.... Continuação do "TATI#01-Tatiana Chamou os Lutadores para Treinar em Casa".
O salto bateu no corredor como se eu ainda fosse só a dona da empresa.
Por baixo da saia lápis, a calcinha já estava úmida. O cu ardia num fio só, fundo, aquele inchaço bom de quem levou pau grosso até o fim e dormiu assim. A buceta pulsava sempre que o elevador subia um andar. Eu tinha tomado banho. Tinha passado perfume. Continuava cheirando a tapete e a homem.
Na sala de reunião, os dois já estavam sentados.
Rafael de camisa cinza, manga dobrada, o mesmo pulso que na véspera tinha segurado meu queixo. Marcelo de preto, ombro largo demais para aquela cadeira, a boca que tinha gozado dentro de mim agora fechada em cima de uma pasta. Café. Planilha. Relógio de parede.
Como se o living não tivesse acontecido.
— Bom dia, dona Tatiana.
Eu sentei na cabeceira. A saia subiu um pouco. Cruzei as pernas e senti o cu fechar em volta da memória do pau do Marcelo.
— Pauta — eu disse. — Acesso do prédio. Escala. O treino de ontem.
A palavra treino saiu limpa. Mentira no meio da ata.
Rafael falou de câmera e de portaria. A voz era profissional. Embaixo da mesa, meu joelho tremia. Eu ainda sentia a língua dele no meu pescoço e o gosto da porra na garganta. Marcelo virava a página com o dedo grosso e eu via aquele mesmo dedo abrindo meu cu com saliva.
O celular vibrou em cima da madeira.
Eduardo.
Estão os dois na sala?
Senta direito. Quero que doa.
Depois da reunião, não deixa eles saírem.
Eu virei a tela para baixo. O tique azul foi sozinho.
— Alguma observação, dona Tatiana?
Marcelo me olhou de frente. Não era olhar de funcionário. Era olhar de quem ainda tinha o cheiro da minha buceta na barba.
— A porta — eu disse. — Tranca.
Rafael levantou, girou a chave, voltou. O clique soou maior que a sala.
Eu fiquei de pé. A saia desceu no lugar. Os dois permaneceram sentados até eu ir até a ponta da mesa, do lado deles, e puxar a calcinha pelo meio das coxas. Deixei a peça cair no carpete. Sentei na borda da mesa, de frente para as cadeiras, e abri as pernas.
A buceta ficou à altura da boca deles. Inchada, brilhante, ainda marcada da noite.
— Vocês vão entender a pauta agora.
Marcelo chegou primeiro. Ficou de pé entre os meus joelhos, abriu o cinto, baixou a calça só o bastante. O pau negro saiu pesado, já duro, a cabeça molhada. Ele encostou na minha entrada e entrou de uma vez, em pé, eu sentada na mesa, pernas abertas na cintura dele. A estocada subiu até o fundo. A mesa rangeu. Eu segurei a borda com as duas mãos e senti cada veia raspar o ponto que ainda estava sensível.
Essa era a primeira: eu na mesa, ele em pé, pau fundo na buceta, meus saltos no ar atrás das costas dele.
Rafael veio pela esquerda, abriu o zíper, pôs o pau claro na minha boca. Eu chupei no mesmo ritmo da estocada. Salgado. Grosso. A glande batendo no céu da boca toda vez que Marcelo me empurrava para trás.
O celular vibrou de novo, virado na madeira, perto da minha mão.
— Tá ouvindo a mesa?
Marcelo acelerou. A saia subiu até a cintura. Os peitos bateram dentro da blusa. Eu gozei sentada, coxa tremendo no quadril dele, gemido baixo contra o pau do Rafael.
— Vira — disse Rafael.
Eles me desceram da mesa e me viraram de frente para a madeira. Eu fiquei de quatro em cima da ata, cotovelo no relatório, saia no quadril, bunda alta. Rafael entrou na buceta por trás, fundo, as mãos nas minhas ancas, o pau claro sumindo e voltando. Marcelo rodeou a mesa, segurou meu cabelo e enfiou de novo na minha boca.
Segunda posição: eu de quatro sobre a mesa da reunião, Rafael comendo por trás, Marcelo fudendo minha garganta. A pasta escorregou. Um clipe caiu no chão. Eu babava no pau dele e sentia o outro bater no fundo da buceta, as bolas na minha pele, o cheiro de terno e de sexo misturado com café frio.
— O cu — eu pedi, rouca.
Rafael saiu, cuspiu, abriu meus dois lados com o polegar e entrou no cu devagar. A queimação da noite voltou inteira. Eu recuei e encaixei. Ele foi até o fim e ficou. Marcelo segurou meu queixo para eu não fechar a boca.
O celular acendeu sozinho ao lado da minha cara. Faixa verde. Eduardo. Ligação.
— Tati — veio a voz no alto-falante, no meio da sala. — Não levanta da mesa.
Rafael fodeu meu cu com paciência, depois com força. Eu gemia no pau do Marcelo. A terceira posição veio quando as pernas não aguentaram mais a madeira: Rafael sentou na cadeira da cabeceira, a minha cadeira, e me puxou no colo, de costas para o peito dele. O pau dele entrou de novo no meu cu, eu sentada, as pernas abertas para fora das coxas dele, o salto fora de um pé. Marcelo ajoelhou na frente e enfiou na buceta.
Os dois dentro. Eu estou no colo da minha própria cadeira. A reunião ainda estava escrita no quadro branco.
Marcelo gozou primeiro, quente, fundo, enchendo a buceta até vazar no tecido da calça do Rafael. Rafael segurou meus peitos por cima da blusa, latejou no meu cu e gozou também, pesado, me prendendo no colo. Eu gozei em cima dos dois, a boca aberta, a ata amassada na mesa, o nome da empresa no cabeçalho.
Ficamos assim um segundo. Relógio. Ar-condicionado. Cheiro de porra na sala de diretoria.
Marcelo puxou o celular do bolso e mostrou a tela para mim, perto demais.
A mesma faixa verde. Eduardo. Quarenta e dois minutos.
Do outro lado, o corno respirou.
— Limpa a mesa — disse ele. — E marca a próxima reunião.
----
Série TATIANA:
TATI#01 — Tatiana Chamou os Lutadores para treinar em casa
TATI #02 — A Reunião Começou com Ela Ainda Cheia dos Dois
TATI #03 — O Corno Sentou na Poltrona e Mandou Eles Abrirem Ela Devagar
TATI #04 — A Mesa de Vidro da Concorrente
TATI #05 — Os Dois Irmãos no Sofá da Sala
Não deixe de mandar seus comentários e dar estrelinhas para os nossos contos.
