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Meu primo comeu minha mulher parte 5

Um conto erótico de Ricardo
Categoria: Heterossexual
Contém 3538 palavras
Data: 31/08/2026 03:19:58

A cada detalhe que ela soltava, minha cabeça parecia que ia explodir de vez. A Mirela virou de lado, respirando fundo, e adormeceu ali mesmo, pelada, com a luz do abajur iluminando as curvas das costas dela e o contorno daquela bunda que agora parecia um território prestes a ser invadido.

Fiquei a noite inteira em claro. Toda vez que eu fechava os olhos, me vinha a imagem daquele buraquinho rosa e intocado sendo esticado, a dor e o prazer estampados na cara dela, e eu ali, parado como um boneco na poltrona, assistindo a destruição do último limite do nosso casamento.

No domingo de manhã, o sol nem tinha saído direito e eu já estava na cozinha, coando um café forte. A Mirela apareceu umas 9 horas da manha, usando só uma camiseta minha bem larga, com o cabelo ruivo todo bagunçado e os olhos ainda pesados de sono. Ela nem disse "bom dia". Veio direto até mim, encostou a barriga na minha cintura por trás e deu um beijo no meu ombro.

— Já procurou alguém no celular? — ela sussurrou na minha orelha, com a voz rouca de quem acabou de acordar.

— Ainda não... — respondi, virando o rosto pra olhar pra ela. — Pensei que você queria ver isso comigo.

Ela deu um sorriso de canto, pegou o café da minha mão e foi direto pro sofá. Sentou de pernas cruzadas, puxou o celular do bolso e bateu no assento ao lado dela.

— Senta aqui. Vamos escolher juntos.

Passamos a manhã inteira olhando perfis, fotos e conversas discretas. A Mirela era exigente. Tinha que ser um cara que transmitisse firmeza, mas que não fosse um ignorante que fosse machucar ela de graça. Depois de quase 2 horas de busca, ela parou numa conversa.

— Esse aqui — ela falou, virando a tela do celular na minha direção.

O cara se apresentava como Marcos. Tinha 35 anos, era personal trainer, moreno, forte, mas com um porte mais atlético do que o do Júlio. Tinha os braços desenhados e uma cara de quem sabia exatamente o que estava fazendo. A Mirela mandou uma foto do corpo dela, de costas, mostrando a bunda branca e a entrada do cuzinho.

O Marcos respondeu em menos de um minuto: "uma gostosa igual você nunca viu um pau de verdade no cu? Perfeita. Quero ser o primeiro a arrombar. posso ir ai hoje a noite? levo o lubrificante."

A Mirela olhou pra mim, com os olhos verdes brilhando de puro pavor e antecipação. O corpo dela deu um leve tremelique.

— Ele quer vir hoje à noite, Carlos... — ela disse, com a voz falhando, passando a mão na própria coxa. — Ele disse que traz o lubrificante e que vai fazer do jeito dele.

Meu coração parecia um motor desgovernado no peito. A sensação de impotência misturada com aquele tesão doentio me travou por alguns segundos.

— Responde que sim — eu falei, a voz saindo quase sem som. — Manda o endereço.

Ela digitou devagar, com os dedos trêmulos, e confirmou o horário: 9 da noite. A partir daquele momento, as horas viraram um suplício. A casa parecia silenciosa demais, pesada demais. A Mirela passou a tarde inteira indo ao banheiro, se preparando, lavando tudo, passando óleos e cremes. Ela não comia nada, só tomava água, de tão nervosa que estava.

Quando deu 8:30 da noite, ela foi pro quarto se arrumar. Quando saiu, estava usando um lingerie preto, rendado, que deixava a bunda totalmente de fora. As pernas dela tremiam visivelmente enquanto ela andava até o espelho da sala.

— Carlos... — ela me chamou, a voz embargada, os olhos marejados de ansiedade. — Eu tô com medo. E se doer demais? E se eu não aguentar?

Cheguei perto dela, segurei nos ombros macios e olhei bem no fundo dos olhos verdes dela.

— Se você não aguentar, você pede pra parar... mas você quer isso, não quer?

Ela engoliu em seco, olhou para o próprio reflexo no espelho, ajeitou o lingerie e assentiu devagar.

— Quero. Quero que você veja ele abrindo meu cuzinho na sua frente.

