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O caminhoneiro que transformou minha namorada - 5. (fim)

Um conto erótico de Maurinho (Por Leon Medrado)
Categoria: Grupal
Contém 5301 palavras
Data: 28/08/2026 13:56:51

Parte 5. (fim)

Quando eu despertei, o sol ainda não havia nascido, faltavam alguns minutos para amanhecer. Acho que acordei porque ouvi um murmúrio, e não me mexi. Estava abraçado por trás pela Gleyce, e apenas apurei os ouvidos. Tive a impressão de que ouvi o Socadinha sussurrar:

— Abre essas pernas e empina o rabo, putinha.

Ouvi a Gleyce dar um suspiro e um gemido. Ela falou bem baixinho:

— Já está tesudo meu macho?

Ela se mexeu um pouco e eu resolvi ficar parado, para poder saber o que ia acontecer. Me incomodava um pouco ainda, ela tratar o Socadinha daquele jeito.

Logo percebi que ela balançava um pouco o corpo, estava meio que rebolando de leve, e foi quando percebi que o Socadinha tinha a pica enfiada entre as coxas dela, agarrando-a por trás, e empurrava a rola e recuava, tentando penetrar.

Meu corpo se arrepiou inteiro ao perceber que ele ia foder a minha namorada de novo, e comigo bem ali com ela. A Gleyce me mantinha colado nela, abraçado pelas costas, e eu procurei não me mexer, para fingir que ainda dormia. Mas meu pau começou a crescer.

Depois de se esfregar um pouco o Socadinha conseguiu enfiar a pica na boceta e a Gleyce gemeu um pouco. Ela disse bem baixinho:

— Aiii, que gostoso! Que pica grossa! Estou até um pouco inchada. Mas já enfiou tudo...

— Gosta da minha rola né safada? – Ele perguntou, também sussurrando.

Como o ambiente estava muito silencioso, dava para eu escutar. Aos poucos ele foi metendo, empurrava e retirava, e numa dessas vezes o pau dele escapou da boceta da Gleyce e como eu estava prensado nela, a cabeça da pica bateu bem no rego da minha bunda.

Na hora, me arrepiei, pensei em protestar e me afastar, mas a Gleyce estava abraçada e me apertava contra ela, então me controlei e fiquei quieto.

Estava certo de que era apenas um fato momentâneo. Ao mesmo tempo, me dava tesão saber que estava ali junto com ela.

Ele foi recuando e empurrando a pica até achar de novo a bocetinha da Gleyce e enterrou. Fazia movimentos discretos. Fodeu novamente por mais alguns segundos e eu ouvia a Gleyce ofegando a cada enterrada. A respiração quente dela escapava na minha nuca e isso me arrepiava inteiro.

De repente, a pica escapou de novo da boceta, devido à posição de ladinho, e o pau veio direto bater novamente no meu rego. Senti a cabeça melada encaixando nas minhas nádegas. Fiquei parado. Não queria que soubessem que eu acordei.

Eu estava dividido. Por um lado, não queria que o Socadinha pudesse pensar que eu estava gostando dele raspando o pau na minha bunda, mas, por outro lado, eu fiquei muito excitado por ver que a Gleyce estava adorando dar para ele sem me largar. Ela dava mas me mantinha abraçado, como se quisesse que a foda fosse nossa. Estar agarrado por ela enquanto ela era fodida pelo Socadinha, revelava a safadeza e a cumplicidade dela comigo, e isso me deixava muito tarado.

O Socadinha continuou a meter nela por mais alguns minutos, e a Gleyce permanecia encostada em mim, me abraçando, e com os mamilos durinhos prensados nas minhas costas. Cada vez que o pau dele escapava, vinha direto se encaixar na minha bunda, e eu já podia sentir que a cabeça da pica estava melada das secreções da boceta da Gleyce. Aquelas escapadas do pau aconteceram umas quatro vezes num intervalo de uns três minutos, e foi quando eu percebi que o Socadinha podia estar fazendo de propósito. Ao notar que ele deixava escapar a pica e podia ser de propósito, eu tentei me afastar, mas a Gleyce me agarrou mais firme ainda e disse:

— Espera, corninho. Está gostoso. Fica comigo. Eu estou quase gozando.

