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Mariana participa de orgia e é o prato principal

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Um conto erótico de Motoqueiro
Categoria: Heterossexual
Contém 1080 palavras
Data: 04/08/2026 02:45:57

A terça-feira começou sob o peso de um cansaço avassalador. Mariana acordou com o corpo dolorido e a cabeça pesada, ainda sentindo resquícios da tontura e dos efeitos do líquido que havia ingerido na noite anterior. O incômodo físico tentava puxá-la para baixo, mas a necessidade de manter as aparências falou mais alto. Ela tomou um banho, tomou um café forte para tentar espantar o entorpecimento e forçou seu corpo a cumprir a rotina de trabalho.

Ao chegar ao escritório, a presença de Mário tornou o ambiente sufocante. A cada caminhada pelo corredor, ela percebia os olhares velados dele em sua direção. No meio da manhã, enquanto organizava algumas pastas na copa, Mário entrou no cômodo sem fazer barulho. Ele se aproximou por trás, fingindo pegar um copo d'água, e sussurrou perto do seu ouvido:

— Você estava muito gostosa naquele vídeo... e ainda vou te comer.

O choque fez o sangue de Mariana gelar. Ela deu um passo rápido para o lado, encarando-o com repulsa e pavor, mas Mário apenas deu um sorriso cínico e saiu, deixando-a trêmula e sem reação.

Perto do horário de almoço, o horror atingiu um novo patamar. O celular de Mariana vibrou sobre a mesa com uma nova notificação de mídia. Ao abrir o arquivo em um canto isolado, o chão sumiu: eram cenas da noite anterior gravadas de um ângulo elevado na sala dos irmãos. A promessa de Matheus fora uma farsa completa; uma microcâmera escondida registrara tudo.

Logo em seguida, veio a mensagem de texto com a nova chantagem:

> "Achei que você gostaria de ver como ficou a gravação. Hoje à noite tem mais. Você pode vir com a roupa que quiser, mas na hora que você passar pela porta e fechar, você vai ficar completamente nua. Se não vier, o arquivo completo vai para o e-mail da diretoria e para o seu namorado."

À noite, ao chegar à residência dos irmãos, o som de vozes e risadas vinha de dentro. Mariana empurrou a porta encostada e deu o primeiro passo para o hall. Matheus encostou a madeira e girou a chave na fechadura com um estalo seco. Na sala, havia mais pessoas reunidas — e Mário estava entre elas. Ao vê-la, Mário deu um passo à frente com um sorriso vitorioso:

— Não te falei que eu ia te comer?

Perdida e sem chão diante daquele cenário, Mariana agiu por impulso. Ela caminhou até Matheus, segurou seu braço com firmeza e o puxou em direção ao corredor, em busca de um lugar isolado onde pudessem conversar. Lucas os seguiu logo atrás.

Assim que entraram no cômodo reservado e a porta se fechou, a voz de Mariana saiu embargada de desespero:

— O que é isso? O que tá acontecendo aqui?!

— Ah, uma festinha — respondeu Matheus, com um sorriso frio. — E você vai participar.

— Matheus, mas eu sou humana! — interrompeu Mariana, com as lágrimas queimando nos olhos. — Eu não sou um objeto, você não pode fazer isso comigo!

— Já tá feito — disse Matheus, sem demonstrar empatia. — Você veio porque você quis. Ninguém te buscou à força.

A constatação de que não tinha saída fez Mariana engolir em seco e jogar sua última carta:

— Como condição: sem câmera, sem gravação, sem foto, sem absolutamente nada. Eu faço tudo o que vocês quiserem. Mas essa é a última vez. Depois disso tudo, vocês apagam o que têm e nada disso aconteceu.

Matheus e Lucas trocaram um olhar e fizeram uma cara de pensativos, simulando aceitar o acordo. No entanto, por dentro, já haviam planejado tudo: microcâmeras discretas continuavam posicionadas pelo local para gravar cada detalhe sem que ninguém soubesse.

— Negócio fechado — disse Matheus.

Mariana respirou fundo, tentando buscar forças no resto de controle que lhe sobrava.

— Tira a roupa — ordenou Lucas.

Mariana engoliu a vergonha. Com as mãos trêmulas, foi tirando peça por peça até ficar completamente nua. Em seguida, foi conduzida de volta para a sala diante de todos.

Matheus olhou para os convidados no ambiente e anunciou:

— É a hora. Vamos começar a festa!

Mário tomou a dianteira e a obrigou a se ajoelhar e começar um boquete. Quando chegou um de cada lado e pegou suas mãos para punhetar eles. Mariana tentou parar de chupar Mário mas ele puxou sua cabeça a fazendo engolir o pênis dele inteiro. Depois Mário a puxou para um coxão colocado estratégiamente na sala, onde ela sentou em seu mastro. Depois veio outro que puxou a cabeça dela para começar um boquete e falou para ela não parar de rebolar. Lucas meteu nela em seu cuzinho, de jma forma que Mariana ficassem sempre preenchida. Toca a campainha e chegou mais alguns amigos. Mariana nem percebeu pois estava concentrada na ação.

Comeram ela é a encheram de porra por todo seu corpo. Ela se soltou como nunca, sentindo uma satisfação estranha mas gostosa no final.

Quando tudo finalmente terminou, a única reação de Mariana foi recolher suas roupas para sair daquele lugar o mais rápido possível. No entanto, misturada ao choque, começou a surgir dentro dela uma sensação estranha e perturbadora de satisfação, algo que começou assim que tudo chegou ao fim e que ela nem sequer conseguia entender. Com o corpo moído e a mente anestesiada por esse conflito interno, vestiu-se às pressas, sem ao menos se preocupar em se limpar ali mesmo.

Enquanto caminhava mecanicamente em direção à saída, Matheus se adiantou e segurou seu braço com firmeza.

— Se ninguém contar nada, se ficar em segredo entre a gente, vai ter outras vezes — avisou Matheus, encarando o grupo na sala.

Ao fundo, os presentes concordaram de imediato:

— Não, é claro! Segredo, segredo!

Mariana nem se deu ao trabalho de responder. Puxou o braço com força para se soltar do aperto de Matheus, abriu a porta e ganhou as ruas escuras da noite sem olhar para trás. No caminho de volta, acabou cruzando com André, um antigo amigo, mas simplesmente o ignorou, apressando os passos.

Ao chegar em sua residência, percebeu pelas luzes apagadas que a família já estava dormindo. Tirou os sapatos e entrou em silêncio para não acordar ninguém. No banheiro, trancou a porta e ligou o chuveiro, lavando-se demoradamente na tentativa de arrancar da pele qualquer sensação de sujeira. Tirou todas as roupas que usava e colocou-as direto na máquina de lavar.

Já no quarto, buscou uma posição confortável na cama para aliviar as dores do corpo. Mesmo exausta, ao adormecer, aquela estranha sensação de satisfação ainda continuava ali, ecoando silenciosamente no fundo de sua mente.

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