Às 9 em ponto, o interfone tocou. O barulho ecoou pela casa como uma sentença. Olhei pra Mirela, e o rosto dela tinha perdido quase toda a cor, mas os bicos dos seios estavam eretos, duros como pedras sob a renda preta. Chegou a hora de assistir ao momento mais extremo da nossa vida. O interfone tocou uma segunda vez, mais prolongado, cortando o silêncio pesado da sala. A Mirela deu um salto leve, a mão voando direto para o peito, onde o coração batia tão forte que dava para ver a pele do colo se mexendo sob a renda preta. Ela me olhou com os olhos arregalados, uma mistura nítida de pavor e um tesão descontrolado que a deixava sem ar.

— Atende, Carlos... — ela murmurou, a voz quase não saindo, os lábios trêmulos.

Caminhei até o aparelho e apertei o botão. Liberei a entrada sem dizer nada. Voltei para a sala e vi a Mirela ajeitando o lingerie preto, tentando respirar fundo enquanto passava as mãos trêmulas pelas coxas grossas. O som dos passos firmes subindo as escadas do corredor externo se aproximava a cada segundo.

Quando a porta se abriu, o Marcos entrou. Ele era exatamente o que a foto mostrava, mas pessoalmente a presença dele era ainda mais imponente. Alto, com os ombros largos desenhados pelo treino, usando uma camiseta preta justa nos braços e uma calça jeans escura. Tinha a barba bem aparada, o cabelo cortado baixo e um olhar frio, avaliador, de quem sabia exatamente o controle que exercia sobre a situação.

Na mão direita, ele carregava uma pequena bolsa preta de couro. Ele parou no meio da sala, olhou primeiro para mim com um aceno de cabeça seco e depois virou os olhos devagar para a Mirela.

Os olhos dele varreram o corpo dela de cima a baixo, demorando-se na transparência da renda, na cintura fina e nas pernas brancas que tremiam visivelmente. Um sorriso de canto, lento e dominador, surgiu no rosto dele.

— Caralho... — ele soltou, a voz grave ecoando pelo espaço. — Você é ainda mais bonita pessoalmente, Mirela. E tá cheirosa pra porra.

A Mirela engoliu a saliva com dificuldade, dando um passo involuntário para trás, com as mãos segurando a barra do lingerie.

— Obrigada, Marcos... — ela disse, gaguejando de leve. — Esse é o Carlos... meu marido.

O Marcos me olhou de relance, sem afetar a postura, e deu um passo largo na direção dela.

— Eu vi as fotos que você mandou — ele falou, a voz baixa, ficando a centímetros do rosto dela. — Vi que seu cuzinho nunca foi fudido. Você tá preparada para dá esse cuzinho para mim?

A Mirela olhou no fundo dos olhos dele, o peito subindo e descendo rápido, e assentiu devagar, incapaz de formular uma frase completa.

— Vamos pro quarto — o Marcos ordenou, sem perder tempo. Ele pegou ela pelo braço, não com violência, mas com uma firmeza que não abria espaço para dúvida.

Eu fui logo atrás, sentindo as pernas pesadas e o peito queimando. Entramos no quarto. A luz da luminária de canto deixava o ambiente em meia-luz, lançando sombras compridas pelas paredes. O Marcos jogou a bolsa preta em cima da mesa de cabeceira e virou para a Mirela.

— Tira tudo — ele mandou, a voz seca. — Quero ver você pelada na minha frente agora.

A Mirela olhou para mim por um segundo, buscando uma última validação, e eu só consegui acenar com a cabeça, travado na poltrona do canto, com a mão já tremendo em cima do joelho. Ela levou as mãos às alças do lingerie e tirou a peça devagar, deixando o pano cair no chão. Ficou ali, totalmente nua, o corpo branquinho iluminado pela luz amarelada, os peitos médios eretos e a bunda redonda exposta.

O Marcos abriu a bolsa preta e tirou de lá um frasco grande, transparente, de lubrificante. Colocou o frasco na cama com um baque abafado.

— Deita de bruços na cama — ele instruiu, a voz baixa e calma, mas carregada de autoridade. — Empina essa bunda bem alto e abre as pernas.

A Mirela caminhou até a cama com os joelhos quase se dobrando de nervosismo. Ela se deitou no colchão, apoiou os cotovelos no travesseiro e levantou o quadril largo, deixando a bunda perfeitamente empinado e exposto para ele. Pela primeira vez, aquele buraquinho rosa, pequeno e intocado ficou totalmente visível, sob a luz direta da luminária.

O Marcos tirou a camisa preta, revelando o peito largo e definido, e desfez o cinto da calça. Ele sentou na beirada da cama, bem atrás dela, e abriu o frasco de lubrificante. Derramou uma quantidade generosa na mão e esfregou os dedos, fazendo um som molhado no silêncio do quarto.

