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Tio pastor tirou a camisinha e gozou dentro

Um conto erótico de André Martins
Categoria: Gay
Contém 3879 palavras
Data: 31/08/2026 00:46:13
Última revisão: 15/09/2026 19:33:39

No sábado, Candinho acordou antes da hora, ainda de manhã. Na verdade, ele foi acordado por um falatório sem fim na sala da casa de praia.

- Ele é maior de idade, sabe muito bem onde quer ir. Quem tem que responder é ele. – a mãe argumentou.

- Eu sei, minha gostosa, mas o moleque vive calado. Não fala nada, só tira foto. Já que a gente vai passar a noite fora, lá ele pelo menos vê gente, vê movimento, interage. Pensa bem. Aqui não vai ter ninguém em casa.

- Pera lá, irmão. Eu sou ninguém agora? – Vitório se meteu.

- Não quis dizer isso, meu irmão. Tu chega cansado do treino, não tem obrigação de fazer sala pro moleque. – explicou Aloízio.

- Eu sei bem o que você tá tentando fazer, Aloízio. – ela encarou o marido e cerrou os olhos. – Não se faz de bobo.

- Eu? Só tô querendo ajudar. Teu filho quase não saiu de casa desde que a gente pisou em Iguaba, Madalena, tu acha normal?

- E daí? Candinho é adulto, meu amor. Se ele quer ficar em casa, que fique. Anteontem ele não saiu com os primos à noite? Deixa ele. Conheço meu filhote, ele vai onde ele quer.

- Caramba, benhê. Bem que você falou que sua família transforma tudo em discussão. – eis que a ruiva peituda deixou escapar “sem querer” no canto da sala.

Assim que ela terminou de falar, todos ali presentes viraram pra ela e a julgaram mentalmente. Vitório, de pé perto do sofá, cruzou os braços, pôs a mão na testa e sacudiu a cabeça, cansado daquela conversa torta. Aloízio encarou o irmão do meio e o cobrou.

- Tu disse isso da gente, Eliseu? Tanto tempo sem se ver e é essa a imagem que tu tem nossa, que a gente cria problema?

A mãe do Candinho foi a próxima: se aproximou da esposa do Eliseu, segurou uma mecha do cabelo vermelho dela e deu um sorriso debochado antes de falar.

- Pra uma evangélica que se diz tão fervorosa, até que você fica bem de cabelo pintado, decote e cílios, “benhê”. Eu não sabia que crente podia andar de batom vermelho e saia curtinha, não. Igreja atualizada, essa de vocês. – Madalena mandou na lata, sem cerimônias.

- É que o nosso culto é pra pessoas sofisticadas, meu bem. – Lucília devolveu, sempre muito tranquila.

- Você tá querendo dizer que eu não sou sofisticada?! – a mãe do Candinho não gostou da provocação.

- Irmãos, por favor. – o timbre imponente e magistral do Eliseu interrompeu a falação e todo mundo olhou pra ele no meio da sala. – “Quando ficarem irados, não pequem. Não permitam que o sol se ponha enquanto durar a ira de vocês e não deem lugar ao diabo”. Efésios, capítulo quatro, versículos 26 e 27. Nós somos uma família, o Senhor nos quer unidos.

Dentro do quarto, Candinho ouviu isso e fez careta, cansado do sermão antes mesmo de descer pra conhecer Eliseu.

- Madalena, minha cunhada, creio que houve um mal-entendido. Meu irmão comentou que seu filho é um jovem delicado, que ele entende de fotografia, correto? Eu fiz o convite pensando que talvez ele pudesse fotografar o culto. Fazer os registros da reunião de hoje à noite, só isso. Desculpa se ofendi, não foi a intenção.

- Tudo bem, Eliseu. Quando meu filho acordar, você convida pessoalmente. Como eu disse, ele é um homem adulto e sabe bem onde quer ir. Sou mãe, mas não respondo por ele.

- Entendo perfeitamente. Justo. – Eliseu concordou.

- Mas que seria bom ele ir, seria. – Aloízio resmungou de canto de boca, só pra irritar a esposa.

