Aline e Marcelo nunca tinham ultrapassado a linha profissional. Dois anos de reuniões, relatórios e cafés no corredor sem um toque a mais, sem uma palavra fora do lugar. Ele era o homem quieto de quarenta anos, barba grisalha, olhar sério que às vezes demorava um segundo a mais nela. Ela era a analista calada de vinte e oito, corpo esguio escondido em blusas folgadas, cabelos pretos longos presos em rabo de cavalo, casada, rotineira, com um desejo que nunca tinha tido coragem de nomear.
Quando o diretor anunciou que os dois precisariam ir de carro até Londrina para o evento de três dias, Aline sentiu o estômago revirar. Marcelo apenas assentiu, como sempre.
Saíram de Curitiba às sete da manhã. O silêncio no carro durou quase uma hora. Aline dirigia; Marcelo observava a estrada, as mãos amplas repousadas sobre as coxas.
A conversa, quando começou, foi leve e superficial. Trabalho, o trânsito na saída da cidade, o clima em Londrina, a programação do evento. Nada além disso. Aline falava pouco, como sempre. Marcelo respondia com frases curtas, o tom calmo e contido. De vez em quando o silêncio voltava, confortável demais para dois colegas que nunca tinham passado mais de meia hora sozinhos.
Aline sentia o corpo inquieto. Cada vez que ele virava o rosto para comentar alguma coisa, ela apertava o volante com mais força. O cheiro do aftershave dele, o jeito que a barba se movia quando falava, a mão ampla apoiada no joelho… tudo isso a deixava consciente demais da própria respiração. Marcelo, do seu lado, notava os olhares rápidos que ela lançava para o retrovisor, o jeito que se mexia no banco, o silêncio dela quando a conversa ameaçava se alongar. Não dizia nada. Apenas observava.
Chegaram ao hotel no fim da tarde. Check-in separado. Quartos no mesmo andar, a poucos metros um do outro. Combinaram de descer para o jantar em uma hora.
No restaurante do térreo a conversa continuou educada, quase profissional. Falaram do relatório que precisavam entregar, de uma reunião com o cliente no dia seguinte, de como a estrada tinha sido tranquila. Mas havia algo diferente no ar. Aline mal conseguia manter o olhar nele por mais de alguns segundos. Marcelo bebia devagar o vinho, observando-a por cima do copo, sem pressa. Quando ela riu de alguma coisa sem graça que ele comentou, o sorriso dele durou um pouco mais do que o normal. Quando a mão dela esbarrou na dele ao pegar o guardanapo, nenhum dos dois puxou de imediato.
O jantar terminou sem nenhuma frase direta, sem nenhum convite explícito. Apenas o silêncio carregado no elevador e o corredor quieto do terceiro andar.
Na frente da porta do quarto dela, Aline tirou o cartão-chave da bolsa. As mãos tremiam levemente. Marcelo parou ao lado, sem dizer nada. Ela passou o cartão, a porta se abriu, e os dois ficaram ali por um segundo, olhando um para o outro no limiar.
Foi só então que tudo começou a mudar — devagar, sem pressa, como se a decisão tivesse sido tomada horas antes, sem que ninguém precisasse pronunciá-la em voz alta.
Marcelo entrou atrás dela. A porta se fechou com um clique suave. Aline deixou a bolsa sobre a mesa e ficou de costas para ele, o coração martelando no peito esguio. Ele se aproximou devagar, parou bem atrás, tão perto que ela sentiu o calor do corpo dele atravessar a roupa. O cheiro do aftershave misturado ao vinho do jantar a envolveu como uma segunda pele.
— Aline… — o tom dele saiu baixo, quase um sussurro rouco.
Ela virou o rosto lentamente. Os olhos escuros de Marcelo estavam fixos nos dela, sérios, intensos, mas com uma ternura contida que a fez estremecer por dentro. Não havia pressa, apenas uma certeza quieta que se arrastava desde a estrada. Ele ergueu a mão e tocou o lado do rosto dela com os dedos ásperos, o polegar passando de leve pelo canto da boca carnuda.
