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TATI #03 - O Corno Sentou na Poltrona e Mandou Eles Abrirem Ela Devagar

Da série TATIANA
Um conto erótico de Mike Jordano
Categoria: Heterossexual
Contém 1090 palavras
Data: 30/08/2026 08:34:56

Eduardo estava na poltrona quando eu abri a porta.

Mala no canto. Camisa amassada da viagem que não tinha sido viagem. O homem do caso, há mais de um ano na minha cama, agora sentado como quem chegou cedo demais — ou exatamente na hora.

Rafael e Marcelo entraram atrás de mim. Ainda de preto. Ainda da empresa. O cheiro deles misturou com o perfume dele.

— Fecha.

Eu fechei.

— Tira a saia. A calcinha fica.

A saia caiu no chão. A calcinha preta já estava marcada. Eduardo cruzou as pernas. Não levantou. Só apontou o queixo para o tapete.

— Marcelo. Ajoelha. Devagar. Quero que ela veja a sua boca chegar.

Eu deitei no sofá, a cabeça no braço, as coxas abertas para a sala. Marcelo ajoelhou entre elas. O ombro largo encheu o vão. Ele não beijou. Primeiro olhou.

A minha cabeça baixou com ele.

De perto, a calcinha deixava de ser tecido. Era um fio úmido colado na fenda, o relevo dos lábios estampado, um brilho escuro no meio onde o pano já não dava conta. O cheiro subiu quente: meu, ácido-doce, de dia inteiro fechado sob a saia, misturado com o restante da porra da manhã que o banho não apagou. A pele da virilha estava mais clara que a coxa, fina, com um tremor miúdo. Os lábios da vagina inchados faziam volume. O clitóris marcava um ponto duro sob a renda.

A boca de Marcelo parou a um palmo.

O ar que ele soltou bateu no tecido molhado e eu senti frio e fome ao mesmo tempo. Ele puxou a calcinha para o lado. A buceta apareceu inteira: rosa-escura, aberta num corte brilhante, os grandes lábios entreabertos, os pequenos úmidos, o buraco se contraindo sozinho, uma fiada espessa escorrendo em direção ao cu. Cheiro mais cru agora. Gosto antecipado na minha própria língua, como se eu já estivesse me comendo.

Ele aproximou o nariz. Inspirou em cima do clitóris. A ponta da língua saiu e tocou primeiro aquele nó. Quente. Larga. Lenta.

O prazer veio redondo, sem pressa. Ele chupou o clitóris como quem bebe. Mordiscou os lábios com a boca, puxou, soltou um fio de saliva que escorreu até o cu e voltou com a língua, abrindo, entrando raso, saindo brilhando. Eu segurei a almofada. Eduardo não piscava.

— Mais perto — disse ele. — Quero ouvir o barulho.

Marcelo abriu mais a boca e me comeu de verdade. Língua dentro. Nariz no osso. Barba raspada queimando a coxa. O gosto que ele tirava de mim eu sentia no ar: salgado, quente, de mulher usada e ainda pedindo. Eu gozei assim, coxas no pescoço dele, a calcinha torta, um gemido baixo que o corno recebeu na poltrona como quem recebe juros.

— Agora vai nela.

Eduardo apontou para Rafael.

Rafael já tinha aberto a calça. Ficou em pé ao lado do sofá. O pau saiu na minha cara.

A mesma lente.

De perto, deixou de ser só pau. Era um tronco claro, grosso, a pele fina puxada, a veia do lado esquerdo latejando em relevo, a cabeça do cacete, larga e lisa, rosa-escura, com um fio de gala transparente descendo da fenda. Cheiro de sabão e de virilha de homem que treina: quente, um pouco ácido, vivo. O saco pesado, a pele mais escura, um pulso visível. A glande brilhava. O buraco na glande se abria e fechava e soltava gotículas de excitação. Eu senti água na boca antes de encostar.

Aproximei os lábios sem engolir ainda. O calor dele bateu no meu rosto. Passei a língua no fio de pré-esperma, só o gosto: salgado, grosso, um amargo doce de porra. Abri a boca e deixei a cabeça entrar. O céu da boca reconheceu o volume. Chupei devagar, olhando o tronco sumir, a veia passando nos lábios, o cheiro subindo pelo nariz.

Eduardo respirou fundo.

— O cu dela. Rafael.

Eles me viraram de bruços no sofá, joelho no assento, bunda alta, cara no encosto. Rafael ajoelhou atrás. Marcelo ficou na minha frente, o pau ainda melado da minha saliva.

De novo a aproximação.

Rafael afastou as nádegas com os dois polegares. O cu apareceu de perto: um anel escuro, contraído, brilhante da saliva que tinha escorrido da buceta, um pouco inchado da manhã, o furico pulsando. Cheiro mais baixo, mais íntimo, de pele quente e de sexo antigo. A buceta logo abaixo continuava aberta, escorrendo no tapete. Ele cuspiu. O fio caiu exatamente no centro do anel e escorreu. A língua dele chegou depois, ponta primeiro, desenhando o círculo, depois achatada, molhando, empurrando raso. Eu senti o músculo abrir para a boca. Volúpia suja. Tesão de ser comida por quem olha.

Terceira coisa da noite, e a mais lenta: a língua no meu cu enquanto eu abria a boca no pau do Marcelo.

Só então os corpos encaixaram de verdade.

Primeira posição: eu de quatro no sofá, Rafael atrás, a língua ainda no cu até ele trocar pela glande e entrar devagar, centímetro por centímetro, o anel queimando e engolindo. Marcelo na minha boca, fundo o bastante para eu sentir o gosto da cabeça na garganta.

Segunda posição: Eduardo mandou parar, mandou eu sentar no colo do Rafael, de frente para a poltrona. O pau claro entrou na buceta. Marcelo ajoelhou e chupou o clitóris com o pau do outro ainda dentro, a boca colada, o nariz na minha barriga. Eu vi o corno apertar o próprio volume por cima da calça e não abrir.

Terceira: me deitaram no tapete. Marcelo entrou no cu, pesado, negro, fundo. Rafael ajoelhou na minha cara e eu chupei olhando a veia. Eduardo levantou da poltrona pela primeira vez, parou acima da minha cabeça e filmou a tela do celular bem perto da minha boca.

— Olha para a câmera — disse. — Essa é a ata.

Marcelo gozou no meu cu, latejando, quente, me enchendo até vazar na coxa. Rafael gozou na língua, grosso, e eu mostrei o branco para a lente antes de engolir. Eu gozei de novo com o queixo sujo e o corno em pé, gravando, o caso de mais de um ano agora com arquivo.

Ele trancou o telefone.

— Amanhã os dois dormem aqui.

Não era pergunta.

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Série TATIANA:

TATI#01 — Tatiana Chamou os Lutadores para treinar em casa

TATI #02 — A Reunião Começou com Ela Ainda Cheia dos Dois

TATI #03 — O Corno Sentou na Poltrona e Mandou Eles Abrirem Ela Devagar

TATI #04 — A Mesa de Vidro da Concorrente

TATI #05 — Os Dois Irmãos no Sofá da Sala

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Foto de perfil de Mike JordanoMike JordanoContos: 20Seguidores: 10Seguindo: 5Mensagem Escrevo como vivo: com intensidade. Cada cena, cada parceiro, eu me entrego como se estivesse ali. Sinto sempre a voracidade juvenil para o erotismo, descrevo sexo em todas as formas — hétero, gay, bissexual — com instinto, suspense e finais diferentes.

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