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A Hora das Lobas Tomarem Conta do Condomínio - Parte 04

Um conto erótico de Alessandra
Categoria: Lésbicas
Contém 9399 palavras
Data: 31/08/2026 11:22:53
Última revisão: 02/09/2026 15:51:11

CRONOLOGIA: Os eventos narrados aqui vão de 03 de agosto de 2025 (domingo) a 04 de agosto de 2025 (segunda-feira).

Eu me chamo Alessandra, tenho 32 anos, sou professora universitária. Na faculdade, dou aulas, oriento estudantes, participo de projetos de pesquisa, corrijo relatórios. Fora dali, nos espelhos da academia e nos corredores do condomínio, eu me via diferente. Como uma mulher livre e gostosa. Tenho 1,69 m, pele clara com fundo pêssego-rosado, sardas e pintinhas nos braços, ombros, abdômen e coxas, olhos castanho-claros, rosto oval-arredondado, bochechas que coravam fácil, nariz fino e boca proporcional. Meu cabelo loiro, ondulado e cacheado, com volume próprio.

Meus ombros são firmes, meus braços têm marca de treino, e minhas pernas denunciam anos de agachamento, escada, funcional e tudo que não pulei em dia da perna. As coxas são robustas, musculosas, daquelas que marcam no short. Minha cintura é marcada e abre para uma bunda larga, cheia, redonda, firme, com boa projeção. Meus seios são médios, naturais, de base larga e projeção moderada. Os mamilos são grandes, de bicos duros. Minha buceta é saliente, com pelos loiros aparados.

Foi a Andréia que me levou à Confraria das Lobas, criação da Cinthia. Na teoria, o grupo existia para mulheres de 30 e tantos pra cima conversarem sobre vida, tesão, solidão e liberdade. A embalagem era bonita. Cada Loba tinha levado uma mulher mais nova, uma favorita, alguém para chamar de protegida enquanto marcava território com sorriso. A tensão sexual naquela mesa era palpável e gritava “festa do velcro”.

Saquei tudo quase de imediato. Eu me recusava ser aprendiz de alguém, exibida como troféu ou tratada como putinha particular de uma mulher mais velha que se achava no direito de me nomear.

Mas eu não queria destruir aquele grupo, mas tomá-lo. Ser A Loba. E, depois do golpe, nós aprendizes iríamos comemorar nossa vitória com uma suruba lésbica, como aquele grupo deveria ter sido desde o começo.

No domingo de tardinha, eu desci para pegar uma encomenda na portaria. Estava de short, camiseta solta e chinelo, sem maquiagem, cabelo loiro meio preso do jeito que dava. Entrei no elevador ainda olhando o celular. Apertei o térreo e encostei a bunda na parede espelhada.

Quando cheguei ao térreo, a porta abriu e me deparei com Fernanda, Tatiana, Natália e Sarah paradas do lado de fora. Por um instante, nenhuma das quatro se mexeu.

A Fernanda estava no centro, tranquila demais. Alta, bronzeada, pele lisa, corpo esbelto de cintura fina e pernas longas. Tinha os seios grandes presos sob uma blusa leve, os mamilos marcando o tecido sem muita sutileza. Os braços finos tinham leve marca de treino, as coxas torneadas apareciam sob um short confortável e a bunda redonda ficava muito bem desenhada quando ela virou um pouco o corpo. O rosto dela estava bonito, aberto, com aquele ar de mulher que tinha dormido pouco e gostado de cada minuto. Cabelo arrumado de qualquer jeito, boca relaxada, olhos vivos. Ela parecia feliz de um jeito quase indecente.

A Tatiana vinha ao lado dela. Magra, atlética, cabelo castanho liso com franja longa, rosto oval e lábios médios. Usava uma roupa simples de viagem, camiseta e calça confortável, que deixava seu corpo enxuto evidente. Os seios pequenos ficavam discretos, a cintura aparecia quando ela ajustava a alça da mochila e a bunda firme marcava a calça sem exagero. A vermelhidão dela era concentrada no rosto e no pescoço. Ela tentava parecer normal com uma força quase agressiva. O olhar dela ia de mim pra porta do elevador, como se quisesse atravessar a situação pela lateral.

A Natália estava mais vermelha. A ruiva tinha o rosto oval alongado, sardas discretas, olhos castanhos e cabelo longo com ondas nas pontas. O corpo dela sempre chamava atenção pela cintura estreita, seios médios cheios e aquela bunda grande, redonda, muito projetada. Naquele momento, ela segurava uma mochila contra o corpo como se aquilo fosse esconder alguma coisa. A pele clara estava tomada por um rubor que descia pelo colo. A Natália costumava ter postura firme, sorriso aberto e um jeito sincero de quem não gostava de enrolação. Ali, parecia alguém que tinha atravessado uma fronteira pessoal e voltado.

A Sarah estava a mais vermelha das quatro. E isso me chamou atenção na hora. A Sarah tinha pele clara a médio-clara, cabelo escuro ondulado pouco abaixo dos ombros. Era peituda, com seios arredondados e grandes mamilos que a roupa de domingo quase denunciava. Suas pernas eram longas, a bunda proporcional e firme, com contorno de pêssego discreto. O rosto oval dela, com olhos castanho-escuros e aquela covinha pequena quando sorria, estava completamente tomado por vergonha. Ela parecia prestes a rir ou pedir desculpa para alguém que nem estava ali. Abraçava a própria bolsa contra os seios e a respiração curta denunciava nervosismo.

Eu segurei a porta do elevador com a mão.

— O que aconteceu com vocês?

A Fernanda sorriu de um jeito pleno, quase preguiçoso.

— Boa tarde, Alessandra.

— Boa tarde. A pergunta continua.

A Natália passou a língua pelos lábios e tentou responder. A voz saiu baixa, meio rouca.

— Aconteceram coisas. — Ela fechou os olhos por um instante, como quem se arrependeu de ter falado, mas continuou. — Coisas que não podem ser esquecidas.

A Sarah ficou ainda mais vermelha. Aquilo, por si só, já era quase um depoimento. A Tatiana estava com cara de quem preferia que um apagão interrompesse o prédio inteiro.

— Que tipo de coisas?

— Nada — disse Tatiana, rápido demais. — Não aconteceu nada.

As três olharam pra ela.

— Nada que precise virar assunto de elevador — corrigiu Tatiana, tentando recuperar controle.

A Sarah apertou a alça da bolsa com dedos tensos.

— A gente só está cansada.

Eu não estava entendendo nada. A Sarah era uma das pessoas mais doces do condomínio, casada com Érico, nerd e engraçada. A Natália tinha sua fama de não misturar coisa errada. A Tatiana era curiosa e destemida, mesmo assim estava fugindo do próprio rosto. A Fernanda parecia a única adulta em paz naquele corredor.

— Vocês voltaram de onde?

— Trilha — disse Tatiana, seca.

— Acampamento — completou Natália, ainda vermelha, com a mochila apertada contra o corpo.

— Cachoeira e mato — emendou Sarah, que ficou mais corada por ter falado.

— Curtir um pouco a natureza — resumiu Fernanda.

— Entendi. — Eu não tinha entendido porra nenhuma.

As quatro entraram no elevador. Dei um passo para fora, ainda segurando a porta. Antes da porta fechar, vi cada uma olhando para um canto diferente. A Tatiana examinava o painel como se os números fossem fascinantes. A Natália olhava para o próprio tênis. A Sarah encarava a parede lateral. A Fernanda encostou no fundo do elevador, cruzou os braços e sorriu para mim sem nenhuma culpa.

Na portaria, encontrei o seu Geraldo se ajeitando pro turno da noite. Ele estava com a camisa do uniforme recém-abotoada, barriga marcando um pouco o tecido, cabelos meio grisalhos aparados e aquele jeito bonachão de quem parecia inofensivo para quem não conhecia as histórias certas.

Ao seu lado, estava a Rebecca. Ela usava um vestido claro, de corte comportado. O rosto oval, os olhos castanhos claros e o cabelo castanho-claro deixavam aquela aparência de mulher certinha que cumprimentava todos com doçura. Ela era esguia, com seios médios-pequenos e firmes, cintura marcada e uma bundinha bem empinada, compacta, daquelas que chamavam atenção em movimento. As pernas eram proporcionais, coxas modeladas sem exagero, panturrilhas finas.