— Você está tremendo — murmurou ele.
— É que… eu nunca… — a voz dela falhou.
— Eu sei. — O polegar dele acariciou o lábio inferior. — Eu também nunca. Mas eu quero. Quero você há meses.
Aline fechou os olhos por um segundo, inclinando o rosto contra a palma quente. Quando os abriu de novo, ele já estava mais perto.
O primeiro beijo foi lento, quase reverente. Lábios apenas se tocando, testando a textura, o gosto doce residual do vinho. Depois a pressão aumentou. Marcelo segurou o rosto dela com as duas mãos amplas e aprofundou o beijo, a língua encontrando a dela com calma deliberada, explorando cada canto, chupando o lábio inferior com suavidade antes de invadir a boca de novo. Aline soltou um gemido baixo contra a boca dele, o som vibrando entre os dois. As mãos dela subiram até a camisa social, apertando o tecido grosso, sentindo os músculos firmes por baixo. O cheiro dele, o gosto, a barba grisalha raspando de leve na pele sensível do rosto… tudo isso a fez estremecer da nuca até as coxas longas.
Ele a empurrou suavemente contra a parede fria. As mãos desceram pela cintura esguia, apertaram a bunda miúda por cima da saia, os dedos cravando com força controlada.
— Me diz se quiser que eu pare — falou contra a boca dela, o tom grave.
— Não para — respondeu Aline, quase sem ar. — Por favor, não para.
Marcelo beijou o pescoço dela, logo abaixo da orelha, a língua quente traçando o caminho da veia latejante enquanto os dedos abriam o primeiro botão da blusa. Depois o segundo. Depois o terceiro. A blusa escorregou pelos ombros estreitos e caiu no chão sem barulho. O sutiã foi o próximo; o fecho se abriu com um estalo suave e os seios pequenos e firmes ficaram livres, os mamilos rosados já duros e sensíveis. Marcelo baixou a cabeça e chupou um deles com lentidão deliberada, a língua quente girando em círculos apertados, os dentes roçando de leve.
— Tão sensíveis… — murmurou contra a pele. — Eu imaginava como seriam.
Aline segurou a cabeça dele, os dedos longos enterrados no cabelo curto e grisalho nas têmporas, puxando sem força.
— Marcelo… isso é tão…
— Eu sei — ele interrompeu, passando para o outro mamilo, chupando com mais intensidade agora. — Deixa eu cuidar de você.
Ele a levou até a cama sem pressa, mas com autoridade silenciosa. Tirou a saia dela, o zíper descendo devagar, o tecido escorregando pelas coxas longas. Depois a calcinha, puxada com os dedos firmes até os tornozelos. Aline ficou nua, o corpo esguio e reto exposto sob a luz baixa do abajur: seios pequenos, barriga chapada, a buceta raspada já brilhando de umidade. Marcelo se afastou só o suficiente para tirar a própria camisa e a calça, os movimentos controlados. O pau saltou duro, grosso, as veias marcadas, a cabeça já úmida de pré-gozo.
Ele se ajoelhou entre as pernas longas dela e passou a língua devagar pela parte interna das coxas, subindo centímetro por centímetro, sentindo a pele estremecer sob a boca.
— Você está encharcada — disse, o tom baixo, quase admirado. — Só de eu te beijar…
Quando a língua encontrou o clitóris inchado, Aline arqueou as costas com um gemido prolongado. Marcelo chupou com calma intensa, os dedos amplos abrindo os lábios finos, a língua entrando e saindo em movimentos lentos e profundos, o som úmido e obsceno enchendo o quarto. Ele alternava entre sucções firmes no clitóris e penetrações profundas com a língua, o olhar erguido para o rosto dela, bebendo cada expressão.
— Olha pra mim enquanto eu te chupo — ordenou baixinho. — Quero ver seus olhos.
Aline obedeceu, as pupilas dilatadas, a boca aberta. Marcelo enfiou dois dedos grossos dentro dela enquanto chupava o clitóris com força rítmica. Os dedos curvavam, encontrando o ponto sensível, massageando sem piedade.
