✨ Apoie a Casa dos Contos e leia sem interrupções — R$36/ano. Saiba mais →

Crônicas de Uma Mãe Promíscua e Um Filho Pervertido I - Enteado e Madrasta

Um conto erótico de Ayla Belmont
Categoria: Heterossexual
Contém 2835 palavras
Data: 30/08/2026 18:52:47

O ruído de algumas buzinas. De vozes nas ruas. No carro, a rádio conta do último escândalo na vida de algum ator secundário… de alguma emissora de terceira… Paula boceja, seus ondulados cabelos castanhos pairando nas costas, dois palmos abaixo do ombro.

Álvaro avança com o carro, adentrando um edifício vasto, em direção ao estacionamento. È um homem de olhos negros, nos seus cinquenta.

Enquanto Paula é a primeira a sair, ele separa uma caixa de cigarros, muda o celular do bolso esquerdo para o direito do jeans e brevemente ajeita o espelho superior do carro.

Os dois seguem por um curto corredor, aguardando pelo elevador logo em frente. O relógio na parede faz TIC-TOC, TIC-TOC, TIC-TOC, marcando 17:49. Lá fora, o sol brilha, irradiando as ruas, como se não passasse de meio dia.

As bochechas de Paula se encontram avermelhadas, contrastando com sua pele de tonalidade branca. Seu vestido verde e florido chega a altura das coxas, revelando pernas belas e torneadas. Enquanto ela calça sapatilhas escuras com um lacinho rosa no centro, Álvaro veste um terno preto, com uma gravata quadriculada azul.

Suor desce por sua testa até os olhos. Ele seca com os dedos, movendo os lisos cabelos negros.

— Quente, né?

Paula apenas balança a cabeça, agarrada à própria bolsa, sem vontade nenhuma de discutir o clima. Podem as coisas serem diferentes com ele…? Menos clichês? Mais interessantes…?! por uma vezinha?!

Eles sobem até o quinto andar, para cumprimentarem Luisa e sua família. Tratasse de uma mulher de cabelos curtos e escuros, na altura dos ombros. Mais jovem e com feições mais finas que o irmão, Lu é também mais bela. Tendo olhos da mesma cor, sua barriga é arredondada e volumosa, estando parcialmente exposta, graças a camiseta branca, um dia justa nela. Sua família, consiste de uma garotinha com seus mesmos cabelos, de nove anos; um rapaz de olhos claros, pouco acima do peso; e outro alto e mais velho, magro e de cabelos espetados.

Luisa abraça tanto Álvaro quanto Paula. Os dois adentram um apartamento espaçoso, singelamente bagunçado. Uma camisa azul masculina amarrotada está pendurada no braço do sofá. Controles de videogame se encontram sobre o móvel de repouso do televisor.

Ao sentar-se, Paula acidentalmente pisa em uma peça de LEGO, junta a algumas isoladas no tapete da sala.

— Mari, eu já não falei pra catar esses brinquedos quando acabar de brincar?! — Luisa sutilmente levanta o tom de voz. — Alguém pode escorregar e se machucar muito sério.

A mocinha de cabelos escuros se aproxima, ligeiramente recolhendo os pequenos pedaços.

— Desculpa, mãe.

Álvaro sorri. A irmã revira os olhos.

— E outro há caminho em…! — Luisa toca a imensa barriga com delicadeza. — Não quer levar um pra casa, não? — olha para a cunhada.

Paula força um sorriso. Adora — não, AMA — crianças; no entanto, as dos outros… Um filho fora mais que suficiente para ela.

— Topa, amor? — Álvaro brinca, sentando-se entre a irmã e a esposa.

Paula apenas força outro sorriso, se mantendo calada. Atiraria no próprio seio antes de escolher ter uma criança com um homem tão inflexível quanto o marido.

— Um sai do ninho, outro tem que entrar — provoca Luísa, apoiando as mãos nas coxas. — Por sinal, notícia daquele lá? — pergunta ao irmão.

Álvaro sorri.

— Ah, tá lá, fazendo a mudança e aprendendo com o sogrão, né.

— De quantos meses tá a noiva dele mesmo? — questiona Luisa.

O irmão pensa por um segundo.

— Quatro… cinco meses, né amor? — confirma, olhando para Paula.

Ela balança a cabeça, camuflando o desinteresse. Certo desgosto da situação… Arthur sempre foi, sem sombra de dúvidas, a melhor coisa sobre estar com Álvaro.

Cinco anos nesse casamento e na maior parte dos dias, ela nem sabe porque se casou. — Claro, Álvaro não é um homem feio, mas não é especialmente atraente também. Na cama, sempre oscilou de mediano para medíocre. De suas qualidades, pode dizer que ele é…

Bem sucedido?