— Olha pra mim, Carlos — o Marcos falou, virando a cabeça na minha direção enquanto se aproximava da bunda da minha mulher. — Assiste bem. A partir de agora, você vai ver o que é fuder uma mulher de verdade.

Ele encostou a mão lambuzada na pele gelada da bunda da Mirela. Ela deu um salto no colchão, soltando um arquejo alto, mas o Marcos segurou o quadril dela com a outra mão, mantendo ela firme na posição. Ele começou a passar o lubrificante devagar, cobrindo toda a extensão da carne branca, até que o primeiro dedo dele encostou suavemente bem no centro do buraquinho rosa.

A Mirela fechou os olhos com força, afundando o rosto no travesseiro, e soltou um gemido agudo que ecoou por todo o quarto.

O Marcos manteve a mão firme no quadril da Mirela, impedindo que ela recuasse qualquer centímetro. Com a outra mão bem lambuzada de lubrificante, ele começou a circular o polegar ao redor do buraquinho rosa, espalhando o líquido frio e fazendo a pele delicada dela se contrair imediatamente em um reflexo involuntário.

A Mirela soltou um suspiro, o peito subindo e descendo rápido contra o colchão. As pernas grossas dela tremiam, e os dedos cravavam no lençol com tanta força que os nós das articulações ficavam brancos.

— Respira, Mirela. Relaxa a musculatura — o Marcos instruiu com a voz baixa e calma, mas sem aliviar a pressão. — Se você ficar tensa, vai doer mais. Solta o ar devagar.

Ele encostou a ponta do indicador na entrada e começou a empurrar, bem devagar. A pele cedeu aos poucos, esticando-se para dar passagem ao primeiro dedo. Quando a primeira cm entrou, a Mirela soltou um grito abafado contra o travesseiro, arqueando as costas e tentando levantar o quadril para fugir do incômodo.

— Aii... Marcos, p-pera... dói! — ela gaguejou, o rosto corado de puro nervosismo e lágrimas involuntárias surgindo no canto dos olhos verdes.

— Não vou parar. Você queria isso, não queria? — ele respondeu, mantendo o dedo parado lá dentro para o corpo dela se acostumar com a presença. Ele usou a mão livre para dar dois tapas leves na bunda dela, um estímulo rápido que fez o corpo dela estremecer inteiro. — Deixa o corpo aceitar.

Ele começou um movimento lento de vai e vem com o indicador, girando o dedo para massagear as paredes internas. A respiração da Mirela, que antes era só de pânico, começou a mudar de ritmo. Os gemidos doídos foram se misturando com pequenos suspiros roucos. O rosto dela estava em brasa, e a sensação de estar completamente exposta, com o marido assistindo e um estranho dominando o corpo dela, gerava uma carga emocional que a deixava visivelmente paralisada entre o medo e a entrega.

O Marcos não deu trégua. Ele tirou o indicador melado de lubrificante e colocou dois dedos de uma vez. A Mirela deu um salto na cama, soltando um gemido mais alto e agudo.

— Meu Deus... tá rasgando... — ela sussurrou, a voz embargada, enquanto o quadril tremia descontroladamente.

— Não tá rasgando nada, tá abrindo — o Marcos corrigiu, aumentando o ritmo do movimento dos dedos, tesourando devagar lá dentro para lacear a região. — Olha o tamanho dessa bunda, você aguenta muito mais do que isso.

O som molhado do lubrificante sendo trabalhado preenchia o quarto. A Mirela virou o rosto um pouco para o lado, olhando na minha direção com os olhos brilhando de lágrimas e um suor fino cobrindo a testa. Dava para ver no olhar dela a mistura de choque por estar passando por aquilo e o tesão avassalador de se ver totalmente submissa à preparação daquele homem. Ela mordeu o próprio lábio inferior até quase sangrar, soltando um gemido longo enquanto o Marcos empurrava os dois dedos até o fundo, preparando o caminho para o que viria a seguir.

O Marcos não deu descanso. Ele pegou o frasco de lubrificante de novo e jogou mais um monte direto em cima do buraquinho dela. O líquido escorreu pela beirada da bunda e a Mirela deu um tremeu inteira, soltando um "ai" comprido e abafado na cama.

— Fica quieta, gostosa. Abre mais essas pernas — o Marcos mandou, a voz grossa, sem dó nem piedade.

