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Minha Esposa e o Amigo Dela -4

Categoria: Grupal
Contém 1983 palavras
Data: 28/08/2026 19:29:47
Última revisão: 28/08/2026 19:35:15

QUARTA PARTE

Eu estava intrigado. Minha esposa, Grazi, havia dado a bunda para o Carlão, seu colega dos tempos de colégio, e quando ele quis comer a bucetinha dela, ela recusou e chupou o membro dele. O que me surpreendeu foi que ele havia perguntado se ela “estava com saudade” e depois disse que ela não havia mudado nada, continuava a mesma. Era óbvio que havia algo que não havia me contado.

Nunca perguntei a ela sobre os seus namoros anteriores, tampouco falei sobre os meus. E ela realmente era virgem quando casou comigo, senti quando o hímen rompeu. Mas ela poderia ter feito outras coisas. E foi por isso que questionei e ela falou:

- Calma, amor. Como eu falei, não transei com o Carlão no colégio. Mas quase aconteceu.

- E como foi?

- Bom... nos tempos de estudante, como já contei, tínhamos uma turminha que costumava fazer várias coisas em grupo, como ir à praia, festas de aniversário, piqueniques no parque, baladas...e o Carlão dava em cima de todas as meninas. Não apenas ele, tinha o Samuca, o Gabão, o Gil.

- Você já me contou que o Carlão namorou três das suas amigas. E por que não você?

- Eu achava ele muito metido, ainda acho. Mas tinha a curiosidade de saber como seria, porque as meninas contavam que ele era muito bom de cama.

- Se tinha curiosidade, por que não rolou?

- Na época, eu namorava o Gil. Mas ele era ciumento demais, invocava com a roupa que eu usava, ficava reclamando que eu olhava outros rapazes, era um inferno. E não aconteceu nada com ele, além de uns beijos e amassos.

- Mas você disse que quase aconteceu com o Carlão.

- Calma, já chego lá.

- E o tal segredo? O que o assustou?

- Hahah, você está muito curioso.

Ainda estávamos no quarto, após o amigo ter ido embora. Nós dois, ainda pelados. Ela me abraçou, me beijou e me fez deitar de costas na cama. Subiu em cima de mim, e encaixou meu membro, já ereto, em sua bucetinha.

- Ainda estou com um tesão danado, amor!

Ela foi cavalgando meu pau, enquanto, de olhos fechados, gemia e suspirava.

- Ahn... que gostoso! Que pinto quentinho!

Ela foi acelerando seus movimentos, e gozou forte, endurecendo todo seu corpo, tremendo . Depois, caiu deitada em cima de mim. Assim que ela abriu os olhos, relaxada, voltei a perguntar:

- E então? Conte de uma vez. Pelo jeito, a parada foi excitante.

- Ah... pois é. Depois que terminei com o Gil, o Gabão quis namorar comigo.

- Gabão? Eu não sabia desse.

- O Gabão participou de uma viagem que fizemos com a turma para um torneio de tênis, eu fazia parte de um dos times femininos, e ele do masculino. Ele era um cara grandão, mais de um metro e oitenta. Durante a viagem, tivemos um flerte. Quando voltamos, o Carlão ficou bravo, queria ser ele o próximo.

- E saiu briga?

- Saiu, mas ele se deu mal, o Gabão lutava Jiu-Jitsu e quase quebrou o braço dele. Mas o namorico com o Gabão terminou porque ele queria sexo, e eu queria casar virgem, dar apenas para o amor da minha vida. Que é você.

- Acho que você está enrolando, podia ir logo ao ponto.

- Mas aí não teria graça nenhuma. Quero contar como foi, do meu jeito.

- Vai me dizer que namorou o Samuca também.

- Argh, não ! Esse era nojento, vivia dizendo coisas de baixo nível, que ia me foder, que eu seria sua “buceta amiga”, coisas assim.

- Credo.

- Mas foi justamente o Samuca que criou a situação em que quase fui comida pelo Carlão, e outros caras. Mas acabei me safando.

- Epa. Como é que foi isso?

- Pois o Samuca conseguiu emprestada uma casa bem grande na praia, com um tio dele que era fazendeiro e só ia para lá algumas vezes ao ano. Um pouco antes das nossas férias, no último ano da escola, ele convidou a turma para passar uma semana lá. Minhas amigas, a Zi, a Tati, Néia, a Gi, e mais os rapazes, incluindo o Gil e o Gabão, que a essa altura já eram apenas meus amigos.

- E você nem desconfiou que o Samuca estaria aprontando alguma, só para trepar com vocês? E seus pais deixaram?

- Ah amor, nessa idade a gente pensou em passar uma semana na praia de graça, relaxando depois de um ano puxado no colégio. E como eu ia com as amigas, minha mãe deixou. Meu pai era ausente, nem ligou.

- Hmmm... e o que aconteceu depois?

- Nos primeiros dois dias, foi tudo tranquilo. As meninas ficaram em dois quartos grandes, e os rapazes em dois outros. A gente se revezava em preparar a comida, levávamos bebidas e lanches para a praia. Já havíamos completado dezoito anos, então podíamos beber cerveja e caipirinha, mas eu não estava acostumada ainda. Bebia um pouquinho e já ficava meio alegre.

- Já pressenti o perigo.

- Pois é. Na terceira noite, depois de passar o dia na praia, jantamos frutos do mar e bebemos. A certa altura, o Samuca resolveu que devíamos jogar pôquer na sala. Eu não sabia nada de jogo de cartas, e não quis participar. Mas as amigas insistiram. Começamos o jogo, e claro que eu sempre perdia. Então o safado do Samuca sugeriu que fosse “strip poker”. Eu recusei, e fui sentar em um sofá . Com a bebida e o calor do jogo, a coisa esquentou e vi a Zi tirando a saída de praia, ficando só de biquíni fio dental. Os rapazes assobiaram e aplaudiram. Depois, foi a vez da Néia, que também ficou só de biquíni. Então, começaram a me pressionar para ficar de biquíni também, porque só eu estava de bermuda e camisa. Eu disse que não, que eu não estava jogando e não ia tirar nada.

Não sei se houve algum acordo entre a Tati e o Samuca, mas ela disse que precisava ir ao banheiro, e alguém devia tomar o lugar dela. Acabei cedendo, e sentei-me para jogar. Havia um copo com caipirinha onde a Tati estava, e tomei uns goles enquanto jogava ( e perdia). Fiquei meio estranha, achei que era só o efeito da bebida, e comecei a ficar alegre, rindo à toa. Quando perdi, disseram que eu tinha que tirar uma peça de roupa. Primeiro, tive que tirar a camisa . Na outra rodada, saiu a bermuda. Pouco depois, o Gil teve que tirar o calção e ficou peladão, mas como todo mundo aplaudiu, ele perdeu a inibição. Então, foi a vez da Gi, que fez topless numa boa. Quem primeiro ficou totalmente nua das garotas foi a Néia, que tirou a calcinha do biquíni sem reclamar, mostrando sua xoxota depilada sorrindo. O Carlão tirou a bermuda, sem nada por baixo, e exibiu seu membro longo e fino, sorrindo.

- Nossa, amor, a coisa esquentou.

- Quando chegou a minha vez, relutei, quis sair do jogo, mas a Zi me fez tirar a parte de cima, deixando meus seios à mostra. Cobri com um braço, mas acabei deixando para lá, a essa altura quase todo mundo estava pelado. E, algumas rodadas depois, eu também estava nuazinha. E minha cabeça estava rodando.

- Agora fica difícil acreditar que não aconteceu nada com você, Grazi.

- Calma, o que veio depois foi complicado. Os rapazes colocaram Rock para tocar, e foram pegando as moças para dançar. Eu estava parada, olhando, mas logo o Carlão veio e falou: “- Só sobramos nós dois, vem dançar.” Eu fui indo com ele até o meio da sala, e ele veio me pegando, passando a mão enquanto dançava. Pegava na minha bunda, apalpava meus seios, beijava meu pescoço. Eu parecia ter perdido a vontade de resistir, devia haver alguma droga misturada na caipirinha.

- Que raiva desse cara!

- Quando eu vi, já havia casais rolando no tapete da sala, a Zi chupando o cacete do Gil, a Tati cavalgando o Gabão, o Samuca comendo a bunda da Néia. E o Carlão foi chegando mais, se esfregando em mim por trás e dizendo que iria comer o meu cuzinho. Eu dizia: “- Não...Não...” e ele se esfregando. Então, senti que ele estava espetando meu cuzinho com a cabeça do membro dele, mas eu apertava a bundinha tentando impedir. E sem lubrificante, a cabeça só ia um pouquinho.

- Então ele comeu seu cuzinho, foi isso né?

- Não. Enquanto ele estava me abraçando por trás , com a cabeça do cacete dele tentando penetrar meu anelzinho, o Rubão, que só então descobri que era bi, pegou o Carlão por trás e comeu o cu dele, o cara já estava preparado, tinha untado a pica dele com alguma coisa, enfiou tudo. Carlão deu um grito muito alto, “-AAAAHHHHHHH!!!”e se soltou de mim, mas o Rubão continuou grudado por trás dele, bombando rapidamente.

Olhei em volta, mas os outros estavam gemendo e gozando, acho que ninguém reparou muito no que aconteceu, e se reparou, ninguém disse nada depois. Rubão só largou o pobre rapaz depois de ter gozado no cu dele, deixando o esperma escorrer.

- Então, o Carlão realmente não conseguiu comer seu cuzinho.

- Calma, que ainda não acabou.

-Eita.

- Carlão foi correndo para o banheiro se lavar, e enquanto eu estava ali parada, meio grogue, o Samuca veio querer me agarrar também, me jogou no sofá e quis se enfiar no meio das minhas pernas, mas o Gabão deu-lhe um tabefe que o derrubou.

Não sei se ele também ia querer aproveitar, mas o Gil ( aquele ciumento) puxou o Gabão para longe e disse: “- Não vê que ela está bêbada? Vai se aproveitar dela assim?”.

Nisso, a Zi me levou ao outro banheiro e me colocou embaixo do chuveiro, me ajudando a recuperar do porre. No dia seguinte, metade da turma foi embora, eu também. Achamos que não havia sido apenas uma bebedeira comum, o danado do Samuca devia ter “batizado” as bebidas para fazer uma orgia total.

- Mas e por que você foi escolher logo o Carlão para fazer um ménage ?

- Calma. Quando voltamos para a cidade, Carlão me procurou, disse que em condições normais ele jamais teria feito aquilo, mas que depois de ter me abraçado e quase penetrado meu ânus, sentiu que precisava me sentir por inteiro, que faria qualquer coisa para comer o meu cuzinho. Eu recusei, obviamente, e disse que somente iria dar quando casasse.

- E isso seria motivo para você o escolher?

- Não, mas o seu amigo Milton não guardou segredo. Ele não só contou que você deixou ele me comer, como mostrou algumas fotos minhas pelada para o Carlão.

- Puta que o pariu!

- Aí o Carlão disse que queria também, ou iria contar para toda a turma.

- Sacanagem! Mas por que você não me contou antes?

- Achei que seria melhor fazer como se fosse apenas mais uma transa, mas o Carlão acabou falando sobre o passado, aí precisei ameaçá-lo com o tal segredo, que o Rubão comeu o cu dele.

- Querida, você tem um jeito bem estranho de resolver essas coisas. Tem mais algo que você fez antes do casamento e não me contou?

- E você, quer contar tudo o que aconteceu neste apartamento antes da gente começar a namorar?

- Se eu contar, você provavelmente vai querer fazer o mesmo.

- Direitos iguais, amorrrr. Está arrependido de ter me revelado o seu fetiche de me ver sendo possuída por outro homem?

- Agora não adianta eu me arrepender, já aconteceu.

- Mas e se eu quiser continuar?

- Grazi...não vá me dizer que você tem uma lista de candidatos.

- E se eu tiver? E se eu quiser dar para o Gabão, que é bem grandão?

Dei um tapa (de leve) nas nádegas dela.

- Aiii... agora tem que comer, sabe que eu gosto de levar uns tapas quando dou a bunda.

Não teve jeito. Ela ficou de joelhos na beira da cama, a bunda empinada. Peguei o lubrificante, passei no seu cuzinho e em meu cacete duro. O fim de semana ainda iria ser longo.

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Foto de perfil de P.G.WolffP.G.WolffContos: 236Seguidores: 276Seguindo: 7Mensagem Escritor e ilustrador erótico, com mais de duzentos contos publicados neste site. Livros publicados "A Irmandade Secreta do Sexo" e "Regina e a Irmandade Secreta".

Comentários

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Que delícia de conto. Realmente, essa mulher é "a dona do pedaço", na maior doçura, soltando homeopaticamente as bombas, ela vai nos revelando como já tinha o controle de muita coisa antes mesmo do marido sugerir uma novidade. Hahaha adoro essa capacidade e esperteza feminina de nos levar ao chifre como se ganhássemos um prêmio! Adorei.

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Muito obrigado, Leon! Não é difícil encontrar mulheres assim , tanto que a Grazi foi baseada em uma pessoa real. E aquela turma da escola também, "histórias que a vida conta".

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