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Leitei a Cara da Deise

Da série Deisinha
Um conto erótico de Pauzão de Tarado
Categoria: Heterossexual
Contém 3021 palavras
Data: 29/08/2026 09:45:05
Última revisão: 29/08/2026 14:26:32

O cheiro de álcool barato misturado com o cansaço de uma viagem em grupo ainda pairava no ar da sala do Airbnb. Estávamos em uma daquelas serras geladas, a casa cheia de amigos espalhados pelos quartos, e a minha ex-esposa, a Ju, dormia pesada no quarto do fundo, exausta de tanto beber vinho. No sofá da sala, coberto apenas por um lençol fino, eu tentava pegar no sono, mas a minha mente — e principalmente o meu pau — tinham outros planos.

O calor subia pelo meu corpo e a imagem da Deise, aquela morena branquinha, de cabelos pretos, peitos médios empinados, bunda gigante e o corpo todo tatuado, não saía da minha cabeça. Ela estava hospedada no quarto ao lado com o marido dela, mas a minha fixação por ela já ultrapassava qualquer barreira de bom senso.

Com a respiração pesada e o coração batendo acelerado no peito pelo risco absurdo de alguém acordar, passei a mão por dentro da bermuda de moletom. Meu pau já estava duro como uma rola de ferro, latejando de tesão e pingando um pré-sebo transparente que molhava os meus dedos. Comecei a bater uma punheta lenta, mas firme, puxando a pele da base até a cabeça com a palma da mão fazendo aquele som abafado e úmido no silêncio da madrugada.

Fechei os olhos, imaginando a Deise de quatro, com a legging colada na bunda, e fui acelerando o ritmo. A minha mão ia e vinha em fricções rápidas, o barulho do atrito crescendo na sala escura. Eu estava tão concentrado no meu próprio delírio que não percebi os passos leves no piso de madeira.

— Mas que pavor... que barulho é esse, meu Deus? — a voz sussurrada e rouca ecoou bem em cima de mim.

Levei um susto tão grande que quase engoli a própria língua. Abri os olhos bruscamente e lá estava ela. A Deise, de pé bem na minha frente, usando uma camisola curta e preta que deixava as coxas brancas e as pernas tatuadas à mostra, com o cabelo preto solto e uma cara de quem tinha acabado de acordar para ir à cozinha tomar água. Os olhos grandes dela caíram direto para a minha virilha. O lençol tinha caído, e a minha mão estava ali, congelada, segurando um pau descomunal, roxo de tanto sangue, completamente encharcado de porra e babado na própria pré-sebo.

A Deise não recuou. Pelo contrário. Ela arregalou os olhos, o piercing no nariz reluziu com a luz fraca da lua que entrava pela janela, e um sorriso perverso e mandona desenhou-se naqueles lábios carnudos.

— Caralho... você tá aqui na sala batendo punheta pensando em quem, hein, seu tarado? — ela sussurrou, mordendo o lábio inferior, sem desviar o olhar da minha rola latejante. — Acordou a casa inteira com essa punhetagem...

Minha garganta secou. Em vez de me esconder, a audácia daquela mulher me deu um tesão ainda mais violento.

— Tava pensando em você, Deise. No seu corpinho gostoso, nessa sua bunda... sabia que você ia vir aqui me pegar no flagra — respondi com a voz rouca, voltando a acariciar a cabeça do meu pau na frente dela.

Ela olhou para o corredor do quarto onde a Ju e o marido dela dormiam, depois olhou para mim. A adrenalina da traição e do sigilo absoluto fez os olhos da Deise brilharem com uma malícia pura. Ela não pensou duas vezes. Caminhou até o sofá, abaixou-se agachada bem entre as minhas pernas abertas e disse:

— Quer dizer que você gosta de bater punheta pra mim, né? Então deixa eu ver se esse seu pau é tudo isso mesmo. Abre a boca e engole o choro, porque agora eu vou drenar esse seu leite todo.

Sem cerimônia, a Deise abriu a boca carnuda e abocanhou a cabeça da minha rola de uma só vez, descendo a garganta com uma fúria insaciável. O calor da boca dela me fez revirar os olhos. Ela fazia movimentos ritmados, indo e voltando com a cabeça, enquanto com a mão direita agarrava minhas bolas pesadas, apertando e massageando com força para espremer cada gota de tesão que eu tinha guardado.

O som da saliva dela estalando no meu pau preenchia a sala escura. A cada investida que ela dava com a boca, eu sentia os lábios macios colarem na base e os dentes rasparem de leve na minha cabeça sensível.

— Isso, Deise... chupa essa rola de tarado, faz a Ju de corna aqui na sala, chupa todo o meu leite — eu gemia baixo, segurando os cabelos pretos dela e guiando o ritmo da cabeça dela contra o meu membro.