Ela se ergue, desviando-se para o banheiro. Deus! — É uma pessoa horrível — Paula lava as mãos, conforme se olha no espelho. É casada com um homem cuja a melhor coisa que tem para dizer sobre, é sua condição financeira. E se fosse relembrar seus melhores momentos íntimos desde casada, envolvem ela atirada por cantos aleatórios de sua casa, com as pernas abertas e as coxas entrelaçadas na cintura de outro homem.

Sim… só de pensar, a respiração cessa e o sexo ainda arde pelo enteado… Seu rostinho fino e angelical olhando para ela. Os olhos doces, os cabelos lisos de Álvaro e o jeito de bom moço… Aquele corpo jovem e aquele membro duro feito uma estaca, a invadindo sem qualquer dó. Sem qualquer resguardo sobre quem eles são e o que aquilo significaria para o pai, viesse ele um dia a saber de tudo.

Como um rapaz não muito próximo da mãe, não levou muito tempo para que Arthur se aproximasse de Paula. Tudo começara com pequenas conversas no sofá durante as manhãs, quando passava a noite na casa dele. Meias palavras entre refeições e o vai e vem dos dias. Arthur falava da vida de esforço na universidade como prospecto de engenharia; da tensão de provas no horizonte, e do pai.

— Ele não aceita, não aceita outra opinião, sabe? — lhe dizia. — É como se pra ele, ele tivesse razão o tempo todo e o resto do mundo estivesse sempre errado.

Paula tentava ser empática, mas imparcial. Ouvi-lo, mas nunca ficar entre eles… isso é; até que o tempo passou e ela pouco a pouco começou a enxergar Álvaro por outras lentes…

Foram as manhãs, em que os dois tinham repetitivamente as mesmas discussões sobre política, porquê o marido não podia aceitar que eles simplesmente discordavam. Suas noções de feminilidade ou matrimônio, que tinham como eixo sua querida mãe… que decidiu reivindicar de tudo para viver para família, e… a desprezível mania que tinha de comentar toda vez que a buscava do trabalho o quão faminto estava.

Conforme Paula começava a orbitar a nova imagem de Álvaro que se formava na cabeça dela, ela também se aproximava de seu belo filho.

De repente, conversas no sofá tomavam rumos mais longos. Olhares se prolongavam… Então o rapaz de feições finas começara a dividir mais de sua vida com a madrasta. Contava-lhe de suas faíscas românticas; das idas e vindas com a vadiazinha que hoje chama de noiva, até que então, em uma tarde, as coisas simplesmente tomaram um rumo mais… direto.

Álvaro estava em reunião e Paula havia concordado de encontrá-lo em sua casa. Arthur e a madrasta se percebem — se esbarram na entrada. Os olhos do rapaz rondam e quase devoram o esbelto corpo de Paula — cujo os largos seios fazem incrível volume sobre a camisa branca justa, com dois botões abertos, que usa.

Calor imediatamente sobe à bela mulher. Seu batom rosado marca a bochecha direita do enteado, e ela delicadamente a limpa, dando uma risadinha ao perceber. Os dois se cumprimentam — sentam-se, e ela cruza as pernas, que se encontram em evidência, graças à saia negra executiva que veste. O estômago frio. O íntimo cálido e incitado, trazendo pequenas vibrações para outras partes.

Algo estava diferente e sabia; sentia no ar…

— Meu pai não sabe o quanto ele é sortudo… — o rapaz diz, após elogiar o visual da madrasta. Veste jeans negros e uma camisa azul justa aderida ao seu fisíco magro.

Ela sorri, apoiando a mão na coxa direita.

— Bem… fico lisonjeada pelo elogio. Não é todo dia que a gente tem a chance de ouvir a perspectiva de alguém tão jovem sobre a gente…

— Não? — Arthur faz uma careta de confuso. — Eu acharia que uma mulher como você teria um exército de caras da minha idade se jogando ao seus pés.

Paula ri, os cabelos chacoalhando conforme ela balança a cabeça.

— “Caras da sua idade” estão ocupados com garotas da mesma idade.

As bochechas se avermelham. Ela coça o pescoço.

— C—como deveriam…

O rapaz faz uma careta cínica.

— Você conhece caras diferentes dos que eu conheço, Paula… Meus amigos, meus conhecidos, todos dariam um olho pra estar com uma mulher mais velha como você… até dois.

O estômago de Paula fisga. Arthur olha para os lados, como se instintivamente buscasse perceber se há outros em volta.

— Posso te contar uma coisa? — ele projeta a cabeça, então recua alguns centímetros. — É meio… picante.

O coração da madrasta salta em seu peito. Iria ele confessar…? — ela balança a cabeça, acanhada.

