Os meus textos ficaram famosos aqui em Minas, lugar que vim morar depois de aposentada. No entanto, sempre preciso ir à São Paulo e sempre ouço boas histórias. Como no meu círculo, meus contos são conhecidos, algumas amigas me procuraram interessadas em contarem suas histórias, sem que seus nomes apareçam. Sendo assim, me tornei porta voz de uma gama de amantes dispostas a retratarem suas loucuras da melhor forma possível.
Juliana, nome fictício é uma delas.
Vamos aos fatos.
Juliana é da zona sul da cidade e sempre passou a imagem de boa moça. Trabalhou na mesma empresa que eu, em setor totalmente diferente, mas isso não é o mais importante.
Filha de mãe separada, passou a maior parte do seu tempo trabalhando e estudando. Adquiriu boa cultura, conheceu novas profissões e aprendeu a se virar na vida.
Sua primeira experiência sexual foi com o terceiro namorado, quando já estava com dezenove anos. Não foi planejado, mas foi gratificante.
A mãe teve que dobrar um plantão no hospital que trabalhava e, com medo da filha ficar sozinha, pediu para o namorado dormir na casa.
Ele era um rapaz comportado, mas aquilo era moleza demais, pois chupadas e punhetas já faziam parte dos encontros. Agora, dormir perto ou junto era atiçar demais. E ele já chegou com a pica babando.
Foi uma noite mágica.
Ele foi carinhoso e paciente, além de muito prudente, pois trouxe algumas camisinhas.
Em momento algum acelerou o processo e trabalhou cada pedacinho do corpo dela.
Beijou, mamou e foi conhecer a xaninha peludinha.
Juliana viu estrelas nas primeiras lambidas e não negou nenhum gozo para o macho.
Gemeu na língua desesperadamente, gritou, aproveitando a ausência da mãe e deixou a xana encharcada para o trabalho do invasor.
Quando, finalmente, Jorge encapou a pica e posicionou na entrada da grutinha, ela percebeu que não teria volta.
A cama tremeu com as primeiras batidas, mas logo estavam sincronizadas e ela vibrou quando ele anunciou o gozo.
Jorge foi cuidadoso e viril na medida certa.
Repetiram a dose duas vezes na noite e a mãe encontrou uma filha sonolenta no outro dia.
Totalmente absorvida com a sequencia de gozos maravilhosos.
Jorge foi dono daquele corpinho por três anos. E se deliciou toda vez que pôde.
A pouca idade para assumir um relacionamento definitivo e a transferência de Jorge para outro estado foram preponderante para o final do relacionamento.
Se despediram com os olhos vermelhos, mas cada um entendeu o momento que viviam.
Juliana focou sua vida nos estudos e procurou se afastar de relacionamentos duradouros. Só saia para um encontro ou outro, sem a preocupação de manter relacionamentos.
Enfim, estava bem sozinha.
Juliana queria um emprego melhor e fez alguns cursos voltados para escritório e foi feliz numa seleção de uma Associação de Funcionários.
Por ser uma empresa estatal, o nível dos funcionários era mais alto e ela conseguiu bons contatos e informações para cursar faculdade.
E foi nesse local que ela conheceu o Luiz, motorista de um dos juízes, que tinha um bom papo e era, segundo ela, um negão de tirar o fôlego.
Sempre que podia, ele ia até a Associação para jogar conversa fora e aumentar a intimidade. Sem perceber, aqueles papos a excitavam e o seu jeito alegre deixava tudo mais leve.
Aqueles homens de terno e gravata, passando pra lá e pra cá, faziam a sua xaninha melar um pouco e ela sempre tentava disfarçar.
O problema é que sempre existiam as festas e todos se reuniam para uma boa resenha.
Num desses dias, a carente Juliana, sem namorado fixo a quatro anos, se empolgou e bebeu um pouco a mais, o que não era muito para quem ficava, no máximo, em uma lata de cerveja.
