Galera, eu não ia mais escrever sobre isso por alguns motivos e eu também tava muito ocupado pra continuar. E eu nem cheguei na parte da história que me deu o estalo pra escrever td isso. Mas agora nessas férias de julho de 2026 rolou uma parada tão foda que me deu vontade de retomar. Antes de falar do que aconteceu nas férias de agora preciso escrever acho que mais uns 4 ou 5 capitulos pra contar o que tem rolado, pq passou tempo pra caralho e muita coisa já aconteceu.
O Alexandre tirou o gesso lá pro comecinho de agosto do ano passado, bem no retorno das aulas. Ele teve que ficar bem mais tempo do que a gente achava pq o bagulho foi feio. Ele me mandou a foto do braço, tava magrinho e bem fraco. Respondi com foguinho e palminha. Na hora eu pensei que a gente ia começar a fazer putaria toda hora, nós dois se pegando gostoso agora que ele tava 100%. Mas não foi bem assim não..
Passou mais de um mês e a gente mal se via direito fora das aulas.
Ele tinha fisioterapia toda manhã cedinho, bem antes de eu acordar, depois passava o dia na faculdade e à noite ele ia pros treinos do time de rugby.
Eu também tava na correria com trabalhos da faculdade, futebol, academia, estágio...
Ele chegava perto da meia-noite, morto, suado pra porra, nem tomava banho e caía na cama dormindo em dois minutos. Eu ficava olhando aquele corpão deitado ali perto de mim, de cueca, pau marcando, e ficava morrendo de tesão.
Às vezes ele dormia peladão, de bruços, principalmente qndo tava muito calor. Ficava com aquele rabão branco empinado e iluminado pela luz do poste que entrava pela janela. Eu ficava olhando e batendo punheta, morrendo de vontade de passar a mão e esfregar minha pica. Mas o mlk tava tão cansado que eu tinha até dó de acordar ele.
A gente só conseguia se pegar mesmo nas quartas e no finalzinho das quintas, que eram quando os treinos dele acabavam mais cedo. E olha, nossa pegação continuava sendo foda demais.
Eu segurava a punheta a semana inteira, não batia nenhum dia, só pra chegar na quarta e encher de leite grosso a boca daquele loirão gostoso. Porra, a mamada dele era sempre muito foda. E o Alex também deixava o saco cheião pra caralho pra me afogar na porra dele. A gente gozava juntos no mínimo duas vezes.
Agora que o braço dele tava livre, a gente conseguia se soltar mais. E também não era mais só punheta e mamada. Começamos a avançar mais um pouco e explorar e chupar o cu um do outro, e porra, que delícia de cu!
Eu lambia aquele cuzinho dele com vontade, enfiava a língua bem fundo, sentia o cuzinho dele piscando na minha boca. O pau dele pulsava pra caralho quando eu fazia isso. Ele chegava a gemer tão alto que eu achava que a república inteira ia ouvir.
Já fiz ele jorrar um montão de porra sem ele nem tocar no pau, só sentindo eu chupando o cu dele. Mas dava pra perceber que ele ainda ficava meio travado com isso tb. Quando eu tentava enfiar o dedo ou esfregar o pau no cu dele por muito tempo ele apertava o rabo e mudava de posição pra eu não tocar mais no cu dele.
Eu respeitava, não forçava. Mas eu morria de vontade de meter nele.
A gente fazia 69 de cu toda hora, a gente ficava com a barriga encharcada de baba dos nossos paus latejando forte no peito um do outro.
Curtia mto chupar o cu dele, mas minha vontade mesmo era de comer o cuzinho dele, e eu sei que ele queria meter em mim tb. Nenhum de nós ia ceder, eu não queria dar o cu e nem tinha vontade, e ele também não, mas a gente tava doido pra fuder cu. Ficava só aquela tensão de querer foder o cuzinho um do outro mesmo, até que o Alex teve uma ideia.
