🚫 Propagandas te atrapalhando? Assine o plano premium por menos de R$3/mês. Saiba mais →

Sou casado, hétero e dei o cu pro pedreiro da reforma – e agora não consigo parar de pensar nisso

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →
Um conto erótico de discreto
Categoria: Gay
Contém 1768 palavras
Data: 04/08/2026 03:27:56

Meu nome é Rafael. Tenho 36 anos, sou casado há nove com a Mariana e moro num sobrado em Casa Forte, Recife. Trabalho com vendas de materiais de construção há mais de dez anos. No final desse conto, perto dos comentárrios, tem meu nome e onde encontrar meus viddeos e fottos. Corpo de quem ainda joga futebol aos sábados: peito peludo, ombros largos, coxas grossas, barriga que já não é tão dura quanto aos vinte e cinco, mas ainda segura. A bunda é grande, firme, redonda. A Mariana sempre falou que era a parte que mais gostava em mim. Dizia que era “bunda de homem de verdade”. Eu gostava de ouvir isso.

Nunca me considerei gay. Nunca. Comi mulher desde os dezesseis. Gozei dentro, chupei peito, meti forte, fiz de tudo. A Mariana é gostosa pra caralho: peitos macios, bunda redonda, cintura fina, cheiro de perfume doce misturado com o cheiro dela própria. A gente fodia bem. Ou pelo menos eu achava que fodia bem. Eu era o ativo. Eu metia. Eu mandava. Eu gozava e dormia. Nunca passou pela minha cabeça que um dia eu ia estar de quatro, gemendo, com o cu aberto e cheio de porra de outro homem.

Tudo começou quando resolvemos reformar a área de serviço e o banheiro de baixo. O piso estava rachado, o rejunte preto, o box vazando. Contratei um pedreiro chamado Geovane. Quarenta e dois anos, negro, alto, quase um metro e noventa. Ombros largos de quem carrega saco de cimento desde moleque. Mãos grandes, calejadas, veias grossas. Voz grave, de quem fuma e bebe cachaça. Cheiro de cimento, suor e sabão de coco. Vinha todo dia de manhã cedo, camiseta regata branca já suada colada no peito, short de praia descendo um pouco nas nádegas, e aquele volume pesado na frente que eu fingia não notar.

Nos primeiros dias eu só acompanhava o serviço. Ficava perto, perguntava sobre o rejunte, sobre a inclinação do piso, sobre a argamassa. Ele respondia pouco, trabalhava em silêncio. Só as mãos e o corpo. Eu sentia o cheiro dele quando passava perto. Suor de homem que trabalha no sol quente de Recife. Não era perfume. Era algo mais denso, mais animal, mais real. Eu sentia uma pontada estranha na barriga e logo empurrava embora. Ficava com raiva de mim mesmo por ter olhado demais.

Um dia a Mariana viajou para o interior visitar a mãe. Ficaria três noites. Eu fiquei sozinho com a reforma e com o Geovane.

Na segunda manhã, ele chegou mais cedo. Eu ainda estava de short e camiseta, cabelo bagunçado, tomando café na cozinha. Ele pediu água. Eu levei a garrafa. Ele bebeu direto, garganta subindo e descendo, um fio de água escorrendo pelo pescoço até o peito suado e peludo. Eu olhei demais. Ele notou.

— Tá me olhando, patrão?

A voz saiu baixa, quase sem intenção. Eu gaguejei:

— Não… só… o serviço tá andando bem.

Ele riu com o canto da boca e voltou pro banheiro. Eu fiquei com o coração acelerado e o pau meio duro dentro do short. Me odeiei por isso. Fiquei andando pela casa, tentando pensar em outra coisa. Não consegui.

À tarde o calor estava insuportável. Eu entrei no banheiro pra ver o andamento. Ele estava ajoelhado, costas viradas pra mim, short suado grudado na bunda. A regata molhada mostrava a marca da coluna e os músculos das costas. Quando ele se inclinou pra frente pra pegar uma ferramenta, o short subiu e eu vi a parte de cima da nádega: pele escura, firme, com um pouco de pelos. O volume na frente dele estava pesado, mesmo mole.

Ele se virou de repente.

— Quer ver de perto, né?

Eu engoli seco.

— Não sei do que você tá falando.