Cândido foi no banheiro do quarto lavar o rosto, depois escovou os dentes, se olhou no espelho e respirou três vezes, preparado pra descer as escadas. Ele planejou recusar pessoalmente o convite pra fotografar o culto, porém chegou na sala e se deparou com um dos homens mais bonitos e charmosos que já viu.

- Bom dia, meu jovem. Na paz do Senhor? – Eliseu estendeu a mão e levantou da poltrona pra cumprimenta-lo.

Mas Candinho não correspondeu... Ao menos não de imediato. Primeiro, seus olhos viajaram nos contornos sugestivos da bermuda daquele homem e se atrapalharam no volume brusco entulhado no canto da virilha.

Mesmo quando Eliseu ficou de pé, o malote permaneceu amontoado na roupa e não se alterou, impávido colosso.

- Você é o famoso Candinho? Prazer em conhecer, meu jovem. – ele entendeu que não seria cumprimentado e pôs a mão no ombro do novinho. – Ouvi muitas coisas boas a seu respeito. Fiquei feliz de saber que tenho um sobrinho com talento pra arte. Posso te chamar de sobrinho?

Candinho olhou pra mão apoiada em seu ombro, reparou nas unhas bem cortadas, no anel de ouro e no relógio dourado no pulso do moreno, só então fez que sim com a cabeça.

- Ótimo, meu sobrinho. Que bom que começamos bem. – Eliseu sorriu e mostrou a obturação de ouro no dente.

Ele usava blusa polo pra dentro da bermuda, sapatênis e óculos de sol no rosto liso, sem qualquer sinal de pelo facial. Tinha 42 anos e era o irmão do meio, mais velho que Vitório e mais novo que Aloízio. Só andava engomado e sempre bem vestido, exalando perfume de grife francesa e o cabelo penteado com gel.

Sua pele parda possuía uma melanina clara e Eliseu era o mais alto dos três, com chamativos 1,89m. Ele era gordinho, troncudo e tinha o corpo largo, com ossos grossos, peitoral aberto e costas largas, quase um muro. Um homem extremamente religioso e educado, de fala séria e jeito sereno.

- Então, Candinho. Vou direto ao ponto: quer sentar?

O garotão arregalou os olhos com a pergunta. Só havia os dois na sala naquele momento e ele ficou incrédulo diante da falta de cerimônia do quarentão, até que Eliseu puxou a bermuda e acomodou a mala pra sentar no sofá.

- Senta. – ele insistiu.

Candinho respirou aliviado quando entendeu, daí foi e sentou no sofá. Só que ele percebeu a puxada que o macho teve que dar na roupa antes de sentar, e esse detalhe o deixou inquieto, principalmente quando a mala voltou a acumular entre as coxas grossas do Eliseu.

- Vou direto ao ponto, Candinho. Você é fotógrafo, não é? O pessoal lá da igreja tá precisando de fotógrafo pra fazer as filmagens do culto hoje à noite. Meu irmão disse que você se dedica à fotografia, não quer ir lá? Pagam bem. – o parrudo coçou os dedos e, pra piorar, começou a abrir e fechar as pernas devagar.

A cada abertura, a tromba fazia protuberância na parte de cima da bermuda e dava pra ver o contorno massivo das bolas esparramando pra baixo. A cada fechada, o saco espremia no meio das coxas e era aí que o pacotão vinha à tona no colo do Eliseu, cena que Cândido queria ter registrado com a câmera.

- Candinho? – Eliseu parou de mexer as pernas, sua mão descansou perto do malote pesado e ele observou o olhar do loiro. – Tudo bem se você precisar de tempo pra pensar. Mas eu insisto, o pessoal lá paga bem. E fora o dinheiro, você vai tá fazendo uma obra pro Senhor. Pensa nisso.

Ele levantou do sofá e, que nem da outra vez, a montanha permaneceu armada e imponente na roupa, forçando o grandão a usar a mão pra desarmá-la.

- Aparece lá, Candinho. Você vai receber uma benção bem grande, tenho certeza. – Eliseu repetiu a mania do contato físico, segurou o ombro do rapaz e piscou o olho direito.

Mas ainda assim Candinho não respondeu. Seguiu imóvel, a cara meio apática e a mente longe.

