mim e beijando seu marido.
Todos ficaram surpresos em saber que era isso que o Carlo queria fazer. O pedido era ousado, direto e revelava que iríamos realizar a fantasia que Bruna tinha mencionado antes. O ar da sala ficou ainda mais pesado. Mesmo assim, ninguém recusou. Todos obedeceram e tomaram suas posições rapidamente.
Aline e Giovana pegaram o consolo duplo, se deitaram no chão e enfiaram as pontas nas bucetas, começando a se mover e gemer alto. Carlo se posicionou de quatro no sofá, a bunda empinada. Eu me aproximei por trás dele, o coração acelerado. Cecília se deitou embaixo do pai, segurando o pau dele e começando a chupar. Bruna se posicionou atrás da filha, enfiando um consolo na buceta dela e beijando o marido com paixão.
Eu estava com um pouco de receio, mas o tesão estava altíssimo e Carlo tinha topado. Eu iria fazer a fantasia de Bruna se concretizar. Passei lubrificante no meu pau e no cu do meu irmão, esfreguei a cabeça algumas vezes na entrada e comecei a enfiar devagar, sentindo o aperto extremo.
O gemido baixo de Carlo ecoou pela sala quando eu entrei. O momento era intenso, proibido e incrivelmente excitante. O jogo tinha chegado a um novo patamar.
Eu segurei firme a cintura de Carlo e comecei a estocar devagar, sentindo o cu apertado dele engolir meu pau centímetro por centímetro. O aperto era intenso, quente e diferente de tudo que eu já tinha sentido. Carlo gemia baixo, o corpo tenso no começo, mas aos poucos relaxando enquanto eu entrava mais fundo. Aline e Giovana, no chão, moviam o consolo duplo entre elas, gemendo alto e rebolando uma contra a outra, os corpos se contorcendo de prazer.
Cecília, deitada embaixo do pai, chupava o pau dele com dedicação, a boca subindo e descendo enquanto Carlo gemia contra a boca de Bruna. Bruna, por sua vez, enfiava o consolo na buceta da filha com movimentos ritmados, beijando o marido com paixão, as línguas se entrelaçando. O som molhado das estocadas, dos gemidos e das bocas enchia toda a sala.
Eu aumentei o ritmo, metendo mais fundo no cu do meu irmão, sentindo o prazer proibido subir pela espinha. Carlo gemia mais alto agora, empurrando a bunda contra mim enquanto a filha chupava ele. Aline e Giovana gemiam cada vez mais alto, o consolo duplo fazendo as duas tremerem juntas. Bruna acelerava o consolo na buceta da filha, incentivando a cena toda com gemidos roucos.
O prazer era coletivo e avassalador. Eu segurava os quadris de Carlo com força, estocando com mais intensidade, enquanto via Cecília engolir o pau do pai até o fundo. Aline e Giovana continuavam rebolando com as bucetas preenchidas, os corpos suados brilhando. Bruna fodia a filha com o brinquedo, o som molhado ecoando pela sala.
Carlo gemia rouco, empurrando ora o pau contra a boca da filha, ora a bunda contra mim. Eu metia fundo, sentindo o aperto delicioso. Ninguém gozava ainda — todos segurando o prazer ao máximo, prolongando a sensação intensa e proibida.
O ar da sala estava pesado, cheio de gemidos, respirações aceleradas e o som ritmado de corpos se movendo. A cena era linda e continuava, cada vez mais intensa.
Eu continuava enfiando o pau no cu de Carlo com estocadas firmes e profundas, sentindo o aperto quente e o corpo dele tremendo a cada investida. Carlo gemia rouco, empurrando a bunda contra mim enquanto Cecília parava de chupar o pai e se posicionava de quatro abaixo dele. Com um movimento habilidoso, Cecília encaixou o cu no pau do pai, formando um trenzinho safado — Carlo agora fodendo a filha no cu enquanto eu fodia o dele. Bruna estava extasiada, os olhos brilhando de tesão ao ver a cena.
Aline e Giovana se aproximaram e colocaram Bruna de quatro ao lado, que continuava a beijar o marido dela com paixão. Aline deitou abaixo de Bruna e voltou a colocar o consolo duplo na própria buceta, enfiando a outra ponta na buceta de Bruna, conectando as duas. Giovana pegou da sacola outro consolo duplo, lubrificou bem e enfiou uma ponta no cu de Bruna e a outra no próprio cu. Ela começou a fazer movimentos amplos de vai e vem, fodendo o cu de Bruna enquanto era fodida ao mesmo tempo.