Geovane se levantou devagar. Era mais alto que eu. O cheiro dele me bateu de frente: suor, cimento, homem. Ele deu um passo e ficou quase colado. Eu senti o calor do corpo dele.

— Você fica me olhando o dia inteiro. Olha pro meu pau quando eu me abaixo. Fica com a boca aberta. Eu não sou burro, Rafael.

Meu nome saiu da boca dele pela primeira vez. Eu recuei até a parede.

— Eu sou casado. Sou hétero.

— Eu também sou casado. E tenho três filhos. Isso não muda o que eu sinto quando olho pra essa bunda grande sua.

Ele estendeu a mão e apertou minha nádega por cima do short. Forte. Os dedos calejados afundaram na carne. Eu soltei um gemido baixo, involuntário. O pau dele já estava duro, empurrando o short na minha direção. O volume era pesado, grosso, longo.

— Tira a camisa – ele ordenou.

Eu não quis. Ele puxou. A camiseta rasgou um pouco na lateral. Ele passou a mão no meu peito peludo, apertou o mamilo com força, desceu a barriga até a elástica do short. Eu tremia. O cheiro dele me envolvia por completo. Suor, cimento, homem.

Ele me virou de frente pra parede, puxou o short e a cueca de uma vez só. Minha bunda ficou exposta. O ar quente do banheiro bateu na pele. Ele passou a mão aberta nas duas nádegas, apertou, abriu. Eu senti o polegar dele esfregar o meu cu seco. O toque era rude, calejado.

— Nunca deu, né?

— Nunca.

— Vai dar agora.

Ele cuspiu na mão e passou no meu cu. O dedo grosso entrou devagar. Eu apertei os dentes. Doía. Queimava. Mas ele não parou. Foi entrando, saindo, girando. O segundo dedo veio logo. Eu gemia contra a parede, a testa encostada no azulejo frio. O pau dele batia na minha coxa, quente, pesado, pingando.

— Relaxa. Respira. Eu vou comer esse cuzinho virgem e você vai gostar.

Ele tirou os dedos, desceu o short e eu senti a cabeça grossa do pau dele roçar no meu cu. Era grande. Mais grosso do que eu imaginava. A pele era quente, a glande lisa e inchada. Ele cuspiu de novo, posicionou e começou a empurrar.

A dor foi aguda. Eu gritei baixo. Ele parou, esperou, depois empurrou mais. Centímetro por centímetro. Eu sentia o cu abrindo, arrebentando, queimando. Quando a cabeça entrou inteira, ele soltou um gemido grosso, quase um rosnado.

— Porra… tá apertado pra caralho.

Ele meteu mais. Metade. Eu estava tremendo, suor escorrendo pelo rosto, as mãos abertas na parede. Ele segurou meus quadris com força e foi entrando até o fundo. Eu senti as bolas dele baterem na minha bunda. Estava completamente dentro. O pau dele preenchia tudo. Eu sentia cada veia, cada centímetro.

Geovane começou a foder. Lento no começo, depois mais forte. O pau grosso abria meu cu a cada estocada. Eu gemia, choramingava, mas o pau dele não saía. O cheiro de sexo e suor enchia o banheiro. Cada vez que ele metia fundo, eu sentia o peso, a espessura, a força. O barulho molhado do pau entrando e saindo do meu cu ecoava nas paredes.

— Fala que tá gostoso – ele ordenou, a voz rouca no meu ouvido.

— Tá… tá doendo…

— Fala direito.

— Tá gostoso… porra… tá me comendo… caralho…

Ele acelerou. As estocadas ficaram profundas, molhadas, barulhentas. O som do pau entrando e saindo do meu cu era obsceno. Eu estava completamente aberto. O prazer começou a misturar com a dor. Meu pau pingava no chão sem eu tocar. Cada estocada batia num ponto dentro de mim que fazia minhas pernas tremerem.

Geovane me puxou pelo cabelo, virou meu rosto e cuspiu na minha boca. Eu engoli. Ele meteu a língua, beijou bruto, enquanto continuava fodendo. Depois me virou de frente, me levantou contra a parede e voltou a meter. Agora eu via o rosto dele. Olhos escuros, suor escorrendo pela testa, dentes cerrados. Ele me comeu de frente, olhando nos meus olhos, até eu gozar sem tocar no pau. Jatos quentes escorreram pela minha barriga e pingaram no chão.

