— Nunca!!?
— Sim, eu sinto muito
— O senhor não aprendeu nada com o nosso distanciamento!?
— É claro que aprendi, eu sofri muito por ficarmos afastados
— Não parece.
— Mas é claro que fiquei.
Ele esticou o braço alcançando minha mão. A mão quente e áspera dele ficou por cima da minha
— Ter você me ignorando por anos doeu na alma. Me senti tão sozinho naquela epoca
Eu baixei a cabeça, depois voltei a virar o rosto olhando pra ele novamente
— Eu sinto muito, mas eu precisava ficar longe do senhor por um tempo
— É, eu sei. Não lhe culpo
O silencio voltou a ficar mais forte na sala.
— Sabe, tem uma coisa que naquela epoca não tive coragem de perguntar
— O que é!?
— Desde quando? Quanto tempo o senhor sentia essas coisas por mim?
A mão dele apertou a minha como um espasmo
— Depois que sua mãe morreu daquela forma trágica algo mudou em mim. Voce lembra como eu fiquei
— Sim, não só o senhor
— É verdade. Mas ela era a minha companheira, tinha perdido alguém de quem eu podia contar em todas as situações. O tempo foi
passando eu fui me isolando de tudo e de todos, quando dei por mim estava ali você.
Ele continuava tocando minha mão com delicadeza. o polegar dele se movia, fazendo movimentos circulares.
— Sofrendo como eu, porém mostrando força suficiente para me apoiar.
— É eu só não imagina o que estava por vem desse apoio
— Mas nem eu minha filha, você acha que eu planejei algo!!?
— Quero acreditar que não
— E não planejei, eu só estava sozinho, carente, com saudades e naquele dia você estava mais bonita que o normal. Você entrou no meu
quarto, vestida com shortinho curto rosa de renda e uma camisa branca apertada marcando os mamilos
— O senhor ta com uma boa memoria, até demais
— Perdão, mas essa visão não sai da minha mente até hoje
Continuamos de mãos dadas, meio que sem perceber entrelaçamos nossas mãos.
— Então você sentou do meu lado, tocou meu ombro e disse:”ta tudo bem com o senhor pai!!?” Eu não falei nada só lhe abracei, você
lembra?
— Sim,o abraço foi tão forte que quase fiquei sem respirar.
— Mas você fez o mesmo comigo,senti seus seios pressionar meu peito com a mesma força
— Eu queria que o senhor se sentisse melhor
— E estava funcionando. Seu cheiro tinha um aroma agradável, passava uma sensação de paz. O calor do seu corpo me aquecia das
noites frias da solidão.Então você tocou com essas mãos macias na minha nuca e disse:”tou aqui pai, não precisa sofrer sozinho”, voce
lembra o que eu respondi!?
— Por favor, fica comigo essa noite!
— Sim, exatamente e você ficou.
— Sim, fiquei, porque eu sabia que o senhor não dormia bem há meses.
— E era verdade. Empilhei uma noite ruim atrás da outra.Então você levantou, foi em direção ao interruptor e desligou a luz do quarto.
Você voltou na minha direção dizendo:”vem! vamo deitar!!”. E assim fizemos, você colocou a cabeça sobre meu peito e eu comecei a
fazer carinho nos seus cabelos. Lembro que era uma noite fria,você puxou o lençol e nos cobriu, em seguida me abraçou forte, quase
me tirando o ar
— Realmente, foi uma das noites mais fria naquele ano
— Você começou a esfregar seus pés nos meus, lembra!!?
— Sim, e o senhor começou a rir porque fazia cócegas
— Sim, sou muito sensível a isso. Tenho cocegas por quase todo corpo
— Aproveitei a chance pra começar a fazer cocegas pela sua barriga e peito.Achei que era uma maneira de deixar as coisas mais leves.
Foi muito bem ve o senhor sorrindo de novo
— Eu agradeci por voce ta ali comigo e lhe dei um beijo na testa e depois o silêncio prevaleceu entre nós
— Sim, mas o senhor dormiu primeiro.
