**Capítulo 7**
Luana apareceu no quarto de Duda no meio da tarde, o celular na mão e um sorriso de canto que não chegava a ser inocente.
— Olha só quem apareceu na minha vida.
Ela sentou na beira da cama e mostrou as fotos. Viktor. Magro, ombros estreitos, cabelo escuro penteado para trás, olhos claros e quietos. Em uma das imagens ele estava de camisa social, a manga arregaçada até o cotovelo. Em outra, fumando do lado de fora de um prédio que Duda não reconheceu.
— Ele é de negócios. Meu pai ainda não sabe direito o que ele faz. Mas é quieto. Misterioso. Eu gosto.
Luana aproximou o celular e deslizou para outra foto, mais íntima, tirada aparentemente num espelho de banheiro. A calça estava baixa. O pau de Viktor aparecia semi-duro, longo, fino, a pele clara, a cabeça rosada e limpa.
— É assim — murmurou Luana, a voz baixa. — Não é grosso pra caralho, mas é comprido. E ele sabe usar. Fica duro rápido e demora pra gozar. Eu fico de perna bamba.
Duda olhou mais tempo do que deveria. O peito apertou. Os seios novos, já pesados sob a camisola, latejaram. O pinto pequeno formigou dentro da calcinha. Ela desviou o olhar rápido demais, o rosto quente.
— Bonito — murmurou.
Luana riu, guardou o celular e saiu. O cheiro do perfume dela ficou no ar. Duda ficou sozinha, as coxas apertadas, o corpo já no cio outra vez. Como sempre. Como uma cadela que não conseguia desligar. E agora com a imagem daquele pau fino e longo gravada na cabeça.
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Mais tarde, no corredor, ela encontrou Laura.
A voz saiu baixa, quase sem coragem:
— Eu não quero trair vocês. Eu jurei. Mas eu não consigo parar de pensar no pau dele. O do mercado. Aquele veiudo… grosso… que me abriu até doer. Eu fico molhada só de lembrar. Eu me sinto uma puta no cio o tempo todo e isso me assusta. Eu tenho mandado foto e vídeo pra ele há dias. Eu mesma. Eu queria… eu queria que você viesse comigo. Um ménage. Só uma vez. Pra eu não precisar esconder.
Laura parou. Estudou o rosto de Duda por longos segundos. Os olhos desceram para os seios marcados, para o jeito como as mãos tremiam.
— Você tem certeza?
— Tenho. Por favor.
Laura respirou fundo.
— Amanhã eu busco ele na saída. Você vai no carro comigo.
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Os medicamentos continuavam chegando pelas empresas de importação do casal. Fernando e Laura tinham negócios em vários ramos; a importação facilitava tudo. As injeções, os cremes, as pílulas. Toda manhã a agulha na nádega quente de Duda. Toda noite o creme sedoso nos seios e na virilha. Os planos de feminização eram claros e falados sem pressa: silicone, plástica, a cintura mais marcada, a bunda mais alta, os seios pesados de verdade. O pinto pequeno ficaria. Era troféu. Era o contraste que fazia quem olhasse de fora ver só uma fêmea sedenta, sem nunca imaginar o que ela já tinha sido. E esse contraste dominava Duda do jeito que ela gostava.
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Na sexta, às dezenove horas, Laura estacionou em frente ao mercado. Duda no banco do passageiro, vestido branco curto, sem sutiã. Os seios livres pesavam, a pele fina e quente, os mamilos já duros e úmidos marcando o tecido. O pinto pequeno latejava dentro da calcinha de renda, um fio escorrendo pela coxa. Ela estava no cio. Sempre estava.
Thiago saiu pela porta dos fundos suado, o uniforme preto colado no peito e nas costas. O volume enorme na calça já estava completamente duro. Ele abriu a porta de trás e entrou. O cheiro de suor de final de expediente e macho faminto invadiu o carro. O pau latejava visível sob o tecido.
Laura olhou pelo retrovisor.
— Direto pro motel.
