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Parte 13 A Confirmação do Luigi

Um conto erótico de Marcos
Categoria: Heterossexual
Contém 753 palavras
Data: 28/08/2026 14:36:57

Eu não dormi quase nada naquela noite. Fiquei virando na cama, o pau latejando cada vez que a imagem voltava: a Clara de quatro, gemendo alto, sendo comida pelo Fabinho enquanto o marido roncava do lado. E, misturada com ela, a Cássia. Minha Cássia. A menina que eu conhecia desde os treze anos. A que segurava minha mão no corredor da escola. A que me deu o primeiro beijo. A que eu sempre acreditei ter sido a primeira de tudo.

Na manhã seguinte fui direto na casa do Luigi.

Ele abriu a porta de bermuda e camiseta largada, cabelo bagunçado, cara de quem tinha passado a madrugada no computador. Me olhou com aquele ar meio perdido de sempre.

— Marcos? Que que foi?

— Preciso falar contigo. Sozinho.

Entrei sem esperar convite. O quarto dele era o mesmo de sempre: cheiro de roupa suada, tela do PC acesa, lata vazia de refrigerante no chão. Fechei a porta atrás de mim.

— O Fabinho me contou uma história. Sobre a Cássia. Que vocês dois comeram ela. Juntos. Eu quero saber se é verdade.

Luigi ficou parado no meio do quarto, mexendo os dedos um no outro. Demorou pra responder. Quando falou, as palavras saíram tortas, como sempre:

— Sim… foi. Tipo… aconteceu.

— Conta direito. Tudo. Do começo.

Ele sentou na beirada da cama, olhando pro chão. Respirou fundo e começou a falar, devagar, como se estivesse puxando uma memória que preferia deixar quieta:

— O Fabinho tava na cama com ela. Eu tava no computador, de fone, jogando. Eles ficaram conversando baixo… depois rindo… brincando. Eu escutava, mas não ligava muito. Aí ficou um silêncio estranho. Eu tirei o fone e olhei pra trás…

Parou. Engoliu em seco. O rosto ficou vermelho até a orelha.

— Ela tava de quatro na cama. Chupando ele. Virada na minha direção. Completamente empinada. De calcinha preta. A… a bucetinha dela tava exatamente virada pra mim. Só via a cabeça dela balançando pra frente e pra trás… e aquela bundinha empinada. A calcinha enfiada no meio. Aquilo… não sai da minha cabeça até hoje. Toda vez que fecho o olho ainda vejo.

Meu estômago revirou. O pau endureceu dentro da calça sem eu conseguir controlar.

— E aí? — minha voz saiu rouca.

— O Fabinho me olhou e fez sinal com a cabeça. Tipo… “vem”. Eu tava com a mão no pau ali mesmo, me masturbando escondido. Fiquei com vergonha. Mas ele insistiu com o olhar. Eu me levantei… me aproximei… passei a mão na bunda dela. Ela não reagi. Continuou mamando ele como se nada tivesse acontecido. Aí eu… puxei a calcinha pro lado com o dedo e coloquei. Foi desengonçado pra caralho. Eu não sabia direito o que tava fazendo. Mas entrou. Ela gemeu alto e parou de chupar por um segundo. Eu pensei que ela ia me xingar… me empurrar… me odiar. Mas ela só soltou um gemido mais comprido e voltou a chupar o Fabinho com ainda mais vontade.

Luigi passou as duas mãos no rosto.

— Ela gostou de saber que foi minha primeira vez. Ficou… feliz. Falou baixinho “então eu sou sua primeira?” enquanto ainda tinha o pau do Fabinho na boca. Depois a gente gozou no rosto dela. Os dois. Ela ficou ajoelhada, de língua de fora, recebendo. Limpou com os dedos e riu.

Fiquei em silêncio. A imagem que ele descreveu se gravou na minha mente com uma nitidez cruel: a Cássia de quatro, calcinha puxada, mamando um enquanto era comida pelo outro. A mesma Cássia que me mandava “bom dia, amor” todo dia. A mesma que dizia que eu era o único.

— Vocês conversaram depois? — perguntei, a voz quase falhando.

Luigi assentiu, ainda sem me olhar. O silêncio que se seguiu pesou no quarto. Eu sentia o sangue latejando nos ouvidos. Cada segundo que ele demorava parecia abrir uma rachadura maior dentro de mim.

— Ficamos conversando um tempo no privado. Semanas, na verdade. Ela me contou várias coisas. Falou que te amava. Que não queria te machucar. Eu também me abri com ela. Mas… ela foi bem putinha antes de você, Marcos. Bem mais do que você imagina.

Ele hesitou. Levantou os olhos pela primeira vez e me encarou. A voz saiu mais baixa, quase um sopro:

— E ela ainda carrega umas fantasias.

Meu peito apertou. O ar pareceu sumir do quarto. Eu já sabia o que vinha, mas mesmo assim precisei ouvir.

Luigi engoliu em seco e completou, cada palavra caindo como pedra:

— Coisas que ela nunca te contou.

Coisas que ela ainda tem vontade de fazer.

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