Naquela noite eu e o Silvio estávamos na cama, ele em cima de mim, metendo devagar como sempre fazia. Eu já estava molhada, gemendo baixo, as unhas nas costas dele, sentindo cada centímetro dele entrar e sair com aquele ritmo cuidadoso que ele sempre usava. Minha buceta apertava o pau dele, quente, molhada, e eu rebolava de leve pra sentir mais fundo quando ele parou de repente, olhou nos meus olhos e falou com a voz trêmula:
— Adriane… eu preciso te contar uma coisa. Eu tenho um desejo… um desejo sujo. Eu quero ver você sendo fodida por outro homem. Quero ver outro pau entrando nessa buceta que só eu conheço. Quero ver ele te maltratando, te xingando, te usando na minha frente. Eu quero assistir.
Eu fiquei parada, o coração batendo forte, ainda com ele enterrado até o fundo dentro de mim. Silvio sempre foi o mais conservador dos dois. Mais do que eu. Nunca falava putaria, nunca pedia nada bruto, nunca tinha me dado um tapa ou puxado meu cabelo com força. Aquilo me pegou de surpresa. A buceta dele ainda latejava em volta do pau dele enquanto eu processava as palavras.
— Você tá falando sério? — eu perguntei, a voz saindo rouca, ainda ofegante. — Você quer ver outro homem me fodendo? Me maltratando?
— Tô. Eu quero ver. Se você topar… a gente chama o Thiago. Ele é o único que eu confio pra isso. Eu quero ver ele te destruindo na minha frente.
Eu engoli seco. A ideia me deixou ainda mais molhada. Apesar do choque, eu top ei. No mesmo dia a gente ligou pro Thiago. Ele chegou uma hora depois, já sabendo o que ia rolar. Silvio abriu a porta, o rosto vermelho de nervoso, as mãos tremendo um pouco, e só falou:
— Entra. Hoje você vai foder a minha mulher. E vai foder forte. Não tem limite. Eu quero ver ela sendo usada.
Eu estava nua na sala quando Thiago chegou. Ele tirou a camisa sem pressa, os músculos aparecendo, olhou pra mim de cima a baixo como se eu já fosse dele e falou, a voz grossa:
— Então é isso? A putinha do Silvio vai dar pra mim hoje? Essa buceta que só o corno comeu vai ser minha agora?
Silvio se sentou na poltrona, abriu a calça e tirou o pau já duro, começando a se masturbar devagar, os olhos fixos em mim.
— Fode ela. Maltrata. Eu quero ver ela sendo usada. Não tem piedade. Quero ouvir ela gritando.
Thiago me puxou pelo cabelo com força e me ajoelhou na frente dele. Enfiou o pau na minha boca sem aviso. Era mais grosso que o do Silvio, as veias saltadas, e ele não teve delicadeza nenhuma. Segurou minha cabeça com as duas mãos e fodeu minha garganta com força, empurrando até eu engasgar, lágrimas escorrendo pelos cantos dos olhos, baba caindo no chão e escorrendo pelo meu queixo até os seios. Ele deu um tapa na minha cara, o estalo ecoando na sala.
— Abre essa porra de garganta, puta. Engole tudo. Chupa como a vadia que você é.
Eu engoli, a garganta se abrindo à força, o nariz batendo na base dele a cada estocada. Silvio se masturbava ali do lado, a voz rouca, quase gemendo:
— Isso… enfia mais fundo. Ela aguenta. Fode a boca da minha esposa. Olha como ela engasga… que delícia.
Thiago me puxou pelo cabelo com violência, me jogou no sofá de quatro e abriu minha bunda com as mãos, espalhando as nádegas. Passou a cabeça do pau na minha buceta encharcada, esfregou duas, três vezes, e meteu de uma vez, seco, fundo, até as bolas. Eu gritei alto. Nunca tinha sentido nada tão bruto. A buceta que só o Silvio tinha comido agora era arrombada por um pau mais grosso, mais agressivo. Ele começou a meter com força, as mãos na minha cintura apertando até doer, batendo a pele na minha bunda com estalos molhados.
— Que buceta apertada de casada… — ele falava entre estocadas, dando palmadas fortes que deixavam a pele queimando. — Só o corno aqui comeu essa porra? Agora é minha. Aperta esse pau, puta.
Silvio se aproximou, ajoelhou do lado, o pau latejando na mão, e falou no meu ouvido enquanto se punhetava, a respiração quente:
— Grita pra ele. Fala que é puta. Pede pra ele te foder mais forte. Eu quero ouvir você pedindo pra ser destruída.
— Me fode… me fode com força, porra… — eu gemia, a voz quebrada, a testa encostada no sofá. — Arrebenta essa buceta… eu nunca tomei assim… mete tudo… mais fundo…
Thiago me puxou pelo cabelo com força, virou meu rosto pro lado e deu outro tapa na cara, o estalo me fazendo gemer mais alto. A bochecha queimava.
— Fala mais alto, cadela. Fala o que você é. Fala pra o seu marido ouvir.
— Sou puta… sou a puta do meu marido… me usa… me fode até eu não aguentar… arrebenta essa buceta que só ele comeu…
Ele me virou de costas, abriu minhas pernas com brutalidade e meteu de novo, agora com a mão no meu pescoço, apertando de leve enquanto fodia. Cada estocada fazia o sofá tremer, o pau dele entrando até o fundo, as bolas batendo na minha bunda. Silvio estava colado, olhando de perto, quase encostando o rosto, a mão no pau, mandando com a voz carregada de tesão:
— Mais forte, Thiago. Dá tapa na bunda dela. Quero ver vermelho. Enfia até o fundo. Olha como ela está molhada… pingando no sofá.
