– Caralho, tá excitante demais, não acredito que vou perder pra você.
E pela primeira vez, ela está 'perdendo'. Para aumentar seu desafio, eu começo a estimular seu clitóris com meus dedos, num ponto e com movimentos que eu sei que ela adora. Eu vejo no rosto dele, de boca aberta e no seu silêncio, concentrado, que não está fácil para ele segurar, mas ele segue firme (bem firme) – estimulando forte ela por dentro. Dessa vez, parece que ela que vai perder:
– Caralho, não acredito, vou gozar de novo.
É o terceiro orgasmo dela vindo. Ajoelhada, o tesão vindo faz seu corpo perder as forças e tremer. Eu continuo minha participação, estimulando seu clitóris. Ele continua a fricção por dentro. Ela sobrevive em silêncio. Suas pernas começam a falhar. Seu corpo treme mais, no ápice do prazer, soltando um 'ai caralho, vou gozar' ao mesmo tempo que segura ele para diminuir o ritmo. Ele desacelera, mas não sai de dentro. Ela vai gozar mais uma vez, preenchida, toda arregaçada pelo pauzão grosso dele que não quer sair. Ela treme forte, por um bom tempo. Seus olhos se abrem mas não me olham. Olham para cima, perdidos no gozo dela. Após alguns segundos, ela vai se acalmando, respirando, recuperando as forças, até o torpor do prazer dela passar. Ela empurra ele para sair, sinal de 'estou satisfeita'. É o esperado, a gata já gozou 3 vezes. Ela empurra ele mas ele não sai. Ele ta pronto pra continuar a tortura:
– Quero te fazer gozar mais uma vez, minha putinha.
Ela deita, nem responde, sem forças, mas de olhos fechados, sorri. Ela quer. Ele vê que não tem resistência dela, e não tira de dentro. Ela também não. Me olha, séria, recuperada, com cara de safada. Eu, perto o suficiente dela, vejo ela me atiçar pela primeira vez como nunca antes. Empurrando meu rosto com a mão melada do sexo dela, ela me provoca:
– Tá vendo corno, como ele me fode gostoso. Continua assistindo.
Normalmente ela me procura para que eu coma ela também. Mas dessa vez não. A ordem dela foi para que eu continuasse assitindo. Como bom corninho – ou melhor – corno, como ela disse, continuei.
Ele sorri com a cena. Um teatro a 3, com 3 atores se deleitando em uma realidade deliciosa.
Um mínimo de contexto no meio deste sexo: é a terceira vez que ele tá comendo ela em 2–3 anos. Bi como nós, lindo, pauzudo, divertido, namora e se delicia como corninho e comedor. Conheci num aplicativo, comeu minha gostosona, e ficamos amigos. Sempre xaveca ela, e conquistou essa terceira vez – que está acontecendo. O início dessa noite: vinho que ela ama, trazido por ele, conversa gostosa a 3 no sofá, e ela se despindo pro nosso amigo bi e bem resolvido, que sem pressa ou desespero foi convidado por ela mais uma vez para curtir algo diferente.
– Quero comer você mais vezes, minha putinha. Gostoso demais fazer amor com você assim.
De fato, ele fez ela gozar 3 vezes sem fuder violentamente. Puxou cabelo, deu tapas, enforcou, teve meu suporte estimulando a xota dela, foi fundo e firme, mas não precisou do modo britadeira por nenhum momento. Depois de aproveitar um pouco depois deste terceiro orgasmo, deram uma pausa. A xota dela estava lutando bastante por 3 rounds intensamente orgasmáticos. Precisou respirar. Carinho, conxinha dos dois, "amor vem cá"; mas não foi por muito tempo.
– Fica de ladinho que eu quero te comer mais.
E vejo aquele mastro grosso, devagar, entrando de novo. Sem dificuldade para entrar, ela seguia molhada e lubrificada. Sem pressa...
Devagarinho...
Indo...
E voltando...
E indo mais um pouquinho...
E voltando...
E se deliciando em se lambuzar pacientemente do mel dela...
Os dois em silêncio...
Os dois de olhos fechados...
Com a tranquilidade de que tá tudo bem pro corninho, a traição assistida. Do outro, amigo, penetrando pele com pele da minha amada e sem pressa, no íntimo dela. Em busca do quarto orgasmo, no conforto de casa, altinha de vinho e protegida, aquecida na própria cama. Ela segue usufruindo do prazer que poucos casais tem coragem de aproveitar. Sonham por tela a vida real. Quem sabe um dia superam as amarras do conservadorismo e vivem o prazer livre com suas amadas, fora dos vídeos.
O filme mais perfeito continua, sem pausas, sem poder avançar ou voltar, sem replay. Nosso prazer segue ao vivo, vivo, e pulsante.
– Amor, tá gostoso demais.
– Eu sei amor. Aproveita.
E recomeçam a transar, em meio a sentimentos e falas a 3:
– Caralho que pauzão gostoso.
– Tá gostando, putinha? Me chama pra te comer mais vezes.
– Agora que você pode eu quero, eu tava cheia de saudades.
– Vai deixar eu comer sua mulher mais vezes, corninho? – ele falou olhando pra mim, sem parar de socar a xota dela.
– Ela quem decide, você quer mais, amor? – perguntei sorrindo, me estimulando vagarosamente, e segurando o orgasmo por mais de meia hora, curtindo o nosso prazer a 3, eu no meu lugar de corninho.
– Eu quero, amor. – ela me respondeu.
– Então goza gostoso mais uma vez. – falei, olhando pra ela e depois pra ele.
– Se você quiser, vou te comer muita mais. – ele disse pra ela.
– Me come então, tá delicioso sentir você inteiro dentro de mim.
– Impossível resistir a você. Se eu pudesse eu te comia todo dia. – ele me disse, e aí me quebra. Impossível comer alguém todo dia haha mesmo sendo a maravilhosa da gostosa da minha amada. Depois de ele já ter feito ela gozar 3 vezes, sobrou pra mim. Ela sorrindo e provocante, puta, com um pau grosso entrando e saindo dela sem parar, olha para mim e empurra de novo a minha cara com a mão melada do sexo deles:
– Tá vendo corno, vê se aprende como se come gostoso de verdade uma mulher.
Foi a primeira vez que fui humilhado. Ouvir isso foi humilhante. Já tinha lido isso várias vezes em vários contos, mas viver isso é diferente. E foi delicioso. O tanto que é incômodo ser corno neste nível, é delicioso no prazer da submissão.
Eu, em silêncio, sorri por dentro, por fora, e continuei como um corninho manso, punhetando meu pau fora dela, enquanto nosso amigo seguia dentro dela. Ele já depois de meia hora transando e quase gozando, ignorou o que tinha acabado de acontecer e seguiu:
– Eu tô amando estar inteiro dentro de você.
– Me fode então, gostoso. Me fode que minha xota não aguenta mais.
– Já tô quase gozando, minha gostosa.
– Goza pra mim, só não goza dentro.
E senti a lembrança da outra vez que meu melhor amigo gozou dentro dela, depois [...]
(continua. Comente, que descubro se vale a pena escrever a parte 3).