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Quando o amor incomoda - 61

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Um conto erótico de Mrpr2
Categoria: Gay
Contém 1182 palavras
Data: 03/08/2026 22:13:14

61

Mais um dia de trabalho finalizado Gustavo se estica na cadeira deixando aparecer a barriga branca com o caminho da felicidade sumindo na calça.

_ Hummm o treino está fazendo efeito!

Diz Maria Eduarda entrando na sala de edição.

Envergonhado, Gustavo ajeita a camisa com um sorriso amarelo.

_ E aí é oficial você e o Diegão?

Pergunta o rapaz se recompondo.

_ Há Gustavo… você sabe que desde que o Diego voltou para Serra Verde ele se aproximou de mim, confesso que o papo dele o jeito que ele me olhava, falava comigo era nítido que ele queria mais que amizade. Depois que seu irmão terminou comigo eu fiquei machucada, mesmo observando as atitudes dele e relembrando alguns sinais no nosso namoro… eu….

_ Manu, hei não precisa me justificar nada não. Eu sou irmão do Eduardo, mas sou seu amigo, quero seu bem, sua felicidade e conheço muito bem meu irmão. Quem eu não conheço bem é o Diego.

_ Aí amigooooo ele é tudo! Nem preciso dizer que é um gato, forte, lindo, mas não é só isso sabe? Ele é educado não só comigo diferente do seu irmão já viu como ele trata os alunos da academia?

_ A galera tá gostando dele, principalmente as senhorinhas kkkk

_ Siiiimm! Diferente da maioria dos personais que dão atenção só nas garotas bonitas ele dá atenção a todos.

_ Talvez porque ele já estava afim de você desde o começo, mas percebo que ele faz isso mesmo quando você não está.

_ Além disso ele é atencioso comigo, carinhoso….

_ Fode bemmm

Os dois riram juntos, Maria Eduarda ficou vermelha lembrando da transa da noite passada.

_ O importante é sua felicidade amiga, vamos marcar algo nós quatro eu, Luiz Felipe, você e o Diegão, mas para conversarmos sabe?

_ Por mim ótimo e ainda tem a questão que ele é super mente aberta com essa questão de homossexual.

_ E o Marcelo?

_ Ainda não conversamos muito tempo, mas sempre foi um amor comigo.

Gustavo e Maria Eduarda saíram do Studio e na porta sentado em sua moto lá estava Diegão. Maria Eduarda foi correndo abraçar o namorado e se beijaram. Enquanto o casal foi a sorveteria tomar sorvete apesar do clima chuvoso de Serra Verde, o que era mais uma desculpa para estarem juntos, Gustavo foi até a Elegance buscar o seu namorado.

Da loja Luiz Felipe e Gustavo foram para o shopping da cidade vizinha assistir a um filme, Serra Verde não tinha cinema. Andaram pelo shopping, olharam as lojas, compraram lanches, até se divertiram em alguns jogos.

_ Sabia que meu sonho era um dia estar assim passeando no shopping com meu namorado?

Pergunta Gustavo a Luiz Felipe.

_ Confesso que era meu sonho, mas ao mesmo tempo meu pesadelo.

Responde Luiz Felipe.

_ Porque?

_ Medo de alguém me ver junto com outro homem e vir nos humilhar, nos expulsar dos lugares, maltratar quem eu amo sabe? Mas você… você me enche de coragem, quando eu olho para você eu esqueço o mundo e… _ acariciando o rosto de Gustavo, lentamente o rosto de Luiz Felipe é atraindo, seus lábios vão se abrir, a respiração de Gustavo acelera assim como seu coração. _ só quero te fazer feliz.

_ A sua pipoca senhor. Mais alguma coisa?

Os dois namorados saem do “transe” olham para o balconista envergonhados com os rostos avermelhados agradecem e vão para o caixa pagar.

_ O bixa não viu que os dois estão no doraminha deles? Custava esperar um minuto para entregar o raio dessa pipoca?

_ Olha bem pra mim e olha se eu tenho cara de dorameira?

_ Amaaaarrrrrgaaaa! Balança essa bunda bixa as vezes o açúcar está no fundo!

“Afrontosa” o atendente deu uma reboladinha antes de gritar com sua voz bem estridente.

_ Proooooximooo!

Gustavo e Luiz Felipe entraram na sala do cinema sentaram se juntos e acompanharam o filme. Claro que Luiz Felipe passou seu braço forte pela nuca de seu namorado repousando sua mão no braço de Gustavo que aos poucos foi trazendo a cabeça e repousando a cabeça no peitoral musculoso de Luiz Felipe onde podia ouvir o coração e sentir o cheiro delicioso de seu amor.

Já era noite quando Luiz Felipe deixou Gustavo em casa e quando ia para a sua para sua surpresa alguém bate no vidro do seu lado do carro.

Luiz Felipe abaixa o vidro e do lado de fora se molhando na chuva parado está Eduardo.

_ Vamos conversar?

A porta se abre, de um lado Luigi todo molhado com a toalha na cintura ainda quente da água do chuveiro, do outro lado Kenji com uma mala em casa mão e uma nas costas com um boné na cabeça e todo molhado da chuva.

_ Posso entrar?

Luigi abre um enorme sorriso e convida o nissei para entrar e pede para que ele vá direto para o banheiro para se esquentar para não se resfriar.

Ainda com a toalha na cintura, Luigi coloca água no fogo para fazer chá para o mais novo.

_ Seu chá já está abafando coloquei uma pontinha de mel, meu puro de verdade e aqui está a sua toalha.

Disse Luigi entrando no banheiro e dependurado a toalha seca em um prego.

Olhando com seus olhos puxados e negros profundamente dentro dos olhos verdes de Luigi, Kenji sai de baixo do chuveiro vai até o mais velho retira sua toalha e o beija.

Luigi não o recusa, beija o nissei de volta enfiando sua língua na boca do jovem, seu pau vai endurecendo tocando na barriga de Kenji que não perde tempo e com uma de suas mãos vai acariciando o membro de Luigi. Os dois vão para debaixo do chuveiro. Carinhosamente Luigi vai passando o sabonete na pele jovem e macia de Kenji. Os mamilos do jovem ficam espetados e fazem Luigi colocar sua boca e chupar retirando gemidos de prazer de Kenji que leva suas mãos para os cabelos de Luigi e os apertar. Luigi vira Kenji de costas para ele esfrega as costas de Kenji, a bunda empinada durinha do descendente de japonês. O mais velho enfia os dedos no cu de Kenji, tira e coloca algumas vezes retira pela última vez e agora introduz algo mais grosso, seu membro duro. Kenji sente ser penetrado, invadido, sente sua bunda encostar nos pelos da base e do púbis de Luigi e rebola sentindo prazer. Luigi veterano no sentido de dar e receber prazer cola sua boca no pescoço do jovem acaricia com uma mão o peito e os mamilos e com a outra o pau de Kenji.

As estocadas são firmes ritmadas e aos poucos vão sendo aceleradas até Kenji atingir o orgasmo sentindo o prazer do cacete de Luigi em sua próstata e tesão das mãos hábeis do quarentão em suas zonas erógenas na frente. Kenji goza fartamente na mão de Luigi e agora sim o veterano despeja todo o seu leite nas costas do jovem esfregando e limpando os vestígios do prazer com água e sabão.

Autor Mrpr2

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