Mas, naquele fim de tarde, havia algo estranho nela. A Rebecca olhava pro seu Geraldo com carinho demais. Aquele carinho de canto de boca, de olhar macio. Além disso, os faróis estavam acesos. Os mamilos dela marcavam o vestido de um jeito que foi uma das primeiras coisas que notei, mas ela não tinha percebido.

Aquilo me deu um curto-circuito.

— Boa tarde.

— Boa tarde, Alessandra — respondeu Rebecca, serena como sempre.

— Boa tarde, dona Alessandra. — Seu Geraldo abriu aquele sorriso calmo. — Tem uma encomenda pra senhora.

Ele se levantou com uma agilidade que sempre me surpreendia, foi até o armário das encomendas, conferiu uma etiqueta e pegou a caixa. A Rebecca acompanhou o movimento. O olhar dela desceu pras mãos do porteiro quando ele segurou a caixa, depois voltou pro rosto.

— Eu já vou subir — disse ela.

— Boa noite, dona Rebecca.

A boca dela abriu num sorriso pequeno, quase encantado. Isso me pegou desprevenida. Ela passou por mim rumo aos elevadores, perfumada e nervosa. O vestido acompanhou a curva da bunda empinada dela. Olhei de volta pro seu Geraldo, que estava com a minha encomenda na mão.

— Aqui, dona Alessandra.

— Obrigada, seu Geraldo.

— Disponha.

— Tudo certo por aqui? — perguntei.

Ele ergueu os olhos, encarando as entradas e as câmeras de vigilância com medo.

— Tudo certo. Domingo tranquilo.

Isso era ainda mais intrigante. O medo dele não tinha a ver com a Rebecca. O que estava acontecendo? Será que a vizinhança andava perigosa?

— Qualquer coisa, sabe que pode falar comigo, né?

— Claro, dona Alessandra.

Subi segurando a encomenda contra o peito. No elevador, me perguntei o que estava acontecendo no condomínio. Fernanda, Tatiana, Natália, Sarah, Rebecca e seu Geraldo pareciam ter passado por algo e eu não conseguia encaixar as peças.

Quando entrei no apartamento, peguei o celular e mandei mensagem para Andréia, convidando ela pra vir aqui em uma meia-hora.

Ela topou e fui tomar banho. Deixei o cabelo loiro cacheado secar sem muita paciência e vesti uma blusinha fina com um short curto. A calcinha era pequena e os meus mamilos já marcavam o tecido antes mesmo de qualquer coisa acontecer.

Desde a reunião da Confraria das Lobas, eu sentia uma vontade de me vingar da Andréia. A ideia de ser tratada como uma aprendiz não me desceu. Eu podia dispensar a coleira e a dominação com as outras, mas a Andréia, a Odete e a Cinthia tinham que ter uma lição.

Quando a campainha tocou, abri a porta. A Andréia usava uma blusa leve, saia justa, com o cabelo loiro caindo um pouco abaixo dos ombros. Ela sorriu, enquanto os olhos já passavam por mim inteira.

Ela entrou devagar e eu a acompanhei até o sofá. A Andréia sentou, ajeitando a saia sobre as coxas grossas. A postura tranquila dela quase me fez rir. Aquela mulher sabia exatamente por que estava ali. Sentei ao lado dela, perto o bastante pra minha perna encostar na dela. A pele clara dela tinha um bronzeado bonito e a saia apertava a bunda de um jeito obsceno quando ela se movia.

— Vai me dizer por que me chamou?

— Você sabe.

— Posso imaginar muita coisa.

— Imagina certo, então.

Passei a mão pelo cabelo dela, puxando uma mecha para trás da orelha. A Andréia acompanhou meu gesto. Ela gostava de ser desejada, e isso aparecia no jeito como inclinou o rosto para mim. Aproximei a minha boca da dela sem pressa. O primeiro beijo veio com a língua dela abrindo caminho como se ainda achasse que tinha alguma vantagem.

Eu deixei por alguns segundos. Deixei a Andréia acreditar que a noite seguiria no ritmo dela. Depois segurei o seu queixo e mordi de leve o lábio inferior. Ela soltou um som baixo, metade surpresa, metade tesão. A mão dela veio pra minha coxa, subindo pelo short, e eu peguei seu pulso antes que chegasse onde queria.

— Hoje você vai com calma.

Andréia achou graça da minha ousadia.

— Está tentando mandar?

— Minha casa, minhas ordens.

Beijei a Andréia com mais força. Empurrei o seu corpo para trás até ela deitar no sofá e subi por cima dela. A saia subiu um pouco nas coxas, revelando a pele bronzeada. Os seios grandes dela pressionaram a minha blusinha quando nossos corpos se encontraram. A Andréia segurou a minha bunda por cima do short e apertou com gosto.

Parei o beijo e fiquei olhando o rosto dela de perto. A Andréia estava com os lábios molhados, a respiração um pouco mais funda e os olhos acesos.

— Eu fiquei puta com aquela sua surpresa com o seu Geraldo.

— Você gostou bastante da parte dele.

— Gostei. O porteiro tem um pau grosso e sabe usar como poucos homens. Essa parte eu perdoo.

Ela sorriu, satisfeita demais.

— Então, qual é o drama?

Passei a mão por dentro da blusa dela, subindo pela barriga até encontrar um dos seios. A Andréia fechou os olhos quando meus dedos apertaram. O mamilo dela endureceu rápido contra a minha palma.

— Não gostei de ser uma cordeirinha na sua Confraria.

A Andréia entendeu na hora. Senti o corpo dela ficar mais atento embaixo do meu.

— Você está exagerando.

— Eu entendi a mesa inteira. Cada uma levando uma mulher mais nova, cada uma fingindo acolhimento enquanto marcava posse.

— Eu te chamei porque achei que você ia gostar.

— Eu gostei do grupo. O papel que você tentou me dar vai te custar caro.

A Andréia passou a língua pelos lábios. A mão dela subiu pelas minhas costas, entrando por baixo da blusinha, tocando a minha pele clara. Ela sabia que aquilo me arrepiava e queria recuperar o controle pelo corpo.

— E que vingança você quer, Alessandra?

Abaixei a boca até o ouvido dela e apertei o seio com mais força.

— A partir de hoje, você vai ser a minha cordeirinha.

Ela riu perto do meu rosto. A risada saiu rouca.

— Suas chances são zero.

— Vamos ver quanto tempo você aguenta falando assim.

Levantei do sofá e puxei a Andréia pela mão. Ela veio comigo para o quarto com um sorriso que ainda desafiava, embora o corpo já obedecesse. No caminho, tirei a minha blusinha. Os meus seios médios ficaram livres, naturais, com mamilos grandes e duros. A Andréia olhou sem disfarçar. Eu gostava daquele olhar nela.

No quarto, parei diante dela e tirei o short junto com a calcinha. Fiquei nua, com as coxas robustas firmes no chão, a bunda cheia e arredondada, a buceta saliente entre os pelos loiros aparados. O meu corpo tinha marcas normais de mulher adulta, um pouco de celulite nas coxas, uma leve flacidez aqui e ali. A Andréia olhou vidrada pra minha buceta e respirou pelo nariz.

Me aproximei e puxei a blusa dela por cima da cabeça. O sutiã segurava aqueles seios grandes, arredondados. Tirei a peça devagar. Os mamilos dela eram grandes e bicudos, e ficaram rígidos com o ar do quarto. Desci as mãos pela cintura dela, abri o fecho da saia e deixei a peça cair. A Andréia ficou de calcinha, com a bunda enorme ocupando a minha atenção.

A bunda dela era a maior do condomínio. Pesada, projetada, com volume na parte de baixo e firmeza suficiente para balançar sem perder forma. As coxas eram grossas, musculosas, com marcas discretas de celulite que deixavam o corpo real, quente e muito mais interessante. A calcinha entrava um pouco entre as nádegas, fazendo aquela pata de camelo marcada na frente. Eu toquei primeiro a bunda, apertando com as duas mãos. A Andréia gemeu baixo.

— Ainda acha que eu sou sua cordeira? — provocou.

Puxei a calcinha dela para baixo e a fiz sair da peça. A buceta depilada apareceu cheia, saliente, molhada antes da minha boca chegar perto. A Andréia podia fingir o que quisesse, mas o corpo dela já tinha escolhido a noite.

