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Família na praia - a bunda da minha cunhada

Um conto erótico de Cunhado
Categoria: Heterossexual
Contém 987 palavras
Data: 30/08/2026 07:15:26

Família na praia - a bunda da minha cunhada

Durante as férias decidimos ir à praia para termos um momento mais gostoso do que a loucura da cidade. Fomos eu, minha esposa, minha cunhada e o namorado dela. E, claro, as crianças e a sogra.

Tivemos sorte. Dia de sol logo na chegada. Então, não perdemos tempo, arrumamos tudo e fomos para a areia.

E é aí que minha vida fica difícil.

Minha cunhada é uma mulher branquinha, loira, tem 1.70m, e apesar de alta, é bem magrinha. Porém, segue o estilo falsa magra: os peitos são redondinhos, uma barriguinha perfeita, e aquela curva que se arredonda e forma uma bunda linda, redonda e grande, como um coração perfeito.

É uma magrinha gostosa.

Sentamos eu e o meu cunhado nas cadeiras e começamos a beber uma cerveja.

As duas irmãs, ajeitavam as crianças, com o necessário para elas ficarem tranquilas.

A menorzinha é bem baixinha, então, minha cunhada agachou para poder passar o protetor nela. Ao agachar, abriu as pernas, fazendo aquela bunda, com aquele biquíni tão pequeno, ficar maravilhosa. Não pude evitar. Não conseguia tirar os olhos daquele rabo.

De repente, foi muito rápido, ela olhou para trás para dizer algo. E não consegui desviar o olhar tão rápido quanto ela. E ela me viu. Encarando. Secando. Quase que babando naquela bunda tão linda.

Ela fez uma cara do tipo: “O que tá acontecendo aqui…?”, e logo voltou.

Sem alarde.

Fiquei realmente com medo de ficar um climão, mas foi tudo bem.

Minha cunhada então virou para o namorado e pediu para que ele passasse protetor nos ombros dela. Ao ameaçar levantar, ela disse:

Não precisa, deixa que eu abaixo!

E me olhou.

A safada me olhou, por poucos segundos, como quem diz: presta atenção.

E agachou. De novo. O mesmo movimento. Abrindo as pernas. E desenhando aquela bunda para mim.

Meu cunhado passava o protetor, ela virava para mim, e puxava assunto:

Que sol bom né? Demos sorte, não?

Com certeza…tá maravilhosa…essa praia

Queria que ela entendesse o recado.

Depois do protetor, veio a cereja do bolo.

Ela levantou e estendeu uma canga, bem em nossa frente. Acontece que, por causa do vento, a canga não parou esticada certinha.

Ela me olhou daquele jeito, de novo.

E abaixou.

Dessa vez, de 4.

Empinada. Bem empinada. Ajeitando os cantos da canga, colocando bolsas em cima das pontas.

Aquele rabo redondo, perfeito, apontando para mim.

E eu mal conseguia respirar.

Os próximos momentos foram difíceis. Sentado quase deitado na espreguiçadeira, mantinha minhas mãos com a toalha sobre minha sunga, afinal, não podia denunciar o que sentia.

Acontece que...quem disse que somos nós que controlamos isso, né?

- Preciso ir ao banheiro...vou subir ao apartamento. Alguém também vai?

Ela sabia o que estava fazendo.

Minha esposa, sua irmã, rapidamente respondeu:

- Fábio, aproveita a carona, vai com a tia Ana lá e volta com mais água. Você não queria ir ao banheiro também?

- ô, amor, não precisa falar em voz alta, né?

Disfarcei.

Mas por dentro? Tremia.

Levantei rapidamente da espreguiçadeira e bati a areia das minhas pernas e bunda.

Minha cunhada, já na frente, seguia, com aquele rebolado.

Tentei não perder a linha e fui atrás

- Já voltamos!

- Não esquece a água!

- Tá bom

Ainda bem que ela falou. Porque a última coisa em que eu pensava, definitivamente, era na água.

Minha cunhada andava pela calçada e sua bunda balançava, pra lá, pra cá, pra lá, pra cá.

Hipnotizado, seguia, um passo por vez.

- Viu...vai devagar assim?

- Tô indo...eu demoro

- Ah...sei...

Atravessamos a avenida e logo estávamos no prédio.

No elevador, um silêncio sepulcral. Enquanto subíamos, ela ajeitava a parte de cima, balançando, como quem tira a água.

Acompanhei o movimento. Mexi na minha sunga e deixei a água cair.

- Praia é bom mas tem isso da areia, né? - ela disse

- Não gosto também, confesso

- Me ajuda a tirar? Não alcanço nas costas!

- Ah...eh...ajudo, claro

Chegamos no nosso andar.

Caminhamos até o apartamento e entramos.

Lá dentro, Ana foi direto para seu quarto.

De fato, eu queria ir ao banheiro, então corri lá.

Saí do banheiro e havia um silêncio.

Em vez de voltar para a entrada...resolvi procurá-la.

No corredor, caminhei devagar em direção ao quarto dos dois.

E foi então que a vi.

Na cama, minha cunhadinha, de bruços, com aquela bunda linda, redonda, perfeita

Pra cima

Como se dormisse, ela respirava fundo, e se mexia, pra cima e pra baixo, se esfregando na cama.

- Tia Ana...dormiu?

Perguntei, enquanto assistia aquela cena perfeita, sem reação.

E então, a resposta...

- Não...mas se alguém perguntar, não preciso contar...

Sem nem terminar a frase, ela arrebitou aquela bunda, empinando seu rabo, curvando as costas, afastando os joelhos, e mexendo o quadril. Pra frente e pra trás.

Era tudo que eu precisava.

Subi pelos pés da cama e montei sobre suas pernas, segurando naquela cintura fina com minhas mãos grandes, enquanto tirava meu cacete da sunga já duro, com a cabeça inchada, enorme, apontando para cima.

- Ai, tio Fábio...devagar...

Baixinho ela gemia e sussurrava, como se adiantasse algo.

Coloquei seu biquini vermelho e florido pro lado

Pincelei meu pau naquela bucetinha apertada, que já estava melada, com seu caldinho se esticando do meu cacete para os pequenos lábios.

- Ai, tio...que pau enorme...que gostoso...ai...ai!

- Safada...cunhada cachorra, sente esse cacete na sua bucetinha apertada...sente!

E eu entrava. Centímetro a centímetro.

Comecei então a socar mais forte...percebendo que ela lambuzava meu pau

- Ahhhhh...ahhhh...caralho, tio Fábio...que gostoso...filho da puta...me come, safado!

- Sente essa rola, cadela...sente...sente essa cabeça lá no fundo...!

Sabia que não podia me demorar, então rapidinho gozei.

Levantei, sentindo meu pau sair daquela bucetinha apertada, e o ajeitei na sunga

Olhei mais uma vez pr'aquela bunda perfeita...ali, gozada, sem reação.

Hora de voltar pra praia...

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