>> Ajoelhada, segurando-me nas coxas tesudas de Ruslan, mas o agarrando temerosa , que ele me deixasse com sede de seu petróleo branco; essa insegurança, sem razão, desapareceu com os jatos de mel de seu magnífico caralho negro atingindo minha garganta. Ato consumado, distribui beijinhos amorosos ao longo do seu mastro como gratidão pela sua generosidade com minha gulosa, candidata a sua nova boqueteira.
Ruslan estava ainda vestido com a camisa. Levantei-me e disse-lhe que ia ao banheiro. Voltei preparada para me tornar oficialmente e de fato a nova puta do seu harém.
O negro já deitado, com a camisa aberta exibindo o peitoral musculoso, a barriga tanquinho e o caralho em riste apontando para o teto. Era um verdadeiro obelisco esponjoso, roliço e Ereto com sua cabeçorra sedutora convidando ao prazer.
Meu cuzinho ansioso, minha gulosa aguada e meus desejos incontidos de puta se entregaram aquela delícia de macho. Subi na cama, engatinhando e beijando suas coxas firmes até chegar na virilha onde minha boca fez um 'pit stop' para minha língua se deliciar com aquele recanto... para continuar beijando e lambendo seu corpo, até chegar nos seus mamilos.
Ruslan fez meu corpo girar de volta para o ninho da sua anaconda e dedicar toda minha atenção para seu caralho, enquanto sua boca quente e sua língua impiedosa dava chibatadas no meu cuzinho fazendo eu suspirar de prazer. Foi uma massagem lingual tentando lacear meu apertado cuzinho e deixando-o apenas lubrificado e mais tesudo. E em chamas de desejo, meu cuzinho já preparado para se tornar o "pièce de resistence' daquela foda, da qual ainda estávamos nos petiscos preliminares, que nesse caso sempre pronunciam um grande banquete.
Meu cuzinho piscava que nem vagalume iluminando a noite. Ruslan ajeitou minha bunda, empurrando até que meu cuzinho pudesse encaixar e montar no seu caralho para eu cavalgar como uma amazona deve cavalgar o caralho de um macho. Parecia um rodeio, a puta montada num cavalo chucro, já que Ruslan dava estocadas seguidas batendo com a cabeça do caralho contra meu cuzinho que reagia quicando e rebolando nele.
Os sons guturais e abafados de nossos desejos e meus gemidos de prazer enchiam o quarto e vazavam pelas paredes e gritavam todo o amor do meu cuzinho pelo caralho do macho angolano. Meu cuzinho estava a fim de se viciar naquele caralho, eu estava a fim de ser puta do seu harém e iria contar com meu cuzinho e minha gulosa para sermos escravos desse negão gostoso.
Se o angolano pensou que meu cuzinho ia arregar diante da dimensão do seu caralho, nessa primeira foda descobriu que estava enganado. Totalmente preenchida, meu cuzinho tinha virado buceta daquele mastro, e Ruslan me fazia gemer de prazer e felicidade. Rebolei no seu caralho como se este fosse uma bailarina num pole-dance. Eu empurrava meu bumbum contra dele virilha até sentir o ninho de pentelhos crespos e molhados do suor da interação entre meu cuzinho e o caralho de Ruslan.
Uma 'maratoma' no cu vigorosa e gostosa. Só iria parar de saltitar naquele cacete depois que Ruslan declarasse que tinha sido aprovada para entrar no seu harém de putas. E ainda queria ser batizada como 'slave' do seu plantel.
Ruslan socava meu cuzinho impiedosa e gostosamente com sua marreta grande, grossa e gostosa, arregaçando minha rosca. Seu caralho estufou no vai e vem do meus quadris que rebolado com desejo, quando o negão tirou rapidamente a mamadeira do meu cuzinho para saciar minha gulosa sedenta com uma leitada farta do seu néctar delicioso.
Ruslan me usou, lambuzou, abusou como se teve fazer com puta como eu. Não retirou a mamadeira da minha boca enquanto a última gota não tivesse sido consumida pela minha gulodice de viciada em leite de macho.
Depois foi retirando vagarosamente o caralho da minha boca até ficar apoiado na beira dos meus lábios, e deixando um rastro de leitoso, anunciou meu batizado como sua escrava sexual a quem tive que prometer me entregar a hora que meu Macho quisesse e obedecer suas ordens de dono.
Depois ordenou que o acompanhasse até o banheiro.
Ajoelha! Abre a boca!
Obedeci.
Ruslan começou o ritual com o mijão batismal na minha gulosa, espalhando pelo meu rosto e corpo de meretriz e vadia. Agora eu era oficialmente sua propriedade. Depois nos ensaboamos um ao outro e deixamos a água escorrer por nossos corpos. A puta agora tinha um caralho para chamar de seu dono, mesmo que fosse só em pensamento, porque não estava autorizada. O viado-puta tinha realizado um sonho...
No harém eu era o único viado entre as onze escravas. E a minha primeira obrigação era cair na pista para sustentar meu dono. Estória que segue ...
