Olá, leitoras e leitores. Continuação da minha aventura com SamiraPassados alguns dias cheguei em casa e vi um rótulo de cachaça colado na porta: "51" com um horário anotado à mão com caneta marcadora vermelha: "19:30". A cachaça mais famosa do país me lembrou o que realmente a mensagem queria dizer!
Tomei um banho caprichado, aparei os pelos pubianos, passei perfume e me vesti com roupas leves. Toquei a campainha minutos antes da hora marcada.
Samira abriu a porta, seu perfume doce chegou às minhas narinas, me fazendo relembrar nossa aventura na lavanderia.
— Oi, gostoso! Entra!
— Oi, Samira - respondi, dando um beijo em sua face. Ela fechou a porta e puxou meu corpo contra o seu. Sua língua buscou espaço e invadiu minha boca. Nos beijamos intensamente por um momento.
— Caralho, tu tá sempre com fome! - exclamei, apertando a bunda dela.
— Sim, quero ser tua refeição!
Meu pau enrijecido queria rasgar a cueca. A varanda estreita, se é que poderia ter esse nome, estava aberta, deixando entrar o ar fresco da noite. A vista era para um prédio vizinho. Ela me puxou para fora, retirando minha camiseta. Beijou meu peito e desceu, praticamente arrancando minha calça, empurrando-me, com pressa, para a cadeira estrategicamente posicionada no espaço exíguo.
Samira ajoelhou-se e tratou meu pau com o desempenho de uma profissional do sexo. Seu oral molhado, de intensidade variada, deixava marcas de batom vermelho ao longo de meu membro viril, me excitando a ponto de meu pau escorrer pré-gozo. Tive uma contração intensa e quase gozei!
Levantei-a com força e puxei sua blusinha, revelando seus seios nus. Suguei-os com sofreguidão, causando-lhe arrepios de prazer. Repetindo seu comportamento, puxei sua calça para baixo, quase rasgando o tecido. Girei seu corpo e joguei-a contra a cadeira. Sem dar-lhe tempo, caí de boca em sua caverna melada. Seu mel escorria, molhando a cadeira plástica. Samira se contorcia enquanto eu a chupava, dando atenção especial ao seu grelo, enquanto a penetrava com dois dedos, habilmente atingindo seu ponto G.
— Me come, filho da puta, arromba essa buceta!
Puxei-a contra mim e a virei, colocando-a debruçada sobre a cadeira, com o quadril elevado. Meu pau deslizou facilmente para dentro dela, enterrando-se em sua buceta molhada. A velocidade da transa era de urgência. Os gemidos ecoavam pelo ar, misturado ao barulho de nossos corpos molhados de suor, se encontrando ritmadamente. Senti que estava a ponto de gozar e saí de dentro dela.
Sentei-me na cadeira e puxei-a sobre mim. Samira se sentou em meu membro, de frente para mim, pernas abertas, comandando o entra e sai em um ritmo prazeroso. Apertei seus seios, eu já estava no limite.
— Samira, vou gozar!
— Não! Não antes de comer meu cu!
— Então me beija, mas não se mexe!
Iniciamos um beijo longo, lento. Nossas bocas se conectaram, fazendo-nos esquecer do tempo.
— Já volto! - falou Samira, levantando-se apressada. Ela retornou com um banco alto, de bancada, apoiou as mãos na parede e ficou sentada de costas para mim, com o rabo empinado. Melei seu cu com seu próprio mel e cuspe. Empurrei a cabeça contra seu anel e ela gritou.
— Ai, caralho, meu cu!
— Doeu?
— Foda-se! Empurra, come meu cu!
Empurrei com força, quase a derrubando do banco. Ela gritou alto e sua buceta pingou de tesão. Meu pau entrou até o saco em seu rabo quente. Meu pau deslizava dentro dela, entrando e saindo. Sua textura macia e apertada me fazia delirar. Perdi-me nas curvas de sua bunda, e sua fala me arrancou do delírio:
— Goza dentro de mim! Quero sentir seu leite quente!
Não deu nem tempo de responder ou de pensar: meu pau tremeu vigorosamente, inundando-a de porra grossa.
— Gozei, caralho! Que cu gostoso, sua puta!
Retirei meu pau de dentro do seu reto e minha porra escorreu por suas coxas. Agachei-me e passei a língua por sua pele, limpando a bagunça antes de me levantar. Virei Samira para mim e compartilhei meu fluido com ela, em um beijo melado! Ela segurou meu pau enquanto nos beijávamos. Sua intensidade demonstrava um fogo interno, desejo ardente.
— Caralho, que foda boa! - exclamou ela.
— Nunca pensei que transaria pelado em uma varanda! - exclamei, só agora pensando que poderíamos ser vistos e até denunciados.
— Relaxa, aqui ninguém liga pra isso. O prédio vizinho é distante e é comum escutar os vizinhos transarem. Vem pro banho comigo.
Acompanhei-a até o banheiro. Ela abriu a água e me puxou para debaixo do jato morno. Ficamos abraçados um longo tempo, sentindo nossos corpos compartilharem ocitocina. Após relaxarmos, saímos do banho e fomos para cozinha, pelados.
— Eu ia fazer um jantar para nós, mas você chegou e eu estava com fome.
— Fome? Parece que nunca transou na vida, mulher!
Ela me empurrou contra a parede, apertando meu pau. Sua boca invadia a minha.
— Quero mais! Você é muito bom! Sou mulher de verdade com você!
— E você é gostosa demais! - respondi, puxando seu quadril contra o meu, sentindo meu pau roçar sua bunda enquanto apertava seus seios por trás.
— Vamos parar com a putaria. Vou esquentar a lasanha - falou Samira, empurrando-me.
Nos vestimos e sentamo-nos à mesa. Ela abriu um vinho malbec reserva e serviu as taças. O jantar foi agradável, conversando sobre a vida e relembrando nossas aventuras recentes.
Quem sabe a próxima será no 43!Gostou da leitura? Deixe sua avaliação clicando nas estrelas. Forte abraço!