Domingo a tarde a casa dos meus pais estava em silêncio, eu sou casado, mas sempre tive vontade de ver minha mãe chupando meu pau, eu devia me arriscar, ela safada, fala palavrões, na vida era bem dada kkk, enfim... avó ouvia o canto do pássaro lá fora , bem sossegado. Meu pai tinha saído havia uns vinte minutos eu acho, já estava longe provavelmente, e minha mãe deitadinho, deitada de bruços na cama, a respiração lenta. Ela vestia apenas uma camisola de alças finas, aquelas tetas lindas de mamilos pequenos e firmes, o tecido leve, subia um pouco pelas coxas grossas da senhora de quase 58 anos, mas uma pele macia e clara. Fiquei parado na porta por um momento, observando. Que curvas minha mãe tem, quadril largo, bumbum grande. Meu coração batia forte, mas não podia perder a oportunidade. Sentei na borda da cama, o colchão afundando um pouquinho. Ela não se mexeu, mas percebi que ela sentiu minha presença. Desabotoei devagar, o zíper baixei lentamente. O pau já estava duro pronto para meter na boceta se estivesse pronta, o bicho latejava dentro da cueca, puxei para fora, sentindo o ar fresco do quarto. Me aproximei dela, fiquei ao lado do colchão, do corpo dela. Com uma mão, tirei os cabelos do rosto dela, os olhos dela se abriram, sonolentos, confusos. Ela arregalou os solhos ao ver o que eu estava fazendo, mas o reconhecimento veio rápido — um brilho familiar, hummmm ela também queria, sorte minha. — Shhh — falei baixinho, coloquei a ponta do pau aos lábios dela. Ela me olhou nos olhos, e então abriu a boca. A língua rosa apareceu, passando devagar pela glande, sentindo o gosto salgado do pré-gozo já húmido. Respirei fundo, coloquei a mão nos cabelos de minha mãe, enquanto ela começava a chupar devagar, de olhos fechados, o ritmo dela se ajustando ao meu. A boca dela era quente e úmida, a língua na cabeça do meu pau com uma habilidade incrível. Ela usava uma das mãos para apoiar a base pegando nas bolas, enquanto a outra segurava minha coxa, as unhas fazendo pequenas marcas na minha pele. A baba dela escorria, deixando tudo mais escorregadio, mais intenso, o som molhado do boquete delicioso. — Porra que tesão... — gemi baixo, mexi quadril num ritmo quase inconsciente, só curtia aquele momento. Ela mamava com gosto, os olhos fechados, o rosto relaxado em uma expressão de puro prazer. Ela engolia meu pau quase inteiro, a garganta preenchida de meu cacete, as vezes sentia o fundo de sua garganta. Naquele ritmo o orgasmo estava chegando como uma onda gigante, inevitável. — Vou gozar... — avisei. Ela não parou. Pelo contrário, acelerou, a mão se movendo em sincronia com a boca, e quando gozei, meu esperma quente enchia a boca dela. Ela continuou chupando até o último jato, engolindo tudo, e então se afastou, lambendo os lábios, um sorriso malicioso no rosto. — Hmm — ela disse, a voz baixa e rouca, ainda com um brilho de sono nos olhos. — Depois da soneca, eu quero mais. Ela se virou de lado, puxando o travesseiro, e viu o sorriso dela se alargar antes de ela fechar os olhos de novo. — Mas não vai ser só um boquete, não. Ela adormeceu com esse aviso no ar, e você ficou ali, ainda de joelhos no colchão, o coração acelerado, o pau ainda pulsando, imaginando o que viria depois. A casa continuava em silêncio, o zumbido da geladeira, o canto do pássaro, e a promessa de uma tarde que ainda não tinha terminado, ainda teria muito mais...
Eu Coloquei Meu Pau Na Boca Da Minha Mãe e Ela Chupou
Um conto erótico de GabLee
Categoria: Heterossexual
Contém 590 palavras
Data: 30/08/2026 10:27:10
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