— Acho que você fala demais quando está com medo de gostar.

Ela tentou responder, mas eu a empurrei para a cama. A Andréia caiu sentada, depois deitou apoiada nos cotovelos. Fui sobre ela. Nossos seios se encostaram, mamilos duros raspando. Beijei a sua boca enquanto a minha mão descia pra buceta dela. Encontrei a umidade de imediato. Passei dois dedos por fora, só o suficiente para fazê-la abrir mais as pernas.

A Andréia enfiou a mão entre as minhas coxas e tocou a minha buceta. Os dedos dela acharam os meus pelos loiros e depois a parte molhada. O contato me fez travar a respiração por um instante. Ela percebeu e sorriu contra a minha boca.

— Vingança boa deixa a gente molhada — brinquei.

Enfiei dois dedos nela antes que viesse outra resposta. A Andréia gemeu e fechou os olhos. A buceta dela estava lisa, recebendo meus dedos com facilidade. Comecei devagar, sentindo o corpo dela ajustar. A Andréia respondeu me masturbando também, com o polegar no meu clitóris e dois dedos buscando a minha entrada. Eu abri as pernas sobre a coxa dela, deixando que tocasse, porque aquela disputa precisava de prazer dos dois lados. Eu queria vencer com ela gozando muito, mas também queria gozar na mão dela enquanto continuava mandando.

O beijo ficou desordenado. A Andréia chupava a minha língua e apertava a minha bunda com a mão livre. Eu mexia os dedos dentro dela, curvando, aumentando a força quando os gemidos ficavam mais baixos. Ela tentou virar por cima de mim, mas segurei o seu ombro e prendi o seu corpo contra o colchão.

— Hoje você fica onde eu colocar.

— Você está se achando muito.

Ela apertou o meu clitóris com mais força, arrancando um gemido meu. O sorriso dela voltou. Aumentei o ritmo dos dedos, sentindo a buceta dela agarrar a minha mão. Os seios grandes dela balançavam no ritmo, mamilos apontando para cima. Inclinei o corpo e chupei um deles com vontade.

A Andréia arqueou as costas. A mão dela perdeu ritmo na minha buceta por alguns segundos e eu aproveitei. Chupei o mamilo, mordi de leve, depois desci a boca pela pele até chegar entre suas pernas. Tirei os meus dedos dela e substituí pela língua. O gosto veio intenso. Lambi a buceta depilada por inteiro, abrindo os lábios com os dedos, chupando o clitóris até ela bater a mão no colchão.

— Alessandra... Assim, eu gozo rápido.

— Então goza.

Segurei as coxas grossas dela abertas. A Andréia tentou controlar a respiração, mas eu conhecia o corpo de uma mulher quando ele estava perto de quebrar. Chupei com pressão e enfiei dois dedos outra vez, mexendo por dentro enquanto a língua trabalhava por fora. Ela gemeu alto, empinando aquela bunda pesada contra a minha boca. Continuei sem aliviar. O primeiro orgasmo veio forte. A Andréia apertou as minhas mãos com as coxas, a buceta pulsando nos meus dedos, os seios se movendo com a respiração presa.

Quando ela terminou, subi pelo corpo dela e beijei a sua boca. Fiz questão de deixar que sentisse o próprio gosto na minha língua. A Andréia aceitou o beijo, puxando os meus cachos loiros e mordendo a minha boca como se quisesse devolver a provocação.

— Um a zero.

Ela me olhou com aquele orgulho teimoso.

— Você ainda vai pedir pra parar antes de mim.

— Tenta.

A Andréia virou comigo na cama e conseguiu ficar por cima. Eu deixei, porque uma parte de mim queria sentir a força dela. Ela desceu pelo meu corpo com pressa, beijando os meus seios, chupando os meus mamilos grandes até a minha buceta latejar. As mãos dela apertaram as minhas coxas robustas, subiram pela parte interna e abriram as minhas pernas com firmeza. Ela encarou a minha buceta por um instante. Os pelos loiros aparados estavam molhados, brilhando contra minha pele clara.

— Você tem uma buceta linda.

— Chupa direito.

Ela chupou. A boca da Andréia sabia trabalhar. Ela lambia com vontade, sem delicadeza desnecessária, alternando língua e sucção no clitóris. Eu segurei o lençol e deixei a cabeça cair para trás. Meu corpo respondia rápido quando a pessoa sabia o que estava fazendo. Ela abriu meus lábios com os dedos e enfiou a língua na minha entrada, depois subiu para chupar o clitóris até as minhas pernas começarem a tremer.

Eu gemi o nome dela. A Andréia riu contra a minha buceta e aquela vibração me atravessou. Ela colocou dois dedos dentro de mim, mexendo num ritmo firme, enquanto a boca continuava em cima. A minha barriga contraiu. A vontade de gozar veio. Eu poderia ter segurado por orgulho. Preferi gozar na boca dela e usar isso como combustível.

Gozei forte, agarrando o cabelo loiro dela, prendendo a cabeça entre as minhas coxas. A Andréia bebeu o meu gozo com gosto, lambendo até eu empurrá-la pelo ombro. Quando ela subiu, estava com a boca molhada e expressão vitoriosa.

— 1 a 1.

Puxei a Andréia pra cima de mim e beijei a sua boca. Enrosquei a perna na cintura dela, virei o corpo e a prendi outra vez de costas no colchão.

A disputa continuou sem pressa. Fizemos 69 com a Andréia por cima, a bunda enorme dela sobre o meu rosto, a buceta depilada descendo pra minha boca enquanto ela chupava a minha. A posição deixava as coxas fortes ao lado do meu rosto, o cheiro da pele dela misturado ao sexo. Agarrei as nádegas dela e puxei pra baixo, fazendo a minha língua entrar mais funda. A Andréia gemeu contra a minha buceta, e isso me fez perder o ritmo por um momento.

Ela usou essa brecha. Chupou o meu clitóris com força, enfiou os dedos em mim e mexeu como se quisesse arrancar uma confissão. Eu segurei a bunda dela com as duas mãos, apertei a carne cheia e voltei a lamber com raiva gostosa. A cama começou a ranger.

Gozamos quase juntas. Eu primeiro, com a boca cheia da buceta dela, tentando continuar apesar da contração que tomou minhas coxas. A Andréia veio logo depois, tremendo sobre meu rosto, a bunda pesando nas minhas mãos. Ela tentou sair de cima, mas segurei as suas coxas até os espasmos diminuírem. Quando ela desabou ao meu lado, estava corada, suada, com os seios grandes subindo e descendo.

— 2 a 2.

A Andréia me puxou para outro beijo. Eu percebi que ela ainda competia, mas já começava a gostar da ideia de perder se isso a desse orgasmos.

Fizemos tesoura em seguida. Prendi uma das pernas dela, encaixei a minha buceta na dela e comecei a esfregar. A Andréia segurou a minha cintura. A pele molhada das nossas bucetas deslizou com força. Cada movimento fazia meu clitóris raspar no dela. Os seios da Andréia balançavam, grandes, naturais, com os mamilos duros. Os meus seios, menores, também se moviam no ritmo e eu sentia os bicos sensíveis demais.

A posição exigia fôlego e eu gostei disso. O meu corpo de treino respondeu bem, as coxas firmes mantendo pressão. A Andréia tinha coxas fortes e bunda pesada e empurrava de volta com energia. Nossos gemidos ficaram mais altos. Eu via o rosto dela perdendo controle aos poucos, a boca aberta, os olhos apertados, o pescoço úmido.

— Admite — falei, sem parar de esfregar a minha buceta na dela. — Admite que é minha cordeirinha.

Ela soltou um riso quebrado.

— Sonha.

Aumentei a pressão. Segurei a coxa dela e mudei o ângulo até encontrar um encaixe mais forte. A Andréia gemeu de um jeito diferente, mais agudo e a mão dela apertou a minha cintura. Fiquei ali, repetindo o movimento, sentindo a buceta dela escorregar na minha, cada vez mais molhada.

— Alessandra... Porra...

— Fala.

— Continua.

— Só se você falar.

Ela tentou me puxar para beijar, mas eu afastei o rosto. Queria ouvir a derrota saindo da boca dela.

— Você é boa — disse ela, ofegante.

