Edna, 52. Casada com Gustavo, 54. Fim de semana na praia. Ela queria, pela primeira vez, um pau realmente grosso. O maior que as amigas já tinham levado. Clica em meu nome, para baixar minhas fottos e viddeos.
Quase desistiu. O marido pediu pra parar, apavorado, e mesmo assim fez o registro. A cabeça não cabia. Ela fazia força como se fosse cagar. As amigas, já acostumadas, gritavam pra sentar torto. O dela era cu de mulher comum.
Quando a cabeça passou, pensou que ia desmaiar. Depois sentou até o talo. Suor frio. Ele ficou três minutos parado. Aí o tesão ganhou. Aí foi fundo demais. Barulho. Todo mundo olhou. Vontade de cagar insuportável. Ela não parou.
Depois entraram mais. Ela gritou. Se peidou. Se cagou. E gozou.
O que segue é o dia.
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Eu sou a Edna. Casada com o Gustavo. Uns 52, ele uns 54. Não sou de falar. Mas ontem foi um sufoco e eu preciso contar.
A gente alugou uma casinha perto da praia. Chegamos sexta à noite. O que eu queria não estava na nossa casa. Estava na casa abandonada do outro lado: o Leandro. As amigas já tinham falado. Pau grande. Grosso. O tipo que assusta quando você vê de frente.
Eu gosto de anal. Gosto de dar bunda. Pau pequeno nunca resolveu. Queria grosso de verdade. Gustavo avisou. Eu disse que gostava. Que queria.
Fomos pra casa abandonada. Teto de cumeeira, parede descascada, luz dura. Eu de óculos, pelada, ele deitado. Eu ia sentar.
Eu não esperava aquele tamanho. Assustei. Tesão grande. Eu sabia que ia me lascar.
Quase desisti. Gustavo pediu pra desistir. Estava apavorado. E doido pra registrar. As duas coisas no mesmo homem.
Comecei a descer. A cabeça. Grossa. Eu fazia força como se fosse cagar e o meu cozinho não abria. As amigas que já tinham levado aquela pica falavam:
— Faz força. Senta assim. Senta pra esquerda.
Fácil pra elas. O túnel delas já é outro. O meu é cu de mulher comum. Parecia parto ao contrário. Quando a cabeça passou, juro que pensei que ia desmaiar.
Como é que aquele troço entrou até o talo comigo sentada daquele jeito? Gustavo registrava e olhava o pau desaparecendo no meu cu já aberto. Eu suava frio. Dor. Vocês não têm noção. Ele respeitou. Ficou paradinho uns três minutos. Aí o tesão foi maior. Eu desci o resto.
Eu sou puta. Falei isso ontem e falo de novo.
Quem dá bunda já conhece a vontade de cagar. Agora imagina aquilo inteiro no rabo. Fui fundo. Remexeu lá dentro. Como se tivesse estourado um saco. Todo mundo olhou. Todo mundo escutou o barulho. Invadiu prega. A vontade de cagar ficou insuportável. Eu não quis parar. Ia foder.
Aí comecei a me peidar. Cada descida um som. As amigas riram e xingaram. O Leandro segurou minha cintura. Gustavo não largou o registro. Eu gritava. Óculos torto. Boca aberta.
— Devagar.
— Não consigo devagar.
— Então senta.
Sentei. Levantei. Sentei. O cu não voltava. Ficava aberto no ar quando eu subia e engolia quando eu descia. Saiu. Não foi pouco nem limpo. Foi merda. Quente. No pau dele. No meu rabo. No chão da casa. Eu chorei de dor e de tesão no mesmo soluço.
— Para — o Gustavo falou uma vez.
— Não para — eu falei. — Registra.
As amigas chegaram. Uma limpou com a mão e mostrou. Outra segurou minha perna.
Depois entrou o segundo. Primeiro na boca. Eu chupei o pau do Leandro sujo. Gosto forte. Nojo e tesão juntos. O segundo tentou o cu. Cabeça menor, mesmo assim ardeu. Entrou. Eu peidei no pau dele. Ele meteu mais.
Terceiro na buceta, enquanto o cu trabalhava. Eu não aguentava o peso. Me seguravam. Gritava. Óculos caindo. Peito mole batendo. Aliança no dedo. Cinquenta e dois anos. Se cagando na casa abandonada pra um pau que eu mesma tinha pedido.
O Leandro gozou dentro. Quente. Empurrou. Escorreu junto com o que já tinha saído. O outro gozou na boca. O terceiro nas costas. Gustavo registrou o close do meu cu aberto, vermelho, sujo, pulsando.
Levantei. As pernas não firmavam. Fui até a parede. O cu não fechou na hora. Uma amiga passou o dedo, cheirou, fez careta e riu. Eu fiz o mesmo. A gente se chama de nojenta e continua.
À noite, na casinha, eu não sentei direito. Gustavo quis cuidar. Eu quis contar de novo. Quis ouvir a minha própria voz no áudio. Casada. Cu comum. Tesão de pau grosso. Corno que registra. Ontem eu quase desisti. Ontem eu sentei. Ontem eu me caguei. E mesmo assim eu desci.