Empregados circularam silenciosos pelo salão, substituindo o champanhe por taças de água cristalina e garrafas frescas. No centro, os quatro submissos permaneciam imóveis, peitos arfando, corpos cobertos por um brilho suado de exaustão profunda. O ar ainda vibrava com a energia das performances explícitas. Elena e Kyle estavam sentados próximos, conversando em murmúrios baixos, uma conferência privada que ninguém mais conseguia alcançar. Os dois nus o pênis de Kyle em repouso e ele com feição seria, Elena tranquila atenta no que houve, segura no que diz. com as mãos na cintura, linda visão.
De repente, o silêncio entre eles cessou. Ambos se levantaram ao mesmo tempo, figuras imponentes que dominavam o espaço. Nesse movimento, a iluminação calculada do ambiente atingiu os seios de Elena, criando um brilho ofuscante nos piercings de prata que adornavam seus seios, um sinal de poder e liderança inegável.
Elena avançou alguns passos, assumindo o controle total da atenção. Os submissos ergueram os olhos, tremendo levemente, segurando as taças de água como se fossem âncoras.
— Eu e o Kyle conversamos — começou Elena, a voz firme e autoritária. — Vocês foram muito bem. Venceram medos, quebraram tabus que pareciam inquebráveis. Hoje começa uma nova fase para todos nós. Eu também devo aceitar minha nova condição; este é o primeiro passo para a mudança.
Kyle, ao seu lado, cruzou os braços, concordando com a cabeça.
— Contudo — continuou Elena —, ainda assim deveremos ter um vencedor e um perdedor. As regras foram claras.
Kyle tomou a palavra, seu tom grave ecoando pela sala.
— Vou ser breve e dar parabéns ao vencedor... Noah!
Um silêncio mortal caiu sobre o grupo, seguido por olhares arregalados e palavras esparsas de incredulidade. Kyle prosseguiu, sem dar espaço para dúvidas.
— Noah quebrou paradigmas. Ele levantou a cabeça e dominou uma mulher como Clara, mesmo quando todos acreditavam que, mais uma vez, ele seria apenas o submisso passivo ou mal participaria do ato. Ele mostrou uma força que ninguém via.
A tensão aumentou enquanto Elena retomava a palavra para divulgar o perdedor. O momento era de suspense absoluto.
— Sabendo que todos foram perfeitos, é muito difícil divulgar o perdedor, ainda mais quando decidimos que haverá dois — ela fez uma pausa dramática, deixando o silêncio pesar. — Sim. Eu e o Kyle somos os perdedores.
Confusão pintou o rosto de todos. Elena sorriu, um sorriso de quem detém o controle.
— Fomos os perdedores por não acreditar em vocês e seguir com este desafio bobo. De maneira alguma seria justo castigá-los por nossa falha de julgamento. Vocês estão livres no dia de hoje, até o fim da festa. E quanto a nós... eu e o Kyle iremos para um quarto e ficaremos lá até o amanhecer. Após isso, faremos parte do show, e vocês poderão assistir do camarote. Nossos donos já estão avisados.
Clara tentou tomar a palavra, mas foi interrompida carinhosamente por Kyle, que se aproximou dela.
— Meu amor, você foi bela, maravilhosa cuidando do meu menino. Não tema. Vou cuidar muito bem de Elena. A partir de agora, será a vez dela de sentir muito prazer, e só pararei quando ela estiver saciada.
Ele pegou na mão de Elena. Sem mais palavras, os dois saíram do salão de mãos dadas, deixando os quatro submissos para trás, olhando uns para os outros, perguntando-se o que mais aquela festa reservava.
No corredor, a postura de Kyle mudou instantaneamente. Por mais que Elena se mostrasse autoritária, ela sentia uma tensão interna; não sabia quem era aquele homem, de onde vinha ou por que se juntara ao seu grupo com tanta facilidade. Contudo, ela sabia se defender. Escolheu um quarto imponente e abriram a porta. Logo na entrada, uma cama de casal enorme decorada com linhas de seda. Objetos de decoração em mármore polido brilhavam sob a luz de um lustre elaborado. O ar era pesado com um cheiro afrodisíaco, invadindo os sentidos. A fundo da suíte, uma área de banho completa com banheira e dois chuveiros, sais de banho e ervas aromáticas.
Kyle estava visivelmente impressionado com o poder que Elena tinha dentro da mansão, tendo acesso a lugares tão exclusivos. Elena parou e olhou para ele, respeitando a masculinidade dele, mas mantendo a posição de comando.
— Meu amor, sou sua. O que deseja?
Kyle aproximou-se, num gesto de carinho que escondia uma entrega total.
— Encontrei o que procurava há muito tempo: uma mulher na qual poderia e deveria ser submisso. — Ele a beijou na testa e ajoelhou-se devagar. — Desejo e farei tudo, desde que também seja o seu desejo.
Elena ficou surpresa com a clareza da entrega dele, mas não vacilou. Seguiu exercendo sua liderança.