Um dia lá em agosto do ano passado, pouco depois de ele tirar o gesso, ele soltou uma proposta bem indecente:
- Arthur, quero te perguntar um negócio.
- Mmmm?
- Tá ligado a Karina? De psicologia? Morena, gostosa, bunduda, peitão?
Lembrei dela na hora, era um mulherão. Uma mina gostosa pra caralho, mas que nunca tinha dado mta bola pra mim.
- Tá, lembro... O que tem ela?
- Já comi ela algumas vezes. Esses dias ela me chamou no insta. Ela tá louca pra fazer um a três, ela e mais dois caras, levar DP e tal...
Até senti meu pau soltando melzinho pela cabeça.
- Na semana que a gente ia armar isso eu quebrei os braços... Eu na real nem tô querendo chamar o outro mlk que tava combinando antes. Queria com você. Você topa?
- Porra Alex, lógico que topo, véi!
- Ela é foda. Curte que puxa o cabelo dela, geme igual puta. Você metendo nela... eu fico maluco só de pensar.
Meu pau ficou até mais duro só de escutar isso. Na real acho que eu tava mesmo era curioso pra ver como o Alex fodia, isso me deixou maluco.
- Pode ser nesse sábado? Vou ter churrasco do rugby no domingo então já vou ficar aqui em São Paulo. Se você precisar ir pro Rio a gente vê outro dia...
Ele apertou meu pau na mão, dando uma punhetada lenta.
- Por mim tá de boa. A gente marca aqui na república mesmo então, não vai ter ninguém mesmo.
O resto da semana toda fiquei meio avoado. Só pensava na foda que ia ter sábado. Assistia as aulas com o pau sempre meia-bomba.
Na noite da sexta pro sábado eu e o Alex ficamos batendo punheta e se mamando por um tempão. Sem gozar, só alimentando a pica. Pela primeira vez dormi abraçado nele a noite inteira, meu peito grudado nas costas dele e meu pau tocando a bunda dele.
Acordamos, tomamos um banho juntos. Mamada, punheta, beijos. Ainda sem gozar. A gente queria deixar tudo pra Karina.
Ela chegou umas 15h. Tava com vestidinho curto preto com decotão e o cabelo escuro ondulado solto. E eu e o Alex só de camiseta e bermuda mesmo.
- Caralho, vocês dois são tão gostosos. Um loirinho e um negão. Quero sentir seus paus juntos dentro de mim.
Tinha ninguém na república, então a gente nem precisou se controlar. Ela já chegou apertando o peitoral do Alex. Ele não perdeu tempo, puxou ela pra um beijão já enfiando a mão por baixo do vestido dela. Me aproximei beijando o pescoço dela por trás enquanto eu apertava aqueles peitões pesados. Mas meus olhos tavam mais querendo ficar vendo o Alex. A gente se olhava toda hora por cima do ombro dela.
Ficamos pelados e ela sentou no colo dele, rebolando de leve. Enquanto eles se beijavam eu me ajoelhei e abri o rabão dela com as duas mãos pra ver o cuzinho e buceta dela.
- Olha essa buceta, véi... tá encharcada - falei pro Alex, enquanto eu enfiava dois dedos nela. Ele tava fazendo uma puta cara de safado.
Enquanto chupava o cu e buceta dela senti o pauzão do Alex roçando na buceta dela, a pica dele tava querendo entrar na minha boca também. Tava meladona, babando sem parar. Fiquei ali chupando a buceta dela e lambendo a pica do Alex ao mesmo tempo. A Karina nem reparou nisso.
Depois a gente começou a fuder ela, um na buceta e outro no cu. Dava pra sentir o pau do Alex fazendo pressão na parede entre o cu e a buceta, isso me deixou maluco.