— Marcelo… eu vou… — ela ofegou.
— Goza na minha boca — ele murmurou contra a carne molhada. — Quero sentir.
Aline gozou com um grito abafado, as coxas longas tremendo violentamente ao redor da cabeça dele, o líquido escorrendo pela língua de Marcelo, que continuou lambendo devagar até os espasmos diminuírem.
Quando ele subiu o corpo e posicionou a cabeça grossa na entrada ainda latejante, Aline prendeu a respiração. Marcelo enfiou o pau de uma vez, até as bolas baterem contra ela. Aline soltou um gemido longo e quebrado, a buceta apertada se esticando ao redor do volume dele.
— Porra… que apertada — ele gemeu, a testa encostada na dela. — Você me envolve inteiro.
Ele ficou parado por um segundo, sentindo as paredes quentes se contraírem, o polegar acariciando o osso do quadril dela com ternura, antes de começar a se mover. Estocadas profundas e ritmadas, o olhar fixo nos olhos castanhos dela, o domínio presente em cada movimento, mas envolto em uma intensidade quase carinhosa. Aline envolveu a cintura dele com as pernas longas, puxando-o mais para perto a cada investida, as unhas cravando levemente nas costas largas.
— Mais fundo… me fode mais fundo — pediu, o tom rouco de vergonha e desejo.
— Assim? — Ele cravou até o limite, girando os quadris. — Você gosta quando eu mando no seu corpo?
— Sim… — ela quase chorou de prazer. — Manda. Faz o que quiser comigo.
Marcelo aumentou o ritmo, as estocadas ficando mais fortes, mais profundas, o som de pele batendo contra pele ecoando no quarto. Uma mão ampla desceu entre os corpos para esfregar o clitóris inchado com o polegar enquanto fodia, o outro braço apoiado ao lado da cabeça dela, o polegar acariciando a têmpora.
— Olha pra mim — ordenou de novo. — Não desvia. Quero ver quando você gozar de novo.
Aline gozou pela segunda vez, o corpo esguio tremendo em espasmos violentos, a buceta contraindo em ondas apertadas ao redor do pau grosso, um gemido alto escapando da garganta. Marcelo continuou, mais rápido agora, o domínio se tornando mais intenso, os quadris batendo com força controlada.
— Eu quero gozar dentro — ele rosnou baixinho contra a boca dela. — Posso?
— Pode… enche… por favor…
Ele enterrou o pau até o fundo e gozou com um gemido gutural, jatos quentes e espessos disparando fundo dentro dela, pulsando longamente. Aline sentiu cada jato, a buceta apertando em torno dele como se quisesse segurar tudo.
Os dois ficaram ofegantes, suados, o peito dele colado ao dela. Marcelo não saiu imediatamente. Ficou dentro, ainda latejando, beijando a boca dela com lentidão quase reverente, o gosto salgado se misturando ao beijo.
— Aline… — murmurou, o tom baixo e rouco, o polegar acariciando o canto da boca inchada dela. — Você não tem ideia do que fez comigo.
Ela sorriu, tímida e ao mesmo tempo diferente, as pernas ainda tremendo ao redor da cintura dele.
— Então mostra — sussurrou. — A noite ainda é longa.
Marcelo sorriu daquele jeito raro, predador e ao mesmo tempo terno, e começou a se mover de novo dentro dela, ainda semi-duro, o pau deslizando devagar pelo canal quente e escorregadio que ele mesmo tinha enchido minutos antes. Cada movimento lento fazia o gozo anterior escorrer um pouco mais, molhando as coxas longas de Aline e o lençol por baixo. Ele beijava a boca dela entre uma estocada e outra, a língua preguiçosa, o gosto salgado ainda presente.
— Ainda está latejando — murmurou ele contra os lábios dela. — Sente?
Aline assentiu, incapaz de formar palavras. O corpo esguio ainda tremia em pequenos espasmos residuais. Marcelo se apoiou nos antebraços, o peito colado ao dela, e aumentou o ritmo aos poucos. O pau engrossava de novo a cada investida, recuperando a rigidez completa. Ele enfiava fundo, quase saindo por completo antes de cravar de uma vez, o atrito úmido enchendo o quarto com sons obscenos e molhados.