- “É de família. Eles são irmãos, devem ter herdado a rola grande do pai. E o fogo também.” – só conseguiu lembrar da conversa que a mãe teve com a tia Norma na sexta.

Eliseu foi na cozinha conversar com o restante da família, Cândido foi junto e sua primeira impressão de Lucília também não foi das melhores, tal qual aconteceu com Madalena. O olhar dos dois não se bicou, os santos e os evangelhos não bateram e a ruiva ficou bicuda para um lado, enquanto o viado pegou a máquina e foi ver as fotos no outro.

- Conseguiu, amor? – Lucília abraçou Eliseu na porta da sala.

- Não. Ele não respondeu. Pela cara, creio que não deva ir. – lamentou o moreno.

- Poxa, que pena... Bom, pelo menos vamos embora. Já não tava mais aguentando essa chata da tua cunhada, ô mulherzinha insuportável. – ela suspirou. – Mas também... Se eu tivesse um filho invertido, seria desmiolada que nem ela. Não culpo, hahahah...

Os dois estavam sozinhos, indo embora, e ninguém escutou os comentários, mas a porta da sala bateu e quem estava atrás? Ele mesmo.

Parecia um vulto, um rastro, com a câmera em mãos e os ouvidos pegando fogo depois de cada palavra que ouviu. Agora, mais que nunca, Candinho recusou com veemência a ida à igreja. Preferiu passar a tarde na praia com a mãe e o padrasto, encheu a memória da máquina e só voltou pro casarão perto do anoitecer.

Madalena e Aloízio saíram pra uma noite romântica num restaurante chique, o playboy Gerson passou a maior parte do dia na namorada e não deu as caras pra ver a família no sábado. Seu irmão marrento, Gilson, só apareceu à tarde, mas não demorou. Lavou uns carros na calçada e se arrumou pra sair de novo, pois tinha marcado de resenhar com os amigos na comunidade.

- Vai dormir no meu quarto hoje, primo? Hehehe. – Gil falou no ouvido do Candinho antes de sair. – Vou chegar de madrugada, chapadão. Tu já sabe como eu fico quando tô chapado, não sabe?

Os dois estavam no corredor do segundo andar, aparentemente sozinhos, e o lava-jato encoxou o novinho sem medo de ser visto por alguém. Virou Cândido de costas, sarrou o jeans na bunda dele, deixou a rola pulsar e a adrenalina fez a pele dos dois arrepiar.

- Ó como eu fico perto de tu. Vamo dar umazinha antes de eu ir pra rua, bora? Ou prefere deixar pra quando eu chegar de pau durão? Mmm... – bastava abaixar a roupa e penetrar o primo ali mesmo, uma facilidade que fez a pica do moreno babar.

Gilson pôs Candinho ajoelhado, bateu o salame na língua dele e não resistiu em dar uma visitada rápida na garganta, só pra sentir o paladar quentinho e o buraco apertando em volta da cabeça do caralho. Um olho na mamada e outro na escada, pra ver se vinha gente.

- SSSS! Minha vontade é botar no teu cu e te encher de leite aqui mesmo, cuzão, papo reto. Só um pouquinho, vamo? Preciso nem leitar, só quero a botada só. Tipo assim, ó. – mais uma vez, Gil tratou Candinho feito boneco e fez ele ajoelhar no corredor.

Cuspiu na cabeça da marreta, escorregou na borda do furico e não deu pra segurar a emoção, ele entrou, latejou e tirou.

- AAARFF! Quietinho, meu pai não pode escutar. Já pensou se ele aparece? – virou o rosto do viado na direção do pé da escada, socou de novo e tirou mais uma vez.

A adrenalina incendiou o ambiente. O saco começou a estalar, Gilson montou na ponta dos Reebok doze molas e elaborou o leite na mamadeira pra fazer a desova, mas a porta da sala abriu, alguém chegou de surpresa e a voz do Vitório chamou lá de baixo, interrompendo abruptamente a foda clandestina.

- Então é nós, mano. Mais tarde tamo junto. – Gil disfarçou, sorriu e tentou esconder o caralho dando seta na bermuda.