Duda não aguentou. Virou-se, ajoelhou-se de lado e abriu o zíper dele. O pau saltou pesado, a cabeça escura e já brilhante. Ela o envolveu com as duas mãos e ainda sobrava. Levou à boca. O gosto salgado e quente, a textura veiosa latejando na língua. Thiago grunhiu, a mão grande indo para o cabelo curto dela. Laura apertou o volante, a respiração alterada, mas não interrompeu.
Duda chupava com fome de cadela. Os seios balançavam livres, os mamilos roçando no banco. O pinto pequeno pingava. Ela quase subiu no banco de trás. Laura freou no sinal:
— Não aqui. Aguenta.
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O motel era discreto. Laura abriu a porta. Fernando já estava sentado na poltrona, só de calça, o peito nu, a presença pesada preenchendo o quarto.
Thiago parou. Duda engoliu em seco. Laura trancou a porta.
— Ele sabe de tudo — disse Laura. — Sexo em grupo. Guiado por nós. Você continua nossa, Duda. Mesmo cheia de outro.
Fernando se levantou. O pau já marcava a calça. Olhou para Thiago com uma calma que fazia o ar mudar.
— Você faz o que a gente mandar.
Thiago assentiu, o pau duro e exposto, mas o olhar já hesitava sob a presença de Fernando.
Laura ordenou que Duda tirasse a roupa. O vestido caiu. A calcinha deslizou. Os seios novos ficaram livres, pesados, a pele quente, os mamilos escuros e brilhantes. O pinto pequeno, mole e rosado, latejou. A bunda macia tremia.
Fernando se aproximou por trás, envolveu os seios e esfregou os mamilos até extrair fios transparentes. Beijou a nuca.
— Os hormônios estão fazendo o corpo que a gente quer. Silicone. Plástica. Isso aqui — apertou o pinto pequeno — fica. É o contraste.
Laura se ajoelhou e chupou o pinto pequeno enquanto os dedos exploravam o cu. Duda gemeu, as pernas fraquejando.
Fernando fez sinal. O pau enorme de Thiago foi guiado até a boca de Duda. Ela engoliu a cabeça larga com dificuldade. Fernando, por trás, enfiou dois dedos no cu, abrindo.
Na cama, Duda ficou de quatro. Fernando entrou primeiro, o pau grosso afundando até o fundo. O calor interno a envolveu. Thiago preencheu a garganta. O ritmo começou lento. Os seios de Duda balançavam, os mamilos roçando no lençol suado. O pinto pequeno latejava e pingava. O suor dos corpos se misturava.
Quando Fernando saiu, Thiago tomou o lugar. O pau enorme abriu o cu de Duda com uma queimação profunda. Duda gritou contra o colchão. Fernando segurou a nuca dela e enfiou o próprio pau na boca. As estocadas de Thiago eram firmes, o suor escorrendo pelas costas largas dele. A presença de Fernando, porém, dominava o espaço. Thiago, mesmo com o pau maior, parecia hipnotizado cada vez que o olhar encontrava o membro de Fernando.
A penetração dupla veio depois.
Fernando deitou de costas. Duda montou nele, o pau grosso entrando no cu. Laura posicionou Thiago atrás. A cabeça larga pressionou a mesma entrada. Duda tremeu inteira.
— Respira.
Thiago empurrou. O anel se esticou até o limite. Os dois paus dentro dela ao mesmo tempo. O calor, a pressão, a textura diferente de cada um. Fernando por baixo, Thiago por cima. O ritmo desencontrado. Cada estocada fazia o corpo de Duda tremer. Os seios balançavam. Os mamilos doíam. O pinto pequeno esguichava no peito de Fernando.
Foi nesse momento que Thiago sentiu o pau de Fernando latejar contra o dele, dentro do mesmo calor apertado. O olhar dele desceu, hipnotizado. O pau de Fernando, a veia latejando lado a lado com a dele. Thiago perdeu o ritmo por um segundo. O pau escapou do cu de Duda.
Laura percebeu. Sorriu de canto.
— Chupa ela aí — ordenou, a voz baixa. — Enquanto ele fode.