Ele meteu o terceiro dedo de uma vez. A Mirela deu um grito alto, o corpo deu um pulo no colchão e ela cravou as unhas no lençol com tanta força que parecia que ia rasgar o pano. As pernas dela tremiam igual vara verde.

— Marcos, por favor... tá muito apertado, dói! — ela choramingou, o rosto todo vermelho, suando frio.

— Dói nada, você tá adorando essa putaria — ele rebateu, dando um tapa seco no meio da bunda dela. O estalo alto fez a raba dela ficar marcada de vermelho na hora. — Olha o tamanho dessa bunda, tá pedindo pau faz tempo.

Ele começou a socar e puxar os três dedos lá dentro, rápido, fazendo um barulho molhado. A Mirela foi mudando o tom do choro. O desespero da dor foi virando um gemido pesado, rasgado, vindo lá do fundo do peito. Ela revirava os olhos verdes, a boca aberta babando no travesseiro, totalmente entregue, rebolando a bunda contra a mão dele sem nem perceber.

O Marcos tirou os dedos de uma vez, fez aquele som molhado de sucção, e desceu a calça jeans junto com a cueca. O pau dele pulou pra fora, duro feito pedra, roxo na cabeça, grosso pra caralho. Ele lambuzou o pau todo com a mão cheia de lubrificante e encostou a cabeça bem na entrada do cuzinho dela, que tava vermelhinho, aberto e escorrendo.

— Chegou a hora, ruivinha. Você vai aguenta tudo — ele sussurrou perto da orelha dela.

A Mirela olhou pra trás de rabo de olho, viu aquele pau bruto encostado lá e travou o corpo todinho de medo, arfando igual uma louca.

— Marcos... vai devagar... pelo amor de Deus...

Ele nem respondeu. Segurou no quadril dela com as duas mãos, firmou o corpo e empurrou a cabeça do pau pra dentro de uma vez. A Mirela soltou um berro agudo, jogou a cabeça pra trás com tudo e a boca ficou aberta sem sair ar por uns dois segundos de pura dor.

Eu estava colado na poltrona do canto, travado, sem conseguir piscar por um segundo sequer. Minha mão cravava no meu próprio pau, que estava duro como ferro, queimando, soltando meu leite que melava meus dedos. Ver a cabeça do pau do Marcos sumindo dentro do cuzinho rosa da Mirela — aquele mesmo que ela nunca tinha deixado nem eu encostar o dedo em anos de casado — fez meu peito dar uma disparada violenta.

O berro que ela soltou ecoou no quarto todo e fez minha espinha gelar. Mas em vez de pânico, o que subiu por mim foi uma onda de tesão doentio, quente, que me fez tremer o corpo inteiro. Eu estava ali, a meio metro de distância, vendo a minha mulher ser arrombada na minha frente por um cara que ela mal conhecia, enquanto o meu próprio pau doía de tão duro.

— Isso... come esse cuzinho, Marcos... — a voz da Mirela saiu rasgada, chorosa, misturando a dor de ser aberta com a safadeza que ela não conseguia mais segurar.

Ver o rosto dela colado no colchão, com os olhos verdes virados de dor e prazer, e ver as pregas da bunda dela se esticando todinha para dar passagem àquele pau grosso me deixou maluco. Eu apertava meu pau na poltrona, esfregando rápido, sentindo o suor frio escorrer pelo meu pescoço. Eu não era nada ali. Era só o marido corno assistindo de camarote a esposa virar uma puta na mão de outro.

O Marcos não deu trégua. Depois que a cabeça entrou, ele segurou com força na cintura dela e empurrou mais um pouco. O corpo da Mirela deu um solavanco na cama, as pernas tremeram tanto que parecia que ela ia cair, e ela soltou mais um gemido alto, um choro comprido de quem estava sendo tomada até o fundo.

— Olha para o seu marido, Mirela — o Marcos mandou, a voz grossa de tesão, dando mais um tapa estalado na bunda dela. — Olha para ele vendo o seu cuzinho ser aberto por um macho de verdade.

Ela virou o rosto na minha direção, com o cabelo ruivo todo grudado na testa de suor e a boca aberta respirando fundo. Quando os olhos verdes dela encontraram os meus, ela viu a minha mão batendo uma feito um desesperado na poltrona. Um sorriso torto, sujo, meio chorado, apareceu na cara dela.

— Olha, Carlos... — ela gaguejou, a voz falhando enquanto o Marcos empurrava mais um centímetro lá dentro. — Ele tá me arrombando... ele tá entrando no meu cu...