Meu corpo estava todo arrepiado de tão excitado. Passei a ouvir os gemidos do Socadinha que sabendo que eu já havia cordado, metia na boceta com força e ela também gemia em voz alta.

— Ah, tesão, “Soca”, mete forte, que delícia essa pica.

A Gleyce pegou no meu pau que estava duro e latejando, e foi punhetando de leve, murmurando no meu ouvido:

— Que gostoso isso, você está tesudo, corninho, estou também cheia de tesão, dando para ele e abraçada em você, nós vamos gozar juntos!

A partir desse ponto, eu não tinha mais controle de nada. O Socadinha metia firme parecia tomado de um tesão louco, e ele foi num crescendo, fodendo a Gleyce por trás, até que soltou um gemido mais alto. Logo, o pau escapou novamente e ele já estava gozando, jorrando porra com jatos fortes. Empapou a boceta e saiu já gozando, e jorrou também no meio do meu rego. Senti o melado da porra sendo ejaculado. Nessa hora a Gleyce estremecia e me beijava a nuca, dizendo que estava gozando.

Eu, com a punheta que ela me batia, não resisti e gozei também, melando muito a mão dela. Nossa! Foi um orgasmo muito forte e nossa respiração ficou totalmente alterada, o coração batendo acelerado. A Gleyce ficou espalhando minha porra da mão dela no meu peito, ainda agarrada comigo, e depois dava os dedos para eu lamber. Enquanto isso, eu senti que o pau do Socadinha todo melado, foi amolecendo e ele retirou a rola do meio das minhas nádegas e das coxas dela. Eu falei com a Gleyce:

— Esse maluco gozou fora e jorrou na minha bunda.

A Gleyce respondeu:

— Não tem problema, amor. Você estava gozando junto comigo e ele também gozou com a gente.

— Mas, ele me melecou de porra na bunda. – Ainda reclamei.

A Gleyce sorriu, e falou:

— Não esquenta. Pode assumir que foi gostoso, você estava cheio de tesão por experimentar essas coisas safadas. Você não tem muita experiência, e com o “Soca” estamos aprendendo muito.

A Gleyce era mesmo senhora da situação, sabia que me influenciava, e me mantinha sob controle. Eu não queria arrumar confusão já perto de chegar em Porto Seguro.

Eu me sentei na cama e peguei a camiseta que estava no banco da frente para poder me limpar. Depois dei a camiseta para a Gleyce também se limpar. Na hora eu estava ainda um pouco retraído, meio envergonhado, diante do Socadinha, que estava fazendo aquele papel de macho alfa, dominando a minha namorada, e de certa forma, a mim também, impondo o seu domínio sobre os dois. Porém, internamente, eu sentia que era verdade o que a Gleyce havia dito, e estávamos aprendendo muito, e eu já estava desfrutando de uma intimidade com ela, que nunca tivera antes. Nada daquilo continuaria, eu acreditava, depois que a viagem acabasse. O jeito era continuar.

O Socadinha deu uma toalha de banho para a Gleyce se enrolar e somente de calção, saíram do caminhão. Ele disse:

— Vem, Gle, vou dar banho em você. Gosto de tratar bem as minhas namoradas.

Eles foram de mãos dadas tomar um banho nos chuveiros daquele posto de paragem de caminhoneiros. Eu fiquei curioso para ver o que ia acontecer entre eles, e se iam para banheiros separados ou, usariam o mesmo. Tratei de pegar um calção limpo na mochila, vesti, peguei a toalha de banho e meu necessaire, e fui para o bloco dos banheiros que ficavam nos fundos da conveniência.

Entrei no banheiro masculino, e vi dois caminhoneiros sorrindo, falando alguma coisa enquanto faziam a barba diante do grande espelho que ocupava toda uma parede, de fora-a-fora, diante das pias de lavatório. No outro lado, ficavam as cabines de chuveiro. Fui para um mijatório que ficava na parede lateral e fiquei quieto, mijando. Dava para ouvir a água do chuveiro caindo, em uma das cabines, e os gemidos da Gleyce, enquanto o Socadinha falava:

— Abaixa mais, empina esse rabo, vai putinha, senão fica alto para mim.

— Ah, “soca” que tesão que eu fico... Você é muito tarado! – Ela falou gemendo.

