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Cláudia 4: chantagem e submissão

Um conto erótico de Dona4ngela
Categoria: Heterossexual
Contém 2768 palavras
Data: 31/08/2026 14:39:26

Domingo acordei com o celular vibrando na mesa de cabeceira. Mensagem de WhatsApp de um número desconhecido. Hesitei, mas acabei abrindo. Quando vi, congelei. Tratava-se de uma foto minha, com o micro biquíni preto atolado no rabo, beijando Marcelo na boca, enquanto Simone, grudada atrás de mim, acariciava o meu bumbum. Imagem nítida, seguida da legenda: “Dona Cláudia… Que surpresa te ver assim ontem, na festa no clube. Já imaginou essas fotos no grupo da empresa?! A gente precisa conversar amanhã na imobiliária. Só nós dois! Se você não quiser que isso vaze, é claro… Beijo nesse rabão gostoso. Thiago.”

Após o susto, um suspiro longo. O coração acelerou, entrei em pânico. E agora?! Thiago é um dos seguranças da imobiliária. PM, tem essa atividade como um extra nas folgas. Apesar de saradinho e jovem, tem um padrão de vida incompatível com o salário de PM no Rio de Janeiro. Nunca lhe dei muito assunto, mas agora o safado tinha uma carta na manga. Minhas mãos ficaram geladas, senti um aperto no peito... O que parecia ser o crime perfeito, agora ganhava contornos de tragédia. “Se arrependimento matasse… Pra que eu fui me meter naquela festa, meu Deus?!”, só pensava nisso.

Desesperada, liguei para Simone ainda pela manhã e contei tudo. Na maior naturalidade do mundo ela disse:

- Calma, Cláudia! Homem quando faz isso não quer foder a sua vida, quer te foder na cama. PM, novinho… O que ele quer é esse seu rabão gostoso, como ele colocou na mensagem. Esse é o seu trunfo! Tu é uma putona experiente. Aceita, e usa isso a seu favor. Se apavorar por causa de um cara desses?! Vai lá, faz o seu show, finge que gosta, deixa o garoto babando e apaga essa foto do celular dele.

A fala de Simone me deu um alento, mas estava apreensiva. Passei o resto do domingo tentando disfarçar o nervosismo diante de Sofia, mas a verdade é que eu mal podia esperar pela segunda-feira para resolver logo aquilo. Era o primeiro final de semana com Alessandro viajando a trabalho, e eu tentava dar ao domingo contornos de tranquilidade, mas a cabeça não parava de pensar na mensagem de Thiago, e em possíveis consequências. Ajudei Sofia com algumas coisas da escola, levei-a para almoçar num restaurante que ela gosta. Mas estava tão confusa que até ela, uma adolescente de 16 anos, notou e me perguntou se estava tudo bem. A verdade é que eu mal podia esperar o dia seguinte para resolver logo aquilo.

Segunda-feira de manhã cedo na academia, assim que me viu Simone falou:

- Que cara é essa amiga?! Você tá pálida! Assim ele vai fazer gato e sapato de você.

Se essa foto vazar, Simone?! Aliás, eu nem sei se é só essa. Se for parar no grupo da empresa, sei lá…?! Há pessoas ali que conhecem Alessandro, Sofia… Puta que pariu! Que merda, cara! - respondi quase chorando.

Nesse dia nem treinamos, ficamos só conversando. Quando deu a minha hora, me arrumei e fui pra imobiliária. Assim que cheguei dei de cara com ele, que me olhou sem esboçar reação. Senti um frio na barriga, mas mantive a pose e fui pra minha sala. Afinal, sou a gerente. A manhã transcorria normalmente, mas a cada pessoa que entrava na minha sala eu ficava tensa achando que poderia ser ele. Respondi alguns e-mails, atendi alguns telefonemas, quando por volta das 11: 30 Thiago apareceu. Entrou sem bater nem pedir licença e…

- Bom dia, Dona Cláudia. Vejo que veio preparada para negociar. Gosto muito quando a senhora vem com esses vestidos tubinho, valorizam bem o seu corpo. Sempre te achei uma coroa muito gostosa! — disse ele com um sorriso malicioso.

- Olha aqui, Thiago, vamos direto ao ponto — falei, tentando manter a pose de chefe.

- Quanto você quer para apagar aquela foto do teu telefone?

- Eu não quero dinheiro… — falou baixo caminhando lentamente e me encurralando na minha própria cadeira.

