**Meu nome é Laura.**
Cinquenta e quatro anos.
Cabelo loiro desbotado, bunda larga, cu apertado que ainda chora quando entra grosso e peida quando sai. clica em meu nome, para ver onde estão as minhas fottos e viddeos.
Meu marido tem setenta. Seu Joaquim. Não levanta mais. Não mete. Não goza. Só olha. Só sabe. Só apoia.
Todo mundo acha que o velho não desconfia de nada.
O velho sabe de tudo.
E eu gosto de gritar isso na cara dos outros enquanto eles me fodem.
Eu comecei mostrando a bunda.
Primeiro pro vizinho do 302, o Roberto, aquele que sempre pedia açúcar de noite. Eu abria a porta de roupão aberto atrás, virava de costas fingindo que ia pegar o pacote no armário e deixava o tecido subir. Ele via o rabo nu, o cu fechado, a xota peluda. Eu fingia que não percebia. Até o dia que ele enfiou a mão e eu só falei:
— Enfia logo, seu safado. O Joaquim tá dormindo. Ele não sabe de porra nenhuma.
Mentira. O Joaquim estava no quarto com a porta entreaberta, batendo uma lenta, escutando.
Depois veio o entregador de água. Moço de vinte e oito, forte, camisa suada. Eu pedia galão toda semana só pra ele subir. Abria a porta de calcinha e sutiã, às vezes só de calcinha. Um dia deixei a porta da cozinha aberta e fiquei de quatro enxugando o chão. Ele entrou, viu o cu à mostra e parou. Eu olhei por cima do ombro e falei baixo:
— Fecha a porta e mete. Mas mete com força. Eu gosto de doer. E se peidar no teu pau, não para. Eu gosto de sentir o peido saindo quente em volta da pica.
Ele meteu. Seco. Doeu pra caralho. Eu gritei. Gritei alto de propósito, pra o vizinho escutar, pra o Joaquim escutar.
— Isso, arromba o cu da mulher do corno! O velho não come mais essa bunda, agora é teu!
O entregador gozou dentro. Quando tirou, eu peidei. O peido saiu molhado, com porra. Ele riu nervoso. Eu puxei a bunda e falei:
— Cheira. Cheira o cu que tu acabou de foder. Depois lava as mãos e desce. Semana que vem eu quero de novo. E traz um amigo.
Ele trouxe.
Agora são vários.
O Roberto do 302.
O entregador, o Diego.
O amigo do Diego, o Thiago.
O colega de sinuca do Joaquim, o Seu Hélio, de sessenta e dois, pau grosso e veia saltada.
Às vezes os dois primos que visitam o prédio.
Nunca menos de dois. Quase sempre três.
Eu gosto de dois ao mesmo tempo.
Gosto de DP.
Gosto de DP anal.
Gosto de DP vaginal.
Gosto de um no cu e outro na boca enquanto o terceiro espera a vez.
Gosto de sentar de frente, sentar de costas, ficar de quatro na cozinha, no box do banheiro, na cama do quarto com o Joaquim sentado na poltrona vendo.
E eu grito.
Eu gosto de gritar.
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A última vez foi terça.
O Joaquim ligou pra mim de manhã, da padaria:
— Os meninos vão passar aí de tarde. Deixa a porta destrancada. E não lava o cu. Quero que eles sintam o cheiro de ontem.
Eu não lavei.
Às quatro a campainha tocou. Era o Diego e o Thiago. O Hélio chegou dez minutos depois. Três machos na minha sala. O Joaquim já estava sentado na poltrona do quarto, calça aberta, pau mole na mão, esperando o espetáculo.
Eu recebi eles de camisola curta, sem calcinha. Virei de costas, levantei o tecido e mostrei.
— Olha o estado do meu cu. Ainda tá inchado do Hélio de ontem. Podem usar. O corno tá no quarto. Ele não sabe de nada, coitado. Acha que eu só vejo novela.
Eles riram. Sabiam que eu falava isso de propósito. O Hélio já tinha ouvido o Joaquim falar “mete nela sem dó” no telefone.
Me levaram pra cozinha.
O Diego me pôs de quatro em cima da mesa, pernas abertas, tetas penduradas. Cuspiu no meu cu e enfiou dois dedos.
— Tá quente pra porra. E apertado ainda.
— Mete, porra. Quero sentir teu pau entrando e saindo bem devagar primeiro. Quero contar cada centímetro.
Ele meteu. Eu senti a cabeça abrindo, a haste sumindo, o saco batendo. Doeu. Ardeu. Eu gritei:
— Aiiii porra! Tá rasgando! Não para! O corno não mete assim, o corno não mete mais nada! Arromba essa bunda!