— Não é isso que que quero.

A Andréia apertou a mandíbula. Continuei esfregando. O prazer subindo pelas minhas pernas, tomando minha barriga. Eu também estava perto, mas mantive o ritmo lembrando da Confraria.

O terceiro orgasmo da Andréia veio antes do meu. Ela gritou, fechando os olhos, a buceta pulsando contra a minha. O corpo inteiro dela tremeu. Eu continuei esfregando, usando o gozo dela para chegar ao meu. Gozei segundos depois, com uma onda quente atravessando meu corpo. Caí ao lado dela, as pernas tremendo de esforço.

A Andréia ficou deitada, exausta, com o cabelo loiro grudando um pouco no rosto. A barriga dela subia rápido. Os seios grandes estavam marcados pelas minhas mãos e pela minha boca. A buceta depilada brilhava entre as pernas abertas. Eu passei os dedos pela coxa dela, subindo até a bunda, e apertei de leve.

— 3 a 2.

Ela virou o rosto para mim. O orgulho ainda estava ali, mas mais fraco.

— Você venceu essa rodada.

Levantei da cama e fui até a gaveta. A Andréia me observou em silêncio enquanto eu tirava a coleira preta de couro. Junto dela, peguei o strap-on. Eu poderia dispensar a coleira e a dominação com a Débora, a Larissa e as outras. Mas as pretensas Lobas da Confraria usariam a coleira. Ah, se usariam...

Voltei pra cama com a coleira numa mão e o strap-on na outra. A Andréia olhou para mim. O tesão dela apareceu antes da fala. As coxas se fecharam um pouco. A respiração mudou.

— Enquanto estiver usando isso, você é a minha cordeirinha — disse. — Minha. Submissa. Obediente.

A Andréia ficou quieta. O silêncio dela tinha menos desafio e mais negociação interna. Ela respirou fundo, olhou pra coleira e depois pra minha boca.

— Aceito.

— Fala melhor.

A Andréia engoliu seco.

— Eu aceito ser sua cordeirinha enquanto estiver com a coleira.

— Aceita ser minha cúmplice e me ajudar a conquistar mais cordeirinhas pra nossa matilha?

— Aceito.

Coloquei a coleira no pescoço dela. Ajustei sem apertar demais e fechei a fivela. A Andréia nua, de seios grandes, bunda enorme, coxas abertas e aquela coleira preta no pescoço parecia mais vulnerável. Também parecia mais gostosa. Passei dois dedos pela tira de couro e puxei de leve. Ela veio para perto.

— Linda.

Ela baixou os olhos por um instante.

— Você vai ficar insuportável depois disso.

— Vou ficar satisfeita.

Vesti o strap-on devagar, sentindo o olhar dela preso em cada movimento. Ajustei as tiras na cintura, deixei o pau de silicone firme e subi na cama. A Andréia tocou o brinquedo com a ponta dos dedos. A boca dela abriu um pouco.

— Vou comer a sua bunda.

Ela me encarou.

— Certo.

Beijei a Andréia, de forma mais lenta. Segurei a coleira de leve, usando apenas para manter o rosto dela perto do meu. Depois virei o seu corpo até ela ficar de quatro. A visão da bunda dela naquela posição quase me fez perder a linha. Grande, cheia, com a lombar acentuada e as coxas grossas. A pele tinha ondulações discretas, naturais, e eu passei a mão por ali com admiração. Aquela bunda merecia toda a fama que tinha.

Peguei o lubrificante. Espalhei nos dedos primeiro, depois no cu dela, sem pressa. A Andréia respirou fundo. A mão dela apertou o lençol. Massageei a entrada, sentindo a resistência inicial, vendo o corpo dela se acostumar. Eu beijei a parte baixa das costas dela, depois mordi uma nádega com cuidado.

— Relaxa.

— Vai se foder, Alessandra.

— Depois. Agora é você.

Enfiei um dedo no cu dela devagar. A Andréia soltou um gemido contido. Esperei o corpo aceitar, mexendo pouco, passando a outra mão pela buceta dela. Ela estava molhada de novo. Toquei o clitóris enquanto preparava a bunda. A combinação funcionou. O corpo dela amoleceu e a respiração ficou mais solta.

Coloquei um pouco de lubrificante no strap-on. Posicionei a ponta contra o cu dela. A Andréia olhou por cima do ombro, com a coleira no pescoço e os cabelos loiros bagunçados.

— Devagar.

Entrei aos poucos. A bunda dela resistiu, depois cedeu. A Andréia gemeu alto, abaixando o rosto no travesseiro. Segurei a sua cintura com uma mão e a coleira com a outra, sem puxar forte. Esperei. Quando ela empurrou o corpo um pouco para trás, entendi o sinal.

Comecei a enfiar no cu dela em movimentos lentos. O strap-on entrava e saía com pressão, e a cada avanço eu via a carne da bunda dela tremer. A Andréia de quatro, coleira preta, seios grandes balançando embaixo dela, coxas firmes abertas para mim. A buceta depilada ficava visível entre as pernas, molhada, pedindo toque. Passei a mão por baixo e encontrei o clitóris.

Aumentei um pouco o ritmo. A cama rangeu sob nossos corpos. Os meus próprios músculos trabalharam para manter a cadência, as coxas fortes me sustentando atrás dela. Eu sentia o strap-on preso em mim, a base pressionando minha buceta a cada movimento. O prazer vinha indireto, crescente, misturado ao poder de ver a Andréia recebendo aquilo de mim.

— Quem já comeu essa bunda?

Ela demorou a responder. Dei uma estocada mais funda.

— Responde.

— Seu Geraldo.

— Quem mais?

Ela respirou pela boca, tremendo quando meus dedos apertaram seu clitóris.

— Zé Maria.

— Quem mais?

— Só os dois.

A confissão me deu um arrepio. Nem o marido, desaparecido, tinha comido aquela bunda magnífica. A ideia deles conhecendo aquele cu me deu ciúme e tesão na mesma medida. Apertei a coleira, trazendo o pescoço dela um pouco para trás.

— Agora eu também.

Ela soltou um gemido alto quando aumentei o ritmo de novo. A vitória entrou em mim como calor. Continuei metendo na bunda dela, alternando força e pausa, deixando o corpo se abrir no tempo certo. A buceta dela escorria pelos meus dedos. Toquei seu clitóris com movimentos firmes, sem pressa de acabar. A Andréia começou a se perder. A bunda vinha de encontro ao strap-on, aceitando mais, pedindo mais.

— A minha cordeirinha gosta de dar a bunda?

Ela gemeu contra o travesseiro.

— Gosto.

— Para quem?

— Pra quem eu sei que sabe comer direito.

— Eu?

— Você.

— Para você.

Voltei a estocar com força. A Andréia gritou no travesseiro. A bunda dela batia contra o meu corpo. O suor descia pelas minhas costas. Os meus seios balançavam com o esforço, mamilos duros, e a base do strap-on roçava na minha buceta até me deixar perto de gozar sem toque direto. Usei a mão livre para me masturbar enquanto continuava metendo no cu dela.

— Alessandra... Vou gozar de novo.

— Goza, minha cordeirinha.

Ela gozou tremendo. A buceta dela pulsou sob meus dedos, o cu apertou o strap-on, e a voz saiu quebrada. Continuei mais alguns movimentos, depois parei devagar, deixando o corpo dela descer no colchão. Tirei o strap-on com cuidado. A Andréia ficou de bruços, a bunda marcada pelas minhas mãos, coxas abertas o suficiente para eu ver a buceta molhada.

Tirei o brinquedo e deixei ao lado. Voltei para entre as pernas dela. A Andréia virou de costas com dificuldade, rindo baixo, exausta. A coleira continuava no pescoço, e eu abaixei a cabeça para chupar sua buceta mais uma vez. Ela tentou fechar as pernas, sensível demais, mas eu segurei suas coxas.

— Mais uma.

— Alessandra, eu estou acabada.

— Mais uma, cordeirinha.

A palavra mexeu com ela. Vi o efeito no rosto antes de sentir na boca. A buceta dela ainda respondia, molhada, inchada, quente. Lambi devagar, com menos agressividade, dando ao corpo dela tempo para sair da exaustão e voltar ao tesão. A Andréia gemeu como se estivesse com raiva de si mesma por querer mais. Passei a língua pelo clitóris, chupei de leve, desci até a entrada e voltei. A última gozada veio mais demorada. Cresceu aos poucos, até ela agarrar o meu cabelo e deixar a cabeça cair no travesseiro.

