✨ Apoie a Casa dos Contos e leia sem interrupções — R$36/ano. Saiba mais →

A praia naturista

Um conto erótico de Novinha Peituda
Categoria: Heterossexual
Contém 876 palavras
Data: 29/08/2026 09:09:59

A praia naturista

Sempre sonhei em ir a uma praia de nudismo. Não entendia bem como funcionava, mas achava o máximo a ideia de ficar ao ar livre, sem roupa nenhuma, em comunidade. Sou a vizinha pelada, então isso já é natural para mim em casa. Quando via os vídeos sobre o assunto, sentia um misto de tesão e vergonha, não sabia bem como seria.

Um dia, meu namorado e eu resolvemos finalmente matar nossa curiosidade.

Se você não leu outros contos meus por aqui, meu nome é Mariana, tenho 20 anos, sou baixinha, branquinha, com um corpo de menina: cinturinha fina, bunda redondinha e sem nenhuma estria ou celulite. Meu destaque é minha boca e meus peitos, que são grandes, tipo gota, com o bico rosa.

Meu namorado é o Rômulo. Ele é alto, magro, de estilo definido, ombros largos, branco de cabelo preto. Lado a lado temos uma boa diferença de altura.

Chegamos lá e, ao entrar, existe uma área onde a partir dali não é permitido usar roupas. Ficamos muito animados e um pouco nervosos, mas fomos recepcionados por um casal:

Oi, casal, sejam bem vindos!

Olá…obrigado. É aqui que devemos nos despir?

Isso mesmo. A partir daqui, tudo natural. Podem guardar as roupas aqui com a gente ou na mochila, mesmo, sem problemas.

Era um casal mais velho.

O homem, grisalho, corpo de marido - relativamente gordinho, meio alto - com barba. Era charmoso no jeito dele.

E ela, uma mulher de uns 50 anos, talvez, com um corpo bem natural, bonito também.

Recebemos as instruções e foi tudo bem.

Porém, preciso confessar. Não conseguia tirar os olhos do pau dele.

Não era um pau incrível, nem de perto. Mas só de estar ali, em minha frente, já me deu um tesão. Se isso continuar assim, não sei onde vou parar.

Tiramos a roupa e aconteceu o que eu esperava.

O casal, na hora, paralisou:

Nossa! Que corpo lindo que você tem, olha esses seios. Você é maravilhosa!

Ah…obrigada…vocês também.

Voltem depois beber algo aqui no quiosque, será um prazer

Pode deixar!

E seguimos.

Andando na praia, começamos a nos acostumar. A sensação é de fato incrível, a brisa pelo corpo, a liberdade, todos em volta.

Resolvemos então nos sentar.

Sentamos em uma área perto de uma mata, para termos sombra, e ali ficamos, vendo as pessoas passando, um visual excitante e diferente.

Não imaginava que isso iria acontecer, mas chegou até nós um vendedor. Nu, é claro. Um homem negro, não muito alto, com um corpo bonito, não tão malhado, estilo praiano, mesmo.

Ele vendia óleo protetor e hidratante.

Que casal lindo! Já estão de protetor?

Ainda não - Rômulo respondeu

Ah, então vamos resolver isso. Dá uma olhada neste óleo

Ele nos entregou e era um óleo muito cheiroso.

Mas tinha um porém

Eu não estava nem um pouco focada no óleo. Desde que ele chegou, não pude evitar.

Ele tinha um pau lindo. Ali, para baixo, pendurado, com uma cabeça roxa, todo livre. Não conseguia parar de imaginar coisas.

Rômulo, que não é tonto e conhece a safada que tem, logo percebeu.

Muito gostoso o óleo, mesmo! Pode no corpo inteiro?

Opa, pode sim, perfeito para essa praia, né?

Então será que você pode demonstrar nela como se passa?

Fiquei em choque. Filho da puta. Desgraçado. Que tesão de ouvir isso.

Claro, chefe…é pra já!

Então ele veio atrás de mim, ajoelhou na toalha, e começou a passar o óleo em meus ombros.

Nas costas, eu comecei a sentir. Era aquele pau. Não tinha certeza se ele só estava batendo em mim, ou se estava crescendo…mas eu senti. E arrepiei.

Gostoso o óleo né?

Nossa…pode espalhar mais

Então ele desceu por todas minhas costas e, ao chegar perto da cintura, voltava pela frente, passando por baixo de meus seios.

Posso passar na frente?

Por favor… - já falei quase gemendo

Aquele negro então se ajoelhou em minha frente, eu sentada, com as pernas abertas e dobradas, e ele de joelhos, em minha frente, passando o óleo em meu pescoço.

Ao virar o rosto, olhei para baixo, e então entendi. Aquele pau estava endurecendo e ficando ainda maior.

Com ele de joelhos, coloquei os braços para trás, deixando meus peitos enormes e bem para frente. E ele começou a passar o óleo ali.

Seu pau começou a tocar minha barriga. Já apontava para frente, e ele passando óleo em volta dos meus mamilos.

Até que chegou a hora de passar nas pernas.

Voltei para frente com os braços e os coloquei por dentro das minhas pernas.

Minhas mãos tocaram aquele pau. Como se fosse sem querer.

Peguei um pouco de óleo e suavemente peguei naquele pau. Duro. Grosso. Cabeçudo. Comecei a punhetar aquele cacete bem de leve, disfarçando, pois não é permitido algo assim na praia.

Melhor proteger você também né?

A senhora aprendeu rápido a passar o óleo

Rômulo disfarçava enquanto eu continuava punhetando aquele homem. Estava morrendo de tesão e disfarçando o pau duro no meio das pernas.

O vendedor então se levantou e colocou sua bolsa em frente daquele mastro, todo lambuzado, pronto pra gozar.

Pode deixar o óleo aqui, vamos ficar - novamente disfarçou Rômulo

Muito obrigado, casal. Ótima praia para vocês.

Estava ótima, mesmo.

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 6 estrelas.
Incentive daddy_cuckold a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Listas em que este conto está presente