Logo se podia ouvir o barulho das metidas debaixo do chuveiro e os gemidos da minha namorada: “Shloch”... “Ahmm” ... “Shloch”... “Ahmm” ... “Shloch”... “Ahmm” ... “Shloch”... “Ahhh, “Soca” Isso, é assim que eu gostoooo! Isso! Mete fundo!”

Na mesma hora meu pau ficou duro. Até cortou o meu mijo. Disfarcei, enquanto os dois caminhoneiros, faziam sinal, um para o outro, insinuando que o casal na cabine estava fodendo. Eles ouviram por algum tempo a foda, mas, eles não ficaram ali muito mais. Acabaram de fazer a barba. Um disse ao outro: “A gostosa levou foi madeirada!” E o outro: “E parece que gosta muito de levar rola!” – Depois, saíram, sorrindo. Deviam ter horário para cumprir na viagem.

Eu não podia ficar ali mijando o tempo todo, então, entrei numa das cabines de chuveiro, para tomar o meu banho, justamente a que ficava ao lado de onde a Gleyce estava com o Socadinha. Meu pau estava duro e eu com vontade de bater punheta, de tão tarado, lembrando da safadeza dos dois, sem ter vergonha de que os outros ouvissem. Escutei quando eles falavam toda sorte de putaria. O Socadinha perguntou:

— Gozou gostoso, putinha? Estava com muito tesão, logo de manhã?

A Gleyce disse:

— Eu gozei lá no caminhão, abraçada com o meu corninho, mas você gozou fora, e agora gozei ainda mais, levei rola bem fundo, como eu gosto, com força, e você ainda terminou gozando dentro.

Escutei um estalo, do Socadinha dando um tapa, provavelmente na bunda dela. Ele falou:

— É mesmo uma tesuda! Seu corno não dá conta nem de um décimo de você. Vamos tomar logo esse banho que temos que pegar a estrada. O bom é que o seu corninho já está ficando cada vez mais assumido. Já vai deixando a gente foder à vontade.

— Mas, não pode forçar muito o meu corninho. Ele é inexperiente demais. Pode se ofender, ainda. – Disse a Gleyce.

Para a minha surpresa, o Socadinha falou:

— Mas ele é safado. Gosta de sexo, de putaria, e de ser corno. É uma boa base para começar. Vamos ensinar esse safado, vai ficar um puto bem sacana. Logo, com a sua ajuda, ele perde todos os preconceitos.

A Gleyce contestou:

— Sim, meu corninho é safadinho, tem muito tesão, mas ainda é bem verdinho, nunca fez nada, e tem que ir com calma. Senão ele pode não aceitar e se sentir magoado.

Eles estavam terminando o banho, pois eu ouvia os ruídos do chuveiro aberto e eles se enxaguando.

O Socadinha falou:

— Ele já ouviu bastante a namoradinha na safadeza com o comedor, de noite já viu a namoradinha dando na frente dele, e gostou, já lambeu e chupou a sua bocetinha toda gozada. Viu como ele ficou tesudo?

A Gleyce completou:

— E hoje, ele sentiu a sua rola raspando na bunda dele e ficou firme, quietinho, e de pau duro. Isso mostra que ele é safado e gosta mesmo de putaria. Só falta ensinar um pouco mais

O Socadinha completou:

— Se você me ajudar, ele vai virar um puto muito do sem-vergonha.

— Eu ajudo, “Soca”, mas vamos com calma. Quero que o meu corninho faça tudo sem ser forçado. – Pediu a Gleyce.

— Mas, ele gosta que você mande, comande. Isso ajuda. Disse o Socadinha.

Eu abri o chuveiro e comecei a me banhar, percebendo que eles estavam para encerrar. Logo a seguir eles terminaram o banho, se enxugaram e saíram do banheiro.

Eu tratei de tomar o meu banho, com pressa, louco para regressar, e em mais sete minutos voltei ao caminhão.

Quando cheguei, a Gleyce estava vestida apenas com a camisolinha da noite e mais nada. A Gleyce vestiu a camiseta grande por cima da camisolinha, apenas para ir ao refeitório, calçada com as rasteirinhas.

O Socadinha de calção e camiseta, me esperando para irmos tomar o café-da-manhã na conveniência. Eu estava de calção e camiseta, e de chinelos.