Quando acabou, subi e deitei ao lado dela. O quarto estava abafado, nossa pele grudava. A Andréia ficou com os olhos fechados, a coleira preta marcando o pescoço.

— Diz o que você é.

Andréia virou o rosto para mim. A voz saiu baixa, mas clara.

— Eu sou sua cordeirinha.

Beijei sua boca com calma. Ela respondeu sem brigar. Talvez estivesse sem forças, talvez tivesse gostado demais da queda.

Ficamos deitadas por alguns minutos. Passei a mão pela barriga dela, pelos seios grandes, pela coxa grossa que ainda tremia um pouco quando eu apertava perto da parte interna. A Andréia tocou a minha cintura, desceu pra minha bunda e deixou a mão ali.

— Você vai usar isso comigo sempre?

— Quando eu quiser lembrar você do seu lugar.

Ela olhou para o teto e riu baixo, cansada demais para fingir incômodo.

— Eu devia estar irritada.

Passei os dedos pela coleira e puxei de leve. Ela virou o rosto para mim sem resistir.

— Na próxima vez, podemos competir de novo. Eu te venço mais uma vez.

A Andréia ficou quieta um tempo. O silêncio dela agora era confortável. Mas agora, eu precisava pensar no crescimento da nossa matilha.

— A Letícia já está comigo.

A Andréia virou a cabeça na hora.

— Você transou com a Letícia?

— Algumas vezes.

A Andréia começou a rir, primeiro baixo, depois com gosto.

— Mais alguém?

— A Débora.

— Você não perdeu tempo. Isso é uma revolta das cordeiras?

— Ela topou ajudar com a Milla.

A Andréia soltou um assobio baixo.

— A Milla vai dar trabalho.

— Melhor assim.

Ela passou a mão pelo próprio rosto, ainda com a coleira no pescoço.

— E a Larissa?

— A Larissa é questão de tempo.

— A gente devia atiçar.

— Gostei de pra onde esta conversa está indo.

— Podemos começar trocando nudes com ela. Fazer ela assistir nós duas. Aumentar sua curiosidade. E então...

Sorri.

— Você vai dar uma boa cúmplice.

A Andréia cutucou minha barriga.

— Não abusa.

Fiquei olhando para ela enquanto ríamos.

— Também estou trabalhando a Letícia para que ela conheça o seu Geraldo — disse. — Do mesmo jeito que você me fez conhece-lo.

A Andréia arregalou os olhos e começou a rir de novo.

— A Letícia com o Geraldo? Meu Deus.

— Vou adorar ver ele sem saber onde pôr a cara se percebesse que tem chance com uma gostosinha daquelas.

— Mas o pau ele vai saber.

— Você devia participar, Andréia.

— Da Letícia com o Geraldo?

— Nós duas com ela e ele. Uma transa a quatro. Eu levo a Letícia, você ajuda com o clima, e o Geraldo entra quando ela já estiver molhada demais para bancar a santinha.

Ela virou de lado, apoiando a cabeça na mão. Os seios caíram juntos, grandes e bonitos, e a coleira marcou o pescoço quando ela se inclinou. Eu toquei sua boca com o polegar.

— Você vai me ajudar com a Larissa e com a Letícia.

— Vou.

— E com a Milla.

— Sim.

Beijei Andréia outra vez. A boca dela estava mais calma, mas o tesão ainda existia embaixo da exaustão. Eu gostava da ideia de cansá-la até aquele ponto. Descansamos abraçadinhas até a hora que ela precisou tomar banho e sair.

Duas horas depois, eu já tinha tomado banho e me arrumado. Desci pro estacionamento planejando ver um cineminha sozinha. Tinha um filme de arte muito bom que só tinha sessão depois das 21h.

Caminhava até meu carro quando vi o Fiat Pulse da Letícia com o porta-malas aberto. Perto dele, Lorena, Cinthia e Letícia tiravam malas, mochilas e uma prancha. Parei um pouco pra entender o que estava acontecendo e o que a Lorena estava fazendo ali.

A Letícia estava de short e camiseta, cabelo castanho solto, com as pontas meio marcadas de praia. A pele dela tinha ganhado cor. Os olhos castanho-escuros estavam vivos, a boca cheia tinha um brilho discreto e os seios médios firmes marcavam a camiseta de forma natural. As coxas grossas e musculosas apareciam sob o short, lindas como sempre, e a bunda arrebitada fazia o tecido subir um pouco quando ela se inclinava para pegar alguma coisa no carro. Ela ali, descarregando mala como se fosse apenas uma universitária voltando da praia, me deu uma mistura de tesão e incômodo.

A Cinthia estava ao lado dela, com uma bolsa grande no ombro. Aos 45 anos, tinha corpo mediano, cabelos castanhos até os ombros e uma beleza madura. O sorriso confiante parecia sempre pronto para acolher alguém. Havia nela uma expressão eternamente amigável, como se fosse a pessoa mais confiável do mundo. Os seios discretos ficavam sob a blusa simples de viagem, as pernas tinham contorno comum, e ainda assim ela ocupava o espaço com facilidade. Ela fazia cafuné na Letícia enquanto falava baixo, dedos passando pelos cabelos castanhos com uma intimidade que me incomodou mais do que queria admitir.

A Lorena estava do outro lado, puxando uma mochila e a prancha. Morena-clara de pele oliva, cabelo escuro na altura da clavícula, corpo magro e treinado. Os olhos castanho-mel tinham reflexos mais claros quando pegavam a luz da garagem. O rosto quase em coração, com covinhas quando sorria, dava a ela uma beleza leve, mas o corpo mostrava disciplina. Seios pequenos, firmes, cintura marcada, barriga tanquinho, coxas torneadas e uma bunda redonda, menor que a da Letícia, porém bonita e firme. Parecia cansada e serena de um jeito raro.

Fui até elas.

— Vocês viajaram?

A Letícia virou primeiro. O sorriso dela veio rápido, com uma ponta de cumplicidade.

— Alessandra.

A Cinthia me olhou com calma demais.

— Boa noite.

A Lorena ergueu a mão ocupada com a mochila.

— Praia? — perguntei, olhando pra prancha.

— Ubatuba — disse Cinthia. — Precisávamos respirar um pouco. Sabe como é...

Estava desconfiada. As três estavam amigáveis e próximas demais, com aquele ar de quem tinha dividido mais do que gasolina e estrada. A Letícia ficava perto da Cinthia sem a tensão irônica de sempre. A Cinthia passava a mão no cabelo dela com afeto.

— E me deixaram de fora?

A Letícia mordeu o canto da boca.

— Foi meio em cima da hora.

— Claro.

A Cinthia tirou a mão do cabelo da Letícia, sem pressa.

— Foi de última hora. A gente decidiu na hora do almoço e foi no começo da noite. Bem apressado mesmo.

A Lorena fechou o porta-malas parcialmente pra alcançar uma bolsa menor. Havia areia presa na lateral da prancha. Ela passou a mão por cima, distraída, depois pegou a mochila com mais firmeza.

— Vou subir.

Ela abraçou Letícia primeiro. Um abraço apertado. A Letícia fechou os olhos por um momento e apertou a cintura dela. Eu reparei no corpo das duas colado. Depois, a Lorena abraçou a Cinthia, que segurou sua nuca com uma ternura inesperada. Havia um ar de despedida ou final de ciclo. E isso deixava tudo ainda mais confuso. A Cinthia falou baixo, mas deu pra eu ouvir.

— Você é uma querida, Lorena. Quando precisar, sempre que precisar de qualquer coisa, sabe onde procurar a gente.

— Eu sei. Obrigada.

— Boa viagem!

A Lorena colocou a mochila nas costas, pegou a prancha e foi na direção dos elevadores.

— Viagem?

— Ah, é que ela vai pra Alemanha amanhã de madrugada — disse Cinthia, que agora agia como se sempre tivesse sido amiga da Lorena.

A Letícia se aproximou de mim com uma sacola na mão.

— Alessandra, o que você acha do meu rosto?

