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O meu plaboy P10

Um conto erótico de escritorluca
Categoria: Homossexual
Contém 3280 palavras
Data: 29/08/2026 17:36:56

PONTO DE VISTA ALEX

sentia pequenas dores pelo meu corpo, me sentia como se estivesse acordando de um sono profundo mas tinha sensações estranhas, quando abri os olhos vi que estava num lugar estranho, era branco um quarto, eu estava em um hospital, então entrou uma mulher

enfermeira- bom dia

eu- oque? aonde.. onde..

enfermeira- você está em um hospital Alex

eu fiz força para levantar mas estava tonto

enfermeira- por favor não tente se levantar

eu- oque?.. aconteceu?

enfermeira- você não lembra?

parei para pensar mas estava muito zonzo, minha cabeça estava barulhenta

enfermeira- por favor fiquei deitado o medico esta vindo

ouvi barulho de porta

Kendal- bom dia Alex sou doutor Kendal amigo de Paul, vou cuidar de você

eu- minha cabeça está.. está..

Kendal- vamos aplicar em você um calmante para que não fique estressado

fiquei me sentindo tonto e acabei dormindo, acordei um tempo depois e vi Paul sentado numa poltrona do lado da minha cama, ele estava mexendo no celular, tentei me levantar mas senti dores pelo corpo, quando ele viu isso ele levantou rapidamente

Paul- fique deitado Alex

eu- eu to

Paul- espere

ele saiu e voltou com uma enfermeira, ela mexeu nos aparelhos que estavam do lado, verificou soro e disse algo pro Paul

eu- oque houve?

Paul- não lembra?

eu- uma briga acho que uma faca

Paul- você levou vários golpes na cabeça é normal não lembrar eu acho

eu- oque aconteceu ?

Paul- eu te encontrei quase morto e te trouxe pra cá

eu- porque fez isso?

Paul- porque sim, precisava cuidar de você

eu- eu quero ir embora..

comecei a chorar e eles veio e me abraçou

Paul- eu sei, mas calma, você vai quando estiver bem

eu- não, quero ir agora

Paul- não, Alex você teve que passar por cirurgia, então ficará até ser seguro

eu- Paul eu..

Paul- eu cuidei de tudo relaxa, seu gato está bem e..

eu- cadê minha corrente ?

ele me olhou com uma cara triste

Paul- não encontramos acho que levaram

eu- não.. não.. é mentira por favor não

comecei a chorar descontroladamente, ele me abraçou e tentou me acalmar mas eu só queria sumir, depois de um tempo acho que eu não tinha mais lágrimas para por pra fora, ele limpou meu rosto com um pano úmido, percebi que um dos meus olhos não abria, quando ele me mostrou um espelho eu quase não me reconheci

Paul- o médico disse que logo vai ficar como antes

eu não disse nada apenas olhei para baixo

Paul- eu contrato melhor especialista do mundo para te deixar como estava

sem meu relicalio eu não me sentia mais eu mesmo, era minha ultima lembrança, aquela corrente era como se fosse parte do meu corpo, eu não me senti eu mesmo no momento que não o senti mais

Paul- Alex...

eu olhei pra ele

Paul- está bem?

eu- eu perdi tudo

Paul- não, não perdeu

eu- não queria nada no mundo além daquilo

fiquei deitado e voltei a chorar, ele ficou ali no quarto segurando minha mão mais um pouco, uma enfermeira me deu um remédio e eu acabei adormecendo, era algum calmante forte, acordei só no outro dia, uma enfermeira veio e me deu comida na boca e depois de um tempo dois enfermeiros e um fisioterapeuta me ajudaram a levantar da cama, me movi com certa dificuldade, fiquei dia inteiro sentado olhando para uma parede, a noite Paul veio me ver, ele entrou no quarto sorrindo

Paul- soube que você caminhou hoje e tomou banho, fico feliz que esteja se recuperando

eu- obrigado

Paul- e eu mandei policia e todos atrás de quem fez isso, em breve vamos ter e recuperar suas coisas

eu não disse nada apenas fiquei em silêncio

Paul- há vamos Alex não fique assim, eu vou dar jeito em tudo

eu- eu só quero ir embora Paul

Paul- em breve vai ser liberado e...