Candinho fez o mesmo, seu cu ardendo da visita rápida, intrusiva e gostosa que recebeu.

Nesse meio-tempo, Norma voltou do trabalho, tomou banho e resolveu dar um passeio na orla com o marido. Ela convidou o sobrinho pra ir junto, mas ele não quis segurar vela e preferiu ficar em casa, na companhia da boa e velha amiga caipirinha. E da câmera, sempre.

Enquanto a esposa tomava banho, Vitório viu Cândido sozinho no sofá da sala, se aproximou como quem não queria nada e puxou assunto.

- Fala, garoto. Olha, duas coisas. Primeiro, dizer que fui contra a ideia torta do meu irmão de querer te arrastar pra igreja. Conheço Eliseu a vida toda, aquele lá não vale um centavo. Prefiro tu aqui comigo, me chupando, do que lá com ele. Heheheh.

O mais novo riu com aquela confissão safada.

- Segundo... Dormi e acordei pensando nessa boquinha sua. Passei o dia me segurando pra não bater uma, mas perdi a luta, já toquei duas. Gozei pra porra, tá feliz? Culpa tua, teheheh. – o judoca encheu a mão no short de algodão, segurou firme no caralho e faltou espaço na roupa pra tanto piru.

Ver um macho adulto, trintão e pai de família dizer que tava perdendo a cabeça na punheta por causa da mamada foi forte demais pro Candinho. A língua aflorou de saliva, a garganta pediu cabeçada e ele desceu os olhos do peito pra cintura do pai dos gêmeos.

- Só tem a gente aqui. Quer brincar? – Vitório chegou pra frente e seu volume armado encostou nos beiços do loirinho.

Nem precisou pedir, o bola gato rolou ali mesmo. Rapidinho, na surdina da sala, com Norma no banheiro e o casarão vazio pra ecoar o som dos engasgos. Vitório foi sincero quando disse que não tirou aquela goela da mente, deu pra ver pela forma como mergulhou a mangueira inteira na garganta do sobrinho e encheu as bochechas dele com as três bolas obesas.

- FFFF! Hoje tirei leitinho por causa dessa boca, como é que pode? Me deixou maluco. Fiquei levinho contigo ontem, rapaz. Língua de pano, parece veludo! – o tiozão mordeu o beiço e se revezou entre dar leves estocadas e prestar atenção na porta do banheiro.

O sacão duro não demorou a espancar o queixo, a saliva misturada com babão escorreu no canto do lábio e Candinho bateu punheta com a boca, entubado no talo da piroca, lacrimejando a cada pulsada. Estanques tão duradouros que pareciam que iam arrebentar a mandíbula a qualquer momento, e olha que era pra ser só uma mamada rápida e sem pretensão.

- Ainda fico impressionado que tu consegue engolir tudo, puta que pariu! SSSS! Isso que é garganta profunda, é? Mmm! – Vitório já tava arrumado e cheiroso pra sair, mas começou a suar e suas axilas choraram na blusa. – Continuar assim, vai tirar leitinho fácil. SSSS! Tô quase!

O chuveiro parou de fazer barulho, a maçaneta da porta do banheiro ameaçou girar a qualquer instante e a adrenalina acabou sendo maior que o tesão, obrigando os dois a pararem com a putaria.

O lutador guardou a caceta no short, sentou na outra poltrona e cruzou as pernas pra disfarçar, Norma saiu do banheiro logo em seguida. Ela terminou de se vestir no quarto, o casal saiu pra curtir a noite de sábado na orla e Candinho finalmente ficou sozinho, com o casarão só pra si.

Deu oito da noite, as caipirinhas fizeram efeito e o garotão soube o que precisava fazer. Tomou banho, se arrumou, conferiu o endereço no celular, pegou a bolsa da máquina, as baterias e saiu. Andou três ruas, atravessou quatro quarteirões, virou na esquina e chegou na porta do templo gigantesco.

- Meu sobrinho! Que surpresa, achei que não viria. Que bom que você veio. O Senhor se alegra com a sua presença na casa d’Ele, saiba disso. – Eliseu viu de longe e veio cumprimenta-lo.