Surpresa com a pergunta, olhei melhor. A pele dela estava bonita mesmo, com brilho de sol e descanso. As bochechas tinham uma cor saudável. Os lábios cheios estavam macios. Os olhos castanhos tinham um brilho quase provocativo.

— Está lindo.

Ela riu, rápida.

— Foi um creme facial novo que eu aplicaram em mim na viagem.

A Cinthia fechou uma mala pequena e riu.

— Não seja convencida — brincou. — Todas nós recebemos esse creme facial.

A Letícia apontou pro próprio rosto.

— Você deveria experimentar esse creme facial qualquer dia, Alessandra.

Olhei pra ela. O rosto dela tinha frescor de praia e alguma coisa a mais que eu não consegui nomear.

A minha cabeça voltou para horas antes, com a Fernanda plena e as outras três vermelhas. Agora, à noite, Letícia, Cinthia e Lorena voltavam da praia com cara de segredo. O que estava acontecendo naquele domingo e o que eu havia perdido?

— O que aconteceu nessa casa de praia?

A Cinthia olhou pra Letícia, deixando que ela respondesse. A Letícia ergueu os ombros.

— Casa de praia. Piscina. Sol. A Lorena surfou bastante. Eu tentei e caí igual uma idiota. Fomos em uns barzinhos bons de Ubatuba. Bebemoramos um pouco. Dormimos bem e voltamos renovadas.

— Só isso?

— Você queria o quê?

Eu quero saber o que exatamente eu perdi e por que eu tinha ficado fora.

A Letícia pegou uma bolsa menor e fechou o carro. O gesto fez a camiseta subir um pouco, mostrando a barriga firme. A Minha atenção foi pra cintura dela, depois pras coxas, depois pra boca.

— Foi um fim de semana bom — disse ela. — Daqueles que a pessoa volta cansada e leve.

— E com creme facial milagroso.

— Depois que eu soube que a Lorena e a Carolina estavam aplicando ele, eu quis pra mim também. Enchi o saco até elas liberaram a receita pra mim.

A Cinthia colocou a própria mala no chão e ajeitou a alça da bolsa no ombro.

— Vou indo que amanhã dia de trabalho — disse Cinthia.

As duas se despediram de mim e caminharam em direção ao elevador. Claro que eu sabia que cada uma ia pro seu respectivo andar, mas meu lado ciumenta tava com medo da Letícia ir dormir com a Cinthia esta noite.

Fiquei sozinha perto do meu carro. Aconteceu muita coisa este fim de semana no condomínio e eu sentia que tinha perdido tudo. E, pior, nem tinha sido chamada.

A segunda-feira começou surpreendentemente bem. Na sala dos professores estavam todos os meus colegas que também eram meus vizinhos. O Carlos de pé perto da cafeteira, animado e com uma disposição que vinha ficando cada vez mais comum nele. Cantarolando, ele até serviu café pro Jonas e pra Natália antes dos dois pedirem.

O Jonas aceitou o café como se aquilo fosse rotineiro (não era). A Natália agradeceu e voltou a sentar. Eu fiquei do outro lado da mesa, aproveitando os poucos minutos antes das aulas. O Everaldo completava o grupo numa cadeira de rodas. Um joelho estava engessado e o outro coberto por uma proteção.

— Estou começando a acreditar naquele boato — disse Natália.

Ela falava da história que circulava desde sexta-feira. Segundo duas secretárias, um técnico e pelo menos um professor que jurava ter ouvido tudo por acaso, o chefe do departamento estava preparando a solicitação para concurso de professor substituto.

— Eu ouvi que já estão organizando a papelada — falei.

— Uma pessoa que ouviu de outra pessoa que ouviu da fonte principal me contou que — iniciou Jonas.

— Excelente fonte — interrompeu Natália, sem querer.

— Engraçadinha... Então, parece que o Maurício vai passar uns meses em Roma. E, por causa, vão precisar de um substituto.

Carlos ergueu as sobrancelhas.

— É a mesma história que eu ouvi — disse Carlos.

— De quem? — perguntei.

— Da... — Silêncio. — Uma pessoa que ouviu da fonte principal. E outra pessoa que ouviu de outras pessoas da fonte principal confirmou.

Isso tornou o boato imediatamente mais interessante.

— Eu achei que alguém fosse se aposentar — comentou Everaldo.

— Falaram em substituto — respondeu Natália. — Eu estava pensando mais em afastamento.

— Aposentadoria também pode acabar gerando substituto por um tempo — disse Carlos. — Até resolverem a vaga definitiva. Só que eu também não sei de ninguém daqui planejando se aposentar agora.

— Eu acho que é o Maurício sim — disse Jonas, bebendo café.

A conversa continuou por alguns minutos. Todos pareciam bem-humorados, descansados, sem reclamar de nada. Foi quando olhei em volta e percebi que havia algo errado. Aquele tipo de evento era raríssimo ou inédito com aqueles cinco na mesma sala.

Curiosamente, o Carlos pareceu chegar ao mesmo pensamento. Ele recostou na cadeira e sorriu.

— Faz tempo que nós quatro conseguimos ficar juntos aqui sem acontecer nenhum a-

Ouvimos um estrondo de algum ponto do corredor, forte o bastante para fazer todo mundo parar. Houve um baque seco logo depois. Alguma coisa metálica caiu ao longe.

— Eu devia ter ficado quieto.

Antes que alguém respondesse, a professora Gilmara apareceu correndo na porta. Estava ofegante e apontou pro corredor.

— O laboratório de eletrônica de potência e média tensão está pegando fogo!

Ela virou e saiu correndo outra vez. O Carlos levantou imediatamente. A Natália largou a xícara sobre a mesa e foi atrás dele. Os dois desapareceram pela porta quase juntos.

Eu me levantei depressa. Aquele laboratório tinha um banco grande de baterias de lítio e equipamentos que tinham levado anos para montar. A ideia de deixar aquilo queimar enquanto esperávamos ajuda era suficiente para colocar qualquer professor do departamento em movimento.

O único que continuava sentado era o Jonas. Parei na porta e encarei ele.

— Você não vem ajudar?

— Eu não sou bombeiro. Já ajudarei bastante ficando longe e não atrapalhando quem realmente sabe cuidar disso.

A Natália reapareceu na porta, entrou, pegou-o pela mão e puxou.

— Você vai ajudar, sim.

O Jonas só teve tempo apenas de não derrubar a xícara no chão antes de ser arrastado para fora. Eu fui atrás dos dois.

Na pressa, nenhum de nós lembrou do Everaldo. Ele ficou sozinho na sala dos professores, na cadeira de rodas, com um joelho engessado e o outro enfaixado.

Na segunda à noite, atravessei a praça e fui à academia concorrente novamente. Usei outra roupa comum, uma saia curta, camiseta leve e tênis, ainda sem parecer alguém pronta para malhar. Queria manter a desculpa.

A academia estava cheia. Encontrei a Anacleta perto dos pesos livres, a Fernanda ao lado dela, a Débora numa esteira e a Milla mais distante, mexendo num aparelho de pernas. Havia uma mulher nova com a Anacleta. Morena de pele clara quase marfim, cabelo preto volumoso repartido de lado, olhos escuros e grandes, sorriso largo. Tinha seios médios sob a camiseta simples, cintura marcada e a bunda arredondada enchendo a legging com discrição. As coxas eram cheias, mais macias que atléticas, e as pernas afinavam sem perder a proporção. Tinha um ar simpático e cuidadoso.

A Anacleta me viu e sorriu.

— Alessandra! Você voltou.

— Falei que talvez aparecesse.

— Essa aqui é a Denise — apresentou-me à novata. — Ela também é da igreja, mas não a mesma da minha. Ela é batista. É a primeira noite dela aqui.

A Denise abriu um sorriso educado. Havia nela uma delicadeza bonita. A camiseta cobria parte da barriga, mas marcava a maciez leve abaixo do umbigo quando ela respirava. Os seios médios tinham formato natural, sem exagero. A bunda era cheia, larga pro corpo pequeno, com coxas volumosas que faziam a legging trabalhar mais do que ela percebia.

— Prazer, Denise. O meu nome é Alessandra.

— Prazer. A Anacleta falou muito bem de você.

— Ajudei um pouco.

— Ainda estou me adaptando. Uma amiga vivia insistindo que eu entrasse na academia, que nem ela. Como esta parece boa e barata, resolvi tentar. — A voz dela era suave.