Ele não parou. Continuou metendo até gozar dentro. Senti o pau latejar, a porra quente enchendo meu cu. Ele ficou parado fundo, respirando pesado, enquanto eu sentia o leite escorrer pelas minhas coxas. Quando saiu, meu cu ficou aberto, latejando, escorrendo. Ele me olhou de cima a baixo, o pau ainda semi-duro, brilhando de porra e saliva.

— Amanhã eu volto. E você vai estar pronto de novo.

Eu não respondi. Só fiquei encostado na parede, bunda molhada, corpo tremendo, o cu ainda piscando.

Naquela noite eu tomei banho demorado. O cu ainda ardia. Eu passei o dedo e senti a abertura, a sensibilidade. Deitei na cama de casal e masturbei pensando nele. Gozei forte, gemendo o nome dele baixinho, a porra espirrando na minha barriga.

No dia seguinte ele chegou. Eu já estava só de short. Ele me puxou pro banheiro sem falar nada. Dessa vez me fez ajoelhar no chão frio. O pau dele, ainda com cheiro de ontem, encheu minha boca. Eu engasguei, baba escorreu pelo queixo, mas continuei chupando. Ele segurou minha cabeça com as duas mãos e fodeu minha garganta até gozar. Eu engoli quase tudo. O gosto era salgado, amargo, de homem.

Depois me virou de quatro no chão e me comeu de novo. Mais fundo, mais forte. Dessa vez eu pedi. Pedi pra meter mais, pra gozar dentro de novo. Ele gozou e ainda me fez lamber o pau limpo depois. Eu lambei. O gosto da porra misturado com o meu próprio cu.

Na terceira noite a Mariana voltaria. Geovane veio de manhã cedo. Me comeu no chuveiro, a água quente escorrendo pelos nossos corpos. Me comeu de quatro na cama de casal, a cara enterrada no travesseiro dela. Me comeu de frango assado com as pernas abertas até o limite, segurando meus tornozelos. Eu gozei três vezes. Ele gozou duas dentro de mim e uma na minha cara. Eu engoli o que consegui.

Quando ele foi embora, meu cu estava vermelho, inchado, escorrendo porra. Eu limpei a casa, troquei os lençóis, tomei banho longo. Quando a Mariana chegou, eu a beijei, fodi ela com força, gozei dentro dela… e o tempo todo pensava no pau grosso do Geovane abrindo meu cu. Enquanto ela gemia embaixo de mim, eu lembrava do cheiro dele, do peso, da forma como ele me segurava.

Ele terminou a reforma dois dias depois. Eu paguei, cumprimentei, e ele foi embora. Mas eu ainda sinto o cheiro dele. Ainda sinto o peso. Ainda acordo de madrugada com o cu latejando e a mão no pau. Às vezes, quando a Mariana dorme, eu passo o dedo no meu cu e lembro de como ele abria. Às vezes gozo só de imaginar ele voltando.

Sou casado.

Sou hétero.

E não consigo parar de pensar em dar de novo.

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 45 estrelas.
Incentive Soniaputona a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil genéricaSoniaputonaContos: 13Seguidores: 7Seguindo: 0Mensagem Em www.bit.ly/telemanu e https://x.com/selmarecife2024você tem ANOS de vídeos, fotos e contos meus e de minhas amigas.

Comentários

Foto de perfil genérica

Show. Definitivamente pedreiro é uma classe maravilhosa, ano passado fiz uma obra em casa que durou três meses, era um entra e sai delicioso, um desfile de pintor, ladrilheiro, pedreiro e ajudantes, coisa de louco, não consegui fazer todos mas dei pra dois e comi um. Pena que a obra acabou.

0 0
Foto de perfil genérica

Você é como eu, casado, amo minha mulher, mas sem e porra... não vivo. Desde meus 17 anos, e hoje com 65, mas isso...nunca mudou. Já são mais de 200 paus!

1 0
Foto de perfil genérica

amei o seu conto, vamos conversar, trocar fotos, tenho algumas dicas para você, caso interessar é só me chamar neste email: euamoavida2020@gmail.com

0 0

Listas em que este conto está presente

26/1
Para ler
Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →