Capítulo 5 - Minha prima e outras gostosas nuas
Saga Drakon - Magia e Putaria
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Meu nome era Drakon e os minotauros eram humanoides com corpo de homem, cabeça de touro e falos bestiais e viviam nas entranhas espinhosas da Floresta do Labirinto, de onde apenas saíam para atacar pequenas cidades e casas rurais e causar destruição e profanação. Eles invadiam o lugarejo sem aviso prévio, matavam os protetores com seus machados duplos e subjugavam os sobreviventes para abusar deles, torturá-los e devorá-los à sua vontade.
Eu nunca havia enfrentado um minotauro e apenas vi um quando meu pai ainda era vivo e nós caçávamos juntos numa floresta esquecida pelos deuses. Na ocasião, meu pai matou o minotauro, mas isso lhe custou um duelo difícil e sangrento. Desde então nunca mais ouvi falar desses seres assassinos e havia até me esquecido deles.
Meu nome era Drakon e agora eu estava na loja de instrumentos musicais da cidadezinha onde vivia, acompanhando minha prima na resolução de um problema que ela estava tendo no conserto da sua sanfona: já havia ocorrido três reparos e nenhum deles durou mais de uma semana. Eu esperava pela nossa vez no atendimento, observava os demais fregueses, inclusive uma puta bem safada que eu conhecia do cabaré, e via a ansiedade da minha prima
— Vou dizer ao proprietário que ou ele faz um conserto eficiente na sua sanfona ou ele devolve nossas moedas, pois comprei o instrumento dele com sua palavra a respeito da qualidade.
— Eu não quero ficar sem sanfona — disse ela, encarando-me, triste e ansiosa.
— Não vai ficar — afirmei e ela ficou interessada no que eu falaria. — Se o próximo reparo não ficar bom, vou pegar as moedas de volta e comprar uma sanfona nova na loja de instrumentos mais próxima.
— Uma sanfona nova é muito cara, Drakon.
— Não importa: eu pago.
Minha prima se chamava Karyna e, embora um pouco mimada e metida, era supergentil e afetuosa, sendo a pureza em pessoa. Ela tinha cabelo ruivo e longo, muitas sardas, olhos verdes e brilhantes, bochechas coradas e feições joviais, vivia os primeiros tempos de sua maturidade, com seu corpo se tornando cada dia mais atraente, e era apaixonada por canções e instrumentos musicais.
— Gratidão, Drakon! — exclamou, sorrindo, e acariciou meu rosto com as mãos macias e delicadas, o que atraiu o olhar de algumas pessoas.
— Veja, amiga, como aquele bruxo de cabelo preto é generoso: ele vai comprar uma sanfona para a prima — sussurrou uma moça para outra do seu lado e eu ouvi tudo, afinal tinha uma audição muito apurada.
— Homem apenas é generoso quando é refém da mulher — disse a outra moça, crítica. — Se ele vai dar algo caro à prima, pode ter certeza de que ela vai dar a buceta para ele como retribuição; é assim que o nosso mundo funciona.
Percebi que Karyna também havia ouvido o comentário desagradável e ficado envergonhada, preparei-me para xingar as moças, dizendo que elas não passavam de duas filhas da puta, entretanto um homem entrou desesperado na loja, fechou a porta com força e olhou para mim, com os olhos quase caindo das órbitas de tão arregalados.
— Minotauros… Invasão… Porta…
Eu entendi o que o homem queria dizer antes de todo mundo, agarrei uma estante de madeira que havia à esquerda e a pressionei contra a porta, fazendo uma barricada. O próprio homem, o proprietário da loja e alguns clientes ajudaram, pegando outros móveis para a barricar fortemente as janelas. Enfim consegui ouvir os mugidos de vitória e os gritos de desespero vindos das ruas, confirmando a invasão dos minotauros.
— Drakon, estou com medo — confessou Karyna, aproximando-se de mim, e deixou sua sanfona para trás. Ela se colocou à minha frente, olhando diretamente nos meus olhos azuis e frios (para ela, eles eram azuis e cintilantes, na verdade), e evidenciando a nossa diferença de altura: eu tinha quase dois metros, enquanto ela tinha um metro e sessenta. — Não é melhor irmos para casa?
— Não sem antes saber quantos minotauros invadiram a cidadezinha e onde eles estão.
— O bruxo Drakon tem razão, pessoal: não é seguro sair agora, portanto fiquemos em silêncio e com a porta e as janelas fechadas e barricadas — disse o proprietário, sabiamente. — No andar superior, fica minha casa e vocês podem ir até lá, se precisarem de água ou de algo para comer. Fiquem à vontade!
Astutamente, nenhum dos presentes quis ficar na loja, a uma porta e uma barricada de distância dos minotauros, portanto todos foram para a casa no andar superior, espalhando-se pelos quartos. Minha prima e eu fomos para um quarto que tinha uma janelinha voltada para a rua e espiamos a destruição que acontecia lá fora com pessoas sendo violentadas por falos grandes e animalescos e estripadas por machados sanguinários. A puta do cabaré e as duas moças de antes também vieram conosco e eu sabia que estavam atrás da proteção que eu poderia oferecer.
Coitadas! A única pessoa que eu protegeria com a minha vida agora era a minha prima.
— Será que Kayo e Cedrico estão bem? — perguntou Karyna, referindo-se a seu mano e ao meu mano.
— Quando construí nossa casa, eu a fiz da maneira mais segura possível, tornando-a uma fortaleza impenetrável, então, sim, eles estão bem e conhecem os protocolos para situações como esta: ficar em casa e não abrir a porta jamais.
— Será que nós dois vamos ficar bem?
— Alguma vez eu falhei em proteger você, prima? — perguntei, severo, encarando-a.
— Não.
— Então fique perto de mim e faça tudo que eu disser — afirmei e saquei minha adaga, a única arma que eu tinha no momento, além da minha magia de bruxo.
— Eu queria ter um bruxo assim para me proteger — comentou uma das moças, olhando-me com tesão. Ela era negra, esguia e muito bonita e trajava um vestido branco feito neve. — Aliás, meu nome é Eduarda.
— Eu sou a Marthe e também queria ter um bruxo para me proteger — disse a outra moça. Ela era bonita, gordinha e loira e também trajava um vestido branco. — Para me proteger e para fazer outras aventuras mais…
— Meu nome é Laila e eu já me aventurei com o bruxo Drakon — comentou a puta, sentando-se na cama e mantendo suas pernas abertas. Ela era gostosa e morena com seios grandes e bunda empinada. — Ele me deixou dolorida por semanas.
— Como assim? — perguntou Karyna, olhando para a puta com dúvida e interesse.
— Não é nada, prima — afirmei e lancei um olhar de raiva a Laila.
— Eu trabalho no cabaré e ele já esteve comigo na cama uma vez e me deixou toda dolorida por causa do seu pauzão veiudo — contou, sorrindo, sem se intimidar com minha raiva. Era uma puta provocadora. — Você deve conhecer muito bem o quão bem-dotado ele é, certo?
— Não — respondeu Karyna com rispidez e timidez.
— Ele nunca fodeu você?
— Não.
— Nem colocou você para chupar o caralho dele?
— Também não.
— Então ele sustenta a casa, um primo, um mano e você e não usa o corpo de vocês como recompensa? — perguntaram as três, juntas, visivelmente surpresas.
— Claro que não.
Elas ficaram boquiabertas.
— Não sei como é a família de vocês, mas a nossa é movida por amor, cuidado e respeito e não por fodas — explicou Karyna, severa.
— Você tem uma sorte rara — disseram.
Houve um longo silêncio no quarto, entretanto os mugidos e gritos lá foram continuaram pelo dia afora, evidenciando a presença de muitos minotauros e de muita energia cruel e depravada com eles. Ao escurecer, o proprietário da loja e da casa ofereceu um jantar modesto para todos e disse que poderíamos dormir, caso quiséssemos (e conseguíssemos). Karyna se deitou numa cama, sob cobertores quentes, e adormeceu, após eu prometer ficar ao seu lado o tempo todo.
Eu não adormeci, Laila, Marthe e Eduarda também não adormeceram e ficamos em silêncio no quarto, ouvindo os sons da invasão dos minotauros.
— Sua prima já atingiu a maioridade, senhor bruxo? — perguntou Eduarda, quebrando um longo silêncio.
— Sim.
— E está esperando o que para fodê-la? — perguntaram Marthe e Laila.
— Não vou fodê-la nunca — respondi, olhando para o rosto adormecido da minha prima.
Eu sabia que a surpresa e os questionamentos das moças e da puta eram naturais, afinal a nossa tradição dizia que um mano ou primo que cuidou dos mais novos no lugar dos pais tinha o direito de fodê-los como recompensa, contudo nunca cogitei fazer isso.
— Meu mano cuidou de mim após o desaparecimento dos meus pais e, quando eu fiz dezoito anos, ele meteu o caralho na minha bucetinha — contou Eduarda, com um sorriso atrevido. — No começo era dolorido, mas depois ficou gostoso e a gente transa até hoje.
— Não será o meu caso — afirmei, severo.
— E quanto a seu primo e seu mano, pretende fodê-los?
— Eu não transo com homens e, mesmo se transasse, não faria nada com eles.
— Eles todos têm sorte por ter você, senhor bruxo.
Houve mais alguns minutos de silêncio.
— Hã! Senhor bruxo, é verdade o que dizem sobre o tamanho do seu caralho? — perguntou Eduarda após uma série de sussurros entre ela e a outra moça.
— O que dizem? — retruquei, provocativo.
— Que seu pau é desse tamanho e dessa grossura — disse ela e fez os tamanhos avantajados com suas mãos.
— É verdade — respondeu Laila, antes que eu abrisse a boca. — O pau dele é enorme e ele estoca sem dó nas bucetas e cuzinhos.
— Uau!
— Eu nunca vi um pau grande — disse Marthe, mordendo os lábios, interessada.
— Pode ver o meu, moça, mas há um preço: vai ter que me chupar até eu gozar.
Ela sorriu, mordeu os lábios de novo e disse que aceitava. Eu me levantei, abri as pernas e mandei a moça se ajoelhar à minha frente para começar a aventura, enquanto a outra moça e a puta assistiam e minha prima dormia na cama ao lado. Marthe se posicionou, afrouxou meu cinto e desceu minha calça.
A moça já tinha habilidade com boquetes e punhetas, pois, assim que abaixou meu calção preto, ela pegou no meu pauzão meia-bomba e começou a masturbá-lo lentamente para, um minuto depois, começar a chupá-lo, pondo sua boquinha quente ao redor da minha glande e salivando gostoso demais. Raramente eu encontrava uma boqueteira tão boa assim.
— Seu caralho é enorme mesmo — disse ela, saboreando meu pré-gozo. Ela começou a chupar meus colhões e beijava minhas coxas peludas. — O maior que já vi.
— Eu também posso? — perguntou Eduarda, aproximando-se, louca de desejo.
— Fique de joelhos e divida meu caralho com sua amiga.
Eduarda ajoelhou, sorriu e pegou na base do meu caralho, começando a chupá-lo gulosamente e a empurrar sua amiga. Marthe se deliciou com meu saco peludo e beijou minhas coxas. As duas moças eram boqueteiras safadas e experientes e eu tive que morder os lábios para conter os gemidos de luxúria.
Juntas, elas beijaram cada centímetro da extensão do meu pau, roçando seus lábios molhados e vermelhos e saboreando cada gota de pré-gozo que vertia. Entrelacei meus dedos atrás da cabeça e aproveitei o momento, sentindo as moças me chuparem com tanta luxúria. Laila, a quenga do cabaré, apenas assistia à cena e mantinha um sorriso sapeca no rosto bonito.
— Que pauzão gostoso!
— Gostoso demais!
— Quero leitinho — pediu Marthe.
— Quero também — disse Eduarda, olhando-me de relance.
— Calem a boca e continuem me chupando.
Tapei a boca com a mão para encobrir o gemido de prazer quando gozei na cara das moças, lançando múltiplos jatos de porra no rosto e na boquinha gulosa delas. Elas saborearam tudo, sugando e engolindo cada gota, enquanto sorriam e desejavam mais.
— Adoraria dar minha bucetinha para você, senhor bruxo — disse Eduarda e se levantou, olhando-me o tempo todo. — Nunca senti um caralho tão avantajado na minha intimidade e adoraria sentir agora.
— Eu também — afirmou Marthe, também se pondo de pé.
— Apoiem-se na parede, fiquem de costas para mim e empinem suas bundas. Vou foder vocês duas.
Elas me obedeceram e eu admirei seus corpos se viraram, elas apoiarem as mãos na parede e empinar as nádegas convidativas. Eu me livrei de toda minha roupa e, completamente pelado e de pau duro feito pedra, me aproximei das moças sedentas. Primeiro alisei a bunda delas por cima da roupa, depois dei um tapa em cada nádega e desci a calça delas até as canelas.
Marthe usava um calcinha rosa-claro e sua buceta carnuda marcava e molhava a peça. Eduarda vestia uma calcinha minúscula e os lábios da sua intimidade fugiam da peça, babando mel. Eu senti a bucetinha delas por cima da calcinha com meus dedos, fiz elas gemer baixinho de tesão e ansiedade e decidi qual eu foderia primeiro.
— Por favor, bruxo Drakon, me devore — implorou Eduarda, aos gemidos.
— Eu primeiro — disse Marthe.
— Eu escolho, cacete! — Dei um tapa forte na bunda de cada uma e coloquei a calcinha delas para o lado, revelando suas intimidades gostosas e ardentes. Posicionei-me atrás de Marthe e, como ela tinha carinha de mais inocente, penetrei sua buceta primeiro. — Sinta a cabeça do meu caralho, sua putinha.
Apenas a cabeça do meu pau já fez Marthe tremer e gemer de dor e prazer, enquanto eu sentia a buceta dela me apertar de modo incandescente. Segurei na cintura dela e continuei empurrando-me para dentro, percorrendo a intimidade molhada dela e me sentindo realizado e poderoso.
— Dói, amiga?
— Sim, mas é mais gostoso do que doído — respondeu ela, gemilhicando.
Quando todo o meu caralho estava dentro da moça, eu soltei um gemido contido e comecei a recuar para iniciar o vaivém, sentindo-a estremecer no meu pau. Comecei as estocadas e já na quinta ou sexta eu já ia tão forte que Marthe não conseguia conter seus gemidos. Enquanto eu metia sem dó, Eduarda implorava por atenção e Laila assistia ao show, excitada e se masturbando.
— Quer participar? — perguntei à quenga enquanto observava seus dedos dedilhar sua buceta muito gostosa.
— Essas duas moças passaram o dia todo desejando você, então fique só com elas; eu estou satisfeita aqui.
— É você que está perdendo! — garanti, com desprezo.
Eu sentia meus colhões pesados querendo gozar e, quando comecei a dedilhar o cuzinho da moça, meu tesão aumentou demais e logo eu gozei, jorrando seis jatos de porra na bucetinha de Marthe e a deixando inundada. Ela também gozou e estava tão satisfeita que desabou no chão, gemendo e sorrindo.
— Sua vez agora — anunciei para Eduarda.
— Não tenha dó da minha bucetinha, bruxo Drakon — disse ela, experiente em ser fodida bem gostoso. — Faça igual meu mano: meta em mim sem parar.
— Seu mano não é nada se comparado a mim, sua putinha — afirmei e penetrei a bucetinha dela de uma vez só, sentindo que era apertada, quente e molhada: a combinação perfeita. — Sinta isso e me diga se sou igual seu mano.
Estoquei bem rápido e forte no íntimo dela enquanto minhas mãos fortes seguravam na sua cintura gostosa.
— Diga agora, sua putinha.
— Você não é igual ao meu mano. Você é muito mais gostoso.
— E nunca mais me compare a outra pessoa, afinal eu sou incomparável.
Quando gozei, minha porra foi tanta que escorreu para fora da buceta da Eduarda e desceu por suas pernas atraentes.
— — —
Com o raiar do dia seguinte, fui espiar a rua lá fora pela janelinha do quarto e avistei dois minotauros dividindo uma mulher inconsciente: um penetrava o cuzinho dela, arregaçanda-o bestialmente, e o outro estocava na buceta dela com força desumana. Era brutal e eu, apático, não sentia pena da vítima; sentia apenas vontade de matar os minotauros com a minha adaga vingadora. Eu estava espiando, quando Karyna apareceu ao meu lado, bocejando.
— Posso olhar lá fora, Drakon?
— Melhor não, prima — respondi, encarando-a. — Apenas tem violência lá fora.
Ela assentiu, evitando me contrariar.
— Você me acompanha até o banheiro no andar inferior?
Eu assenti e nós saímos do quarto, descemos a escada e chegamos ao banheiro. Karyna entrou e quis que eu também entrasse, porque não queria ficar sozinha. Entrei, fechei a porta e virei de costas.
— Como você acha que a invasão vai acabar, Drakon? — perguntou, enquanto usava o vaso sanitário, fazendo-me ouvir o som da sua urina.
— Ontem, no início da invasão, certamente alguém fugiu para a cidade mais próxima e trará dezenas de protetores que vão matar todos os minotauros e dar fim à invasão.
— Será que vão demorar?
— Espero que não, prima.
Karyna terminou de urinar e disse que eu já poderia me virar, então eu me virei e anunciei que precisava urinar também.
— Quer que eu fique de costas?
— Apenas se você quiser.
Ela não se virou, ficou com as bochechas muito vermelhas e assistiu ao meu caralho mole ser tirado para fora. Eu não me importava de ser visto por Karyna nem nu nem seminu e também não me incomodava vê-la nesses estados, entretanto eu sempre deixava ela escolher se eu deveria ou não olhá-la e se ela deveria ou não me olhar.
— Seu caralho é o maior que eu já vi, Drakon.
— Você já viu o pau de quem mais? — perguntei, surpreso.
— Hã! De ninguém — respondeu, nervosa e desviando o olhar do meu pau. — Eu quis dizer que é maior do que eu imaginava.
— Ah, sim! Ereto é maior ainda.
— Uau! — exclamou, voltando a olhar para o meu pau. — Será que um dia eu posso vê-lo ereto?
— Sim, prima, mas ele somente fica ereto quando estou muito excitado.
— Eu posso ajudar com isso — disse Laila, a quenga, abrindo a porta do banheiro. — Desci para comer um lanche e, ao passar em frente à porta, ouvi a conversa de vocês. Posso deixar seu pau ereto para que sua prima veja, bruxo Drakon.
Terminei de urinar, balancei meu caralho várias vezes, olhei para Karyna e perguntei se ela queria. Ela assentiu, com as bochechas vermelhas. Laila entrou no banheiro, fechou a porta, passou pela minha prima e se ajoelhou à minha frente, pegando no meu pau.
Sem frescura, a puta colocou meu pau mole na boca e começou a chupá-lo, fazendo-o despertar. Eu gemia gostoso, sentindo a língua dela roçar na minha glande, enquanto suas mãos massageavam meu saco e minhas coxas. Karyna assistia ao boquete e suas bochechas estavam muito, muito vermelhas.
— Veja o tamanho do caralho do seu primo quando ereto — disse Laila para Karyna, mostrando meu pauzão rígido e pulsante. — Quer tocá-lo?
Diante da pergunta, minha prima olhou para mim e seus olhos questionavam se ela poderia me tocar. Respirei fundo, assenti e, após apenas alguns segundos, senti a mão direita de Karyna se fechar ao redor do meu pau, sentindo a pulsação e o calor dele.
Assim que ela me tocou, eu senti um frio na barriga e fiquei confuso.
— É muito quente e pulsa forte — disse ela, olhando para mim, e seus olhos verdes brilhavam mais que nunca.
— Dentro da nossa bucetinha, a sensação é melhor ainda.
— Uau! Espero um dia sentir isso!
— Você vai — garantiu Laila, sorrindo para minha prima. — Seja com seu primo ou com outro homem, você vai sentir. Você é muito bonita e livre, portanto não vai faltar homens interessados na sua bucetinha.
— Não sei se sou tão bonita assim…
— Pergunte ao seu primo se você é.
— Hã! — exclamou Karyna, nervosa, mas ainda segurando no meu pauzão. — Drakon, você me acha muito bonita?
— Claro que acho — respondi, fitando o rosto corado dela.
— E gostosa?
— Também acho.
— Sério?
— Com certeza.
— E você, que já viu minha intimidade algumas vezes, acha ela atraente?
— Com toda certeza.
Karyna sorriu, encantada, e começou a punhetar meu caralho, enquanto Laila mamava na minha glande avermelhada e pulsante.
— Meu toque não prejudica sua ereção, Drakon?
— Jamais, prima; seu toque intensifica minha ereção.
— Posso chupar seu caralho? — perguntou ela num fôlego só.
— À vontade! — respondi e eu era incapaz de negar meu pau para uma moça bonita.
Mesmo sendo minha prima, Karyna era uma mulher adulta e uma mulher muito atraente e muito gostosa.
Nervosa e inexperiente, minha prima se ajoelhou ao lado da puta e beijou a glande babada do meu caralho. Seu toque era suave e muito excitante e me deixou em êxtase, gemendo e querendo dispensar Laila e ficar apenas com Karyna. Aos poucos, minha prima foi envolvendo meu pau com sua boca e iniciando o boquete, orientado pela puta.
— Delicie-se com o pré-gozo — dizia Laila, supervisionando o boquete que minha prima fazia em mim. — Cuidado para não morder. Tente colocar todo o caralho na sua boquinha.
Karyna tentou e tossiu ao falhar, deixando meu pau ainda mais babado.
— Não se force demais, prima — pedi e sorri para ela, contemplando seus lábios finos e delicados beijando minha glande.
— Está bem! Hã! Drakon, você pode guiar minha cabeça com suas mãos?
Peguei na cabeça da minha prima, sentindo seu cabelo ruivo e liso com meus dedos, e, sendo gentil, conduzi o boquete que ela fazia em mim. Até então ao ser chupado, eu forçava a cabeça da mulher contra o meu pau, enfiando até a garganta dela segurando, porém agora eu agia diferente, pois Karyna não era uma quenga de cabaré nem a elfa inimiga minha nem alguma parceira que de vez em quando servia para me aliviar.
— Também quero mamar — disse Laila e passou a me chupar também, salivando no meu caralho e enfiando-o todo na sua boca experiente. — Seu pauzão é muito superior a todos os outros que já chupei.
— Eu sei — afirmei, arrogante e orgulhoso. — Agora se preparem que eu vou gozar.
Quando gozei, minha prima recebeu apenas dois jatos na sua boquinha quente, pois a puta reivindicou os outros para si, engolindo tudo. Karyna saboreou meu leite, provando sêmen pela primeira vez, e me olhou, atrevida e realizada. Ela se levantou e me abraçou; foi a primeira vez que abracei alguém logo após gozar. Correspondi ao abraço e pensei em aproveitar a excitação para foder a buceta gostosa de Laila, mas o proprietário bateu à porta e disse que outras pessoas precisavam usar o banheiro, portanto nós saímos e Karyna e eu voltamos para o quarto de antes, no andar superior.
— Drakon, você se deita comigo na cama? — perguntou minha prima, olhando-me com atenção. Eu assenti e logo estávamos acomodados sobre o colchão com ela apoiando seu rosto no meu peitoral largo. — Seu pauzão é delicioso demais, Drakon, além de enorme e pulsante. Adorei ter mamado em você e espero poder repetir quando sentir vontade.
— Estou à sua disposição!
— Hã! Quero que você me sinta — disse ela e pegou na minha mão. Lentamente ela conduziu minha mão até entre as suas coxas. — Minha bocetinha está molhada.
Senti seu calor por cima da calça que ela vestia e novamente senti um frio na barriga. Karyna gemeu e sorriu. Pensei em afastar minha mão, evitando assim a tentação, mas falhei e meus dedos invadiram sua calça e sua calcinha.
— Me toque, Drakon.
— Prima, eu…
— Por favor, me sinta como eu senti você.
Eu engoli o seco e senti a quentura e a umidade da intimidade da mulher mais importante do mundo para mim pela primeira vez. Meus dedos, acostumados a bucetas variadas, souberam muito bem como cuidar da minha priminha e ela pôde gemer baixinho e se sentir desejada.
— Drakon, isso é tão incrível!
— Sua bucetinha é ardente e apertada: uma perfeita virgem.
— Não serei virgem para sempre.
— Sei disso — respondi, ciente de que uma hora Karyna teria um namorado que ia deflorá-la (eu só não imaginava quem seria ele…) e aproveitar do corpo gostoso dela. — Mas, enquanto for, aproveite a sua pureza.
— Está bem! — exclamou, por entre gemidos. Eu continuava tocando-a com perícia. — Drakon, como foi sua primeira vez com uma mulher?
— Hã! Por que pergunta isso?
— Quero ouvir uma história picante enquanto você me toca.
— Está bem! Ah! Quando virei adulto, meu pai me levou ao cabaré da cidade e pude escolher a puta que me satisfaria pela primeira vez. Eu escolhi uma loira, dos peitos gigantes e buceta carnuda. Meti meu caralho na quenga até inundá-la com minha porra e eu me sentir realizado. Depois virei cliente habitual de puteiros mas também tive relações com mulheres que não eram putas.
— Quantas mulheres já sentiram seu pau dentro delas?
— Parei de contar depois de duzentas e isso já faz cinco anos — respondi, orgulhoso e aspirando o cheirinho doce da minha prima.
— Hã! Drakon, qual mulher mais agradou você na cama?
— Eu tive poucas experiências ruins, então digo que 99 por cento das mulheres me agradaram.
— Alguma em especial?
— Ah! — exclamei, pensando. — A elfa inimiga minha me marcou muito.
— Kayo me falou sobre ela e sobre você e ela terem transado loucamente. — Karyna empurrou seu corpo contra o meu, aumentando nosso contato. — Drakon, a elfa era realmente tão incrível quanto Kayo diz?
— A aparência dela não deixa nada a desejar. Foder com ela não deixou nada a desejar. A buceta dela era perfeita e a mais linda bucetinha que já vi… Na verdade, a segunda buceta mais linda que já vi.
— Qual é a primeira?
— A sua, priminha.
— Obrigada! — Ela tirou minha mão de dentro da sua roupa e eu estranhei, achando que ela havia se cansado da carícia. — Drakon, chupa minha buceta?
— Prima, eu não devo…
— Por favor — pediu e já foi despindo sua calça e sua calcinha. Ela abriu suas pernas pálidas e esguias, exibindo sua bucetinha simétrica e depilada. — Apenas me chupe, pois isso não vai romper meu hímen e vai me encher de alegria.
Admirei sua bucetinha, iluminada pelas lamparinas do quarto, observando os lábios rosados e cheinhos verter mel.
— Vai se contentar se eu chupar sua intimidade?
— Vou — respondeu e sorriu, radiante.
Eu me acomodei entre as coxas da minha prima e saboreei sua buceta virgem e ardente com minha língua molhada e experiente e meus lábios atrevidos. Fui saboreando o líquido de Karyna com gula, passando minha língua por seus lábios grandes e pequenos e por seu clitóris delicado. Aspirava seu cheiro íntimo e fechei os olhos para curtir melhor o momento.
Minha prima segurou no meu cabelo e forçou minha cabeça contra sua intimidade. Guiei minha mão direita até a buceta à minha disposição e, com muito cuidado, dedilhei a entradinha dela. Juntos, ela e eu gememos e sussurramos amor um ao outro.
Karyna enfim teve seu primeiro orgasmo proporcionado por um homem e encheu minha boca com seu mel virgem e ardente. Eu saboreei cada gota.
Realizada como nunca antes, minha prima adormeceu nos meus braços fortes e longos, bem no momento que Eduarda, Marthe e Laila voltaram ao quarto, assustadas e trêmulas.
— — —
— Estávamos espiando a rua por uma fresta na janela do quarto ao lado e vimos um minotauro abusar de uma mulher com seu pauzão grosso e animalesco — explicou a quenga, me olhando atentamente. — Foi brutal e estamos com muito medo.
— Vocês viveram sempre na cidade e não fazem ideia das barbaridades que acontecem pelo mundo afora, por isso estão com muito medo — comentei, enquanto cobria o meu corpo e o corpo da minha prima adormecida.
— Acho que toda mulher tem medo de ser violentada, mais ainda se for por um minotauro bestial, portanto nosso medo é justificável. Sua prima também estaria com medo se estivesse sozinha como nós estamos.
— Ela está com medo mas também se sente protegida por mim.
— Mas você não pode protegê-la contra todos os minotauros caso eles invadam esta casa — argumentou Laila, indo espiar pela janela. — Todos sabemos que você é poderosíssimo, mas eu contei mais de trinta minotauros… E todos são pauzudos e cruéis.
Abracei minha prima com mais força e aspirei o doce perfume dela.
— Eu morro lutando para protegê-la se for preciso.
— Eu ainda não entendo por que você cuida dela tão bem se não aproveita o corpo dela para se satisfazer, bruxo Drakon.
— Minha prima, meu primo e meu mano sempre me amaram, sempre gostaram da minha companhia e sempre me compreenderam — expliquei, muito sério. — Eles nunca tiveram medo de mim e, mesmo com todos os boatos verdadeiros e falsos que correm por aí envolvendo meu nome, eles nunca deixaram de me valorizar e me respeitar, portanto eu cuido deles com gosto e não exijo absolutamente nada em troca.
— Uma meia verdade, senhor bruxo — disse Laila, provocante. — Há pouco eu vim aqui e vi você chupando a bucetinha da sua prima.
— Ela que pediu e não foi como pagamento por algo.
— Então, embora você não exija nem force sua prima a lhe dar prazer, você aceita isso se ela também estiver a fim? — questionou Eduarda, mordendo os lábios.
Refleti sobre o questionamento da moça.
— Com consentimento, eu não vejo nenhum mal em chupar a buceta da Karyna.
— E quanto a meter nela? — perguntou Marthe.
— Ela é virgem e, mesmo que me quisesse, eu não foderia com ela, pois não admito machucá-la — disse eu, decidido. — Chupei a bucetinha dela porque isso não ia machucá-la.
— Você está subestimando sua prima, bruxo Drakon. Eu tenho certeza de que Karyna é supercapaz de transar com você sem se machucar.
Eu não respondi.
— De qualquer modo, se você não quer a bucetinha da sua prima, saiba que a minha está a sua disposição, assim como meu cuzinho — disse Laila, despindo sua roupa e se deitando na outra cama. — Venha me devorar, senhor Bruxo.
Eu me levantei com delicadeza para não acordar Karyna, despi minha roupa, revelando meu pau já ereto e meus músculos e me aproximei de Laila e de sua nudez convidativa.
— Quero foder sua bunda, quenga gostosa.
Mordendo os lábios de tesão, ela se posicionou de quatro na cama, com as costas relaxadas e empinando a bunda. Beijei suas nádegas fartas, mordisquei-as, abri-as e observei seu anelzinho lasseado. Passei a língua por entre suas nádegas, molhando seu cuzinho, levei um dedo até ele e comecei a dedilhá-lo, sentindo seu calor infernal. Ela estremecia de prazer, gemia e, às vezes, mordia o travesseiro à sua frente.
— Me fode, por favor!
Fiz o cuzinho dela ficar lasseado, abertinho para mim, posicionei-me para penetrar e estava ciente de que estaria transando com a mesma mulher novamente, o que era atípico para mim. Peguei na sua cintura calorosa e comecei a encaixar meu pau na sua bundinha gostosa. Laila gemeu alto e até as moças gemerem em solidariedade e tesão. Ela recebeu o começou no meu caralho no seu cuzinho e relaxou quando enviei todos os cerca de vinte centímetros nela.
Iniciei o vaivém de imediato e ela gemia e ofegava.
— Está doendo? — perguntei, sério externamente e alegre internamente.
— Não, está só gostoso.
— Vou aumentar a força.
— À vontade!
Livre, eu comecei a estocar num ritmo tão intenso que a cama toda estremecia, que as moças taparam a boca, impressionadas, e que Laila mordeu o travesseiro até rasgá-lo, tamanho era seu tesão.
— Vou encher seu cuzinho de porra.
— Me inunde, bruxo Drakon.
Eu gozei dentro da bunda de Laila e, quando tirei meu caralho de dentro dela, seu cuzinho estava tão lasseado que permaneceu aberto.
••••••••••BÔNUS••••••••••
KARYNA NARRANDO A PARTIR DE AGORA
Tropecei enquanto fugia e nem tive tempo de me levantar antes que o minotauro se jogasse sobre mim e me prendesse ao chão. O corpo de homem dele era parrudo, musculoso e peludo enquanto sua cabeça de touro era intimidadora e horrível. Seu pau era do tamanho do meu braço e grosso feito um cajado e estava tão duro que até parecia um mastro. Eu me debati de medo e horror e implorei por misericórdia.