Tava todo arrumado, engravatado dos pés à cabeça, com calça de alfaiataria, terno de alta costura, os sapatos engraxados e encerados. Candinho viu a bíblia na mão dele e só então entendeu que o tio era o pastor da congregação, aí começou a se dar conta da grande emboscada em que se meteu.

- Vem, você vai gostar. Vai ser bom pra você, vai te fazer bem. – Eliseu apertou-lhe os ombros e o conduziu pra dentro do templo, andando atrás dele. – Eu convidei você aqui hoje à noite pra te conduzir, meu sobrinho. Te guiar.

Eles chegaram numa sala onde estava acontecendo um culto ministrado por outro pastor. Cândido viu as irmãs berrando e girando de saião e não entendeu se estava na igreja evangélica ou no centro de umbanda. Sentiu vontade de rir, mas se controlou e de repente as mãos do pastor Eliseu apertaram seu pescoço por trás.

- Quando meu irmão me contou, eu logo vi que precisava te conhecer. Te conhecer e trazer você aqui, Candinho. Pra você permitir que o espírito entre. Tá preparado pra se abrir? – a voz do quarentão saiu abafada na altura da nuca e sua presença cresceu.

A pele do pescoço do Candinho arrepiou na hora. Os dedos fincados na carne pegaram fogo, ele sentiu o calor e teve certeza da encoxada, mas olhou pra trás e o pastor Eliseu parecia normal, sem qualquer alteração aparente.

O problema de ter virado pra trás é que Candinho reparou na mala quiluda deitada de lado na calça do pastor. As caipirinhas lhe esquentaram o cérebro e foi difícil não querer sentir a firmeza daquelas mãos enormes dando bons tapas na bunda.

- Você tem cara de quem gosta de pregação, meu sobrinho. Tô enganado?

Eliseu era todo grande, feito em proporções largas. Engomadinho e engravatado então, parecia maior ainda. Ele preenchia o terno por inteiro, seus ombros esticavam o pano na parte da frente e a calça era justa no corpo, detalhe que ajudou a ressaltar o contorno da pica.

- Espero que a palavra toque dentro de você hoje, Candinho. Pronto pra receber o sermão antes de começar a fazer as fotos? Vem cá. – eles seguiram pro fundo da igreja e entraram numa salinha bem mais afastada do saguão principal.

O lugar não tinha janelas, apenas uma espécie de púlpito na parte da frente, algumas cadeiras enfileiradas no meio e um palco com instrumentos musicais no fundo. O pastor trancou a porta, se dirigiu ao púlpito e orientou que Candinho ficasse na sua frente, o que ele fez, apesar de achar estranho não haver mais ninguém ali.

- Hoje, meu sobrinho, o sermão é sobre os pecados da carne. Em Coríntios 6 tem uma passagem muito interessante sobre entendermos que a imoralidade sexual é um desrespeito ao nosso próprio corpo. Fazer determinadas... Práticas sexuais, é praticamente uma autocondenação.

Cândido segurou o riso, abriu as mãos com as palmas à mostra e fingiu que estava orando junto.

- Ajoelha, meu jovem. – Eliseu mandou.

O moleque o encarou nos olhos e dessa vez riu, não conseguiu segurar. Ajoelhou com satisfação, lambeu os beiços e olhou pra cima, na intenção de não desfazer o contato visual. O pastor chegou pra frente, a cintura parou na altura do rosto do sobrinho e Eliseu fechou os olhos.

- A carne é a maior fraqueza dos homens, Candinho. Eu posso falar, já fui do mundo que nem você. Ficava dias sem aparecer em casa, largava minha esposa pra procurar sodomia na rua, era viciado em pornografia. – a mão apertou o alto da cabeça do sobrinho.

A tensão sexual explodiu forte. Cândido olhou pra frente, viu a protuberância na calça e soube dizer onde começava e onde terminava a piroca do tio, das bolas à glande. Ficou tão perto que deu pra sentir o cheiro doce, ele quase babou de tanto que olhou. A tentação mesmo foi sentir o peso da mãozorra e não poder cair de boca naquele volumão.

- Eu fumava, bebia, me drogava. Só queria saber de farra. Até com prostituta me envolvia, por culpa do vício em sexo anal. Era quase uma compulsão. Mas se eu saí dessa vida, você pode sair também. Quer receber a palavra?