— Você fica ainda mais apertada depois de gozar — falou, o tom grave e baixo. — Eu sinto cada contração.
Aline envolveu o pescoço dele com os braços, as unhas cravando levemente na nuca.
— Mais devagar… não. Mais fundo — pediu, o tom rouco de vergonha e desejo misturados.
Marcelo obedeceu à segunda parte. Segurou uma das coxas longas dela e a abriu mais, enfiando até as bolas baterem contra a bunda miúda. O ângulo novo fez a cabeça do pau pressionar com força aquele ponto sensível lá dentro. Aline arqueou as costas, um gemido prolongado escapando da garganta.
— Aí… bem aí — sussurrou.
— Aqui? — Ele cravou de novo, girando os quadris, o polegar da outra mão encontrando o clitóris ainda inchado e sensível. — Quer que eu foda esse ponto até você gozar de novo?
— Quero… por favor, Marcelo…
Ele começou a meter com força controlada, o domínio presente em cada estocada profunda, mas o olhar nunca deixava o rosto dela. Beijava a boca, o queixo, o pescoço, voltava para a boca. A mão livre descia entre os corpos e esfregava o clitóris em círculos firmes, combinando o ritmo das estocadas.
— Olha pra mim — ordenou baixinho. — Quero ver seus olhos quando eu te fizer gozar outra vez.
Aline obedeceu. As pupilas dilatadas, a boca aberta, os lábios inchados de tanto beijar. Marcelo acelerou, o som de pele molhada batendo contra pele ecoando mais alto. O gozo anterior fazia tudo mais escorregadio, mais sujo, mais intenso. Ele sentia o próprio pau latejando de novo, pronto.
— Eu vou gozar de novo dentro de você — avisou, o tom rouco. — Quer?
— Quero… enche de novo… me enche — ela quase chorou de prazer.
Marcelo cravou até o fundo e gozou com um gemido gutural, o corpo inteiro tensionando. Novos jatos quentes e espessos dispararam fundo, misturando-se ao que já estava lá. Aline sentiu o calor se espalhar, a buceta apertando em torno dele em espasmos descontrolados. O segundo orgasmo dela veio logo em seguida, mais longo, mais profundo, as pernas longas tremendo violentamente ao redor da cintura dele, um gemido alto e quebrado escapando da garganta.
Eles ficaram imóveis por longos segundos, ofegantes, suados, o pau dele ainda pulsando dentro dela. Marcelo beijou a testa suada de Aline, depois a pálpebra, depois a boca, com uma lentidão quase reverente.
— Ainda não terminei com você — murmurou contra os lábios dela, o tom baixo e carregado de promessa.
Sem sair de dentro, ele rolou o corpo, trazendo Aline para cima. Ela ficou montada, o pau ainda enterrado fundo, o gozo escorrendo pelas coxas longas. Marcelo segurou a cintura esguia dela com as duas mãos amplas e a guiou num movimento lento para cima e para baixo.
— Senta. Devagar. Quero sentir você me engolir inteiro de novo.
Aline obedeceu, as mãos apoiadas no peito largo dele, o cabelo preto longo caindo como uma cortina ao redor dos rostos. Ela descia até o fundo, sentindo o volume grosso abrir as paredes sensíveis, depois subia quase saindo, o líquido escorrendo. Marcelo a puxava para baixo com mais força a cada vez, o domínio suave mas inegável.
— Isso… assim — ele gemeu. — Você é tão linda montada em mim.
Aline acelerou o ritmo por conta própria, a respiração ofegante, os seios pequenos balançando. Marcelo ergueu o tronco e chupou um mamilo enquanto ela rebolava, os dentes roçando, a língua quente.
— Marcelo… eu não aguento mais…
— Aguenta — ele respondeu, o tom firme, as mãos apertando a bunda miúda e a forçando a descer mais fundo. — Goza mais uma vez pra mim. Quero sentir você se desmanchar no meu pau.