Thiago hesitou só um instante. Depois desceu. A língua passou pela entrada dilatada e sensível de Duda, chupando o cu já aberto e brilhante de saliva e lubrificação enquanto Fernando voltava a penetrar fundo. O som foi molhado, obsceno. Duda gritou. O contraste a destroçou: o homem que ela tinha visto só como macho dominador agora de joelhos, chupando sua virilha e seu cu enquanto outro homem a fodía. O orgasmo veio violento. O cu se contraiu em volta do pau de Fernando. O pinto pequeno esguichou. As lágrimas escorreram.
Laura incentivou:
— Mais fundo. Chupa direito.
Thiago obedeceu, a língua entrando, chupando, enquanto Fernando estocava. O suor escorria pelo peito de todos. A pele de Duda brilhava. A de Thiago também. Fernando segurava a cintura dela com força, o olhar fixo no outro homem ajoelhado.
Enquanto Duda cavalgava Fernando de costas para ele, o pau grosso entrando e saindo do cu dilatado com um som molhado e ritmado, Thiago ainda chupava a virilha dela com fome, a língua passando pela entrada já aberta e pelo pinto pequeno latejante. Foi nesse momento que o pau de Fernando, ao sair quase por completo, roçou a boca de Thiago. O homem hesitou só um segundo — o sentimento estranho subindo pela garganta — e então abriu os lábios. Fernando empurrou. Quatro, cinco, seis estocadas curtas e firmes dentro da boca quente de Thiago, o olhar fixo nele, a presença masculina esmagadora. Thiago aceitou, a saliva escorrendo, o próprio pau latejando sem tocar em nada. Laura, de joelhos ao lado, viu tudo e soltou um riso baixo, quase de comemoração. Empurrou Thiago para trás, montou nele de frente e enfiou o pau enorme dentro de si com um gemido longo, rebolando enquanto Duda continuava quicando no pau de Fernando. Fernando riu, o peito vibrando contra as costas de Duda, e falou baixinho no ouvido dela, a voz rouca e possessiva:
— Quer uma irmãzinha pra te fazer companhia? Só que essa irmã vai te comer todo dia se eu iniciar.
Duda tremeu inteira. O cu se contraiu com força em volta do pau dele. O orgasmo veio violento, o corpo em espasmos, o pinto pequeno esguichando no peito de Fernando enquanto as lágrimas de prazer escorriam e Laura gemia cavalgando Thiago ao lado.
Quando Thiago, exausto do chá que tomou de Laura, ordenado por Fernando a seguir saciando a putinha, voltou a entrar, foi com menos arrogância e mais fome. A penetração dupla recomeçou. Os dois paus se tocando dentro dela outra vez. Thiago gemia baixo cada vez que sentia o membro de Fernando latejar contra o dele. Duda, no meio, só conseguia sentir e tremer e gozar de novo.
Thiago gozou primeiro, jatos quentes enchendo-a. Fernando seguiu. Quando saíram, o cu de Duda ficou aberto, dilatado, a porra dos dois escorrendo grossa pela coxa, misturada ao suor. Os seios marcados. Os mamilos inchados. O pinto pequeno mole e encharcado.
Laura passou os dedos pela entrada e levou à boca de Duda.
— Isso é só o começo.
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No caminho de volta, Duda ia no banco de trás, as pernas bambas, o vestido amarrotado, o cheiro de sexo impregnado na pele. Quando chegaram, a casa estava quieta. Luana no quarto. Duda pegou uma garrafa de água e um Gatorade na cozinha.
Viktor estava lá.
Magro, quieto, os olhos claros. Viu Duda parada no batente, as pernas trêmulas, as roupas amarrotadas, o cheiro ainda nela. O olhar desceu lento. Não disse nada. Apenas passou por ela no corredor, o braço quase roçando o dela.
Duda ficou parada, o coração disparado, o pinto pequeno latejando de novo.
A cadela no cio não tinha descanso.
E o troféu do casal, mesmo cheio e usado, ainda conseguia querer mais.
