Eu completei 18 anos à meia-noite daquele sábado. Meu pai já estava desmaiado no sofá, a boca aberta, fedendo a cachaça. Ele bebia desde que a Vanessa entrou na nossa casa. Eu e ela ainda estávamos na sala, com duas taças de vinho. Eu usava um vestido simples, cabelo solto, e ficava só observando mais do que falando, porque a bebida já tinha me deixado meio lenta.
A Vanessa sentou perto de mim. Aquela mulher sempre foi diferente da minha mãe. Minha mãe era religiosa, quieta. A Vanessa falava de sexo desde o começo, e eu sempre desconversava. Mas naquela noite ela tocou meu joelho e disse baixo:
— Agora você é adulta de verdade. Pode fazer o que quiser.
Eu engoli seco. Meu coração batia rápido. Ela passou a mão por baixo do meu vestido, subindo pela coxa. Eu não afastei. Não sei por quê. Talvez porque o vinho, talvez porque anos ouvindo aquelas conversas dela tinham me deixado curiosa demais.
Ela me puxou pelo pulso até o meu quarto e trancou a porta. Tirou o próprio vestido sem pressa. Ficou de calcinha preta, seios pesados, coxas grossas. Olhou pra mim e mandou:
— Tira isso.
Eu tirei. Fiquei de sutiã e calcinha branca. Ela me empurrou de leve na cama e deitou do meu lado. Beijou meu pescoço, depois minha boca. O beijo era molhado, a língua dela entrava com vontade. A mão dela apertou meu peito por cima do sutiã, depois por baixo, beliscando o mamilo até doer um pouco de bom.
— Abre as pernas — ela falou.
Eu abri. Ela puxou minha calcinha pro lado e passou dois dedos na minha buceta. Eu estava molhada. Eu senti vergonha na hora, mas não fechei as pernas. Ela tirou a calcinha dela e a minha de uma vez. Ficamos as duas nuas.
Ela se ajoelhou entre minhas pernas, abriu os lábios da minha buceta com os polegares e olhou de perto. Depois lambeu de baixo pra cima, bem devagar. A língua passou na entrada e depois no clitóris. Eu arqueei as costas. Nunca tinha sentido nada daquilo. Ela chupou meu clitóris com força, meteu a língua algumas vezes, deixou tudo molhado.
Depois ela subiu o corpo e se deitou de lado, uma perna por cima da minha. Encostou a buceta dela na minha.
Eu senti o calor logo de cara. Quente, molhada, os lábios dela deslizando nos meus. Ela começou a esfregar. Devagar no começo, depois com mais vontade. A buceta dela ia e vinha contra a minha, clitóris roçando clitóris. O atrito era direto. Eu gemei baixo, apertando o lençol. Minhas pernas tremiam um pouco.
— Sente como fica? — ela perguntou perto do meu ouvido. — Sua buceta molhada na minha…
Eu não conseguia responder direito. Meus quadris começaram a se mexer sozinhos, respondendo ao movimento dela. Ela segurou minha coxa e puxou com mais força. As duas bucetas se esmagavam uma na outra. O barulho molhado ficava mais alto. De vez em quando o clitóris dela batia direto no meu e eu soltava um gemido mais forte, sem conseguir segurar.
Ela me virou de lado e encaixou melhor as pernas, cruzando uma coxa por cima. Agora estava ainda mais apertado. Ela fazia movimentos circulares e curtos, esmagando os clitóris juntos. Eu sentia a umidade dela se misturando com a minha, escorrendo um pouco pelas coxas. O cheiro de sexo encheu o quarto.
— Mais forte — eu pedi. A voz saiu sem eu pensar.
Ela obedeceu. Segurou minha bunda com as duas mãos e puxou contra ela, esfregando com força. Eu gozei rápido demais. O corpo inteiro tremeu, a buceta contraindo contra a dela, soltando mais líquido. Ela não parou. Continuou esfregando enquanto eu ainda tremia, usando a umidade pra continuar. Pouco depois ela gozou também, gemendo baixo e apertando minhas coxas com força, a buceta dela pulsando na minha.
A gente ficou um tempo assim, bucetas ainda encostadas, respirando pesado. Depois ela começou de novo, mais devagar, só deslizando os lábios molhados um no outro. Eu já não pensava em igreja, em pecado, em nada. Só sentia a buceta dela quente e molhada esfregando na minha, o clitóris latejando de novo.
Ela me virou de quatro, se posicionou atrás e encaixou a buceta na minha por trás. Esfregou de novo, movimentos mais longos, de cima a baixo. Uma mão dela desceu e abriu meus lábios pra o atrito ficar ainda mais direto. O barulho molhado era constante. Eu enterrei o rosto no travesseiro e empurrei o quadril pra trás, buscando mais pressão.
Ficamos daquele jeito por um tempo longo. Ela mudava o ângulo, às vezes esfregava só o clitóris, às vezes encaixava as duas entradas e pressionava forte. Eu gozei de novo, mais forte, as pernas tremendo. Ela gozou logo depois, gemendo com a boca aberta no meu ombro.
Quando a gente parou, minhas pernas estavam fracas. A buceta latejava, inchada, molhada demais. Ela passou a mão entre minhas pernas, sentindo a umidade, e depois levou os dedos à boca.
— Agora você sabe o que é — ela disse, a voz baixa. — E a gente vai fazer isso de novo. Sempre que o seu pai dormir.
Eu não respondi. Fiquei deitada, as pernas ainda abertas, o corpo quente. Do lado de fora o meu pai continuava roncando no sofá. Dentro do quarto o cheiro de sexo ainda estava forte. Eu sabia que aquilo tinha mudado tudo. E, naquela hora, eu não queria que parasse.