Ele começou a meter de baixo para cima, encontrando as descidas dela com estocadas fortes. O quarto encheu de gemidos, do som úmido e sujo, do cheiro de sexo. Aline gozou pela terceira vez com um grito abafado contra o ombro dele, o corpo esguio inteiro tremendo, a buceta contraindo em ondas apertadas que arrancaram de Marcelo um gemido rouco.
Ele não gozou dessa vez. Continuou se movendo devagar por dentro dela enquanto os espasmos diminuíam, beijando o pescoço, o ombro, a boca.
— Ainda temos a noite inteira — sussurrou, o tom baixo e terno, o polegar acariciando a bochecha quente dela. — E eu ainda não te chupei o suficiente… nem te fodi de quatro… nem te fiz gozar com a língua no seu cu.
Aline estremeceu inteira só de ouvir.
Marcelo sorriu daquele jeito raro, predador e ao mesmo tempo carinhoso, e a virou com cuidado, colocando-a de quatro na cama. O pau ainda duro e brilhando de gozo deslizou pela fenda molhada.
Ele a ajeitou de quatro no meio da cama, as mãos amplas firmes na cintura esguia. Aline abaixou o tronco, o rosto de lado no travesseiro, o cabelo preto longo espalhado. O pau dele, ainda duro e brilhando de gozo, deslizou devagar pela fenda encharcada, a cabeça grossa abrindo os lábios finos sem entrar ainda.
— Olha só como você está — murmurou ele, o tom grave e baixo, passando o polegar pelo clitóris inchado. — Toda molhada, escorrendo o que eu já te dei… e ainda quer mais.
Aline tremeu, um gemido abafado escapando contra o tecido.
— Quero… — sussurrou. — Me fode assim.
Marcelo enfiou de uma vez, até as bolas baterem na pele. Aline soltou um grito curto, as costas arqueando. Ele segurou os quadris dela com força controlada e começou a meter com estocadas profundas e ritmadas, o som úmido e sujo ecoando no quarto. Cada investida fazia os seios pequenos balançarem, o cabelo preto se mexer.
— Tão apertada ainda… — ele gemeu, uma mão subindo pela coluna fina até agarrar o cabelo longo. Puxou de leve, ergueu o rosto dela. — Olha pra frente. Quero ouvir você.
— Mais forte… por favor — pediu Aline, o tom rouco.
Ele obedeceu. As estocadas ficaram mais intensas, o domínio presente em cada movimento, mas o polegar da outra mão descia de vez em quando para esfregar o clitóris em círculos firmes. Marcelo se inclinava sobre ela, beijava a nuca, o ombro, mordia de leve a pele enquanto fodia.
— Você gosta quando eu puxo seu cabelo? — perguntou contra a orelha dela.
— Gosto… — ela ofegou. — Gosto de sentir que você manda.
— Então eu mando. — Ele puxou um pouco mais o cabelo, cravando o pau até o limite. — E agora eu quero sentir essa buceta me apertar de novo.
A mão livre desceu entre as pernas dela e esfregou o clitóris com pressão firme, combinando o ritmo das estocadas. Aline gozou com um gemido longo e quebrado, o corpo esguio tremendo, a buceta contraindo em ondas apertadas ao redor do pau grosso. Marcelo continuou fodendo através do orgasmo dela, sem parar, sentindo cada espasmo.
Quando os tremores diminuíram, ele saiu devagar. O pau saiu com um som úmido, o gozo anterior escorrendo pelas coxas longas. Marcelo se ajoelhou atrás dela, abriu as nádegas miúdas com as duas mãos e passou a língua pela fenda inteira, da buceta até o cu, limpando e provocando ao mesmo tempo.
— Marcelo… — ela gemeu, surpresa e excitada.
— Eu avisei — respondeu ele, o tom rouco, a língua pressionando o buraco apertado com lentidão. — Ainda não te chupei o suficiente… nem aqui.