— Então será do jeito que eu achar melhor. Primeiro, vamos à suíte. A noite até aqui me deixou suada e preciso de um banho.
Ela caminhou para o banheiro, e Kyle, cada vez mais submisso, seguiu-a como um cachorro obediente. Chegando à suíte, Elena sentou-se em um banco de mármore frio e cruzou as pernas.
— Ligue os chuveiros e prepare a banheira. Eu ficarei observando.
Kyle obedeceu prontamente. Ligou o chuveiro quente, enchendo o ambiente de vapor, e depois abriu a banheira, ajustando a temperatura. Olhou para a mulher imponente, nua, sentada no banco de mármore, observando cada movimento dele.
— Termine o seu trabalho. Quero ver a banheira pronta com sais de banho — ordenou ela.
Kyle preparou tudo com capricho. Como era uma banheira que mais parecia uma pequena piscina, o processo demorou quase trinta minutos. A água ficou perfumada e quente.
— Finalizei, meu amor — disse ele, limpando o suor da testa.
Elena desceu do banco com uma elegância felina. Com a experiência de quem cresceu naquela família e na mansão, ela sabia muito bem como quebrar uma pessoa, principalmente um homem como ele.
— Deite-se no chão — ela comandou. — De barriga para cima.
Ele estranhou o pedido, mas obedeceu sem questionar, estendendo-se no chão frio de azulejo.
— Estou há muito tempo tomando estas garrafas de champanhe. Preciso me aliviar. Não se mexa, ou acaba tudo aqui.
Kyle, sentindo o sangue subir, gostando da situação humilhante, ficou quieto, aguardando. Elena posicionou-se sobre ele, mostrando sua buceta deliciosa e depilada, e agachou-se alguns centímetros acima do rosto dele.
— Não feche os olhos — sussurrou ela.
Logo após, um jato forte, um pouco transparente, foi despejado diretamente no rosto de Kyle. Elena ainda se ajustou para molhar parte do peito e do abdômen dele. Ela suspirou, aliviada.
— Fiquei aliviada — riu alto, olhando para baixo. — Sei que quer fazer o mesmo. Também está há duas horas sem se aliviar. Pode fazer, mas aí deitado do jeito que está.
Kyle estava com o pênis duríssimo, pulsando. Quando soltou a urina, o jato subiu e caiu sobre seu próprio corpo, como um chafariz quente e sujo. Mais gargalhadas de Elena ecoaram pelas paredes de mármore. Kyle fez uma careta, uma mistura de prazer e arrependimento por ter confiado tanto naquela mulher.
— Vá se lavar — disse ela, recuperando o fôlego. — Logo vou para o chuveiro. Aqui estão os sabonetes e esponjas. Pode me dar um banho. Vou pensar se você merece curtir um pouco mais da noite.
Kyle levantou-se e foi até o chuveiro aberto. Quando Elena entrou, ele começou a lavá-la com dedicação de escravo. Detalhou cada parte do corpo dela: os braços, as pernas longas e firmes. Caprichou no bumbum, deixando-o limpinho e cheiroso, ousando colocar um dedo na entrada do ânus, o que arrancou gemidos suaves dela. Em seguida, virou-a de frente e focou nos seios firmes, limpando ao redor dos piercings brilhantes. Finalizou com muita calma na vagina, massageando o clitóris com a espuma. Elena pediu para continuar, mais rápido, até que, em um beijo quente e repentino, ela gozou nos dedos dele, tremendo.
Saindo do banho, o clima mudou. Elena vendou os olhos de Kyle e pediu para que aguardasse no meio do quarto. Em silêncio, ela passou um cimento afrodisíaco no corpo, exalando um cheiro forte e inebriante. Vestiu-se com cuidado: batom vermelho escuro para um tom marrom, uma calcinha preta minúscula que mal cobria qualquer coisa, uma minissaia e um top de couro justos. Calçou sandálias de salto alto, mostrando suas unhas pintadas de negro. Para finalizar, pegou um chicote. Ao lado, no balcão de mármore, ela dispusera algemas, uma cinta e um plug anal.
Retirou as vendas dos olhos de Kyle. Ele olhou para ela e ao redor, mostrando-se surpreso de forma positiva, pronto para servir uma grande mulher sem tabus.
Elena iniciou a cena com o chicote. Sem aviso, algumas chibatadas cortaram o ar. Para Kyle, aquilo não era violência; aquele homem já passara por muita coisa na vida, e aquilo era pura luxúria. O pênis dele endureceu e pareceu crescer a cada golpe. Elena repetiu o processo muitas vezes, até ficar exausta, com o peito pesando de cansaço.
Ela sentou-se em uma poltrona de veludo e estendeu as pernas.
— Retire meus sapatos. Lamba e massageie meus pés.
O homem fez com prazer, saboreando cada dedo, roçando a língua nas solas e nos calcanhares. Ao fim, ainda em roupa de couro, ela ordenou:
— Fique de quatro. Este será o teste final para a submissão.