Ele começou a vai e vem. Eu sentia cada movimento: a pica saindo quase toda, a cabeça puxando a borda do cu pra fora, depois enfiando de novo até o fundo. Quente. Grosso. Pulsando.
— Peida — ele mandou.
Eu peidei. O peido saiu no meio da estocada, barulho molhado, cheiro forte subindo. O Thiago, que estava na frente, enfiou o pau na minha boca pra eu não gritar alto demais. Eu chupei e peidei ao mesmo tempo. O Diego riu e meteu mais fundo.
— Porra, a vadia peida gostoso. O cu dela canta.
O Hélio chegou atrás, passou a mão na minha bunda e falou:
— Sai um pouco. Vamos fazer DP nesse cu.
O Diego saiu. Meu cu ficou aberto, piscando, vazando um fio de lubrificação e o resto do peido. O Hélio enfiou o dele, mais grosso. Doeu diferente. Eu gritei no pau do Thiago:
— Dois! Quero os dois no cu! Enfia os dois, seus filhos da puta! O marido é corno e gosta! Ele tá lá no quarto gozando escutando eu gritar!
Eles encaixaram. Primeiro o Hélio até a metade, depois o Diego encostou a cabeça do pau na mesma entrada e empurrou. Eu senti o cu esticar pra um tamanho que não deveria. Queimou. Lágrimas escorreram. Eu gozei só da dor. Meu corpo inteiro tremeu, a xota pingando no chão da cozinha.
— Aperta — o Hélio rosnou. — Aperta esse cu nas nossas picas.
Eu apertei. Peidei de novo, o peido preso entre os dois paus, saindo aos poucos, quente, fedorento. Eles gemeram. Começaram a foder em ritmo diferente: um entrava enquanto o outro saía. Eu sentia os dois paus se esfregando dentro de mim, as veias, a calor, o vai e vem interminável.
— Fala — o Thiago tirou o pau da minha boca. — Fala o que tu é.
— Sou a puta do corno! A mulher do Joaquim que dá o cu pra todo mundo! Gosto de peidar na pica! Gosto de dois no mesmo buraco! Gosto de doer! Mete mais forte, porra!
Eles meteram mais forte.
Depois o Thiago saiu da boca e foi pra xota. DP clássica: Hélio no cu, Thiago na buceta, Diego esperando na frente pra eu chupar. Três buracos. Eu sentia o pau da frente e o de trás quase se encontrando no meio. A cada estocada a mesa rangia. Eu gritava o nome do meu marido:
— Joaquim! Teu amigo tá no meu cu! O entregador tá na minha buceta! Eles tão me fudendo os dois ao mesmo tempo, seu corno gostoso! Olha tua mulher sendo arrombada!
Do quarto veio a voz rouca do velho:
— Enfia até o talo. Faz ela peidar de novo.
Eles ouviram. O Hélio segurou minhas nádegas e enterrou. Eu peidei alto, o barulho ecoou na cozinha. O Thiago gozou dentro da buceta. Quente, jorrando. Quando saiu, a porra escorreu misturada com meu gozo. O Diego tomou o lugar na xota. O Hélio continuou no cu. Outra DP. Eu sentia o pau novo entrando na buceta já escorregadia de porra e o pau velho martelando o cu inchado.
— Senta — o Hélio mandou.
Me viraram. Sentei no pau do Hélio de costas (reverse), o cu engolindo ele até o fundo. O Diego ficou na frente e enfiou na buceta. Eu subi e desci. Sentia os dois paus presos, um saindo quando o outro entrava. Minhas tetas pulavam. O Thiago se masturbava ao lado e gozou nos meus seios. Jatos quentes no peito, no pescoço, no queixo. Eu esfreguei a porra nas tetas com as duas mãos enquanto sentava.
— Olha — eu falei olhando pra porta do quarto. — Tua mulher tá sentada em dois paus, Joaquim. Um no cu, um na xota. E tem porra de outro nos peitos. O corno sabe de tudo, mas eles acham que tu é otário. Continua achando, seus otários. Mete.
O Hélio segurou minha cintura e fodeu pra cima. Eu peidava a cada descida. O cu fazia barulho. A xota fazia barulho. A cozinha cheirava a sexo, a cu, a porra, a suor de homem.
O Diego gozou dentro da buceta. O Hélio gozou no cu. Quando eles saíram, eu fiquei sentada na cadeira da cozinha, pernas abertas, os dois buracos abertos e vazando. Porra branca escorrendo pelo rabo, pingando no chão. Eu enfiei dois dedos no cu, tirei porra e mostrei.