Arthur se aproxima novamente e então sussurra.

— Eu conheço um cara que mora fora, e… volta pro país de tempos em tempos pra basicamente… — Arthur desvia o olhar por um momento — bem… transar com a própria tia.

A mão vai a boca, tampando-a. Paula instintivamente se aproxima, chocada. Atraída feito uma abelha ao mel pelas palavras. Pela excentricidade da situação.

Arthur assente de forma branda.

— Louco né…? Irmã da mãe do cara.

As feições de Paula franzen, incrédulas.

— Com—o, como exatamente uma coisa dessas funciona?

— Eu não sei detalhes. Só sei que ele ajuda ela financeiramente, e ela ajuda ele… bem… com coisas mais delicadas…

Ele dá de ombros.

— Funciona pra eles.

A madrasta assimila tudo lentamente. Incitada. Com as pernas trêmulas e o íntimo molhado.

— Pra você ver o quão longe caras vão só pra estar com uma mulher mais velha… — aponta Arthur.

— È—é assim pra você também? — Paula gagueja, se vendo obrigada a perguntar.

Os dedos dela deslizam pelo sofá, parando próxima da coxa do belo rapaz. Ele a olha nos olhos.

— Depende da mulher… — ele sussurra, trazendo a mão a deslizar e repousar bem sobre a de Paula.

A pele dela se arrepia. O coração bate com mais velocidade. O que está fazendo agora…? Arthur envolve os dedos por seu pulso, acariciando-a o braço. Seus lábios se pressionam contra o pescoço dela, e Paula não resiste; o corpo instintivamente se contrai, e ela ergue a cabeça, permitindo melhor acesso ao filho do futuro marido.

As doces mãos do rapaz encontram seu rosto, e lábios colidem — línguas cruzam-se, em um beijo cálido. Demorado e intenso.

— O que a gente tá fazendo? — ela geme, perguntando quase que retoricamente.

A palma direita do rapaz repousa sobre a torneada coxa da madrasta. Ele move ambas, garantindo acesso ao seu fruto já melado.

— Você tá ficando confortável… — Arthur murmura — na casa que também é sua.

Com a agradável pressão ao seu íntimo, ela geme e suspira.

— É o que meu pai iria querer — diz o rapaz.

A bela mulher dá um sorriso malicioso.

— È… eu digo pra gente… deixar isso entre nós.

Arthur lhe dá um selinho, calmamente movendo a lasca da calcinha dela para o lado.

— Besteira… — debocha ele em tom incitante, introduzindo dois dedos nela. — que pai não iria querer ver o filho e a namorada se dando tão bem…?

As costas dela arqueiam. Paula repousa sobre o encosto do sofá, fechando os olhos e abrindo as pernas. Enquanto a saia se levanta, a roupa íntima rosa transparece.

— Tudo tem limite… — os dedos tateiam o denso volume entre as pernas do rapaz. Paula morde os lábios, extasiada; em outra realidade, quase.

Bocas se tocam e estalam em selinhos; beijos que pouco a pouco crescem e se intensificam. A língua de Paula dança contra a de Arthur, de forma rápida. De jeito incessante e agitado. Enquanto isso, o enteado lhe agarra a camisa, e em um só puxão desfaz todos os seus botões.

Paula suspira, em uma mistura de surpresa e excitação. Seu sangue quente — fervendo. Seu corpo pronto para ser tomado e usado pelo belo filho de seu futuro maridinho.

— Você não sabe quantas vezes eu pensei nessas tetas, desde que a gente se conheceu… — Arthur esfrega o rosto contra os seios da madrasta, cheirando; se deliciando com a maciez e o perfume natural de sua pele.

Ele pressiona os lábios contra seu pescoço, e ela fecha os olhos, apreciando o calor do contato. A intensidade do desejo de um homem com idade para ser seu filho por ela. Então, enquanto Paula envolve suas mãos ao redor da cabeça dele, trazendo-o para perto, Arthur desfaz seu sutiã.

O enteado se abaixa para provar os fartos seios da madrasta; a língua indo — vindo, deslizando de baixo para cima pelos rosados e delicados mamilos de Paula.

Ela geme, com a respiração mais alta e ofegante. Arthur deixa de tocar seu femino úmido, para apertá-la os seios, de forma delicada — ingênua, quase. Feito um garotinho admirado, excitado pelos brinquedos novos.

As mãos correm pelas curvas da madrasta e sua boca acompanha, fazendo caminho dos seios até o abdômen.

Uma pontada vêm de dentro da barriga de Paula. De repente, seu corpo inteiro é sensível como um nervo, e tudo que ela consegue desejar é estar despida e sentada no enteado.

