Vou relatar algo que aconteceu há alguns dias e que, sinceramente, ainda estou tentando entender.
Antes, preciso apresentar os envolvidos.
Meu nome é Anderson. Tenho 41 anos, sou casado, pai de dois filhos, 1,78 m de altura, 96 kg e 17cm de pau (normal). Sempre me considerei um homem completamente heterossexual, embora carregasse, desde a adolescência, uma curiosidade que nunca tive coragem de explorar de verdade.
Meu amigo Carlos tem 44 anos, é moreno, alto — um pouco mais baixo que eu — e sempre demonstrou ser um homem bastante seguro de si.
Na adolescência, minha curiosidade chegou apenas a um boquete recebido por um colega de escola. Depois disso, nunca mais aconteceu nada. A vida seguiu normalmente, e aquela lembrança acabou ficando guardada em algum canto da minha cabeça.
Até conhecer Carlos.
Trabalho em uma agência dos Correios na região metropolitana de Belém e, recentemente, participei de um treinamento de uma semana destinado aos gerentes da região.
Foi durante esse curso que conheci Carlos.
Logo no primeiro dia tivemos uma sintonia impressionante. Conversamos, brincamos e descobrimos várias coisas em comum. Em poucas horas, parecia que éramos amigos havia anos.
O que eu não sabia era que, além de colega de treinamento, ele também seria meu companheiro de quarto durante aquela semana.
Quando chegamos ao hotel e descobrimos isso, encaramos a situação com naturalidade.
Carlos entrou no quarto, colocou suas coisas sobre uma das camas e, sem demonstrar qualquer constrangimento, começou a se despir para tomar banho.
Eu, por outro lado, fiquei um pouco sem jeito.
Tentando não demonstrar qualquer reação diferente, também me preparei para o banho.
Mas, naquele momento, aconteceu algo que me deixou desconcertado.
Ao vê-lo, percebi que aquela antiga curiosidade, que eu julgava enterrada, ainda estava ali.
Tentei agir naturalmente, mas foi impossível não olhar para aquela rola que ele carregava (devia ser uns 21cm e grossa), mesmo tentando disfarçar.
Tomamos banho, almoçamos e voltamos para o curso.
O treinamento acontecia das 8h às 12h e das 14h às 18h. O hotel ficava a apenas cinco minutos de caminhada do local.
Durante aquele primeiro dia, procurei convencer a mim mesmo de que não havia acontecido nada.
Mas eu sabia que estava mentindo para mim.
No segundo dia, depois do café, voltamos ao quarto para tomar banho antes do curso e quando Carlos saiu do banheiro completamente nu apenas secando os cabelos e com aquela vara apontando pra cima...lá estava eu enrolado na toalha, sentado na cama e secando ela novamente.
A rotina parecia estar se repetindo.
Até que Carlos percebeu meus olhares.
Ele me encarou e perguntou, sorrindo:
— Tá gostando do que vê?
Fiquei sem jeito e tentei desconversar.
— Kkkkk... lá ele!
Ele riu.
— E ontem? Você também gostou do que viu?
Naquele momento, senti meu rosto esquentar.
Eu sabia exatamente do que ele estava falando.
Carlos se aproximou e falou, com uma tranquilidade assustadora:
— Desde ontem você está vidrado em minha rola. Pode ficar tranquilo. Não tem problema.
Tentei negar.
Disse que gostava de buceta e cu, que aquilo não significava nada e que ele estava interpretando errado.
Mas Carlos parecia enxergar através de mim.
— Cara, seus olhos te entregam.
Fiquei em silêncio.
Então ele completou:
— Eu também já tive essa curiosidade. E isso não me tornou menos homem.
Aquelas palavras mexeram comigo.
Carlos percebeu minha hesitação se aproximou de mim, colocando a mão em meu ombro...
— Estamos só nós dois aqui. Ninguém precisa saber. Você pode simplesmente descobrir o que sente.
Eu ainda tentei resistir.
Mas, naquele momento, minha curiosidade falou mais alto.
O que aconteceu depois foi algo que jamais imaginei viver.
Ele vai pegando minha mão e direcionando a seu pau, começou de maneira tímida, quase como uma brincadeira. Um toque que deveria durar apenas alguns segundos acabou se transformando em algo muito maior.
Eu estava nervoso, confuso e, ao mesmo tempo, completamente fascinado pela situação.
Carlos percebeu isso.
— Relaxa — disse ele. — Você não precisa provar nada para ninguém.
Aquela frase acabou sendo suficiente para que eu deixasse de lutar contra a própria curiosidade.
Nisso ele segura em minha cabeça e vai puxando de encontro aquela pica que parecia crescer cada vez mais em minha mão...
Mesmo tentando lutar contra era impossível...
- Não, já fui longe de mais... E ao mesmo tempo ia abrindo meus lábios e sentido aquele pedaço de carne ir invadindo minha boca...
Carlos ia empurrando lentamente aquela vara em enchendo a boca, fazendo engasgar... Tentei resistir colocando a mão em sua barriga mas foi em vão.
Ele apoiado em minha nuca empurrava minha cabeça de encontro a seu pau até senti totalmente em minha boca. Parou por uns segundos e foi tirando e colocando lentamente toda sua vara em minha boca e com o tempo ia aumentando as estocadas.
Carlos sabia persuadir alguém...
Colocou as mãos apoiadas em minhas orelhas e enfiou todo seu pau despejando seu gozo no fundo de minha garganta.
Tentei lutar, mas somente engasgava e lágrimava com a situação...
- relaxa e aproveita, dizia Carlos me fazendo um carinho no rosto e despejando as últimas gotas de seu desejo dentro de mim.
O que aconteceu entre nós naquele quarto mudou completamente a maneira como eu enxergava aquela parte de mim que sempre havia tentado esconder.
Depois, fiquei completamente desnorteado.
Levantei, fui para o banheiro e permaneci bastante tempo debaixo do chuveiro tentando organizar meus pensamentos.
Eu tinha acabado de cruzar uma fronteira que, até então, acreditava que jamais cruzaria.
Cheguei atrasado ao curso naquele dia.
Durante o intervalo do almoço, o clima entre nós estava estranho. Conversávamos, mas havia algo diferente.
À noite, depois do treinamento, Carlos finalmente veio conversar comigo.
— Cara, desculpa. Não queria que você ficasse assim.
— Tranquilo — respondi.
— você também quis.
Fiquei alguns segundos em silêncio.
Era verdade.
Eu havia permitido que acontecesse.
Mas uma coisa era admitir isso para mim mesmo. Outra completamente diferente era encarar Carlos.
— Foi uma experiência diferente — falei.
Ele sorriu.
— E você gostou?
Olhei para ele.
— Foi diferente.
Carlos riu.
— Ainda bem que foi só uma experiência, então.
A frase me atingiu.
Porque, no fundo, eu sabia que aquela história ainda não tinha terminado.
Fugi da conversa, fui tomar banho novamente.
Eu precisava pensar.
Estava tentando entender quem eu era, o que tinha acontecido e por que aquilo havia mexido tanto comigo.
Estava embaixo do chuveiro tentando esfriar a cabeça quando senti um abraço por trás.
Continua....