- Quero você! E quero agora! Se não quiser que o grupo da empresa seja presenteado com uma imagem dessas…

O pavor misturou-se a uma excitação doentia, talvez pela submissão. Mas junto veio outro medo na minha mente: “Thiago como PM é da rua, roda dia e noite, envolve-se com todo tipo de gente e de mulher. Será que ele se cuida? Mas eu também não tenho me cuidado tanto assim…” Nesse ínterim ele me puxou pelo braço com certa força, levantando-me da cadeira e girando o meu corpo para que eu ficasse com as mãos sobre a mesa e de costas pra ele. Totalmente à mercê daquela situação, ele levantou o meu vestido, deu um tapão na minha bunda e mandou eu tirar a calcinha. Thiago agia com uma naturalidade de quem impõe ordens. Abriu o zíper e colocou o pau pra fora, já duro, agachou-se atrás de mim, abriu minhas nádegas com as mãos e começou a lamber minha buceta. Depois, fez uma chupeta no meu cu e cuspiu. Pincelou o cacete na buceta, deu umas três ou quatro bombadas só pra deixá-lo mais molhado e meteu no meu rabo.

- Ahnn!... — soltei um gemido que foi abafado pela sua mão, cobrindo a minha boca. Com a outra, segurou-me pelo cabelo, puxando minha cabeça para trás.

- Aguenta, vadia! Você não adora dar o cu pros teus amantes? Agora tá dando pro seu novo dono! — rosnou no meu ouvido.

Thiago metia com vontade, estocadas secas e profundas que faziam a mesa do escritório ranger. O incômodo inicial foi-se transformando num fogo avassalador. Ainda mais quando eu lembrava das palavras de Simone. O contraste de estar sendo enrabada pelo segurança na minha própria sala levou-me a um nível de excitação absurdo. Comecei a massagear o grelo com uma das mãos, enquanto ele dominava a cena na porta dos fundos. Quando chegou ao limite, ele cravou tudo lá no fundo, parou e descarregou uma leitada quente e farta. Se alguém aparecesse ali seria o meu fim. Ainda dentro de mim, a piroca começou a amolecer dando passagem a certa quantidade de porra que escorria do meu rabo. Ainda naquela posição, Thiago me abraçou e beijou as minhas costas. Ajeitou a calça, olhou para mim e disse:

- Essa calcinha vai ficar comigo como uma lembrança da nossa primeira vez. Se se comportar direitinho, a foto continua só comigo. — E saiu…

Ao mesmo tempo que limpava meu cuzinho com lenços umedecidos, senti um misto de raiva com vontade de chorar. Essa situação de vida dupla estava fugindo ao meu controle, precisava me cuidar em todos os sentidos.

Na hora do almoço, mandei mensagem pro número da médica que Simone indicou. Consegui um encaixe no mesmo dia às 17h. Pontualmente cheguei ao consultório, em Botafogo. Quando a doutora me chamou, expliquei a situação de forma objetiva: casada, vida dupla, sexo sem proteção, múltiplos parceiros, preocupação com HIV e ISTs. Ela ouviu com calma e disse: “Vamos fazer o pacote completo de exames: HIV, sífilis, gonorreia, clamídia, hepatite B e C. Enquanto isso, se quiser, já posso te prescrever a PrEP. Um comprimido por dia protege contra HIV com mais de 99% de eficácia. Algumas pacientes minhas vivem exatamente como você: casamento estável e vida sexual intensa fora de casa. O segredo, se é isso que você quer pra sua vida, é se proteger direito.” Concordei com ela. Saí do consultório com a receita na bolsa, o pedido de exames e um peso um pouco menor na consciência.

Voltei pra casa tarde neste dia, Alessandro e Sofia já haviam jantado. Estava morta física e mentalmente. Dei um beijo neles como se o dia tivesse sido completamente normal, ajudei a arrumar a mesa, jantei e lavei a louça. Animado, ele me contou sobre os dias que passou em SP. Arruinada por dentro eu tentava disfarçar e demonstrar satisfação ao ouvi-lo. Afinal, tinha que manter as aparências. Ao deitarmos Alessandro dormiu rápido, alheio ao meu tormento. Eu custei a pegar no sono, a cabeça não parava enquanto eu olhava o teto, pensando no que ainda poderia acontecer.

Terça-feira acordei com Alessandro já na cozinha fazendo café e Sofia reclamando da prova de matemática. Dei bom dia com um sorriso da mãe/esposa perfeita, beijei os dois e saí para a academia como sempre. Enquanto corria na esteira pensava nas reuniões, metas a cumprir, problemas a resolver e Thiago no meu encalço. Quando Simone chegou lhe contei sobre o dia anterior em tom de preocupação. Ela deu uma gargalhada e disse:

- Eu acho que ele tá gamadão em você, Claudinha. Aliás, tá não, sempre foi. Mas agora encontrou um jeito de impor isso sem que você possa dizer não. Surpreenda! Joga o jogo dele de modo mais estratégico. Talvez fazendo ele gamar mais ainda, você consiga algum elemento a seu favor pra quebrar a chantagem. Sacou?!