Candinho encarou a pica, encarou o tio e mordeu os beiços, morto de sede. De novo, encarou a pica, encarou o tio e mordeu a boca, visivelmente nervoso pra dar uma bocada. Nem pareceu o mesmo Candinho bobinho, ingênuo e inocente que saiu da Freguesia na quinta-feira de manhã.

- Às vezes acontecem as recaídas, claro. Faz parte. – Eliseu voltou a dizer. – Mas minha esposa tá do meu lado e ajuda quando o vício assola. É ela que me alivia. E você, tá pronto? Deixa a palavra entrar... Ela quer entrar em você.

A mão desceu da cabeça pra lateral do rosto do loiro, o pastor alisou o queixo do viado e deixou o dedo escorregar nos lábios dele. Com movimentos lentos, Candinho desceu o zíper da calça, viu a pentelhada do grandão e não perdeu mais tempo, encheu a boca na piroca até o nariz bater no talo.

- SSSS! Isso, deixa ela entrar. Eu sabia que uma hora você ia perceber os sinais te chamando. Aloízio comentou de você e eu fiquei animado pra te conhecer, não via a hora. – Eliseu lhe travou a nuca e forçou tudo goela abaixo, meio minuto dentro sem tirar.

O ninfeto ficou vermelho, seu rosto inchou, a veia da testa inflou e as lágrimas escorreram conforme a jararaca cabeçuda fincava as presas na garganta. Candinho ameaçou vomitar e quase saiu, mas o pastor meteu firme, o manteve preso e falou baixinho.

- Calma, no início é assim mesmo. FFFF! Mas sei que você gosta de pregação, tá na cara. Todo mundo sabe. – como sempre, a mão apertou atrás do pescoço e Eliseu tornou a forçar o pirocão nas amídalas.

Com ele não teve essa de mamar na cabecinha, boquete era só se fosse gargantão adentro. Cândido se lambuzou no cacete, os lábios incharam e às vezes ele parava de chupar só pra admirar o tamanho e a curvatura.

Não era uma rola absurda de jumento que nem a do Vitório, devia ter no máximo 17cm, mas em compensação era GROSSA pra caralho, com um calibre de quatro dedos de espessura e um cabeção pesado, que Candinho não entendeu como apontava pra cima.

Um pauzão uncut e com prepúcio de sobra, mais escuro que a pele morena do pastor e da glande preta no meio, roxa nas bordas. Dois ovos pendurados, diferente do lutador Vitório, e os pentelhos mantidos baixos no púbis, a virilha exalando um cheiro doce muito característico.

- FFFF! Lá no fundo, deixa entrar. Isso! – Eliseu cravou na goela e deu as primeiras cavalgadas. – SSSS! Eu acertei em te trazer pra igreja, viu só? Você precisa de pregação, deixa o tio pregar.

Ele abriu os beiços do fotógrafo, largou o aço na garganta de novo e só se contentou quando as bolas roncaram no queixo. O talo grosso vedou a boca, Cândido perdeu o fôlego e tentou recuperar a respiração, mas o púbis parrudo tampou suas narinas e o único cheiro possível foi da testosterona do Eliseu.

- Pregação é comigo. Uma coisa que eu faço bem é pregar. OOORSS! – o pastor destravou os próximos galopes, começou a rebolar e socou a goela em velocidade alta.

As bolas sentiram inveja do boquete, vazaram pela braguilha da calça e pediram atenção também, foi quando Eliseu se apertou, enfiou as duas juntas na boca do Candinho e encaçapou a garganta dele como se estivesse fudendo cuzinho, uma verdadeira pregação.

Agora sim o coitado levou chumbo grosso. Seu queixo virou airbag nas bombadas do saco.

- Hmmm! Vem cá, vem. Te chamei aqui pra isso. – o grandão ajeitou o sobrinho de quatro, apoiado no púlpito, em seguida vestiu a camisinha e...

Essa história se chama "LUA DE MEL EM IGUABA" e a continuação dela você acompanha no On Now: onnowplay*com/andmarvin/album/93661

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