— Querem mais? O banheiro tá ali. Podem me foder no box. Quero água quente nas costas enquanto vocês metem.
Fomos pro banheiro.
O box é pequeno. Três homens e eu. Água quente ligada. Eu de frente pra parede, mãos no azulejo, o Diego me fodia o cu por trás, o Thiago ajoelhava e chupava a xota por baixo, o Hélio metia na minha boca. Água escorrendo pelas minhas costas, pela bunda, misturando com a porra que ainda vazava. Eu gritava contra o pau:
— Mais fundo! Sente esse cu quente! Tá apertando? Tá peidando no teu pau? O marido tá no quarto gozando escutando o barulho da água e do meu cu!
O Diego segurou meus cabelos molhados e fodeu rápido. Eu peidei debaixo da água. O peido fez bolha. Ele riu e gozou de novo, o segundo gozo dele, dentro do cu. Quente demais. Eu senti o jato batendo no fundo.
Depois me viraram. Sentei no pau do Thiago de frente, na privada, água ainda caindo. Ele na buceta. O Hélio atrás tentando enfiar no cu ao mesmo tempo. Quase DP de novo, mas o espaço era apertado. Conseguiram. Eu sentada, um pau embaixo, outro atrás, subindo e descendo molhada. Minhas tetas encostavam no peito do Thiago. Eu beijava a boca dele e falava no meio do beijo:
— Teu amigo tá no meu cu. O corno sabe. O corno mandou. Continua metendo. Quero sentir vocês dois saindo e entrando até eu não aguentar mais.
Eles gozaram quase juntos. Um na xota, um no cu. Eu desci da privada tremendo, água e porra escorrendo pelas pernas.
Ainda não tinha acabado.
Fomos pro quarto.
O Joaquim estava na poltrona, pau agora duro, a primeira ereção dele em meses só de escutar. Eu subi na cama de quatro, olhei pra ele e falei:
— Olha teu presente, meu corno. Três paus que acabaram de me usar. Agora eles vão me foder na tua cama. Quero que tu veja de perto o meu cu abrindo.
O Hélio deitou. Eu sentei no pau dele de frente, cu. O Diego ajoelhou na cama e enfiou na buceta. DP de novo, agora na cama de casal, o marido a um metro de distância. O Thiago ficou de pé na beira e eu chupava. Quatro pontos: boca, xota, cu, e o olhar do Joaquim.
Eu sentava devagar de propósito. Queria que o velho visse o pau do Hélio sumindo no meu cu e o pau do Diego sumindo na xota. Queria que ele visse a bunda descendo e subindo, o cu esticando, a porra antiga sendo empurrada pra fora.
— Tá vendo, Joaquim? Tá vendo como o cu da tua mulher come pau? Tá vendo como ela peida? — eu peidei sentada no Hélio. — Tá vendo a porra dos outros escorrendo? Eles acham que tu não sabe. Deixa eles acharem. Eu gosto de ser a puta que o corno esconde.
O Joaquim só respirou fundo e falou:
— Mais fundo nela. Faz ela gritar meu nome.
Eu gritei.
Gritei o nome dele enquanto os dois metiam. Gritei que era a mulher do corno. Gritei que gostava de doer. Gritei que o cu estava gostoso, quente, apertado, que eu sentia cada veia, cada pulso, cada centímetro entrando e saindo. Gritei até a voz falhar.
O Hélio gozou no cu. O Diego gozou na xota. O Thiago gozou na minha cara e nos seios de novo. Eu desci da cama, ajoelhei na frente do Joaquim e mostrei os dois buracos abertos, vazando, o peito sujo de porra.
— Teu turno não existe mais — eu falei baixinho só pra ele. — Mas tu pode chupar se quiser. Tem gosto de três homens.
Ele não chupou. Só passou a mão no meu cabelo molhado e acenou pra eles irem embora.
Eles foram.
Eu fiquei nua na cama, pernas abertas, o cu latejando, a xota latejando, o cheiro da minha bunda e da porra alheia impregnado no quarto. O Joaquim cobriu meu corpo com o lençol e deitou do lado, sem me tocar sexualmente, só presente.
Amanhã o galão de água chega de novo.
O Diego já avisou que vem com o primo.
O Roberto do 302 mandou mensagem pedindo pra descer de madrugada.
O Hélio vai passar depois do jogo.
E eu vou abrir a porta de novo.
Vou virar de costas.
Vou mostrar o cu ainda marcado.
Vou falar que o marido não sabe de nada.
Enquanto o marido, na poltrona, já está esperando o primeiro grito.