Ele chupou o clitóris de novo por trás, enfiou a língua dentro da buceta, depois voltou a traçar círculos molhados ao redor do cu. Aline arqueava as costas, gemendo sem conseguir formar palavras. Marcelo cuspiu levemente, o polegar massageando a entrada apertada enquanto a língua trabalhava o clitóris.
— Relaxa pra mim — murmurou. — Eu não vou te machucar. Só quero sentir você se abrir.
Aline respirou fundo, o corpo cedendo aos poucos. O polegar dele entrou devagar, só a ponta, depois um pouco mais, enquanto a boca continuava chupando o clitóris com intensidade. O prazer misturado à sensação nova fez Aline tremer inteira.
— Isso… assim — ele elogiou, o tom baixo e terno. — Você está perfeita.
Ele tirou o polegar, subiu o corpo e enfiou o pau de novo na buceta, fundo, enquanto o indicador molhado voltava a pressionar o cu. Aline gritou de prazer quando os dois buracos foram estimulados ao mesmo tempo. Marcelo metia com força controlada, o dedo entrando e saindo no ritmo das estocadas.
— Goza pra mim de novo — ordenou, o tom rouco contra a nuca dela. — Quero sentir você se desmanchar com meu pau e meu dedo dentro.
Aline gozou pela quarta vez, o corpo esguio inteiro se contraindo, um gemido alto e quase choroso escapando da garganta. Marcelo não aguentou muito mais. Ele saiu devagar, o pau latejando, brilhando de gozo e umidade.
Aline se virou rapidamente, ainda ofegante, os olhos castanhos brilhando de desejo.
— Goza na minha boca — pediu, a voz rouca e decidida. — Quero sentir você escorrendo na minha língua… na minha garganta.
Marcelo olhou para ela, o sorriso predador e terno ao mesmo tempo. Aline se ajoelhou na cama, entre as pernas dele, e envolveu o pau grosso com as duas mãos. Passou a língua devagar pela glande, lambendo o pré-gozo e os restos do próprio prazer, depois abriu a boca e engoliu a cabeça. Succionou com força, a língua pressionando a parte de baixo, antes de tentar descer mais.
Ela forçou a garganta, engasgando de leve, lágrimas escorrendo nos cantos dos olhos, mas não recuou. O nariz quase tocou a base, a garganta se contraindo ao redor do volume grosso. Marcelo segurou o cabelo preto longo dela, guiando sem forçar demais, o olhar fixo no rosto dela.
— Isso… engole — murmurou, a voz rouca de prazer. — Que boca gostosa…
Aline subiu, ofegante, um fio de saliva ligando os lábios à glande, depois desceu de novo, tentando a garganta profunda outra vez. O som molhado e engasgado encheu o quarto. Ela chupava com fome, a mão esquerda massageando as bolas pesadas, a direita firmando a base.
— Vou gozar… — avisou Marcelo, a respiração ofegante. — Abre a boca… língua pra fora…
Aline obedeceu no último segundo. Tirou o pau quase por completo, deixou a língua bem estendida e abriu a boca o máximo que conseguiu. Marcelo segurou a cabeça dela e disparou. O primeiro jato grosso acertou fundo na garganta, o segundo e o terceiro na língua e nos lábios. Aline engoliu o que pôde, o restante escorrendo pelo queixo e pingando nos seios pequenos. Ela continuou chupando a glande sensível, limpando cada gota, a língua passando devagar pela fenda até ele estremecer por completo.
Marcelo puxou-a para cima, beijou a boca suja de porra com lentidão quase reverente, o gosto salgado se misturando entre os dois.
— Aline… — murmurou, o tom baixo e carregado de carinho e desejo, o polegar limpando o canto da boca dela. — Você não tem ideia do que fez comigo esta noite.
Ela sorriu, tímida e ao mesmo tempo diferente, o corpo ainda tremendo, as pernas fracas.
— Então a gente ainda tem amanhã… e depois de amanhã — sussurrou.
Marcelo a puxou contra o peito, os braços fortes envolvendo o corpo esguio, já prometendo que a viagem estava longe de terminar.