Arthur se abaixa para puxar a saia do corpo de Paula. — Ela se deita no sofá, e ele tira as sandálias douradas dela. Beijando-as vigorosas coxas. Estapeando seu volumoso e chamativo traseiro.

O enteado lhe aperta as nádegas, da mesma forma que a apertou os seios.

— Uhhh! — ela franze o rosto, com prazer, adorando a sensação daquelas mãos fazendo pressão sobre ela. — Você não tá se acanhando…

Arthur ergue o traseiro dela só por alguns centímetros, deixando sua língua toca-la a superficie do sexo, onde a calcinha se encontra posta para o lado.

— Eu vou é socar essa buceta com força!

O charmoso rapaz finalmente arranca a peça íntima da madrasta, deslizando-a entre as pernas. Um feminino liso, de vulva volumosa expõe-se aos olhos; Arthur não perde tempo abrindo-lhe as coxas, enquanto insere a cabeça lá.

Um choque extasiático atravessa o corpo de Paula. A coluna se enverga e ela estica a cabeça, delirando pelo toque daquela língua; pela respiração cálida do enteado e a maravilhosa sensação dele brincando com seu clitóris.

O rosto dele se move, e a vibração de sua boca faz Paula apertar uma almofada, gemer de forma mais alta e empurrar ainda mais sua cabeça em direção a ela.

Os movimentos oscilam de baixo para cima, sendo ágeis e rápidos; às vezes mais curtos, às vezes mais demorados. Paula completamente se deita, agarrando a duas mãos ao tecido branco do sofá, ofegante. Incapaz de deixar de gemer e projetar-se mais ao encontro do enteado.

A sensação de pairar entre o reino do tangível e o fantástico chega e a abraça; a sufoca. Deixando-a pensar em nada mas a incontrolável necessidade de gozar, de gozar e continuar gozando pelo máximo de tempo que ela puder mediante o enteado.

Chegam brandos sons de flatulência. O corpo de Paula se contrai, e de seu feminino se esguicha água por todo rosto de Arthur.

Ele sorri. Com a pele pegajosa e a respiração pesada, a madrasta deita o braço sobre a testa.

— Uau… você não brinca em serviço.

Arthur sequer responde. O cinto deixa seu jeans, as calças caem, assim como a roupa íntima. A estaca entre suas pernas se encontra incrivelmente rígida e apontada a Paula. Antes que ela reaja — se mova para agarrá-lo, o enteado é mais rápido.

Agarrando-a pela cintura, o rapaz a curva e separa suas pernas. A madrasta apoia-se nos braços, os cabelos recaindo pelas laterais da face. O imenso traseiro empinado e completamente exposto ao filho do futuro marido.

Arthur insere a ponta do membro e Paula geme; franze o rosto, em uma vulnerável careta de prazer.

O belo rapaz mergulha seu sexo dentro da cavidade estreita da encorpada mulher, cheio de intensidade. De fome por ela. O som de masculino e feminino se tocando preenchem o espaço. Os gemidos da madrasta crescem, enquanto o enteado não se acanha nos movimentos. Nos tapas no traseiro da namorada do pai.

Paula se agarra ao braço do sofá, buscando equilíbrio. Segura uma almofada, mordendo-a. O escroto de Arthur repetitivamente a acerta o quadril. Ele a puxa pelos cabelos e leva a perna direita para a lateral do rosto da atraente mulher.

Assim, passam-se momentos de abundante luxúria — de intenso deleite. Os dois deliberadamente ignorando onde estão e quem são. Esquecendo que Álvaro poderia passar pela porta de entrada a qualquer momento e flagrá-los… despidos. Sedentos um por outro feito dois animais. Sua própria namorada aberta e entregue ao seu filho, como nunca esteve para ele. Seu orgulho, a luz de sua vida, penetrando sem qualquer escrúpulos ou consideração a mulher que ele ama e um dia colocaria uma aliança no dedo…

Quando eles terminam, Arthur não só se ergue e ejacula pelo rosto de Paula, como também destila seu jato pelos esbeltos seios da madrasta; que os agarra e os aperta, sem nunca deixar de olhar nos olhos do enteado.

Embora naquela tarde, Paula limpe o rosto, ela deixa a semente de Arthur sobre seu peito, fazendo-a lembrar toda vez que sente a região grudenta, que deu com vontade para o enteado no mesmo sofá, onde assiste filmes ao lado do marido…

Batidas na porta, no entanto, a fazem tremer. Olhar para o lado e perceber onde está… há quanto tempo esteve nesse banheiro?

— Tudo bem, amor? — Pergunta Álvaro.

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 27 estrelas.
Incentive Ayla Belmont a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Listas em que este conto está presente

Incest
Contos para ler