Para que todos saibam, namorei a Tati há 18 anos. Posso dizer que namoramos o tempo suficiente para que eu a amasse e, naquela época, a quisesse muito. Hoje, mais maduro, entendo o quanto errei e por isso não estou com ela. Confesso que dói saber disso, mas temos que conviver com as consequências de nossas atitudes.
Fazia uns 15 anos que não a via; ela mora em uma cidade a uns 500 km da minha. Recentemente, recebi uma mensagem dela no WhatsApp. Estranhei, mas respondi, e desse dia em diante começamos a conversar. Lembramos do passado e meus sentimentos em relação a ela reviveram; nossas conversas começaram a ficar intensas.
Ambos somos comprometidos, mas temos um sentimento inexplicável um pelo outro — talvez eu com muito mais intensidade. Não escondi isso dela, pois me lembrei de cada detalhe do nosso relacionamento, de como a conheci e passei a amá-la.
Nas férias escolares, ela fez uma viagem com a família e, na volta, pararam uns dias na cidade onde moro. Ela ficou hospedada bem próximo ao meu trabalho. Lembro que lhe disse: “Tão próximos e tão distantes”. Mas a vontade de nos vermos foi maior. Ela foi treinar sozinha na academia de um shopping e fui até lá para vê-la, já que, por ser horário de almoço, eu podia sair.
Na academia, dei um abraço bem forte nela, mas não a beijei na boca. Enquanto treinávamos e conversávamos, ela me perguntou se eu estava nervoso por não a agarrar e me beijou. Correspondi àquele beijo maravilhoso, abraçando-a ao mesmo tempo. Depois, respondi que tinha ficado receoso de beijá-la ali.
Não podíamos nos agarrar como queríamos, mas foi gostoso estar com ela. Até que chegou a hora de irmos embora: ela foi passear pelo shopping e eu voltei ao trabalho.
No início da noite, ela me mandou uma mensagem dizendo que estaria no shopping novamente, passeando sozinha. Eu, que estava indo embora, fiz o retorno na hora e fui até lá, mas pedi que ela saísse para que eu a pegasse na entrada. Ficaríamos no carro, ali perto, para ficarmos mais à vontade. Confesso que não imaginava o que aconteceria a seguir.
Ela entrou no carro e eu saí. Paramos a cerca de três quadras do shopping, em uma via mais tranquila, e fomos para o banco de trás.
Começamos a nos beijar e nos acariciar. Tirei a camiseta e ela fixou o olhar no meu corpo, passando a mão pelo meu peito. Essa sensação foi maravilhosa; dava para perceber sua energia, seu olhar e seu sentimento. Minha excitação foi a mil.
Nos beijamos intensamente. Passei as mãos pelo corpo dela, retribuindo o carinho, e coloquei a mão por dentro de sua calça, masturbando-a enquanto beijava sua boca. Dava para sentir sua excitação — ela estava bem molhada. Então, ela tirou meu pênis para fora e começou a masturbar-me. Ficamos assim por um tempo, até que ela se inclinou e me chupou um pouco. Em seguida, baixei um pouco sua calça e, sentada de lado no meu colo, ela foi se ajeitando para que eu a penetrasse. Aconteceu facilmente, pois ela estava muito excitada — na verdade, nós dois estávamos.
Ela ficou sentada no meu pênis, com o corpo de lado e o tronco inclinado para me beijar. Ora nos beijávamos, ora apenas nos olhávamos. Era surreal, inenarrável senti-la naquele momento.
Então, a coloquei deitada no banco traseiro e comecei a tirar sua calça. Ela relutou um pouco, pois não queria tirar, mas quando a tirei e me posicionei para chupá-la, ela relaxou. Ela deitada no banco do carro e eu ajoelhado no assoalho, entre suas pernas, comecei a chupá-la olhando em seus olhos. Aquele olhar parecia me pedir para continuar, para fazê-la gozar.
Entre suas pernas, posicionei meu pênis na entrada de sua vagina e fui penetrando novamente, sentindo seu corpo maravilhoso. Fui me movimentando lentamente, entrando e saindo, aumentando gradativamente o ritmo. Ficamos assim por um tempo, até que fiz o que havia prometido a ela: olhando em seus olhos, gozei dentro dela — bastante e gostoso.
Ela não queria que eu gozasse dentro. Quando conversamos antes, ela me disse para não fazer isso, mas eu respondi que faria e que ela iria gostar. Foi exatamente o que aconteceu: depois ela me disse que brigou na hora, mas amou ter recebido tudo dentro dela.