- Ah! Lembrei de uma coisa. Ontem eu fui à médica. Vou começar a PrEP e fazer os exames. Com esse monte de coisas acontecendo, preciso me cuidar.

Cheguei à imobiliária pontualmente às 9h. Trabalhei a manhã inteira respondendo e-mails, atendendo clientes por telefone, fingindo que era só mais um dia normal. Mas a cabeça não parava. Às 13h quando pensei em sair pra almoçar, Thiago apareceu subitamente na minha sala. Novamente entrou sem bater, trancou a porta e veio na minha direção senhor da situação.

- Boa tarde, Dona Cláudia!

Levantei da cadeira e perguntei:

- Hoje é sua folga aqui, não é?! Às 14h eu tenho uma reunião com o financeiro…

Foi quando ele respondeu:

- Tava vindo do batalhão, passei por perto de carro, e resolvi parar pra pedir uma mamada...

Fiquei furiosa, pela petulância dele, mas depois pensei nas palavras de Simone “joga o jogo dele e depois dá o bote”, e mudei de postura. Me aproximei e falei em calmamente olhando nos seus olhos:

- Pra dar conta da Dona Cláudia, como você gosta de me chamar, tem que ter um algo a mais, entendeu?! Ou você acha que aquilo ontem me impressionou?!

À medida que me ouvia, seu semblante foi mudando, notei que Thiago se assustou.

- Você não quer uma mamada? Então bota esse pau pra fora!

Me afastei levemente e segui lhe olhando no olho. Thiago abriu a calça e baixou o zíper. Agachei segurei seu pau como quem analisa o material, pois ontem mal o tinha visto, só sentido. Baita cacetão marrom, cabeçudo e pesado. Dei umas lambidas no cabresto e o pirocão começou a dar sinais de vida, enrijecendo rapidamente. Iniciei com movimentos circulares somente na glande e ele suspirou. Quando abocanhei tudo e desci com os lábios na direção do saco, ele suspirou forte. Continuei firme no boquete, mamando com vontade, olhando pra ele séria e provoquei:

- Quem quis atiçar a putona aqui foi você…

Dizia isso ao mesmo tempo que investia firme na chupeta. Não demorou muito e ele gozou ficando de pernas bambas. Fiz questão de manter o pau na boca enquanto ele ejaculava. Engoli uma boa quantidade de porra, a outra parte escorreu da minha boca. Antes que sujasse a blusa, abri os botões pro leite escorrer pelos meus seios. Queria lhe mostrar desenvoltura e domínio da situação, apesar de ser “a chantageada”. Thiago sentou-se na cadeira em frente à minha mesa, ofegante mas tentando disfarçar o barulho da sua respiração. Peguei na gaveta um pacote de lencinhos umedecidos, limpei o rosto, tirei o sutiã pra limpar os seios e provoquei de novo:

- Tá gostando de ver os meus peitos, é?!

Quando acabei de me limpar, peguei no seu pau naturalmente, como se fosse algo habitual, e limpei a cabeçona. Surpreso com tudo aquilo, Thiago ficou calado me observando, enquanto eu vestia novamente o sutiã e a blusa. Depois foi embora. Como já eram 13: 40, e eu estava cheia de leite no estômago, nem almocei. Fiz um gargarejo com Listerine, retoquei a maquiagem e fui pra reunião.

No dia seguinte de manhã cedo não fui à academia, mas ao laboratório realizar os exames indicados pela médica e iniciei a PrEP. Passei a semana apreensiva aguardando os resultados. Na sexta… Ufa! Tudo limpo! Isso somado ao uso da PrEP, que eu já vinha tomando há alguns dias, me deixavam menos insegura. Pelo menos com relação a não levar ISTs pra casa.

Thiago ficou dias sem me procurar. E, às vezes, aquele silêncio era pior do que a sua presença. Na segunda-feira as coisas fluíam com certa tranquilidade. Thiago mandou uma mensagem dizendo que tinha uma surpresa pra mim. Não entendi nada e fiquei preocupada com o que poderia ser essa surpresa. Ao final do expediente ele veio à minha sala e me entregou um pacote. Abri, era um plug anal prateado, com uma pedra em forma de coração que brilhava como um pequeno diamante barato. Meu estômago deu um nó de vergonha e excitação misturadas.