Todos gemiam com mais urgência. O som dos corpos se chocando, do consolo molhado e dos gemidos enchia a sala inteira. Era como se ninguém quisesse gozar. Todos queriam fazer aquela foda durar para sempre, prolongando o prazer ao máximo. Eu metia fundo no cu de Carlo, sentindo o cu dele agarrar meu pau. O pau dele dentro de Cecília o fazia ir para frente e para trás com mais força. Isso tudo enquanto as três em nossa frente se conectavam através dos consolos.
Bruna gemia alto, ficando firme contra os dois consolos, o corpo tremendo de prazer. Aline rebolava contra o consolo e já beijava os peitos de Bruna, esfregando seu clitóris. Giovana movia os quadris com mais ritmo, fodendo e sendo fodida ao mesmo tempo, os gemidos dela misturados aos de todos.
O trenzinho no sofá e a cadeia de consolos em nossa frente formavam uma cena hipnótica. Ninguém apressava o ritmo. Queríamos saborear cada segundo daquela loucura coletiva. O tesão estava no auge, mas o desejo de prolongar o momento era ainda maior.
Giovana esfregava a buceta com velocidade crescente e foi a primeira a gozar, tirando o consolo do próprio cu com um gemido alto e fazendo bastante barulho. O corpo dela convulsionou, as pernas tremendo enquanto ela se recuperava do orgasmo. Com isso, Cecília começou a gemer ainda mais alto, o prazer aumentando. Carlo, sentindo a filha apertar, começou a esfregar rápido o clitóris dela com a mão, ajudando-a a chegar mais perto do limite.
Bruna, ainda empalada nos dois consolos, beijou o marido com paixão e sussurrou contra a boca dele:
— Faz nossa filha gozar, amor. Enche o cu dela de porra.
Bruna gozou junto com Aline, as duas gemendo muito alto, o corpo delas tremendo de prazer. Isso só aproximava ainda mais Cecília, Carlo e eu do gozo. O som dos gemidos delas era enlouquecedor.
Giovana foi sorrateiramente atrás de mim, me abraçou forte, encostando seus peitos macios em mim e depois começou a alisar minha bunda com carinho, apertando minhas nádegas. Ela chupou dois dedos, lubrificando-os, e quando eu estava gozando no cu de Carlo, enfiou os dedos com cuidado no meu cu. A sensação dupla me fez gozar ainda mais intensamente, jatos fortes enchendo o cu do meu irmão enquanto eu gemia rouco.
Carlo também gozou logo depois, enchendo o cu de Cecília com porra quente. Cecília gozou forte, sendo esfregada no clitóris e sentindo o pai gozar dentro dela, o corpo inteiro convulsionando de prazer.
O orgasmo coletivo deixou todos ofegantes, suados e satisfeitos. A sala estava silenciosa, apenas com respirações pesadas e o som de gemidos de prazer.
Todos estavam jogados nos sofás ou tinham rolado para o chão, exaustos e satisfeitos. Aline ajudou Bruna a tirar os consolos da buceta e do cu com cuidado, limpando-a gentilmente. Bruna, ainda ofegante, sorriu e disse:
— Eu fiquei muito feliz… nem imaginava que algo como isso pudesse ter acontecido neste domingo.
Giovana, sempre prestativa, tinha pegado água para todos beberem e lenços umedecidos para nos limparmos. Carlo estava muito feliz. Ele agradeceu Bruna pela fantasia ousada e virou-se para mim:
— Obrigado, irmão. Por ter realizado isso.
O grupo se dividiu naturalmente em dois quartos diferentes para tomar banho e se recolher. Carlo, Cecília e Bruna foram felizes para a suíte principal, rindo e se abraçando. Eu, Aline e Giovana nos dirigimos para a suíte de hóspedes. Já dentro do banheiro, Aline e Giovana perceberam que eu estava um pouco pensativo.
Elas perguntaram se estava tudo bem e fizeram carinho em mim, passando as mãos pelo meu peito e ombros. Eu respondi:
— Só preciso tomar um banho revigorante. Está tudo bem.
As duas entraram no banho comigo. A água quente caiu sobre nossos corpos, lavando o suor e o resto da loucura do dia. Depois do banho, fomos para a cama. Aline e Giovana se aninharam ao meu lado, uma de cada lado, e ficaram segurando meu pau com carinho até pegarmos no sono.
O dia tinha sido inesquecível.