Aquilo foi o golpe final na minha cabeça. Ver ela me encarando com aquela cara de dor e sacanagem, com o pau do cara enterrado na parte mais íntima dela, fez meu coração bater na garganta. Eu não conseguia parar de bater uma. Eu queria ver tudo, queria ver ele socar até o fundo, e sabia que depois daquela noite nosso casamento nunca mais voltaria a ser o mesmo.

O Marcos não esperou ela acostumar nem mais um segundo. Ele segurou nas duas bandas da bunda da Mirela, abriu com força e meteu o pau todo de uma vez só, até a base bater na bundinha dela.

A Mirela deu um berro rasgado que quase furou o teto do quarto. O corpo dela deu uma travada violenta, a coluna deu uma curvada pra cima e ela cravou os dentes no travesseiro pra não gritar mais alto ainda. Dá para ver a pele do cu dela esticada no limite, bem vermelha, agarrando no pau grosso do cara.

— Porra! Caralho! — o Marcos urrou, a voz grossa de puro tesão. — Puta que pariu, que cu apertado do caralho!

Ele começou a socar. No começo devagar, puxando o pau quase todo pra fora — dando pra ver a cabeça roxa e lambuzada saindo da pele — e depois socando de volta com tudo, fazendo um barulho seco de carne batendo em carne. A cama rangia que parecia que ia quebrar.

A Mirela tava destruída. Ela chorava, babava no travesseiro, mas ao mesmo tempo rebolava a bunda pra trás a cada estocada que levava. A dor já tinha virado uma putaria sem fim na cabeça dela.

— Isso... me arromba, Marcos... rasga meu cu... — ela gemia alto, sem vergonha nenhuma na cara, a voz saindo toda falhada.

O Marcos acelerou o ritmo. A cada enfiada funda, a bunda dela chacoalhava todinha, e o cara metia a mão, dava tapa estalado, deixava a pele dela toda marcada de vermelho. Ele metia pesado, rápido, sem dó nem piedade, fazendo aquele barulho molhado de lubrificante com porra e suor.

Eu continuava na poltrona, esfregando o pau igual um maluco, suando frio. Ver o cara destruindo o cuzinho da minha mulher na minha frente, ouvindo ela pedir pra ser arrombada mais forte, me deixou num estado de loucura total.

__ Marcos... não para agora não... — ela murmuro, com a voz rouca, se apoiando nos cotovelos e olhando pra trás. — Eu quero mais. Agora eu vou sentar com o cuzinho nessa pica gostosa.

O Marcos deu uma risada baixa, surpreso com a audácia, mas não pensou duas vezes. Ele se deitou de costas no colchão, ajeitando o corpo forte na cama. A Mirela não esperou um segundo: ajoelhou por cima dele, com as pernas abertas, o corpo todinho suado e brilhando sob a luz fraca do quarto.

Ela olhou direto pra mim na poltrona, deu uma piscada e pegou o pau dele com a mão trêmula, guiando a cabeça bem na entrada do cuzinho que já estava todo aberto.

— Olha aqui, Carlos... olha a sua mulher cavalgando no pau de outro macho — ela soltou, sem vergonha nenhuma, soltando um gemido alto assim que começou a descer o quadril devagar.

Ela foi sentando, centímetro por centímetro. O rosto dela contorcia entre uma careta de dor e uma expressão de puro prazer, mas ela não parou. Quando o pau do Marcos entrou todinho de novo, ela jogou a cabeça pra trás, o cabelo ruivo caindo pelas costas, e soltou um grito abafado de satisfação.

Aí ela começou a se mexer. A Mirela apoiava as mãos no peito peludo do Marcos e subia e descia o quadril com vontade. O som molhado do lubrificante misturado com a mel dela ecoava pelo quarto a cada quicada. Ela cavalgava com força, rebolando a bunda em cima dele, fazendo o pau do cara entrar e sair lá no fundo do cu dela.

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Comentários

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Sou caminhoneiro como faço pra conversar com vcs quem sabe uma aventura na cabine do caminhao

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Faltou o corninho ficar colado na bunda dela e ver o pau entrar e sair...

Até ajudando a colocar o pau no cu dela se possível...

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Quem sabe na próximo, ou em um proximo conto, estou lendo muito para trazer melhores ideias para vocês

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Boa Casal hot .

Sou fã assumido de Vcs , e Vcs escrevem bem demais .

Iria lhe pedir pra dar um pouco de drama no conto .

Conto 3 🌟

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Muitíssimo obrigado, meu amigo doda2, vamos sim trazer um drama.

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Caralho, essa ruiva putinha é um tesão. Que vontade de comer uma assim.

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