Ela tirou a boca do meu pau por um segundo, deixou a baba escorrer e esticar em um fio brilhante, e me olhou de cima para baixo com aquela expressão de dominadora:

— Você vai gozar todinho na minha cara, ouviu? Vai sujar esse seu pau de tarado e me dar o leite todinho.

Com uma mão, ela mesma começou a bater uma punheta rápida e agressiva no meu comprimento, enquanto a outra mão apertava minhas bolas até o limite. O meu corpo entrou em colapso total. A visão daquela mulher gostosa, casada, amiga da minha esposa, ali de joelhos no chão da sala de um Airbnb no meio da serra, chupando meu pau com aquela voracidade, fez a minha espinha formigar.

O orgasmo subiu como uma explosão incontrolável. Senti a pressão acumular na base e, sem conseguir segurar mais nem um segundo, avisei com a voz trêmula:

— Vou gozar, Deise! Vou te inundar inteira!

Abri a torneirinha e esporrei com uma força animalesca. O primeiro jato grosso, quente e farto cruzou o ar e bateu em cheio na testa dela, escorregando pelas laterais do nariz. O segundo e o terceiro jatos foram rajadas potentes que cobriram os lábios, o queixo, o gloss dela e se espalharam pelo rosto todo, formando uma verdadeira máscara de sêmen.

A Deise fechou os olhos, saboreando a minha porra escorrendo pelo rosto, e deu uma risada baixa e sádica. Sem desperdiçar uma única gota, ela abriu a boca de novo, abocanhou a cabeça do meu pau que ainda pulsava e sugou o restante com força, engolindo tudo o que restava na minha uretra.

Ela levantou devagar, limpou o canto dos lábios com a língua, deixando o rosto completamente lambuzado de porra, e me deu um tapinha leve na coxa.

— Agora sim eu consigo voltar a dormir em paz. Limpa essa bagunça antes que a sua esposa acorde.

Ela deu as costas, rebolando levemente com a camisola curta, e sumiu pelo corredor escura, me deixando estatelado no sofá, com o pau mole, pingando e completamente extasiado pelo crime perfeito.

A luz pálida da manhã de serra cortava as frestas da cortina do Airbnb, revelando a ressaca leve dos amigos que ainda roncavam pelos quartos. Eu abri os olhos no sofá, sentindo o corpo pesado, mas a mente imediatamente alerta. A lembrança da chupada da madrugada, com a Deise de joelhos no chão da sala e a minha porra escorrendo pelo rosto dela, fez o meu pau pulsar instantaneamente por debaixo do lençol.

Não demorou muito para o restante do grupo começar a se movimentar. Ouvi a porta do quarto da Deise abrir e os passos abafados de pantufas no assoalho de madeira. Ela apareceu na sala minutos depois, já com uma calça jeans colada que desenhava aquela bunda gigante, uma blusa de frio larga e o cabelo preto preso em um rabo de cavalo despojado. A minha ex-esposa, a Ju, ainda dormia profundamente no quarto do fundo, exausta do vinho da noite anterior.

A Deise passou pela sala fingindo uma naturalidade ensaiada, indo direto em direção à cozinha para colocar a água do café. Enquanto o barulho da chaleira começava a subir, os outros amigos ainda demoravam a sair da cama. Era a brecha perfeita.

Levantei-me do sofá fingindo espreguiçar-me e caminhei vagarosamente até a cozinha. A Deise estava encostada no balcão de granito, de costas para mim, esperando o café coar. Aproximei-me por trás em silêncio absoluto, sentindo o cheiro do perfume misturado ao calor do corpo dela. Sem dizer uma única palavra, passei as mãos pela cintura fina dela, desci pelos quadris e apertei aquela bunda redonda com força por cima da calça jeans.

A Deise soltou um gemido abafado, encostando a cabeça para trás no meu ombro e mordendo o lábio inferior.

— Tá louco? A Ju pode acordar a qualquer segundo... — ela sussurrou, mas o corpo dela já estava colado ao meu, entregando o tesão acumulado da noite passada.

— Deixa ela dormir. Eu quero mais da minha vagabunda favorita — sussurrei de volta, empurrando o meu quadril para a frente e fazendo-a sentir o volume absurdo do meu pau, que já estufava a bermuda de moletom.

A Deise virou-se de frente para mim, com aquele olhar mandona e safado que me deixava cego de tesão. Ela olhou para o corredor que dava para os quartos, certificou-se de que o silêncio reinava e tomou a iniciativa.

— Quer foder no sigilo, né? Quer que eu teime com você com a sua esposa dormindo a metros daqui? Então abaixa essa bermuda e me dá esse pau de tarado agora.