Thiago deu palmadas fortes, uma atrás da outra, o barulho ecoando, e eu gemia sem parar, a buceta fazendo barulho molhado a cada investida. Ele me fez engolir o pau de novo, fundo, até eu engasgar e a baba escorrer, depois voltou pra buceta e fodeu sem ritmo, só força bruta, segurando meus quadris e puxando pra trás contra ele. Eu gozei a primeira vez assim, o corpo inteiro tremendo, a buceta apertando ele em espasmos, gritando sem controle:
— Tô gozando… porra… tô gozando no pau dele… não para… continua me fodendo…
Silvio quase gozou só de ver. Continuou se masturbando com força e falou, a voz embargada:
— Não para. Continua fodendo. Quero ver você gozar dentro dela. Enche essa buceta de porra. Eu quero ver escorrendo.
Thiago acelerou, as estocadas cada vez mais violentas, o pau latejando dentro de mim, e gozou fundo na minha buceta. Eu senti o jato quente enchendo, pulsando, enchendo até transbordar. Ele tirou o pau e a porra começou a escorrer imediatamente, escorrendo pela minha bunda e pela coxa.
Foi aí que aconteceu a parte que eu nunca imaginei. Silvio se aproximou, ficou de quatro entre as minhas pernas, o rosto colado na minha buceta, e, sem falar nada, abriu meus lábios com os dedos e começou a chupar a porra do Thiago. Língua fundo, sugando com força, engolindo tudo o que saía de mim, o barulho molhado de sucção enchendo a sala. Eu olhei pra baixo, incrédula, o corpo ainda tremendo do orgasmo, e gemi alto:
— Porra, Silvio… você tá chupando a porra dele da minha buceta… que porra gostosa… continua… chupa tudo…
Eu olhei pro Thiago, que ainda estava de pé, o pau molhado e semi-duro, e falei em tom de brincadeira, rindo meio ofegante, a voz ainda rouca:
— Aproveita que ele tá de quatro, Thiago. Enfia nele também. Olha essa bunda empinada…
Thiago riu, achando que era zoeira, balançando a cabeça. Mas Silvio, ainda com a boca na minha buceta, lambendo e chupando a mistura de porra e lubrificação, empinou a bunda bem alto e falou, a voz abafada contra a minha pele:
— Manda ver. Enfia. Eu quero. Arrebenta meu cu também.
Thiago ficou duro de novo na hora. Cuspiu na mão, passou no pau grosso, posicionou a cabeça no cu do Silvio e empurrou. Silvio gemeu alto contra a minha buceta, o corpo inteiro se retesando, mas não parou de chupar. Thiago enterrou tudo de uma vez, sem piedade, e começou a foder o cu do meu marido com a mesma força que tinha me fodido, as mãos apertando a cintura dele, estocadas profundas e secas.
Eu estava debaixo, em 69 com o Silvio. Ele chupava minha buceta sem parar, lambendo a porra que ainda escorria, a língua entrando fundo, enquanto tomava no cu. Eu alternava: chupava o pau dele com vontade, punhetava a base com a mão, depois abaixava a cabeça e lambia as bolas do Thiago enquanto ele metia no Silvio, sentindo o peso delas, o gosto de suor e sexo.
— Que cu apertado de corno… — Thiago falava, dando estocadas fortes, a bunda batendo na do Silvio. — Apertando meu pau todo… olha só o marido da putinha tomando no cu…
Silvio gemia na minha buceta, a voz rouca, abafada:
— Mais forte… arrebenta… não para… fode meu cu…
Eu punhetava o pau do Silvio com força, chupava a cabeça com a língua girando, depois voltava a lamber as bolas do Thiago, sentindo elas baterem enquanto ele fodia meu marido. O som era obsceno: pele batendo, gemidos abafados, cuspe, o Silvio chupando minha buceta sem parar, a língua trabalhando no meu clitóris enquanto o cu dele era arrombado.
No final, Thiago tirou o pau do cu do Silvio por um segundo, virou ele de costas no chão com força e meteu de novo, agora de frente, as pernas do Silvio abertas, arrombando com estocadas profundas e violentas. Silvio deitado, o rosto contorcido de prazer e dor, tomando no cu sem parar. Eu me sentei em cima dele, de frente, as pernas abertas sobre o peito dele, e comecei a punhetar o pau dele com as duas mãos, rápido, apertado, o polegar esfregando a cabeça molhada.
— Goza pra mim… goza na minha mão… — eu falava, olhando nos olhos dele, a voz suja. — Enquanto ele te fode o cu… goza pra sua puta…
Silvio gozou forte, o corpo inteiro se contraindo, jatos quentes na minha mão, no meu peito e no meu queixo. Eu desci na hora e limpei o pau dele com a boca, chupando até a última gota, lambendo os dedos também, o gosto salgado misturado com o resto da porra do Thiago que ainda estava na minha língua. Thiago acelerou as estocadas no cu do Silvio, tirou o pau de uma vez e gozou na cara dos dois. Jatos quentes no meu rosto, no rosto do Silvio, na boca, no queixo, escorrendo pelo pescoço. Eu me virei pra ele e beijei a boca suja de porra, trocando tudo, a língua misturando o gosto do Thiago, lambendo o que escorria pelo canto da boca dele. Silvio beijava de volta, ainda ofegante, o cu latejando, enquanto eu limpava o que escorria com a língua, o beijo sujo e molhado.
Eu fiquei ali, o rosto sujo, a buceta ainda aberta e molhada, o corpo inteiro tremendo, e só consegui sussurrar, a voz rouca de tanto gritar:
— Nunca mais a gente volta atrás disso… eu quero de novo. Quero que ele me foda mais forte ainda. E quero ver você tomando no cu de novo enquanto chupa a porra dele da minha buceta.