Olá, Me chamo Aristóteles e quero Relatar a aqui algumas histórias aconteceram em minha adolescência.
Desde já, afirmo que são todas histórias Reais e até hoje, ainda são frescas em minha memória. Então vamos ao Conto.
Ja me apresentei ( Aristóteles 18 anos) o início de Tudo aconteceu quando Minha amiga que chamarei de Cinthia ( 35 anos) me chamou para ir em sua casa para uma reunião da empresa que iriamos abrir Juntos e por coincidência nesse mesmo dia seu Marido ( que chamarei de Zeca 43 anos) tinha Saido de casa para fazer um serviço aleatório do dia dia .
O som da porta da frente se fechando ainda ecoava quando ele saiu e ela se jogou no sofá com o celular na mão, a saia preta subindo sem nenhum pudor. O marido tinha saído “só umas duas horas”. Tempo demais pro que estava acontecendo dentro da minha cabeça.
Eu fiquei na poltrona em frente a ela. Ela já estava com uma perna dobrada em cima do sofá e a outra estendida, o polegar deslizando na tela do celular. A saia preta tinha subido um pouquinho. E ali, bem no meio das coxas abertas, a calcinha amarela aparecia sem nenhum pudor.
Renda fina. Quase transparente. O tecido se encaixava entre os lábios dela, marcando o formato da buceta de um jeito obsceno. Dava pra ver o relevo suave, a sombra mais escura no centro, o jeito que a calcinha afundava um pouco ali no meio. Ela não fazia ideia.
A camiseta larga que ela usava tinha um decote generoso. Quando se jogou pro lado, o tecido escorregou e mostrou uma boa parte dos seios. A pele clara, o começo da curva, o vale entre eles. Sem sutiã. Dava pra ver o volume macio se movimentando levemente cada vez que ela respirava ou ria de alguma coisa no celular. O mamilo esquerdo chegou a marcar o tecido fino por um segundo, quando ela se ajeitou melhor.
Ela continuava alheia. Rolando o feed, as sobrancelhas franzidas, o lábio inferior preso entre os dentes. De vez em quando soltava uma risadinha baixa e o corpo inteiro vibrava sutilmente: os seios se mexiam dentro do decote, a calcinha amarela se acomodava entre as pernas. Eu apertei a mandíbula até doer.
Meu olhar ia e voltava. Do decote aberto, onde a pele brilhava levemente de suor, pra saia precariamente subida, pra renda amarela colada na buceta. Eu imaginei passar a mão por aquele decote, puxar a camiseta pra baixo e chupar os mamilos enquanto enfiava os dedos por baixo da saia, sentindo o tecido molhado da calcinha. Imaginei ela ainda distraída no celular enquanto eu fazia isso, sem entender por que estava gemendo.
Mas ela não sabia de nada.
Ela se mexeu de novo, inocente, provocante sem querer. Esticou o braço pra pegar o carregador caído no chão e, ao se inclinar, o decote abriu ainda mais. Quase deu pra ver o bico. Ao mesmo tempo a perna se abriu um pouco mais e a calcinha amarela se esticou, mostrando o contorno úmido da fenda. Uma pequena mancha mais escura já se formava no centro da renda. O corpo dela reagindo ao calor, à posição, sem ela ter a menor consciência.
Eu quase soltei um gemido.
O som de um carro freando na frente da casa cortou tudo.
Meu sangue gelou.
Passos. Chave na fechadura.
Ela nem se mexeu. Continuou no celular, a saia ainda alta, o decote aberto, a calcinha amarela exposta como se não tivesse importância nenhuma. Eu forcei o corpo a se acomodar na poltrona, escondendo a ereção dura que doía dentro da calça, o coração batendo tão forte que doía no peito.
A porta se abriu.
O marido entrou.
— Terminei mais cedo — ele disse, jogando a chave na mesinha. — Vocês já iniciaram a reunião?
Ela levantou os olhos do celular pela primeira vez, deu aquele sorriso leve de sempre e puxou a saia pra baixo num movimento automático, distraído. A camiseta ainda estava torta, o decote generoso demais.
— Aham. Tava só matando o tempo.
Ele passou por mim, cumprimentou, e foi pra cozinha. Eu fiquei ali, ainda olhando pra ela. A saia preta agora cobria tudo de novo. Mas a imagem da calcinha amarela colada na buceta e dos seios quase escapando do decote continuava queimando atrás dos meus olhos.
E o pior era saber que ela não fazia a menor ideia do que eu tinha visto.
Nem do que eu ia fazer da próxima vez que a gente ficasse sozinho.