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Olha a TORA que aguentei NOCU! E SENTANDO! Corno registrou tudo, veja você.

Categoria: Grupal
Contém 945 palavras
Data: 31/08/2026 13:54:06

**Amostra**

A casada mais puta do Brasil marcou cinco machos num motel em Paulista. Das oito às seis. O marido foi só registrar. Para ver e baixar tudo meu, basta clicar em meu nome e ver onde coloco tudo.

O primeiro tinha quase dois metros. Pau que ela nunca tinha visto. Ele nunca tinha comido cu. Quis de quatro. Ela recusou: de quatro ele empalava sem ela controlar. Preferiu sentar.

A cabeça quase não passou. Gritou. Chorou. Xingou o corno. Desceu até o talo. A pica pulsou no intestino. Vontade de cagar. Primeira gozada. Anal pra ela tem que doer.

Depois quis de quatro, feita cadela. Ele atolou. Ela tentou sair. Ele puxou a cintura. Ela se peidou. Melou. O corno, de perto: *amor, você está se cagando.* Ela: *cala a boca, corno.*

Chegaram mais dois. Pau na boca. Um gozou na boca com o cu ainda engolindo o descomunal. O gigante tirou e gozou na boca também, pau melado.

Isso é o começo. O dia não acabou às dez da manhã.

---

Eu sou a casada mais puta do Brasil. Motel em Paulista. Oito da manhã. Cinco machos até as dezoito. O corno no canto, aparelho na mão, aliança no dedo.

O primeiro a entrar tinha quase dois metros. Encheu a porta. Eu olhei pra baixo e o estômago virou. Pau descomunal. Grosso. Cabeça larga. Ele nunca tinha comido cu. Falou isso sorrindo.

— Quero teu cu. De quatro ou de frente.

— De quatro não. Eu não sou louca. Tu me empalava. Eu não controlo nada.

— Então senta.

— Sento. Devagar, filho da puta.

O corno já registrava. Eu olhei pra ele.

— Vê bem. O pau que tu não tem. Fica quieto e registra.

Sentei no colo dele, de frente, pernas abertas, azulejo atrás, colchão branco. Encostei a cabeça do pau no meu cu. Cuspe. Empurrei. Não entrou. A carne ardia e fechava.

— Faz força.

— Tô fazendo.

A cabeça abriu um pouco e voltou. Eu gemi. Gritei. Quando passou, gritei alto. Dilatação de rasgo. Quente. Eu chorei de dor. Ele segurou a cintura e não empurrou o resto. Eu que desci. Centímetro. Outro.

— Grosso pra caralho. Tá abrindo tudo. Tá querendo varar a barriga. Corno, tá vendo essa porra sumindo?

— Tô vendo.

— Cala a boca e registra.

Desci mais. O pau invadia o reto, quente, pulsando, crescendo ainda dentro. Volume no intestino. Até o talo. Quando agasalhei inteiro, ele latejou. A vontade de cagar veio na hora. Eu gozei. Primeira. Anal pra mim é isso: dor e vontade de cagar.

— Filho da puta. Tá inteiro. Tá no fundo.

— Teu cu é apertado.

— É cu de casada. Espera.

Esperei. Comecei a subir. A cabeça quase saiu. Desci e engoli de novo. Som úmido.

— Sobe. Desce. Olha o tamanho, corno. Tua mulher sentada num pau de cavalo e tu registrando igual cachorro.

— Amor…

— Não me chama de amor com essa pica no cu.

Rebolei curto. Ele gemeu. Eu xinguei. Subia até a cabeça arregar o anel e descia até o osso. Gozei de novo com ele parado no fundo.

Aí eu quis de quatro.

— Agora feita puta. Feita cadela. Olha o cu no registro. Eu fodo no mato do mesmo jeito.

Virei. Mão no colchão. Cabelo na cara. Ele atolou de uma vez. Eu tentei sair. Ele puxou a cintura. Cravou.

— Tá doendo, filho da puta. Solta.

— Não vou soltar. Nunca comi cu. Teu cu tá gostoso. Caga mesmo.

— Eu vou me cagar.

— Caga.

Comecei a me peidar. Cada estocada um som. O corno chegou perto.

— Amor, você está se cagando.

— Cala a boca, corno. Uma porra dessa entrando e saindo, tu queria o quê?

Ele meteu mais forte. O pau começou a melar. Cada vez que tirava, caía. Cada vez que empurrava, eu peidava. Gozei de novo, xingando e chorando. Ele ficou maluco. Ritmo de quem descobriu cu agora.

A porta. Dois. Os próximos. Um já abria a calça.

— Põe na boca. Enquanto esse arromba, vocês usam a boca da casada.

Pau na boca. Porra atrás. O do fundo:

— Olha o corno.

— Corno manso. Tua mulher com merda no rabo e porra na garganta.

— Registra, corno. Registra tua puta.

O da boca gozou primeiro. Encheu. Escorreu. O gigante tirou do cu, pau melado, e gozou na minha boca também. Gosto forte. Eu olhei pro corno com a boca cheia.

— Prova depois, se tiver coragem.

Eram dez e pouco. O cu não fechava. O colchão já era outra coisa.

O quarto macho chegou no meio do segundo round. O quinto, depois do almoço que ninguém almoçou. Fila no cu já aberto. Um na boca, um esperando. DP quando o menor coube na buceta enquanto o gigante voltava atrás — atrás doía mais na segunda vez, não menos. Eu xingava o corno a cada nome:

— Conta na rua. Conta na família. Conta que tua mulher goza se cagando.

Ele não contava. Registrava. Às vezes pedia pra parar. Eu não parava.

Tarde. Azulejo. Cabelo colado. Aliança batendo no colchão quando eu apoiava a mão. O gigante gozou dentro de novo. Outro na cara. Outro no peito. Eu sentei no pau pela última vez quase às seis, sem força, só descendo porque ainda queria a dor.

Saímos. Eu andei torto. O corno carregou a bolsa. No carro eu falei:

— Amanhã tu olha o registro. Hoje tu cala a boca.

Ele calou.

Cinco machos. Um dia. A casada mais puta do Brasil. O primeiro pau daquele tamanho. O primeiro cu da vida dele. A merda no lençol. O grito que o quarto ao lado deve ter ouvido. E o corno, no banco do motorista, com o gosto do dia inteiro na cabeça e sem um milímetro de pau que tivesse servido pra alguma coisa.

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