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A mulher do 51 me deu o cu na varanda

Um conto erótico de Marcos Paulista
Categoria: Heterossexual
Contém 893 palavras
Data: 28/08/2026 16:11:16

Olá, leitoras e leitores. Continuação da minha aventura com SamiraPassados alguns dias cheguei em casa e vi um rótulo de cachaça colado na porta: "51" com um horário anotado à mão com caneta marcadora vermelha: "19:30". A cachaça mais famosa do país me lembrou o que realmente a mensagem queria dizer!

Tomei um banho caprichado, aparei os pelos pubianos, passei perfume e me vesti com roupas leves. Toquei a campainha minutos antes da hora marcada.

Samira abriu a porta, seu perfume doce chegou às minhas narinas, me fazendo relembrar nossa aventura na lavanderia.

— Oi, gostoso! Entra!

— Oi, Samira - respondi, dando um beijo em sua face. Ela fechou a porta e puxou meu corpo contra o seu. Sua língua buscou espaço e invadiu minha boca. Nos beijamos intensamente por um momento.

— Caralho, tu tá sempre com fome! - exclamei, apertando a bunda dela.

— Sim, quero ser tua refeição!

Meu pau enrijecido queria rasgar a cueca. A varanda estreita, se é que poderia ter esse nome, estava aberta, deixando entrar o ar fresco da noite. A vista era para um prédio vizinho. Ela me puxou para fora, retirando minha camiseta. Beijou meu peito e desceu, praticamente arrancando minha calça, empurrando-me, com pressa, para a cadeira estrategicamente posicionada no espaço exíguo.

Samira ajoelhou-se e tratou meu pau com o desempenho de uma profissional do sexo. Seu oral molhado, de intensidade variada, deixava marcas de batom vermelho ao longo de meu membro viril, me excitando a ponto de meu pau escorrer pré-gozo. Tive uma contração intensa e quase gozei!

Levantei-a com força e puxei sua blusinha, revelando seus seios nus. Suguei-os com sofreguidão, causando-lhe arrepios de prazer. Repetindo seu comportamento, puxei sua calça para baixo, quase rasgando o tecido. Girei seu corpo e joguei-a contra a cadeira. Sem dar-lhe tempo, caí de boca em sua caverna melada. Seu mel escorria, molhando a cadeira plástica. Samira se contorcia enquanto eu a chupava, dando atenção especial ao seu grelo, enquanto a penetrava com dois dedos, habilmente atingindo seu ponto G.

— Me come, filho da puta, arromba essa buceta!

Puxei-a contra mim e a virei, colocando-a debruçada sobre a cadeira, com o quadril elevado. Meu pau deslizou facilmente para dentro dela, enterrando-se em sua buceta molhada. A velocidade da transa era de urgência. Os gemidos ecoavam pelo ar, misturado ao barulho de nossos corpos molhados de suor, se encontrando ritmadamente. Senti que estava a ponto de gozar e saí de dentro dela.

Sentei-me na cadeira e puxei-a sobre mim. Samira se sentou em meu membro, de frente para mim, pernas abertas, comandando o entra e sai em um ritmo prazeroso. Apertei seus seios, eu já estava no limite.

— Samira, vou gozar!

— Não! Não antes de comer meu cu!

— Então me beija, mas não se mexe!

Iniciamos um beijo longo, lento. Nossas bocas se conectaram, fazendo-nos esquecer do tempo.

— Já volto! - falou Samira, levantando-se apressada. Ela retornou com um banco alto, de bancada, apoiou as mãos na parede e ficou sentada de costas para mim, com o rabo empinado. Melei seu cu com seu próprio mel e cuspe. Empurrei a cabeça contra seu anel e ela gritou.

— Ai, caralho, meu cu!

— Doeu?

— Foda-se! Empurra, come meu cu!

Empurrei com força, quase a derrubando do banco. Ela gritou alto e sua buceta pingou de tesão. Meu pau entrou até o saco em seu rabo quente. Meu pau deslizava dentro dela, entrando e saindo. Sua textura macia e apertada me fazia delirar. Perdi-me nas curvas de sua bunda, e sua fala me arrancou do delírio:

— Goza dentro de mim! Quero sentir seu leite quente!

Não deu nem tempo de responder ou de pensar: meu pau tremeu vigorosamente, inundando-a de porra grossa.

— Gozei, caralho! Que cu gostoso, sua puta!

Retirei meu pau de dentro do seu reto e minha porra escorreu por suas coxas. Agachei-me e passei a língua por sua pele, limpando a bagunça antes de me levantar. Virei Samira para mim e compartilhei meu fluido com ela, em um beijo melado! Ela segurou meu pau enquanto nos beijávamos. Sua intensidade demonstrava um fogo interno, desejo ardente.

— Caralho, que foda boa! - exclamou ela.

— Nunca pensei que transaria pelado em uma varanda! - exclamei, só agora pensando que poderíamos ser vistos e até denunciados.

— Relaxa, aqui ninguém liga pra isso. O prédio vizinho é distante e é comum escutar os vizinhos transarem. Vem pro banho comigo.

Acompanhei-a até o banheiro. Ela abriu a água e me puxou para debaixo do jato morno. Ficamos abraçados um longo tempo, sentindo nossos corpos compartilharem ocitocina. Após relaxarmos, saímos do banho e fomos para cozinha, pelados.

— Eu ia fazer um jantar para nós, mas você chegou e eu estava com fome.

— Fome? Parece que nunca transou na vida, mulher!

Ela me empurrou contra a parede, apertando meu pau. Sua boca invadia a minha.

— Quero mais! Você é muito bom! Sou mulher de verdade com você!

— E você é gostosa demais! - respondi, puxando seu quadril contra o meu, sentindo meu pau roçar sua bunda enquanto apertava seus seios por trás.

— Vamos parar com a putaria. Vou esquentar a lasanha - falou Samira, empurrando-me.

Nos vestimos e sentamo-nos à mesa. Ela abriu um vinho malbec reserva e serviu as taças. O jantar foi agradável, conversando sobre a vida e relembrando nossas aventuras recentes.

Quem sabe a próxima será no 43!Gostou da leitura? Deixe sua avaliação clicando nas estrelas. Forte abraço!

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Foto de perfil genéricaJúnior Paulista Contos: 50Seguidores: 25Seguindo: 1Mensagem Um autor que escreve contos que representam desejos reprimidos, ou que questionam tabus, predefinições sexuais, psíquicas, etc. O objetivo do autor é levar o leitor a se deliciar mas também se questionar, trazendo seus desejos para os contos, a fim de elaborá-los e dissipá-los de sua mente.

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