— Sem misericórdia, rapariga — disse ele roucamente e rasgou toda minha roupa, revelando minha nudez pálida e virgem.
Aos gritos, eu senti o caralho bestial do minotauro penetrar minha bucetinha virgem, rasgando meu hímen e me rasgando também. Não havia prazer nem consentimento meu e eu gritava por ajuda, chamando meu gêmeo, meus primos…
— Karyna, acorda — disse Drakon, chacoalhando-me pelos braços. Eu olhei ao meu redor, confusa, e não vi nenhum minotauro. — Você estava tendo um pesadelo; agora já acabou.
Aliviada, eu comecei a chorar e abracei meu primo Drakon, que correspondeu meu abraço com carinho e proteção.
— Os minotauros ainda estão lá fora, cometendo crueldades, mas aqui você está protegida, priminha.
Meu nome era Karyna e eu estava refugiada aqui desde ontem, dependendo do meu primo para me proteger e até me distrair… Eu havia chupado o pau enorme e gostoso dele e me sentia tão satisfeita com isso que já queria novamente. Mas o melhor foi sentir os dedos experientes dela tocando-me e depois sentir sua língua na minha bucetinha, chupando-me até o meu orgasmo. As duas experiências foram incríveis e eu gostaria de ter outras com ele e com outro rapaz também…
— Drakon, estou com fome.
— Vamos descer e comer alguma coisa — anunciei ele e nós fomos para o andar inferior. — O proprietário disse que tem pãezinhos na cesta em cima da mesa e chá na chaleira sobre o fogão.
Nós comíamos e bebíamos em silêncio quando Eduarda apareceu na cozinha e se sentou conosco, aparentando não conseguir dormir. Eu me lembrei da conversa que havíamos dito sobre manos reivindicarem a buceta das manas mais novas…
— Hã! Eduarda, seu mano e você ainda moram juntos? — perguntei, interessada na história dela.
— Sim, somos só ele e eu em casa.
— E onde ele deve estar agora?
— Refugiado em casa ou no puteiro, eu espero.
— E vocês, ah, transam muito?
— Algumas vezes por semana — respondeu e sorriu atrevida.
— Você gosta?
— Demais.
— Ele trata você bem?
— Muito.
— Hã! Vocês são tipo namorados?
— Não, não usamos esse termo entre nós, assim como não há exclusividade. — Eduarda sorriu. — Ele fode com quengas e eu com qualquer homem bonito que apareça. — Ela olhou para Drakon. — Eu fodi com seu primo enquanto você dormia, Karyna.
— Sério?
— Sim, ele encheu minha bucetinha de porra.
— Uau! Que delícia!
— Pede para ele encher a sua buceta também…
— Não ponha ideias ridículas na cabeça dela — ralhou Drakon, falando enfim.
— Você tem um mano, não é, Karyna? Então peça para ele encher sua bucetinha, já que seu primo se nega a isso.
Eu fiquei tão envergonhada que enchi minha boca de pão e não falei mais nada, embora meus pensamentos não parassem de imaginar meu gêmeo me fodendo…
— Karyna não vai foder nem comigo nem com o mano dela, então pare de dizer bobagens, moça.
— Seu primo é muito careta, Karyna — riu Eduarda e voltou para o andar de cima.
— Vamos voltar para o quarto, priminha?
— Antes preciso ir ao banheiro.
Drakon me acompanhou dentro do banheiro e pedi para ela não virar de costas. Com um sorriso lindo e másculo, ele me viu abaixar minha calça e minha calcinha, me aliviar e me enxugar. Ele não teve vergonha de olhar para minha intimidade o tempo todo e isso me deixou alegre e vívida, pois eu me sentia desejada.
— Drakon, quer me chupar de novo?
— Quero, mas vamos para o quarto que lá é mais aconchegante.
Eu fiquei completamente nua na cama, abri minhas pernas e ofereci minha intimidade para o meu primo, desejando sentir novamente o prazer que me dominou antes. Drakon sorriu, beijou meus pés, minhas canelas, meus joelhos, minhas coxas e então atacou minha bucetinha, movendo sua língua com uma perícia inimaginável.
— Que delícia! — comemorei, gemendo e até perdendo o fôlego. — Drakon, fala que eu sou gostosa.
— Você é a moça mais gostosa do mundo, priminha, e sua bucetinha é perfeita!
— Um dia, no futuro, quando eu já estiver experiente, você transa comigo, Drakon?
Ele não respondeu, mas beijou minha bucetinha com luxúria e ternura e me fez gozar gostoso.
[Karyna vai voltar]
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O que você achou desse bônus contado pela Karyna?? Quer mais bônus assim??
