Eu sou casada há nove anos. Trinta e quatro anos, corpo de mulher que já pariu e ainda segura olhar na rua. Morena, cabelo preto ondulado até o meio das costas, seios pesados, bunda grande que nenhuma calcinha consegue esconder de verdade. Moro num apartamento simples de Recife, calor constante, suor grudado na pele quase o ano inteiro.
Meu marido sempre gostou do cheiro do meu corpo. Não do perfume. Do cheiro real. Do suor da axila depois de um dia quente, do cheiro ácido que sobe da virilha quando a calcinha fica molhada, do cheiro forte que fica entre as nádegas depois de horas de fio dental enfiado. Ele cheirava minhas calcinhas usadas escondido no começo. Depois passou a pedir. Eu tirava a fio dental no final do dia e jogava no rosto dele. Ele respirou fundo, gozava rápido e pedia de novo no dia seguinte. Clica em meu nome ou veja no meu perfil aqui, como ver todos meus viddeos e fottos.
Um dia, depois de uma discussão besteira, eu falei sem pensar:
— Se você gosta tanto desse cheiro, por que não deixa outros homens sentir também?
Ele ficou em silêncio. Olhou pra mim com aquele olhar de quem descobriu o próprio fetiche. Depois de uns minutos, respondeu baixo:
— Você faria isso de verdade?
Eu sorri.
Foi assim que começou.
Combinei com cinco amigas. Todas casadas. Todas com marido que sabia ou fingia não saber. Cada uma usava a fio dental o dia inteiro. Trabalho, ônibus lotado, academia, rua quente de Recife. A calcinha saía no final do dia encharcada de suor, secreção, cheiro de buceta e de cu. Algumas a gente mastigava um pouco a renda antes de guardar, só pra deixar o gosto mais forte. Outras usavam dois dias seguidos sem lavar.
Meu marido ficou responsável por embalar. Ele cheirava cada uma antes de fechar o pacote. Às vezes eu pegava ele ajoelhado no banheiro com a minha fio dental preta no rosto, punheta na mão, gemendo baixo.
O primeiro cliente local pediu pra receber pessoalmente. Queria “escolher o jeito”. Combinei num motel barato. Meu marido foi junto e ficou no carro.
Entrei de vestido curto, fio dental vermelha já usada o dia inteiro. O cara era alto, moreno, mãos grandes. Olhou pra mim e falou direto:
— Tira agora. Quero sentir o cheiro dela quente.
Tirei. A calcinha saiu grudada, o fio puxando um fiozinho de secreção do meio da bunda. O cheiro encheu o quarto. Ele enfiou a peça no rosto e respirou fundo várias vezes. Depois me empurrou pra cama, abriu minhas pernas e cheirou a buceta direta. Língua larga lambendo os lábios, o cu, a virilha suada. Eu gemia alto de propósito. Sabia que meu marido estava ouvindo pelo celular.
Ele não pediu permissão. Enfiou o pau grosso de uma vez. Eu estava molhada demais. Meteu forte, segurando minhas coxas. Virou-me de quatro, puxou a bunda e spitou no meu cu. Dedou primeiro. Depois enfiou a cabeça. Eu gritei. Ele comeu meu cu com vontade, batendo a barriga na minha bunda, falando que eu era uma vadia casada de fio dental suja. Quando gozou, gozou dentro. Senti o jato quente escorrendo pela virilha. Ele tirou o pau, limpou na minha calcinha usada e me devolveu a peça.
— Guarda. Seu marido vai querer cheirar.
Voltei pro carro com o cu escorrendo. Meu marido estava vermelho, pau duro. Joguei a fio dental no colo dele. Ele levou ao rosto imediatamente. Cheirou o cu, a buceta, o esperma misturado. Depois me pediu pra abrir as pernas no banco. Chupou meu cu sujo de porra de outro homem enquanto dirigia de volta. Eu gozei no dedo dele gemendo o nome do outro só pra humilhar mais.
A partir daí virou rotina.
As cinco amigas e eu começamos a fazer encontros. Às vezes o cliente vinha em casa. Meu marido abria a porta, apresentava a esposa e as amigas, e ficava sentado na poltrona enquanto a gente tirava as calcinhas uma por uma. O cheiro de cinco bucetas e cinco cus usados no mesmo cômodo era absurdo. Suor, secreção, cheiro ácido de mulher que passou o dia de fio dental no calor.
Um sábado recebemos três homens ao mesmo tempo. Eu e duas amigas. Meu marido ficou de joelhos no chão segurando as calcinhas usadas enquanto os três nos comiam. Dei o cu pro mais grosso, de quatro no sofá, enquanto uma das amigas sentava na cara do meu marido e fazia ele cheirar a bunda dela. A outra chupava o terceiro e depois sentava nele de frente pra mim, pra gente se beijar com gosto de pau.
Meu marido gozava no chão sem tocar no próprio pau. Só de cheirar e ver.
Outra vez uma das amigas chegou atrasada, suada da academia, fio dental preta enfiada até o fundo. O cliente do dia era um cara de cinquenta anos. Ele pediu pra ela tirar a calcinha e sentar na cara dele sem tomar banho. Ela sentou. O cheiro de axila, virilha e bunda suada de academia encheu a sala. O homem engasgou de tesão. Eu e as outras rimos. Meu marido filmou. Depois o cara comeu o cu dela enquanto ela ainda usava a meia de compressão. Quando terminou, obrigou meu marido a limpar o cu dela com a língua.