Luiz, muito esperto, percebeu isso e com o avanço das horas, se ofereceu para levá-la em casa. Era longe, mas ele estava disposto a fazer esse ¨sacrifício¨.
Com muito custo, conseguiu colocá-la dentro do carro, e parou numa padaria para comprar café e uma garrafa de água para ela ficar melhor.
Fez efeito e ela agradeceu e pediu desculpas pelo vexame.
Luiz riu e disse que a vida é alegria e ela fez bem em aproveitar, pois era jovem e bonita.
Ele aproveitou o momento e colocou músicas românticas , ligou o ar e diminuiu a velocidade do carro.
Com o tempo, percebeu que Juliana estava melhor e falante.
Juliana é uma negra mignon, baixa estatura, cintura fina, bunda grande e seios bicudos, daqueles que furam a blusa.
o carro, o momento e a carência fizeram o clima do carro mudar, e logo trocavam elogios e carícias.
Quando Luiz parou numa praça tranquila, todo o plano já estava na sua cabeça.
Ele tem um metro e noventa, uma pica média, musculoso e corte de cabelo militar.
Sem pressa, avançou em direção ao rosto de Juliana e roubou-lhe um beijo.
Foi como acender um isqueiro no palheiro. Juliana correspondeu ao beijo e iniciou uma briga gostosa de línguas ao som de Tim Maia.
Luiz não perdeu tempo, atacou os seios bicudos e ela gemeu forte no ouvido dele.
Uma boca gulosa abocanhou um de cada vez, enquanto ele trazia ela para o seu colo.
Juliana era uma boneca nas mãos de um gigante. O domínio foi total.
Ele abaixou o banco e fez ela sentiu a potência que estava pressionando sua buceta de forma desesperada.
Sem perder tempo, Luiz abriu o porta-luvas e pegou uma camisinha.
Não pediu nada e nem falou nada.
Baixou as calças, encapou a pica e e disse: tire a calcinha e vem.
Juliana estava extasiada com a visão e arrancou a calcinha e subiu.
Quando a vara começou a entrar, Juliana lembrou do serra serra do Vovô.
Ia e vinha na pica como se não houvesse amanhã.
Em pouco tempo, estava quicando e chorando no pau.
Ela me contou que perdeu as contas das gozadas, mas foram mais de três.
E só despertou quando ele tirou da buceta e colocou na portinha do cu.
Juliana ficou desesperada. Era muita rola para o seu rabinho virgem e ela tentou fugir.
Luiz disse: brinca com ela no rabinho.
Juliana caiu no conto, e começou a brincar.
Quando Luiz atacou seus peitos e travou seu corpo, naturalmente o corpo de Juliana desceu e seu cuzinho engoliu toda a vara de Luiz de uma tacada só.
Ela jura que doeu um pouco, mas o prazer que veio depois foi uma loucura.
Luiz trabalhou o rabinho dela sem socar, só deixou dentro e mamou os seios apertou os quadris, beijou o pescoço.
Um calor subiu pelo corpo dela e ela não sabia explicar aquilo.
Logo descobriu, pois teve um orgasmo devastador.
Safadamente, Luiz conseguiu colocar dois dedos alisando o clitóris dela e a explosão veio como tempestade.
- Luizzzzzzzzzz
Juliana teve um choque térmico e melou todo o saco do negão.
Ficou uns cinco minutos tentando se recuperar, até Luiz levantar um pouco seu corpo e começar o vaivém no rabinho.
Ele estava maluco e em menos de cinco minutos, já gritava desesperado: vou gozar, vou gozar!
Juliana sentiu a pica inchar na seu rabinho e o gigante descarregar um rio de porra na caminha.
- Ai Ju, ai Ju!
Naquele dia, quando Juliana chegou em casa, e falou boa noite pra mãe, sabia que uma nova mulher tinha nascido.