eu- quero ir embora, sumir

eu me levantei com dificuldade e ele veio me ajudar, andei a janela

eu- quero só sumir eu não aguento mais

Paul- ei não fala isso, eu vou dar jeito em tudo eu prometo

ele disse isso me segurando pelos ombros de frente pra ele, e então me abraçou, ele me ajudou a voltar para cama e quando trouxeram o jantar ele dispensou a enfermeira e me ajudou a comer, um dos meus braços estava numa tipoia, ele estava sendo muito carinhosos e atencioso, ficou comigo até tarde

Paul- você quer ou precisa de algo?

eu- não

Paul- tem certeza?

eu- sim, como está meia noite?

Paul- ele é bem curioso kkk está bem cuidado

eu- obrigado Paul

Paul- oque faz o dia todo aqui?

eu- eu penso

Paul- bom, eu vou dar um jeito pra você não ficar entediado

eu- não precisa

Paul- está tudo bem, só relaxa

ele me deu um beijo na testa

Paul- eu vou cuidar e resolver tudo

ele disse isso e foi embora, eu logo adormeci, acordei no outro dia e tinha uma enorme TV no quarto, me trouxeram café, confesso que fiquei um pouco menos entediado, vieram alguns enfermeiros e trocaram ataduras e me deram remédio, um deles era um colírio eu acho pois diminuiu a vermelhidão dos meus olhos, um eu conseguia abrir um pouco o outro conseguia normalmente, meus olhos verdes que eu sempre escondia estavam visíveis e meu cabelo preto de revelou pois tiveram que cortar, parece que tive que levar pontos na cabeça, Paul apareceu cedo da tarde

Paul- nossa

eu- oque ?

Paul- é só que você está mais bonito

eu- obrigado kk

Paul- é serio, você fica mais bonito com cabelo assim

eu- sei kk

Paul- e eu tenho um presente pra você, quando soube a cor dos seus olhos me lembrei que o vi a alguns dias e fui correndo atrás

ele abriu uma caixinha e tinha um anel com uma esmeralda

Paul- mandei gravar seu nome

eu- obrigado mas não posso aceitar

Paul- não vamos discutir, vai aceitar sim, é um símbolo da minha promessa de que vou resolver tudo

ele colocou no meu dedo, conversamos por um bom tempo, ele estava muito curioso sobre como me tratavam no hospital, se eu era bem atendido e cuidado

Paul- preciso ir

eu- é claro

Paul- por mim eu ficaria aqui todo o dia

eu- não precisa, e sua vida não pode parar

Paul- mas quero garantir que esta sendo bem cuidado

eu- melhor impossível

Paul- deixei celular ali, qualquer coisa me ligue que eu venho correndo

eu- não vai ser necessário

Paul- Alex sem discussão

eu apenas sorri para ele, as semanas foram passando numa lentidão absurda, segundos viravam minutos, minutos viravam horas e horas viravam dias, minha recuperação os médicos diziam estar sendo rápida mas eu sentia que estava muito lenta, logo conseguia levantar da cama e andar pelo quarto tranquilamente sem ajuda, as vezes sentia uma dor e caminhava mancando mas estava muito bem, Paul vinha quase todos os dias, ele era bem presente e me ligava toda hora, sempre que tinha alguma exame ele vinha

eu- então logo vou poder sair?

Kendal- sim, está apressado ?

eu- sim doutor, tenho muitas coisas para resolver

Kendal- eu imagino, mas lembre-se que não pode exagerar

eu- eu prometo

Kendal- acho que ainda essa semana você terá alta

eu- isso não é muito animador

Kendal- vamos ver os resultados dos exames de amanhã e depois conversamos, está certo?

eu- claro, pode ser

ele saiu do quarto e eu fiquei ali pensando se essa alta ia rolar mesmo, fiquei com aquela duvida até tarde

Paul- olá boa noite

eu- oi

ele veio e me deu um beijo na testa e se sentou na poltrona tirando a gravata

eu- dia difícil ?

ele sorriu

Paul- nada que eu não possa lidar, e você?

eu- quero ir embora logo, talvez eu seja liberado amanhã

Paul- entendo, ainda sente dores?

eu- nada que não possa lidar kkk

Paul- bobo kk

nós continuamos conversando, na maior parte besteira, Paul queria ser presente na minha vida pelo que vi, mas minha cabeça estava tão bagunçada que eu não saberia dar uma boa resposta para ele, então apenas conversava normal com ele, dormir antes dele ir embora, acordei no outro dia me sentindo bem com uma energia boa, depois do café fiquei olhando TV

Kendal- bom dia Alex

eu- bom dia doutor

ele pegou uma prancheta que tinha num canto

Kendal- seus exames estão ótimos

eu- então estou liberado ?