Minhas mãos tremiam de adrenalina. Abaixei a bermuda de uma vez só, deixando a rola grossa, roxa e latejante saltar livre na cozinha fria da serra. A Deise não perdeu um segundo: ajoelhou-se diretamente no piso de cerâmica, bem ali entre o balcão e a pia.

Ela puxou o elástico da minha cueca, agarrou o meu pau com uma mão e, com a outra, massageou minhas bolas cheias de leite. Sem cerimônia, abriu a boca e desceu a garganta inteira de uma só vez, engolindo a cabeça do meu pau com uma voracidade que me fez segurar firme nos cabelos pretos dela para não gritar.

O som úmido da chupada ecoava baixinho na cozinha, misturado ao chiado da cafeteira. A Deise fazia movimentos rápidos e profundos, sugando com tanta força que parecia querer arrancar a alma do meu corpo. A cada investida da cabeça dela, eu sentia os lábios macios e o calor da boca apertando o meu membro.

— Isso, Deise... chupa essa rola de tarado, faz a corna dormir enquanto a gente transa aqui na cozinha — rosnei baixinho, guiando o ritmo frenético dela.

De repente, ouvimos um barulho de mola rangendo no quarto do fundo. A Ju tinha se mexido na cama.

A Deise parou na mesma hora, com o pau inteiro enfiado na boca, os olhos grandes arregalados e brilhando de pura malícia e adrenalina. Ela tirou a boca devagar, deixando a baba esticar em um fio longo e brilhante, lambeu os lábios sujos com o gloss borrado e sussurrou com a voz rouca:

— Ainda não acabou... guarda esse leite pra daqui a pouco, porque hoje eu vou sentar nessa sua rola até você secar.

Ela se levantou calmamente, ajeitou a blusa e pegou a xícara de café como se nada tivesse acontecido, bem no segundo em que a Ju apareceu na porta da cozinha esfregando os olhos e dando bom dia para todos. Eu apenas puxei a bermuda para cima, com o pau ainda latejando e pingando, sabendo que a viagem inteira seria marcada por aquele segredo sujo e delicioso.

De quebra vou contar também de um boquete enciumado que a Deisinha me pagou.

O ar condicionado do apartamento zumbia baixo, mas a atmosfera estava prestes a pegar fogo. A Jú, minha ex-esposa, estava furiosa. Ela havia descoberto o meu ponto fraco, a obsessão incurável que eu nutria pela Jô, a minha musa patricinha do Sudoeste. Em vez de simplesmente brigar, a Jú resolveu usar isso como arma de humilhação e controle, exigindo que eu olhasse para uma foto da Jô enquanto ela mesma me prestava um serviço.

— "Você quer tanto essa patricinha de araque, né, meu amor? Então vai olhar pra cara dela enquanto eu esvazio esse seu saco," — a Jú disparou, com a voz carregada de um veneno delicioso e ciúme doentio.

Ela abriu o Instagram no meu celular e cravou a tela bem na minha cara. Era a foto sagrada da Jô maquiada para ir a um casamento: um coque de penteado impecável que alongava o pescoço branco, a maquiagem pesada destacando os olhos de gata, os lábios desenhados e o vestido branco colado ao corpo que desenhava aquela silhueta de patricinha intocável. Eu olhei para aquela imagem e o meu pau de 19 cm, com grossura de 13,5 cm de circunferência, deu um pulo violento, latejando como se fosse saltar para fora da pele.

A Jú se ajoelhou na minha frente, puxou minha calça para baixo e abocanhou a minha rola com uma fúria selvagem. O boquete mais agressivo da minha vida começou ali. Ela me chupava com tanta força que o som úmido ecoava pela sala, enquanto com uma das mãos ela batia uma punheta rápida na base do meu pau grosso. Mas o que a deixou completamente fora de si foi a minha audácia: no meio daquela punheta, eu fiz questão de puxar o carrossel do Instagram e mostrar para ela outra foto da Jô que me deixava ainda mais louco.

— "Olha bem pra ela, Jú... Olha o coque, olha essa make de casamento... A Jô é muito mais gostosa que você!" — eu gemia, perdendo totalmente o filtro da sanidade.

A Jú travou por um segundo com a boca cheia de pau, os olhos arregalados de ódio e humilhação. Sabendo que estava sendo comparada e perdendo o jogo para a sua própria rival mental, ela dobrou a aposta, enfiando a minha rola grossa goela abaixo com um ódio cego, querendo sugar até a minha alma. A pressão acumulada na minha "torneirinha" chegou ao teto.