Aí ela pediu DP na buceta dela. O pauzão do Alex tava até o talo dentro dela. Eu fiquei atrás empurrando meu pau devagar tentando encontrar uma frestinha na buceta cheiona com o pau grossão do Alex. Porra, tava apertado pra caralho. Senti a pica do Alex pulsando enquanto meu pau entrava. Ela gritava de prazer pedindo pra gente arregaçar ela.
Começamos a meter juntos. Nossos paus ficaram roçando um no outro dentro dela, a buceta dela tava pulsando e molhada pra caralho. Ela gozou rápido.
- Não para... não para... me enche de porra...
A gente aumentou o ritmo, eu metia fundo e ele também. Nosso suor ficou escorrendo fazendo aumentar o barulho molhado dos nossos paus entrando e saindo juntos. Parece até que o pau do Alex ficava cada vez mais duro, e a buceta dela apertando mais ainda. Ela tava delirando, gemendo sem parar, pedindo mais.
Meti no cu dela e me coloquei em cima dela de uma forma que eu conseguia ver o rosto do Alex. Ele olhou pra mim, sorrindo com aquela cara de putão. Ficamos ali metendo forte nela vendo um a cara do outro. Me inclinei mais, encostando meu peito no corpo dela, a cabeça dela tombou pra trás só sentindo nossas picas fudendo ela sem parar. Meu rosto ficou colado no do Alex. Nos beijamos ali, com vontade pra caralho, e ela nem se importou, só tava delirando ali entre nós dois.
Ela gozou denovo, gritando pra caralho e tremendo inteira. A gente não parou. O Alex segurou minha nuca, me puxando pro beijo enquanto metia mais fundo. Eu tinha certeza que ele tava imaginando me fudendo enquanto comia ela. Eu tava fazendo o mesmo.
Eu não aguentei e esporrei forte, enchi o cu dela de leite e o Alex gozou logo em seguida dentro da buceta dela. Ficamos ali por um tempo, um em cima do outro. A buceta dela e nossos paus pulsando juntos, enquanto a porra escorria pelas coxas dela, pingando na cama.
Quando ela foi embora, o Alex me deu um beijão. A gente tava exausto, mas com muito tesão ainda.
- Porra véi!
- Foi foda.
- Quer repetir isso semana que vem?
Eu topei na hora.
Depois a gente ficou um tempão sem falar nada, só passando a mão devagar no corpo suado um do outro.
De repente o Alex quebrou o silêncio:
- Véi, tá afim de colar cmg no churrasco do time amanhã? Você vai ficar aqui em São Paulo mesmo... E queria que você conhecesse os mlks tb.
- Ah, tenho nada pra fazer amanhã.. Pra mim rola ir sim.
- Dahora. Vc vai curtir. A galera é maneira.
Silêncio de novo... brincando com o pau mole um do outro...
- Você tá ligado que rola a maior putaria no time de rugby, né? O time de futebol também faz umas paradas?
Eu levantei a cabeça, meio sem acreditar, olhando pra ele.
- Quê?! Nem fudendo. Se rola alguma coisa eu num tô sabendo...
Ele deu uma risadinha sem graça, apertando minha bunda com força enquanto a gente tava de lado, cara a cara.
- Então, cala esse bico, é segredo hein! Sério, mano. - ele riu, dando um tapa de leve na minha coxa.
- Pô, mas agora vc me deixou curioso... Que tipo de putaria é essa?
- Pô... Putaria mesmo mano... No nosso time sempre rola umas putaria com os mlks. Depois dos treinos, no vestiário, nas viagens pros jogos... Mas é segredo do time, não espalha..
Eu passei a mão no peito dele, o coração dele batendo forte. Acho que tava tenso por ter explanado um segredo.
Me deu uma sensação meio estranha depois de saber disso.
- Então esses dias todos você tá curtindo com os caras também?
Não era ciúme. Era inveja. Fiquei imaginando aquele loirão ajoelhado no meio do vestiário, o rabão branco empinado, a boca aberta esperando a próxima rola... e em vez de me dar raiva ou qualquer coisa do tipo, aquilo me deu uma sensação estranha de tesão.