Kendal- só preciso fazer mais algumas coisas e lhe dar remédios

eu- ainda bem

Kendal- está ansioso para ir embora?

eu- eu agradeço hospitalidade mas não gosto muito de hospital kkk

Kendal- tudo bem kkk nem eu que sou medico gosto muito

ele saiu e então entrou uma enfermeira e alguns homens, deixaram uma cadeira no quarto e entrou uma mulher

Ofélia- bom dia senhor Alex

eu- bom dia

Ofélia- venha senta-se aqui por favor

eu- pra que?

Ofélia- vou cortar seus cabelos kk

eu- precisa?

ela me mostrou em um espelho e vi que um lado estava alto e o outro não, por causa dos pontos que levei na cabeça tiveram que cortar e isso deixou meu cabelo terrível, cresceu todo errado, eu mais que depressa me sentei na cadeira, o assistente dela me colocou uma capa

Ofélia- que tipo de corte gosta?

eu- eu gostava mais cumprido

Ofélia- mas não ficaria bom, um lado ficaria maior, e também ainda tem algumas pontas loiras

eu- não precisa raspar não é?

Ofélia- que tal um corte underground ?

eu- como?

Ofélia- podemos deixar os lados baixos e fazer um degrade para esconder a cicatriz

eu- e em cima?

Ofélia- deixamos uns 5 centímetros de altura para cortar as pontas loiras e também deixar mais alinhado

eu- pode ser

ela começou e eu ali quieto, quando terminou até que ficou bonito, eu não gostava de cortes curtos antes pois mostrava a raiz do meu cabelo escuro, mas ficou bonito, fizeram minhas sobrancelhas também, e então fui tomar um banho, quando voltei doutor estava no quarto

eu- doutor

Kendal- Alex, aqui essas são as receitas e os medicamentos

eu- obrigado

Kendal- precisa tomar na ordem que coloquei especificada e se sentir dor ou desconforto deve retornar

eu- obrigado doutor, o senhor salvou minha vida

Kendal- que nada, quem te salvou foi o Paul

eu- devo muito a vocês

Kendal- imagine, só cuide-se

nós nos cumprimentamos e ele saiu, assim que ele saiu entraram dois enfermeiros, eles estavam com caixas, as abriram e dentro tinha roupas deviam ser novas pois não eram minhas, eles me ajudaram a me vestir pois ainda sentia um leve desconforto no abdômen e dor na perna, uma camisa branca, um blusão cinza, uma calça preta, um tênis preto e um casaco preto, quando terminaram saíram do quarto e entrou um homem de roupa preta

homem- senhor Alex por favor nos acompanhe

ele pegou a caixa com meu remédios e receitas na cama, fui com eles até o elevador, descemos até a garagem, lá me colocaram num carro, me levaram até a casa do Paul, assim que cheguei um deles me ajudou a descer, me levaram até uma sala e antes de eu entrar me tiraram o casaco, Paul entrou quase que correndo ele entrou sorrindo e veio até mim e antes de qualquer reação minha ele me abraçou e me beijou na testa

Paul- eu fico tão feliz que está bem

eu- obrigado

Paul- você tá muito bonito

eu- que nada

Paul- é serio, você assim é tão lindo

eu- obrigado

Paul- está bem ?

eu- sim, eu acho

Paul- venha, tá com fome? já comeu ?

ele me levou até uma mesa onde tinha várias coisas para comer, me sentei e me serviram bolo e café

eu- não devia estar trabalhando ?

Paul- vim te receber ?

eu- me receber ?