A Fernanda se aproximou da Anacleta e pediu para ela repetir o exercício de sexta. A assembleiana aceitou com naturalidade, feliz por alguém paciente a estar ajudando. As duas se afastaram. A Fernanda ficou atrás dela, pediu licença com a mão no braço, recebeu um “pode” distraído e colocou as duas mãos na cintura da Anacleta, corrigindo a descida. Os dedos da médica apertaram firme a barriga, subiram pela lateral do corpo e pararam perto dos seios grandes presos no top. A Anacleta respirou fundo, corou um pouco, mas continuou achando aquilo que era só ajuste de postura.

A Fernanda aproximou a boca do ouvido dela para falar baixo. Chegou perto demais do pescoço moreno-dourado, quase cheirando a pele suada da mulher. A Anacleta ouviu tudo concentrada.

— Desce mais devagar. Segura a barriga aqui.

— Assim?

— Assim. Agora empina um pouco mais a bunda.

A Anacleta obedeceu. A bunda dela era média, arredondada, com boa projeção dentro da legging. As coxas volumosas firmaram no chão, a cintura marcada apareceu melhor e os seios grandes balançaram de leve com o movimento. A Fernanda segurava a barriga dela na linha fina entre correção de postura e apalpada. Eu reconheci a minha própria técnica ali.

— Sua amiga aprende rápido — falei para Denise.

— A Anacleta? Sim! Ela é bem legal!

Eu estava falando da Fernanda, mas quis deixar assim.

A Denise olhou pras duas. Viu a Fernanda encostar a mão na barriga da Anacleta e dizer algo perto do ouvido dela. A Anacleta riu baixo, sem se afastar. A Denise achou tudo normal. Talvez, para ela, as mulheres se tocavam daquele jeito em academia. Talvez, apenas simplesmente confiasse nas duas. Eu não desperdicei a oportunidade.

— Você vai fazer esse exercício também? Quer ajuda?

— Acho que sim. Se eu fizer errado, me corrige?

— Claro.

Ela pegou halteres leves. Coloquei uma mão no meio das costas dela e a outra na lateral da cintura. A Denise tinha uma maciez firme. Ela entendeu minha intenção como quem estava sendo bem tratada por uma amiga prestativa.

Quando ela inclinou o tronco, a bunda arredondada foi para trás de um jeito tímido. Apertei a cintura com mais firmeza e deixei a palma encostar perto da curva da bunda. Ela continuou tranquila. Inclinei a boca perto do ouvido dela e falei baixo, quase encostando no pescoço claro.

— Joga mais para trás. Isso. A barriga fica presa aqui.

A minha mão segurou a barriga dela por cima da camiseta. Senti o abdômen plano, a maciez natural na parte baixa e a respiração dela encurtando pelo esforço. A outra mão desceu até a coxa, abriu um pouco a posição da perna e voltou pra cintura.

— Assim está bom?

— Está melhorando. Você tem boa base.

Ela sorriu no espelho, agradecida e incentivada. A minha mão continuou em contato, ajustando o tronco e sentindo a respiração dela ficar mais curta pelo esforço. Os seios médios se comprimiam contra a camiseta quando ela descia. A bunda dela ganhava forma a cada repetição.

Do outro lado, a Fernanda fazia a Anacleta repetir devagar. Vi a mão dela deslizar pela barriga da religiosa e parar perto dos seios grandes. A Anacleta corou, riu e perguntou se estava certo. A Fernanda respondeu baixo quase sussurrando no ouvido dela.

A Anacleta agradeceu como quem recebia elogio de roupa nova. A Fernanda lambeu os lábios sem perceber que eu a observava. Aquilo me acendeu. A academia tinha virado uma sala de caça silenciosa, cheia de desculpas aceitáveis.

Voltei minha atenção para Denise. Ela terminou a série e soltou o ar. Uma gota de suor desceu pelo pescoço dela até sumir na gola da camiseta. Eu tive vontade de seguir com a língua. Em vez disso, peguei um halter no chão e entreguei.

— Agora tenta com esse. Pouco peso. O corpo já entendeu.

— Você explica muito bem.

— Gosto de ver quando alguém aprende rápido.

A Denise me olhava de forma inocente e falava como quem queria agradar uma conhecida nova que a ajudava.

Ela repetiu o movimento. Toquei sua barriga para firmar o tronco, segurando com mais força do que antes. Os meus dedos subiram pela camiseta até perto da linha dos seios e voltaram pra cintura com calma. A Denise respirou fundo. Ela continuou sorrindo, simpática demais para achar que uma mulher estava usando uma correção de treino para imaginar a buceta dela na boca.

— Estou melhor? — perguntou.

— Sim. E, cada vez, mais bela.

A Denise desviou os olhos para o espelho, corada. Assim como a Anacleta antes, a Denise também achou gentil. Mesmo assim, percebi que o rubor subiu no rosto, os ombros relaxaram e ela aceitou a minha proximidade com mais facilidade.

Incentivada pelo que assistia ao seu redor, a Débora saiu da esteira e foi ajudar a Milla no aparelho de pernas. A pele negra brilhava de suor, o corpo atlético com seios pequenos, cintura definida, pernas fortes e bunda alta marcando a legging. Ela colocou uma mão na coxa da Milla e outra perto da lateral da bunda, explicando o movimento com a cara mais inocente do mundo.

A Milla era loira, boca carnuda, barriga seca, seios médios bicudos e uma bunda grande que parecia feita para prender olhar. A legging grudava na buceta saliente e nas coxas grossas, enquanto a Débora apertava a perna dela para corrigir o ângulo.

Milla aceitou tudo com naturalidade. Para ela, Débora era outra mulher ajudando no treino. A Débora passou a mão pela coxa dela de novo, subiu até a parte baixa da bunda e pressionou ali, como se conferisse o músculo certo. A Milla assentiu séria. Quando Débora ergueu os olhos e me encontrou no espelho, quase sorriu.

A Milla seguia silenciosa, empurrando carga com coxas grossas e bunda enorme grudada no banco. Os seios médios subiam com a respiração, o top marcava os bicos e a barriga seca aparecia quando ela ajeitava a postura. A Débora encostou de novo na coxa dela, apertou com os dedos e falou alguma coisa baixa. A Milla riu, obediente, achando graça da correção.

A Fernanda chamou a Anacleta para mais perto do espelho. A assembleiana ajeitou o cabelo castanho para o lado e ficou de frente para ela. O rosto oval alongado, os olhos escuros e a boca larga ficavam ainda mais bonitos quando ela sorria sem desconfiar de nada. Os seios grandes enchiam o top, a barriga definida aparecia quando a camiseta subia um pouco e a bunda arredondada ganhava forma sempre que ela firmava as pernas.

A médica colocou as mãos na cintura dela, virou levemente o corpo da outra e deslizou os dedos pela linha da barriga. Depois se aproximou do ouvido da Anacleta, com o nariz quase no pescoço dela.

— Prende a barriga aqui. Isso. Deixa a perna trabalhar.

— Aqui?

A Fernanda segurou a coxa dela com firmeza, subiu a mão até perto da virilha e voltou pra lateral da bunda.

— Aqui. Mantém firme.

— Eu sinto mais a perna assim.

— Porque agora está usando o corpo certo.

A Denise terminou outra série e apoiou os halteres no chão.

— Acho que vou sentir isso amanhã.

— Vai sentir. Significa que está fazendo direito.

Ela riu, feliz por fazer o básico, com suas bochechas arredondadas e seus olhos escuros brilhando. Me aproximei para corrigir a posição dos pés antes da próxima tentativa. Toquei o tornozelo dela de leve, subi pela lateral da panturrilha e parei na coxa para indicar a abertura. A coxa dela era cheia e macia por cima da força. A Denise me observou fazer aquilo sem desconfiar da vontade que eu tinha de subir mais.

— Assim?

— Um pouco mais aberto. Pronto.

Ela obedeceu. A posição deixava a bunda mais destacada no espelho. A cintura marcada parecia mais fina, e os seios médios ganhavam relevo sob a camiseta quando ela firmava o tronco. Passei a mão nas costas dela, desci pra cintura e segurei ali enquanto ela fazia o movimento. Depois aproximei a boca do ouvido dela outra vez.

— Respira. Segura a barriga. Confia no corpo.