Ele me olhou sério por um segundo, depois sorriu e negou com a cabeça, me puxando mais pra perto.
- Não, mano. De jeito nenhum. Como já te falei antes, tô guardando todo meu leite pra ti, na moral. Tô treinando mais tarde pra fortalecer meus braços de novo. No vestiário nem dou brecha... Comigo nem tá rolando nada com os caras. Juro.
Ele falou isso com a mão descendo devagar pela minha barriga, os dedos brincando nos meus pelos.
- Vc não precisa se defender, véi. Não tô bolado com nada. Na real... - engoli seco, apertando a mão no pau dele, que já tava endurecendo de novo. - Se eu fosse tu, eu tava no meio desse rolê era todo dia... porra, deve ser bom demais.
Ele riu baixinho. Mas agora eu tava muito mais curioso:
- Mas me fala aí o que vocês fazem quando rola essas putarias?
- Pô, de tudo... Tudo mesmo... Punheta, mamada... até meteção... No vestiário, nos nossos churras...
- Sério?! - Eu meio que não tava conseguindo acreditar, mas a conversa tava me dando um tesão do caralho.
- Sério. E quando a gente tá em período de campeonato é mais foda. A gente fica todo mundo junto num Airbnb só. Rola muita zueira, bebida, e uma coisa leva a outra. É normal a gente ficar mostrando a pica dura, mostrar a bunda, o cu..
Meu pau tava muito duro, eu comecei a bater uma punheta de leve sem nem perceber.
- Quando a galera fica mais solta e alegre é leitada que num acaba mais. Às vezes a gente chama umas putas tbm... Isso já é tipo tradição. Desde muito antes de eu entrar pro time já era assim. Pra aliviar tensão antes e depois do jogo, tá ligado?
- Caralho, véi..
- E nos jogos que a gente ganha... Pô, aí a putaria é ainda mais foda. Tem mlk que sai com cu vazando de tanta porra... E no dia seguinte treino normal, como se nada tivesse rolado...
Eu fiquei quieto um segundo, absorvendo tudo aquilo, a mão ainda segurando no meu pau.
- Caralho, véi... Vcs são muito putos. E algum deles já comeu esse teu rabão?
Ele deu um sorrisinho meio sem graça.
- Já, mano... Algumas vezes. Mas vc sabe que não é uma parada que eu curto...
- Mano, eu queria muito te comer, sério. - Falei na lata, sem enrolar.
Ele suspirou baixo, apertando minha coxa.
- Po, vc sabe que eu não gosto muito... Foi mal...
- De boa, eu tbm não tenho vontade nenhuma de dar...
Sem pensar a gente pegou na bunda um do outro, passando o dedo e esfregando o cu suado um do outro. A gente riu. Nem eu nem ele queria dar, mas a gente gostava muito de levar e meter a língua no outro.
- O churrasco do time amanhã vai ser lá na chácara do Tiago. Carne na brasa, cerveja gelada, zueira pra caralho... Só que vai tá as minas de geral lá, então dessa vez vai ser mto dificil rolar putaria. Vai ser só pra curtir mesmo. Acho que vai ser bem de boa, só pra você ver como é a galera.
Meu coração ficou acelerado. Imaginar eu no meio dos amigos de rugby dele, sabendo de toda a putaria que ele tinha acabado de me contar... porra, tava ansioso pra caralho.
A gente passou o resto da tarde e da noite se mamando, batendo punheta, se tocando sem pressa, só curtindo o calor um do outro e gozando pra caralho.
Eu não insisti mais no assunto, mas essa história do time dele ficou rodando na minha cabeça.
No dia seguinte o churrasco ia rolar, e eu tava louco pra conhecer os caras. A gente acabou dormindo colados denovo, suados, gozados e cansados.