Paul- eu vou cuidar de você, de tudo inclusive

eu- desculpa eu não sei responder isso agora

Paul- não precisa, sem pressão, tem que se concentrar em melhorar, o resto já passou

eu- sinceramente ainda sinto como se nada tivesse passado

Paul- nada igual vai acontecer eu juro

eu- obrigado

segurei a mão dele que estava sob a minha

Paul- conseguimos já prender o desgraçado que fez isso

eu- oque ele queria?

Paul- um assalto apenas

eu me enchi de esperança na hora

eu- Paul conseguiram recuperar meu relicalio ?

Paul- infelizmente não, ele vendeu pra outra pessoa, estamos tentando achar mas...

eu- eu entendo

Paul- eu sinto muito, eu tento de tudo mas parece que nem pra mim é possível fazer certas coisas e..

eu- Paul está tudo bem, eu sei, eu sou agradecido por ter salvado minha vida, não precisa fazer mais nada por mim

Paul- ainda vou fazer muito mais

eu- não precisa, eu te causei muita dor de cabeça já

Paul- não, eu quero

eu- Paul..

Paul- e eu tenho mais uma surpresa para você

eu- Paul não precisa..

governanta- com licença senhores

Paul- sim ?

governanta- ligação para o senhor, senhor Trandenburg

Paul- com licença

ele saiu e eu dei um oi para governanta, ele voltou

Paul- preciso ir Alex tive uma emergência

eu- tudo bem, melhor eu ir também

Paul- fique aqui tá bem, mais tarde eu quero te mostrar uma coisa

eu- eu não sei Paul, tenho que ir pra casa

Paul- meia noite esta aqui

eu- ele está? está bem?

Paul- sim, vão te levar até ele

ele veio até mim e segurou minhas mãos

Paul- fique aqui, a hora que eu voltar quero te mostrar algo

ele me beijou na testa e foi embora, me levaram até meu gato, ele estava num quartinho só dele, assim que me viu primeiro me estranhou mas logo me reconheceu e ficou me lambendo, conversei com a governanta e com alguns empregados, todos pareciam felizes por mim estar bem, me senti muito bem com isso, fiquei caminhando pela casa

governanta- senhor Alex, o senhor quer ir para um quarto descansar ?

eu- me chame apenas de Alex kkk

governanta- desculpe são hábitos kk

eu- eu fiquei muito tempo deitado, quero ficar um pouco em pé

governanta- eu entendo, qualquer coisa pode nos chamar que viemos correndo

eu- obrigado

eu fui até a sala onde tinha piano e comecei a tocar musicas aleatórias, mas me senti tão bem que comecei a cantar e tocar a musica Angels Like You da Miley Cyrus, fiquei distraído e me esqueci do mundo a minha volta, quando terminei

Traudli- você canta bem

dei um pulo, tomei um susto, acabei sentindo dor

Traudli- calma menino

ela veio até mim e segurou minha mão e a outra mão colocou em meu ombro

Traudli- venha, melhor sentar-se

nós nos sentamos num sofá que tinha ali, era uma mulher bonita devia ter uns 50 anos ou menos, branca, cabelos castanhos quase ruivos atados em um coque, olhos azuis iguais aos de Paul, mais ou menos de minha altura, usava um colar com algumas pedras escuras e brancas, uns brincos de pedras escuras um vestido vermelho escuro que tinha algo como um laço no canto, estava de salto alto

eu- desculpa não ouvi você chegar

Traudli- percebi, você estava realmente distraído

eu- sim kk

Traudli- você canta bem, tem uma voz bonita

eu- obrigado

ficamos em silêncio nos olhando

eu- você é mãe do Paul

Traudli- como sabe?

eu- os mesmo olhos

Traudli- você é bem observador

eu- obrigado

Traudli- como você está? e sua recuperação ?

eu- estou bem obrigado

Traudli- que ótimo

o mordomo entrou

mordomo- com licença senhor senhora, desejam algo ?

Traudli- café e você

eu- o mesmo pode ser

ele se retirou

Traudli- você passou bem perto da morte, está bem mesmo?

eu- sim, só ansioso para ficar melhor logo e esse pesadelo acabar

Traudli- e depois ?

eu- depois?

Traudli- depois que melhorar oque pretende fazer?

eu- eu ainda não sei, talvez seguir meu plano

Traudli- ir embora não é?

eu- acredito que seja o melhor

Traudli- e quanto ao Paul ?

eu- Paul vai ficar bem sem mim e é o melhor

Traudli- sabe, meu falecido marido era um bom homem o único erro foi dar liberdade demais aos filhos quando adultos

eu- mas seu filho é um bom homem

Traudli- por causa de você

eu- não..