A Denise assentiu, concentrada. A pele clara do pescoço estava perto demais. Eu quase encostei o nariz ali para sentir o cheiro dela, mas segurei.

A Denise estava completamente alheia à malícia que a cercava. Provavelmente, presumia que eu e todas as mulheres da academia eram héteros, ou sequer pensava nisso. Para ela, a minha mão na cintura e na coxa era só ajuda.

Eu me aproximei para corrigir a posição dos pés antes da próxima tentativa. Toquei o tornozelo dela de leve, subi pela lateral da panturrilha e parei na coxa para indicar a abertura.

— Assim?

— Um pouco mais aberto. Pronto.

Ela obedeceu mais uma vez. Gostava da forma como ela obedecia tudo que eu mandava.

Quando a Denise terminou, a Anacleta se aproximou suada e contente, com a Fernanda satisfeita logo atrás. A Anacleta parecia grata.

— A Denise está indo bem? — perguntou Anacleta.

— Muito bem — respondi. — Aprende rápido.

— É sempre bom ter mais uma amiga pra malhar conosco — comentou Anacleta.

Depois disso, acabamos trocando nossos contatos de WhatsApp. Eu ainda não tinha o contato das três e a Denise tinha conhecido a Fernanda e a Anacleta há pouco.

— Obrigada mesmo. Você foi muito gentil.

As três se afastaram em direções diferentes. A Fernanda foi pra área de halteres, andando com as pernas longas e a bunda redonda balançando firme. A Anacleta voltou para perto do espelho, cabelo castanho nas costas, seios grandes presos no top e coxas cheias marcando a legging. A Denise caminhou até os aparelhos, mais contida, com a bunda arredondada rebolando de leve e as coxas preenchendo a roupa sem exagero.

A Débora me olhou da esteira e quase sorriu. A Milla continuou calada, empurrando carga com aquela bunda enorme e a buceta saliente escondida por tecido justo.

Saí de lá pensando que era questão de tempo até eu chupar a buceta da Denise, Anacleta, Fernanda e Milla.

Pois bem, leitor. Este arco inicial da Alessandra foi encerrado. No próximo capítulo, teremos outra narradora.

Perguntas:

É bem claro que a Alessandra está atirando pra lado demais e, mesmo entre as figurantes, ela vai se dar bem com algumas e fracassar em seus intentos com outras.

01) Com quem vocês torcem pra que a Alessandra consiga transar?

02) Com quem vocês torcem pra que a Alessandra fracasse?

A próxima Loba a estrelar a série vai ser a Cinthia.

03) Depois da Cinthia, quem vocês querem narrando? A volta da Alessandra? A Fernanda? A Andréia?

Coloquem nos comentários para o que vocês torcem que aconteçam nos próximos capítulos. Em breve, teremos mais capítulos.

====

NOTA DO AUTOR: Eu tive uma série de atrasos este final de semana. Mas consegui terminar o Arco do Passado da Lorena. Vou revisar e publicar ele aos poucos, ao longo das duas próximas semanas.

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Foto de perfil genéricaAlberto RobertoContos: 175Seguidores: 324Seguindo: 0Mensagem Em um condomínio de classe média alta, a vida de diversos moradores e funcionários se entrelaça em uma teia de paixões, traições e segredos. Cada apartamento guarda sua história, no seu próprio estilo. Essa novela abrange todas as séries publicadas neste perfil. Os contos sempre são publicados na ordem cronológica e cada série pode ser de forma independente. Para ter uma visão dos personagens, leia: Guia de Personagens - "Eu, minha esposa e nossos vizinhos"

Comentários

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Esse arco da Loba, para mim, está sendo o melhor! Uma delícia essas historias.

Adorei a Alessandra "obrigando" a Andreia a confessar que tinha dado o cuzinho e gostado para o Seu Geraldo e Zé Maria, enquanto ela dava o cuzinho para a Alessandra.

Tambem vou adorar a suruba com o Seu Geraldo

1) Queria que a Alessandra transasse com a Larissa (essa poderia ser junto com outra Loba, as duas devorando a Larissa), com a Denise, Anacleta e Milla (com essa poderia ser junto com a Debora ou outra Loba, as duas tambem devorando a Milla, que iria tentar resisitir de todas as formas, mas no final iria se entregar)

2) Alessandra poderia fracassar com a Fernanda, mas a Fernanda faria a Alessandra de Cordeira, como o NSTRD sugeriu em outro comentário

3) Depois da Cinria, a narração poderia ser da Fernanda e Andreia. Mas seria interessante tambem a narração de cordeiras como a Larissa e da Milla, mostrando o ponto de vista delas e as duvidas que elas enfentariam enquanto as Lobas tentam e provocam elas de todas as formas para serem devoradas. Mas adorei a narração da Alessandra, ela podeia voltar tambem futuramente.

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Ops, quem sugeriu o q eu disse no item 2 foi o Leitor Fantasma..hehe

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Quando será o final da aposta do Lucerio com a Jéssica?

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1) Larissa (Junto com a Andréia), Denise e Anacleta.

2) Quero que ela consiga com a Fernanda, mas a Fernanda faça ela de cordeira.

3) Fernanda e Andréia.

Expectativa boa pra transa Leticia, Alessandra, Andréia e Seu Geraldo

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01) Queria ela transando com uma casada, mas virando a cordeira da casada

02) Quero que ela fracasse com a Milla, e que a Andrea pegue a Milla.

03) Depois da Cinthia, a Fernanda, depois a Andreia e depois a Odete.

E essa transa Alessandra, Andrea, Letícia e Seu Geraldo sera uma das melhores. E melhor ainda será quando comerem a mulher do Seu Geraldo.

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1) Larissa e Milla certeza, talvez com a Fernanda numa batalha de lobas com vitória da médica.

2) Anacleta e Débora, essas duas eu prefiro que transem com a Fernanda no caso de uma transa lésbica/bi*.

* Aquela transa Fernanda/Antônio no “enquanto isso..” vai ficar no off mesmo? Dá para encaixar ele ou outro homem nessas transas para o salto não ser tão grande para as duas.

3) Fernanda.

De cara já não gostei desse pós trilha com as quatro. Não esperava que elas virassem BFFs mas ficou parecendo que tinha culpa ou arrependimento entre elas.

Já o pós da casa de praia foi ótimo, era o que eu esperava para as mulheres que foram para a trilha mas claramente em um tom menor pq Cinthia, Letícia e Lorena já foram para a praia com objetivos em comum enquanto que na trilha nada foi programado, foi acontecendo.

Dessa vez não tenho nada contra o uso da coleira e da Andreia virar cordeirinha da Alessandra. Pode ser pelo fato da Andréia ser uma coadjuvante e eu não me importar tanto, mas fez sentido pela “vingança” da Alessandra.

O diálogo entre elas na hora do sexo anal me fez pensar numa situação, uma suruba delas com Geraldo/Zé Maria rolando anal e DP seria bom se acontecesse.

E reforço o que o Kasdo passivo disse, o casal Alessandra/Andréia poderia ser endgame.

Letícia e Geraldo eu prefiro que seja só entre os 2, sem a presença da Alessandra e da Andréia. até para mostrar para a Alessandra que é a Letícia que está no controle entre elas. Mas um ménage Alessandra/Andréia/Letícia eu não descarto.

E jogando lá para a frente na história, uma união Fernanda/Letícia (se a Fernanda também brincar algumas vezes com o harém do Carlos isso pode ficar mais forte) pela derrubada das lobas seria interessante.

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Espetacular!

Vamos às respostas...

1. Em minha opinião a Alessandra deve colar velcro com a Fernanda, Anacreta e Débora e Milla.

2. Ela vai fracassar com a Denise, pois esta vai entrar na orbita da Rebecca...

3. Proxima narradora: Fernanda

2. ela vai levar um fora

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1) Alessandra vai transar com a Anacleto, Denise e Débora.

2) Vai falar com Mila, nem todas as mulheres ao contrário do que é relatado são lésbicas. É bom nem todas serem iguais.

3) Depois da narração da Cintia, pode ser a Andreia.

Um casal lésbico que seria bem marcante como namoradas seria Andreia e Alessandra.

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A Anacleta me lembra uma amiga que já levei pra cama, era da CCB e tinha o corpo bem parecido com a descrição...

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