Kyle assumiu a posição. Elena passou um gel gelado em seu ânus e introduziu o plug anal lentamente. Enquanto ele se acostumava à sensação de plenitude, ela ajustou a cinta com um pênis de borracha incrível, muito próximo ao tom de pele dela. Após estar pronta, ela disse calmamente:
— Respire e relaxe.
E efetuou a penetração sem dó, sem começar devagar. Ele era um homem forte e musculoso; seria o mínimo aguentar aquilo. Ao mesmo tempo em que a cinta invadia seu ânus, ela começou a manipular o pênis dele, sacudindo o saco e pressionando o períneo. Kyle começou a gemer alto.
— Meu amor, minha dona, pode me pegar forte! Eu quero gozar sem tocar em meu pênis!
Ao ouvir aquilo, Elena ficou mais excitada. Iniciou a penetração com mais força, os gemidos de ambos tornando-se cada vez mais altos. O ritmo era brutal e preciso. Kyle, como ele mesmo queria, gozou. O jato espesso saiu de seu pênis sem que ele o tocasse, apenas pela estimulação da próstata e da mão dela. Ele caiu suado na cama, e ela desabou do outro lado.
Ficaram assim por alguns minutos, respirando ofegante. Elena estava completamente suada. Então, ela levantou-se e deu a ordem para Kyle permanecer deitado. Retirou a saia e a calcinha; sua buceta estava encharcada. Sentou-se na boca dele de forma que ele ficou com falta de ar no início.
— Chupa-me — ordenou ela.
Kyle fez com maestria, chupando e saboreando a buceta e o ânus. Muitos minutos se passaram, com Kyle massageando seu clitóris e com a língua na vagina e revezando também em seu cuzinho. Até que ela gozou, mas desta vez com um jato. O jato líquido molhou todo o corpo dele, e Kyle engoliu boa parte do mel dela.
Novamente Elena, esgotada, caiu na cama, usando apenas o top de couro. Com a voz fraca, pediu:
— Agora tire o restante da minha roupa. Quero um banho de língua. Aí decidirei quando e se isto deve terminar.
Kyle retirou o top, deixando-a nua. Beijou e chupou seus seios, lambendo os piercings frios. O primeiro gemido de Elena escapou. Ele desceu pela barriga e umbigo. Entre as pernas, a buceta já estava melada novamente. Ele abriu e levantou as pernas dela caprichando em beijos e lambidas no clitóris enquanto introduziu um dedo no ânus, de Elena deixando totalmente livre para o que vinha a seguir, Elena gemendo cada vez mais. E ainda de frente Kyle em um ato audacioso., enfiou o pênis em seu no cuzinho. Porém com carinho, sabendo como tratar uma mulher.
Com o pênis no cuzinho e as mãos manipulando sua buceta Elena chegou ao clímax novamente, gemendo e gritando alto.
— Incrível — disse ela, quase perdendo a respiração.
Kyle levantou-se foi até a suíte trocando a água da banheira e após convidando, Elena para um novo banho relaxante.
Elena estava cansada, dominar não este homem não é fácil pensou ela. Contudo plena e linda entrou devagar na banheira, Kyle já estava sentado, e pegou os pés da mulher colocando próximo ao seu peito iniciando uma massagem.
Agora uma breve conversa, enquanto retomavam as forças. Ele informou que também era militar, porém da inteligência, parte estratégica — um comandante que não ia muito a campo. Elena, admirada e surpresa, disse que preferia a batalha em campo
Ele prontamente dizia, com a melhor estratégia não precisamos de batalha em campo, podemos derrotar exércitos utilizando a inteligência... Ainda massageando os lindos pés de Elena parou um segundo e disse, logicamente como última opção temos que ter exércitos fortes e preparados para garantir nossos objetivos.
Elena, apenas disse, pela minha experiência está última opção acontece 90% das vezes.
E levantou da banheira pegou uma toalha e saiu.
Kyle de volta ao quarto e de forma romântica, abraçou-a, passando a mão de leve em seus cabelos, dizendo que a admira pela coragem e sim, reconhece muito bem a importância de ter pessoas como ela nas equipes.
Não querendo quebrar o clima, começou a beijá-la com muito carinho, ficando por cima, e seu pênis entrando lentamente na buceta de Elena. Ao mesmo tempo, um beijo de língua demorado e profundo surgiu entre eles. Fizeram amor de forma calma, ele chegando ao êxtase, ela também, delegando o prazer disse que ele merecia um prêmio.
Ela sentou-se de frente para ele, que estava deitado. Iniciou uma massagem que aprendera com Clara: uma massagem peniana lingam. Movimentos leves no pênis, mesmo ainda em repouso, no períneo e no ânus. A massagem era lenta e tortuosa. O pênis dele se recompôs e deu sinais de vida. Ela finalizou com um sexo oral intenso, engolindo todo o seu gozo quando ele explodiu.
—Maravilhoso — disse ele.
Os dois se deitaram abraçados, exaustos, sabendo que ainda havia muito pela frente no dia seguinte.