— "Vai, Lyne, sua patricinha desgraçada! Eu vou encher sua boca de porra, Jô!" — gritei, descarregando um jato monumental de sêmen direto na garganta da Júlia.

Rajadas grossas e quentes inundaram a boca dela, escorrendo pelos cantos e sujando o queixo da minha ex, que engolia tudo engasgada, misturando o próprio choro de raiva com o meu leite. Ela sabia, naquele exato momento, que a Jô era a dona absoluta da minha mente, mesmo com ela mesma fazendo o trabalho sujo.

A notícia dessa humilhação épica — e, sobretudo, do meu tesão incontrolável pela Jô — não demorou a chegar aos ouvidos da Deisinha. A melhor amiga da minha ex, com aquela pele branquinha, o corpo inteiramente tatuado, seios médios empinados, o bundão monumental e os pezinhos tamanho 38 cobiçados, ficou mortalmente enciumada. Ela não aceitava que outra mulher ocupasse tanto espaço na minha cabeça de tarado.

Dois dias depois, aproveitando que a Jú viajou para resolver pendências da faculdade, a Deise invadiu o apartamento com uma expressão mandona e um brilho de desafio nos olhos. Ela usava uma calça legging preta brilhante e, nos pés, os clássicos tamanquinhos transparentes de salto acrílico que deixavam as solas arqueadas e suadas à mostra.

— "Então quer dizer que você prefere ficar gozando pra foto daquela patricinha maquiada do Sudoeste?" — a Deise sibilou, fechando a porta da sala com força e trancando a chave. — "Acha que a Jô tem a bunda maior que a minha? Acha que ela aguenta esse seu pau grosso melhor do que eu?"

Antes que eu pudesse responder, ela tirou os tamanquinhos, jogou-os no chão e, com uma rapidez agressiva, puxou a minha bermuda para baixo. Meu pau de 19 cm por 13,5 cm de circunferência saltou duro, latejando e ainda com o cheiro da lembrança da Jô.

A Deise se ajoelhou e abriu o trabalho. Ela não deu trégua: começou um boquete devastador, sugando a cabeça grossa da minha rola com tanta força que parecia querer arrancar o sangue de dentro de mim. Com as unhas com francesinha cravadas nas minhas coxas, ela olhou bem nos meus olhos e ordenou:

— "Pensa na Jô com aquele coquetel ridículo de casamento, pensa na make dela... e goza na minha cara, seu tarado. Mas quem vai limpar sou eu com a minha buceta!"

Ela levantou bruscamente, tirou a calça legging e a calcinha preta de uma vez só, revelando aquela retaguarda gigantesca e as coxas brancas tatuadas. A Deise empinou a bunda monumental bem na minha cara e ordenou que eu entrasse sem camisinha.

Afundei a minha rola grossa no calor apertado da buceta dela de uma só vez. O atrito era bruto, cru e sem frescura. Eu a empurrava contra o sofá, desferindo estocadas profundas enquanto ela gemia alto, exigindo que eu fizesse a Jú de corna mentalmente e superasse a Jô na base da foda.

— "Isso! Fode a minha buceta! Mostra que o meu rabo é muito mais gostoso que o daquela patricinha!" — ela gritava, rebolando com desespero.

Sem dar descanso, puxei-a pelos quadris e virei-a de quatro no chão, apontando a cabeça da rola direto para o ânus rosado e convidativo dela. Com uma dose extra de pré-sebo, empurrei o meu pau grosso para dentro do cuzinho da Deise. O aperto anal foi tão violento que me fez revirar os olhos. Ela soltou um grito abafado no tapete, arqueando as costas e cravando os dedos no chão enquanto eu socava a bunda dela em um ritmo frenético e animalesco.

O orgasmo explodiu com uma força primata. A "torneirinha" abriu descontroladamente dentro do ânus da Deise. Eu bati mais fundo, esporrando jatos grossos e fartos que enchiam as paredes internas da bunda dela, enquanto puxava o pau para fora e mirava o seu rosto.

A Deise virou-se de joelhos com uma agilidade impressionante, de boca aberta e língua de fora. Descarreguei o restante da minha leitada monumental em cima da cara dela: o sêmen cobriu a testa, escorreu pelo piercing no nariz, grudou nos lábios e lambuzou todo o seu queixo.

Ela abriu um sorriso sádico e vitorioso, com o rosto completamente coberto pelo meu leite. Sem desperdiçar uma única gota, ela passou a língua pelos próprios lábios, engoliu o que escorria e sussurrou, ofegante, com a bunda ainda latejando e os pezinhos 38 colados no chão suados de tesão:

— "Pronto... Agora a Jô que fique lá no Instagram dela. Esse seu pau de tarado e esse leite grosso pertencem inteiramente a mim."

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