Ele limpou. Sem reclamar. Com tesão no olhar.
Chegamos a um ponto em que meu marido quase não me comia mais. Preferia me ver usada. Preferia o cheiro de outros homens na minha pele. Eu voltava pra casa depois de um encontro com o cu arrombado, a buceta latejando, a calcinha encharcada de porra e suor, e ele me pedia pra não tomar banho. Me chupava suja. Me cheirava. Me fazia contar detalhe por detalhe enquanto se masturbava.
Uma noite as cinco voltamos juntas. Tínhamos passado a tarde num motel com quatro caras. Cada uma de nós tinha dado o cu pelo menos duas vezes. Entramos no apartamento ainda cheirando a sexo. Meu marido abriu a porta e quase caiu de joelhos. O cheiro que entrou na casa era de porra, de buceta aberta, de cu usado, de suor de mulher. Tirei a fio dental preta, ainda molhada, e enfiei na boca dele.
— Cheira. É o cheiro de cinco putas casadas. É o cheiro do que você gosta.
Ele chupou a renda, engoliu o que tinha, e depois me pediu pra sentar na cara dele com as outras. A gente se revezou. Cinco bundas suadas, cinco cus arrombados, cinco bucetas inchadas. Ele lambeu tudo. Engoliu o que escorria. Gozei sentada no rosto dele enquanto uma das amigas metia os dedos no meu cu e outra chupava meus peitos.
Depois disso a gente parou de fingir.
Meu marido passou a escolher os homens. Às vezes pedia homem mais grosso. Às vezes pedia que me comessem sem camisinha e me devolvessem cheia. Eu voltava pra casa com a porra escorrendo pela coxa e ele me fazia abrir as pernas na cama. Chupava tudo. Misturava o gosto com o cheiro da calcinha que eu tinha usado o dia todo.
Uma tarde ele me mandou pro trabalho de fio dental preta e sem sutiã. O vestido era fino. O suor do dia inteiro grudou a renda no meio da bunda. Quando voltei, ele já estava esperando ajoelhado. Tirei a calcinha na porta e enfiei na boca dele. Ele chupou enquanto eu contava quantos homens tinham olhado minha bunda no ônibus. Depois me virou de quatro no sofá e me comeu pela primeira vez em semanas. Mas só depois de eu ter sentado na cara dele e feito ele cheirar o cu suado primeiro.
As amigas começaram a trazer os próprios maridos às vezes. Ficávamos as seis mulheres e os maridos sentados. A gente tirava as calcinhas usadas, jogava no colo deles e ia se tocando enquanto eles cheiravam. Uma noite um dos maridos não aguentou e pediu pra comer a esposa do outro. Ninguém impediu. Eu fiquei de quatro no chão, dando o cu pro marido de uma amiga enquanto o meu marido segurava minha cabeça e me fazia olhar pra ele.
— Fala que você é puta — ele pediu.
— Sou puta — respondi com a boca cheia de saliva. — Sou puta do seu amigo. Sou puta de quem quiser.
Ele gozou no meu rosto só de ouvir.
O cheiro nunca saía de casa. As calcinhas usadas ficavam espalhadas. Algumas a gente deixava de molho num pote com um pouco de água só pra o cheiro ficar mais forte. Meu marido bebia daquilo às vezes. Dizia que era o gosto da esposa dele sendo usada.
Uma madrugada eu acordei com ele entre minhas pernas. Eu ainda estava suja do dia anterior. Ele chupava devagar, gemendo contra a buceta. Quando levantei a cabeça, vi que ele tinha a fio dental preta na mão, apertada contra o nariz. Chupava e cheirava ao mesmo tempo. Gozei na boca dele apertando as coxas.
Depois daquilo ele falou baixo, quase sem voz:
— Não quero mais que você lave essas calcinhas. Quero que você use até o cheiro ficar insuportável. Quero que outros homens sintam. Quero que eu sinta depois.
Eu aceitei.
Agora é assim. Eu saio de casa de fio dental. Uso o dia inteiro. Suo. Me molho. Deixo o cheiro ficar forte. Às vezes encontro alguém. Às vezes só volto pra casa e entrego a calcinha suja na mão do meu marido. Ele ajoelha. Cheira. Chupa. Me pede detalhes. Me pede pra abrir o cu e mostrar como ficou depois de outro pau.
E eu mostro.
Porque o cheiro da minha fio dental suja se tornou a coisa mais importante da nossa cama. Mais importante que o sexo entre nós dois. Mais importante que qualquer beijo. É o cheiro de mulher casada sendo usada. É o cheiro que faz meu marido gozar mais forte. É o cheiro que me faz gozar só de imaginar ele ajoelhado, respirando fundo, enquanto outro homem ainda está dentro de mim.
E a gente não pretende parar.
As cinco amigas continuam. Os homens continuam aparecendo. As calcinhas continuam saindo encharcadas no final do dia. E meu marido continua ajoelhado, esperando o cheiro chegar.
Eu sou a esposa. Ele é o corno que escolheu cheirar.
E o cheiro nunca acaba.