— Foi um record, não dormia rapido daquele jeito ha muito tempo, mas sabe o que eu me pergunto?
— O que!?
—Porque voce não foi embora depois que dormir?
—O que o senhor está insinuando!?
—Nada, só quero saber mesmo
—Não sei, eu disse que passaria a noite do seu lado e ia cumprir, só isso. Se eu imaginasse o que estava por vim, eu teria ido pro meu
quarto
— Ainda bem que você não foi
—Pai, eu não estou ouvindo isso
Soltei a mão dele desfazendo aquele entrelaçado
— Que foi você que eu minta !?
—Não, eu quero que o senhor esqueça
—Como vou esquecer seu corpo se movendo no ritmo do meu!?
—Talvez eu estivesse sonhando
—Com quem? você não tinha nem namorado na época
—Tinha meus ficantes
—Roberta, minha filha. Porque você não fala a verdade!?
Ela falava meu nome quando queria falar sério
—Que verdade pai, senhor tá louco!?
— A verdade é que você não se afastou de mim com raiva.. Pelo contrário, se afastou com medo de não resistir ao desejo que sentiu
Eu balançava a cabeça negando tudo que ele afirmava, dizia que ele tava louco, alucinado. Me levantei da mesa e comecei a procurar
onde tinha deixado minhas chaves de casa.
Ele levantou e começou a me seguir enquanto discursava
— Você acha que eu também não fiquei com medo? Você também não acha que passou pela minha cabeça o absurdo que era sentir tesão
pela minha propria filha!!? Mas quando eu acordei, olhei você de costa pra mim, a gente de conchinha, agarrados.O cheiros do seus
cabelos, da sua pele, invadiam meu nariz.Meu corpo começou a se mover pressionando o seu, senti sua bunda cheia encontrar meu pau
duro.
—Pai eu não quero ouvir essas coisas. Cadê, onde ta minha chave
—Eu lhe darei depois que eu dizer o que eu tenho pra dizer
—O Senhor escondeu!!? não tou acreditando nisso
— Eu falava para mim mesmo:”Waldir, deixe de loucura, ela não é sua esposa, alivie esse tesão sozinho” Eu estava quase parando de
roçar em você. Quando senti um leve movimento do seu quadril, foi timido mas suficiente para eu perceber.
—Isso é coisa da cabeça do senhor, já falei
—Então tirei minhas mãos de sua cintura, e afastei uma mecha do seu cabelo dando-lhe um cheiro em seu pescoço. Você deu um leve
sobressalto
— Foi um espasmo
— Então você movimentou o quadril pra trás procurando meu pau. Quando percebi que você estava acordada durante todo esse tempo,
meu coração faltou sair pela boca
—O senhor acredite no que quiser, anda cadê as minhas chaves pai!?
—A verdade é que eu estou certo, sempre que falo sobre isso você se zanga
—EU estou zangada por que o senhor escondeu parceria das minhas chaves
—Não é isso.Anda fala pra mim.
—O que pai!?
—O que voce sentiu no momento que meu pau tocou a sua bunda.O momento em que eu cheirei seu pescoço. Seu coraçã otambém deve
ter saltado
Ele foi se aproximando mais de mim, andando bem devagar. Ficamos um de frente para o outro, ele um poucos mais alto do que eu, me
encarando nos olhos.
Então ele pegou na minha mão novamente e levou de encontro ao peito dele. Ele estava sem camisa, vestia apenas a bermuda
—Ta sentindo!? só de lembrar de tudo eu fico do mesmo jeito daquele dia. Anda, diz pro seu velho aqui, diz como você queria dar pra
mim
—Pai, não diz isso
—Diz que como voce queria sentir meu pau entrando na sua boceta
—Não eu nunca quis isso pai
—Seu corpo falou por voce filha, não adianta mentir.
—Inacreditável que o senhor insiti nessa loucura depois de tanto tempo
—Não dê outro teatro que nem naquela noite, que eu não caio mais nessa
—Já que o senhor não quer me dar a chave, eu vou emobra assim mesmo
—Seu marido ainda não chegou do trabalho, vai ficar na rua?
—Sim, fico na calçada esperando ele
Soltei a mão dele e me virei, então ele me puxou pela cintura colando seu corpo no meu
—Ai, que isso pai!!?
—Voce lembra era mais ou menos assim que a gente tava
—Me solta pai
Ele me segurava com uma das mãos pela cintura, com a outra segurava meu braço que eu tentava me desvencilhar dele.
—Voce ta tão cheirosa quanto naquele dia
—Para com isso pai
Ele começou a fungar no meu cangote
—Voce sempre teve um cheiro maravilho
—Ai que nojo, para com isso pai
Ele começou a levantar minha saia.A mão que ele segurava meu braço desceu pela minha barriga, chegando na minha boceta.Ele massageava por cima da calcinha branca.
—Aposto que ela ja deve ta molhadinha pra mim
Eu não conseguia impedir, minha força estava indo embora
—Não faz isso pai, por favor não faz isso
— Ou o que!!?
—Ou eu não vou aguentar
O movimento circular sobre minha boceta aumentava de velocidade, minhas pernas enfraquecem
— E porque resistir!!?
—porque não é certo eu sentir tesão no meu proprio pai
—Se esse é o problema hoje eu sou Waldir, seu homem
Ele me virou de uma vez,segurando pelo braço. Eu puxa o ar com força, como quem sente falta de ar
— E você Roberta, minha mulher
Sem aviso sua boca grudou na minha, nossas linguas se encontraram.Sinto as mãos dele procurando o ziper da minha saia. Ele desabotoou o botão, faço um movimento rapido com quadril fazendo minha saia descer pelas coxas e pernas.
— O que eu tou fazendo
— Se entregando ao homem que voce queria se entregar ha mais de 20 anos
Ele levantou minha camisa, agora estava apenas de calcinha branca e sutiã.Ele me olhou com um fascinio que eu não vi em homem nenhum e estendeu a mão
— Anda, vamos pro meu quarto, onde essa historia começou
Fiquei olhando aquela mão estendida na minha direção e sabia que se segurasse, tudo que viria na sequencia não poderia ser apagado.
— Eu também tou com medo.
Estiquei meu braço, meus dedos encostaram nos dele. Fomos andando de mãos dadas até o quarto dele. Ele sentou na beira da cama e eu fiquei de pé, bem na frente dele
— Eu acho que não fiquei nervosa assim, nem quando perdi minha virgindade
Ele riu.
— Eu também não.
Coloquei minha maos para trás, soltei meu sutiã, os meus seios saltaram do sutiã, fartos, as aréolas rosadas contrastando com a pele branca.
Ele emitiu um som que era metade gemido, metade protesto sufocado.
Ele olhou. O peito subindo e descendo com a minha respiração acelerada. Os mamilos endurecidos, apontando para ele.
A mão trêmula dele subiu lentamente, os dedos calosos e envelhecidos encontrando a pele macia dos meus seios. O contato arrancou um suspiro de ambos. Ele mal respirava, os olhos fixos na própria mão cobrindo o volume generoso, sentindo o mamilo endurecer ainda mais contra sua palma.
Me ajoelhei diante dele, as mãos subindo por suas coxas magras. Comecei a tirar a bermuda dele,logo vi a cueca esverdeada surgindo acompanhada de um belo volume
— O senhor já ta duro
— Por você ha mais de 20 anos
Eu ri.
— É, eu sei. Eu senti ele.
Fui descendo a cueca dele, o pau dele saltou pra fora escorrendo um liquido pre ejaculario. Passei meu polegar na cabeça roxa da pica dele fazendo-o se concotorcer para trás
Me ajoelhei, em seguida agarrei o pau dele fechando-o na minha mão. Estava quente. Encostei ele no meu rosto,passando a esfregar a pica dele na minha cara.