Traudli- você lembra de como ele era no começo não lembra?

eu- como poderia esquecer ?

disse isso com certo deboche e ela me olhou estranho

eu- é.. desculpa é que seu filho literalmente fez um inferno na minha vida no começo, mas agora ele

Traudli- ele é outra pessoa

eu- não, ele ainda é o mesmo só que melhor

eu percebi aonde cai, ela me olhou com um sorriso

eu- ele mudou..

Traudli- exatamente, depois de conhecer você

eu- mas como

Traudli- meu falecido marido Alex

eu- Hans?

Traudli- Hans.. quando Paul era criança brincava com ele sabe, ele trabalhava muito então eles tinham um jogo, Hans deixava pistas de um tesouro para Paul procurar e enquanto Hans trabalhava Paul procurava kkk eram bobos kk

eu- bonito isso

Traudli- Hans quis fazer as pazes com Paul depois de morrer e deixou mesmo jogo para ele lembrar da época que eram felizes

eu- e oque era o tesouro, ele encontrou ?

Traudli- era você

eu- oque?

o mordomo trouxe um bandeja com os cafés e saiu, ela serviu duas xicaras

Traudli- açúcar?

eu- sim, obrigado

ela colocou dois cubos e me entregou a xicara no pires e uma colher

eu- oque tem eu com esse jogo?

Traudli- bom, meu Hans adorava você, ele queria tê-lo ajudado em vida mas não conseguiu então deixou pistas até você e Paul as seguiu

ela sorriu e olhou para xícara

eu- ele era um homem inteligente

Traudli- nem tanto

eu- porque?

Traudli- ele deixou pistas para Paul te encontrar e ajudar mas ele nunca considerou que Paul pudesse te fazer mal ou se apaixonar por você

eu- Paul não me ama

Traudli- ama sim, nunca vi ele ter tanta preocupação ou zelo com alguém

eu- mas isso está errado e não deveria acontecer

Traudli- vocês dormiram juntos ?

eu apenas olhei para baixo

Traudli- Alex não precisa disfarçar eu já sei

eu- eu não me joguei pra cima dele nem nada eu apenas.. eu quis..

Traudli- Alex eu já sei, sei que foi ele que foi pro seu quarto atrás de você

eu- a gente não pode ficar juntos

Traudli- eu só vim aqui porque cansei de apenas ouvir falar de você, quis te conhecer

eu- porque?

Traudli- Paul ama você e meu Hans te admirava e acho que eu também

eu- não tem nada pra admirar

Traudli- tem sim, bastante na verdade, você pode não achar mas tem

eu- obrigado

Traudli- sinceramente eu espero que você seja feliz com ou sem o Paul

eu- Paul e eu não podemos ficar juntos, tem muitas coisas que impedem

Traudli- ele está disposto a abrir mão delas

eu- oque?

Traudli- Paul me disse que abriria mão da empresa e de tudo para ficar com você

eu- eu não sabia

Traudli- eu sei, é por isso que queria saber oque pretende fazer, ele te ama muito

eu- eu não queria nada disso

Traudli- eu sei

ficamos em silêncio por um tempo então ela levantou e me estendeu a mão

Traudli- venha caminhe comigo

nós deram nossos casacos e fomos lá para fora caminhar, esqueci de comentar que estava nevando, caminhamos em silêncio pelo jardim até que chegamos a uma planta cheia de folhas, ela pegou uma

Traudli- é da cor dos seus olhos

eu- um pouco

Traudli- você é lindo

eu- gentileza sua

Traudli- eu falo sério, nunca vi um garoto como você

eu e ela conversamos mais um pouco sobre algumas amenidades, ou melhor dizendo besteiras e ela foi embora

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Comentários

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Por enquanto gosto da mãe de Paul, ela é interessante. Espero que Paul e Alex conseguiam viver em paz, mas infelizmente o assassino contratado pela família dele pravelmmente ainda está atrás dele. Bom, vamos ver o que acontece.

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Ansioso pela continuação, espero que o Paul realmente mude.

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