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TATI #02 -A Reunião Começou com Ela Ainda Cheia dos Dois

Da série TATIANA
Um conto erótico de Mike Jordano
Categoria: Heterossexual
Contém 1047 palavras
Data: 29/08/2026 00:38:09
Última revisão: 29/08/2026 08:41:57

.... Continuação do "TATI#01-Tatiana Chamou os Lutadores para Treinar em Casa".

O salto bateu no corredor como se eu ainda fosse só a dona da empresa.

Por baixo da saia lápis, a calcinha já estava úmida. O cu ardia num fio só, fundo, aquele inchaço bom de quem levou pau grosso até o fim e dormiu assim. A buceta pulsava sempre que o elevador subia um andar. Eu tinha tomado banho. Tinha passado perfume. Continuava cheirando a tapete e a homem.

Na sala de reunião, os dois já estavam sentados.

Rafael de camisa cinza, manga dobrada, o mesmo pulso que na véspera tinha segurado meu queixo. Marcelo de preto, ombro largo demais para aquela cadeira, a boca que tinha gozado dentro de mim agora fechada em cima de uma pasta. Café. Planilha. Relógio de parede.

Como se o living não tivesse acontecido.

— Bom dia, dona Tatiana.

Eu sentei na cabeceira. A saia subiu um pouco. Cruzei as pernas e senti o cu fechar em volta da memória do pau do Marcelo.

— Pauta — eu disse. — Acesso do prédio. Escala. O treino de ontem.

A palavra treino saiu limpa. Mentira no meio da ata.

Rafael falou de câmera e de portaria. A voz era profissional. Embaixo da mesa, meu joelho tremia. Eu ainda sentia a língua dele no meu pescoço e o gosto da porra na garganta. Marcelo virava a página com o dedo grosso e eu via aquele mesmo dedo abrindo meu cu com saliva.

O celular vibrou em cima da madeira.

Eduardo.

Estão os dois na sala?

Senta direito. Quero que doa.

Depois da reunião, não deixa eles saírem.

Eu virei a tela para baixo. O tique azul foi sozinho.

— Alguma observação, dona Tatiana?

Marcelo me olhou de frente. Não era olhar de funcionário. Era olhar de quem ainda tinha o cheiro da minha buceta na barba.

— A porta — eu disse. — Tranca.

Rafael levantou, girou a chave, voltou. O clique soou maior que a sala.

Eu fiquei de pé. A saia desceu no lugar. Os dois permaneceram sentados até eu ir até a ponta da mesa, do lado deles, e puxar a calcinha pelo meio das coxas. Deixei a peça cair no carpete. Sentei na borda da mesa, de frente para as cadeiras, e abri as pernas.

A buceta ficou à altura da boca deles. Inchada, brilhante, ainda marcada da noite.

— Vocês vão entender a pauta agora.

Marcelo chegou primeiro. Ficou de pé entre os meus joelhos, abriu o cinto, baixou a calça só o bastante. O pau negro saiu pesado, já duro, a cabeça molhada. Ele encostou na minha entrada e entrou de uma vez, em pé, eu sentada na mesa, pernas abertas na cintura dele. A estocada subiu até o fundo. A mesa rangeu. Eu segurei a borda com as duas mãos e senti cada veia raspar o ponto que ainda estava sensível.

Essa era a primeira: eu na mesa, ele em pé, pau fundo na buceta, meus saltos no ar atrás das costas dele.

Rafael veio pela esquerda, abriu o zíper, pôs o pau claro na minha boca. Eu chupei no mesmo ritmo da estocada. Salgado. Grosso. A glande batendo no céu da boca toda vez que Marcelo me empurrava para trás.

O celular vibrou de novo, virado na madeira, perto da minha mão.

— Tá ouvindo a mesa?

Marcelo acelerou. A saia subiu até a cintura. Os peitos bateram dentro da blusa. Eu gozei sentada, coxa tremendo no quadril dele, gemido baixo contra o pau do Rafael.

— Vira — disse Rafael.

Eles me desceram da mesa e me viraram de frente para a madeira. Eu fiquei de quatro em cima da ata, cotovelo no relatório, saia no quadril, bunda alta. Rafael entrou na buceta por trás, fundo, as mãos nas minhas ancas, o pau claro sumindo e voltando. Marcelo rodeou a mesa, segurou meu cabelo e enfiou de novo na minha boca.

Segunda posição: eu de quatro sobre a mesa da reunião, Rafael comendo por trás, Marcelo fudendo minha garganta. A pasta escorregou. Um clipe caiu no chão. Eu babava no pau dele e sentia o outro bater no fundo da buceta, as bolas na minha pele, o cheiro de terno e de sexo misturado com café frio.

— O cu — eu pedi, rouca.

Rafael saiu, cuspiu, abriu meus dois lados com o polegar e entrou no cu devagar. A queimação da noite voltou inteira. Eu recuei e encaixei. Ele foi até o fim e ficou. Marcelo segurou meu queixo para eu não fechar a boca.

O celular acendeu sozinho ao lado da minha cara. Faixa verde. Eduardo. Ligação.

— Tati — veio a voz no alto-falante, no meio da sala. — Não levanta da mesa.

Rafael fodeu meu cu com paciência, depois com força. Eu gemia no pau do Marcelo. A terceira posição veio quando as pernas não aguentaram mais a madeira: Rafael sentou na cadeira da cabeceira, a minha cadeira, e me puxou no colo, de costas para o peito dele. O pau dele entrou de novo no meu cu, eu sentada, as pernas abertas para fora das coxas dele, o salto fora de um pé. Marcelo ajoelhou na frente e enfiou na buceta.

Os dois dentro. Eu estou no colo da minha própria cadeira. A reunião ainda estava escrita no quadro branco.

Marcelo gozou primeiro, quente, fundo, enchendo a buceta até vazar no tecido da calça do Rafael. Rafael segurou meus peitos por cima da blusa, latejou no meu cu e gozou também, pesado, me prendendo no colo. Eu gozei em cima dos dois, a boca aberta, a ata amassada na mesa, o nome da empresa no cabeçalho.

Ficamos assim um segundo. Relógio. Ar-condicionado. Cheiro de porra na sala de diretoria.

Marcelo puxou o celular do bolso e mostrou a tela para mim, perto demais.

A mesma faixa verde. Eduardo. Quarenta e dois minutos.

Do outro lado, o corno respirou.

— Limpa a mesa — disse ele. — E marca a próxima reunião.

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Série TATIANA:

TATI#01 — Tatiana Chamou os Lutadores para treinar em casa

TATI #02 — A Reunião Começou com Ela Ainda Cheia dos Dois

TATI #03 — O Corno Sentou na Poltrona e Mandou Eles Abrirem Ela Devagar

TATI #04 — A Mesa de Vidro da Concorrente

TATI #05 — Os Dois Irmãos no Sofá da Sala

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Foto de perfil de Mike JordanoMike JordanoContos: 20Seguidores: 10Seguindo: 5Mensagem Escrevo como vivo: com intensidade. Cada cena, cada parceiro, eu me entrego como se estivesse ali. Sinto sempre a voracidade juvenil para o erotismo, descrevo sexo em todas as formas — hétero, gay, bissexual — com instinto, suspense e finais diferentes.

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