Ele saltou um leve grunido
Comecei a dar selinhos e lamber de baixo para cima até chegar na glande. Ele segurou meu cabelo com força
— Roberta, minha filha...assim voce me deixa louco
— Naquele dia estava tão curiosa pra saber como ele era e agora estou sentindo o gosto da sua pika
Ele riu.
— Ta gostando meu amor!!?
— Muito
Engoli a pika dele, ao mesmo tempo que punhetava-o. Ele pressiona minha cabeça, eu olho pra ele e vejo morder os labios e aquilo me da mais tesão.
Me levanto, ele me olha sem entender eu ter parado de mama-lo do nada. Desço minha calcinha enquanto ele acompanha o movimento com o olhar
Quando terminei de me despir, ele me puxou pela cintura pra perto dele. Ele começa a tocar a entrada da minha boceta, como quem não acredita se é real ou não o que estava acontecendo
— Eu imaginei tanto essa boceta durante esses vinte e poucos anos
Ele enfia um dedo, depois mais um e outro. Aumentando a velocidade do movimento. Eu seguro na mão dele com força. Dou um leve gemido
— Ai caralho, eu não aguento mais
Tiro a mão dele da minha boceta e monto no colo dele. Pego o pau dele e miro na entrada da minha boceta e vou descendo devagarinho
Sinto cada centímetro dele me penetrar. Ele segura com força na minha cintura, provavelmente sentindo a minha boceta molhada enxarcar o pau dele
Me seguro nos ombros dele e começo a descer e subir.
— Como voce fode gostoso Roberta
— Pai!!??
— Oi!!?
— Ta tudo bem, não precisa me chamar pelo nome
— Tem certeza!!?
— AAiinn siiimm , me come paizinho, me come
— AAAH Minha menina eu te amo tanto
Ele afundou a cara entre meus seios enquanto eu continuava subindo e descendo no pau dele, agora com mais intensidade. Ele aperta minha bunda com força
— vai goza pra mim pai
— Não, ainda não. Não quero que isso acabe
— Quem disse que vai ser a última vez!!?
Ele me olhou incredulo
— Que foi, vai ficar ai me olhando com essa cara de Gargamel ou vai me foder!!?
— Sua fantasminha safada
Ele começou a fazer cocegas na minha cintura, então eu empurrei ele fazendo-o deitar na cama. Continuei por cima dele. riamos quem nem dois bobos
Cai sobre o peito dele, inclinei meu quadril deixando minha bunda bem empinadinha. Ele segurou minha cintura. levantou o quadril e voltou a meter. Agora era apenas ele fazendo o movimento
Sentia o pau dele cada vez mais fundo.
— Isso, mais forte, mais forte
Ele gemia no meu ouvido
— Isso pai, não para, não para
As estocada iam mais e mais forte, o barulho do encontro no nosso corpo perpertuava pelo quarto
— AAAAAHHH EU VOU GOZAR
— Goza paizinhooo
Senti minha boceta sendo preenchida pela sua porra. Comecei a rebolar, meu corpo arrepiava de tesão. Ele começou a mamar nos meus peitos. Senti vindo algo de baixo pra cima e de repente me arrebateu
— AAAAAAAAAAAAAAIINS CARALHOOOOUU
— Isso meu amor goza pra paipai
— aaaiin caralhou
Gozei arqueando minhas costas, saiu um grito daqueles que vem da alma.
Deitei-me sobre o peito dele, ainda com a respiração ofegante. Dei um selinho no peito dele, como se agradecesse pela foda. Ele devolveu o carinho com um toque nos meus cabelos bagunçados.
De repente me deu vontade de rir
— Que isso filha, você ta bem!!?
Virei o rosto, apoiando meu queijo no peito dele.
— É só que eu não estou acreditando que a gente fez mesmo
Deitei ao lado dele, ficando de conchinha, como daquela vez no passado.
Mas dessa vez, sem eu esconder o que eu sentia.
FIM...