— Que gracinha… Adorei… — murmurei, tentando manter o controle.

— Quero que você coloque agora. Aqui. Na minha frente.

Levantei o vestido comportado até a cintura, tirei a calcinha devagar, e fiquei de quatro sobre a própria cadeira giratória, empinando o bumbum bem alto, as coxas grossas separadas. Olhei por cima do ombro e falei com voz rouca:

— Vem colocar você mesmo, safado.

Thiago se aproximou rápido. Senti sua saliva quente pingar direto no meu cuzinho. O plug era maior do que eu esperava, mas uma raba experiente, habituada a um uso intenso, aceitou tudo sem muita resistência. Ele girou devagar, empurrando até a base. A pedra fria encostou entre minhas nádegas e um arrepio subiu pela espinha.

— Perfeito… — rosnou ele, dando um tapa estalado na minha bunda.

Antes que eu pudesse responder, senti a cabeça grossa do pau dele roçando minha buceta. Com uma estocada firme ele entrou até o talo. Soltei um gemido abafado, mordendo o antebraço. O plug no cu deixava tudo mais apertado, mais intenso. Cada vez que ele metia, eu sentia os dois buracos cheios. A sensação do duplo preenchimento me enlouquecia.

Thiago segurava-me pela cintura com força, metendo firme e fundo. O som molhado de carne contra carne enchia a sala. Eu rebolava contra ele, sentindo o plug balançar a cada estocada.

— Rebola gostoso, sua puta safada!

De repente ele puxou o plug e, sem aviso, encostou o cacete no meu cuzinho piscante. Cuspiu mais uma vez e forçou. Meu anel cedeu e ele deslizou inteiro, centímetro por centímetro, até suas bolas encostarem na minha bunda. A sensação foi deliciosa. Com o rabo completamente preenchido, eu massageava o grelo e tomava no cu com gosto.

— Caralho… Que cu guloso! — disse ele, enquanto bombava o meu traseiro.

O prazer subia como uma onda quente. Seu pau entrava e saía me dilatando toda. Meus seios balançavam por dentro do vestido, e o suor escorria pelas costas.

— Mais forte… Soca nesse rabo com força! — pedi, com a voz falhando.

Thiago obedeceu. As estocadas ficaram mais brutas, o som de sua pelve batendo contra meu bumbum ecoava na sala. Senti o orgasmo chegar como um trem desgovernado. Apertei o clitóris com força e gozei violentamente, o cuzinho piscando e apertando o pau dele como um punho. Meu corpo inteiro tremeu, as pernas bambas sobre a cadeira.

Ele não parou. Grunhiu alto, cravou fundo e gozou, jatos quentes e grossos inundando minhas entranhas. Senti cada pulsação do cacetão dentro de mim. Mas o safado ainda estava duro. Tirou devagar, só para meter de novo com tudo, usando o próprio gozo como lubrificante. Começou a foder meu cu arrombado com vontade renovada, mais selvagem.

— Toma mais, vadia… Agora esse rabão tem dono!

Eu gemia baixinho, quase sem voz, completamente entregue. Uma segunda onda de prazer me invadiu. Massageei o grelo com desespero e gozei novamente, mais forte, o corpo convulsionando enquanto ele socava sem piedade. Segundos depois Thiago urrou baixo no meu ouvido e gozou pela segunda vez, enchendo meu rabo até o leite grosso começar a escorrer pela parte de dentro das minhas coxas. Ficamos assim por quase um minuto, ele ainda dentro de mim, pulsando, me abraçando por trás e beijando minha nuca suada. Meu cuzinho latejava, frouxo e melado de porra. Quando ele finalmente saiu de mim, um filete grosso escorreu direto para o chão. Peguei um lenço umedecido tremendo, limpei o que consegui entre as pernas e puxei o vestido para baixo. Thiago deu um tapa possessivo na minha bunda e sorriu satisfeito:

— Boa menina. Continua assim que tudo fica entre nós.

E saiu da sala como se nada tivesse acontecido. Sentei devagar na cadeira, sentindo o cu arder deliciosamente e o gozo dele ainda vazando. Olhei para a porta fechada, com o coração disparado, sentindo uma mistura tóxica de humilhação, tesão residual e pavor absoluto do que eu estava me tornando.

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Comentários

Foto de perfil de Velhaco

De vez em quando uma mulher assim vira notícia no cidade alerta, e em muitas das vezes nem são encontradas, são dadas como desaparecidas

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