Ela e o Socadinha foram na frente, de mãos dadas, como dois namorados mesmo, e eu mais atrás, apenas observando. O Socadinha estava diferente, muito descontraído, e feliz, e a Gleyce toda rebolativa, adorando se fazer de gostosa. A camiseta que ela usava era grande, mas era mais curta do que um vestido, e deixava as lindas pernas dela todas de fora, quase aparecendo a polpa da bunda. Como eu estava mais atrás, vi quando ela se abaixou diante do balcão para escolher o que queria, deu para ver a bunda e a xoxotinha por entre as coxas. Estava sem nada por baixo. Foi um lance rápido, mas, se eu vi, alguém mais poderia ter visto.

Na lanchonete, pedimos nossa primeira refeição bem reforçada, com ovos mexidos com linguiça, leite, café, chocolate quente, pão com manteiga, queijo fresco, e suco de laranja.

Nos sentamos a uma mesa e comemos tranquilos. O clima havia mudado, e tanto eu estava mais tolerante com o Socadinha, como ele parecia mais simpático comigo. Isso fazia com que a Gleyce ficasse muito contente, e descontraída. A única coisa que ainda me deixava um pouco tenso, é que a Gleyce beijava e fazia mais carinhos no Socadinha, apalpando o pau dele sob o calção disfarçadamente, embora fosse atenciosa e carinhosa comigo também.

Meia hora depois, já tínhamos comido, e satisfeitos, voltamos ao caminhão. Sem demora, retomamos a viagem.

Logo que entrou no caminhão, a Gleyce retirou a camiseta, ficando apenas com a camisolinha curta, cor de champanhe. Sentada, dava para ver seu púbis e quando ela separava as coxas, dava para ver a xoxotinha. Perguntei se ia viajar daquele jeito e ela disse:

— Minhas calcinhas todas estão meladas e sujas. E quero refrescar minha xoxotinha.

Mal retomamos a estrada e o Socadinha já estava com as mãos nas coxas, dela, e ela acariciando a coxa dele, onde já se via o volume da piroca marcando o calção.

Não demorou muito, e ele já enfiava a mão no meio das coxas da Gleyce, e apalpava a xoxota dela, que gemia baixinho:

— Ai, “Soca”, que gostoso que você faz com essa mão aí. Seus dedos são experientes. Assim me deixa cheia de tesão de novo.

Ele dirigia, com apenas uma mão no volante e a outra bolinando a bocetinha da minha namorada. Gleyce ficava ofegante. O Socadinha falou comigo:

— Aprende, corninho, putinha safada como a “Gle” a gente tem que tratar assim. Ela adora ser putinha, não é verdade?

— Ah, é verdade “Soca”, agora eu virei uma putinha completa, com você e o meu corninho. Estou adorando poder ser assim. - Ela respondeu.

A Gleyce por sua vez, foi apertando o pau duro dele, até que enfiou a mão por dentro do calção e retirou aquela rola preta e grossa para fora. O Socadinha disse:

— Já está querendo mais pica na bocetinha? A foda no banheiro não apagou esse seu fogo, putinha?

Ela respondeu:

— Eu gozei muito lá, mas basta ver essa piroca linda que eu fico com minha bocetinha toda melada. Adoro dar para você. Acho que vou viciar nessa pica preta e grossa.

Eu disse:

— Vocês estavam fodendo dentro do chuveiro, falando alto, e tinha dois motoristas fazendo barba no banheiro, e escutaram tudo.

O Socadinha perguntou:

— E você também foi lá corninho?

Eu expliquei:

— Fui mijar, estava apertado, e ouvi a safadeza de vocês.

A Gleyce perguntou:

— Ficou com tesão, amor?

— Quem não ia ficar? Ouvindo a putaria dos dois? – Respondi.

A Gleyce disse:

— Estava muito bom, corninho! O “Soca” meteu esse pauzão por trás na minha bocetinha, dando tapas na minha bunda, me chamando de putinha, cachorra, eu gozei muito. E você... o que você fez?

Resolvi contar, para não parecer que eu não fiz nada:

— Fui para a cabine ao lado, e me masturbei ouvido os seus gemidos.

Ela exclamou:

— Que safado, corninho! Com tesão de ouvir a sua namorada dando para o negão. Meu pau ali já dava saltos na bermuda.

Ela acelerou a punheta no pau do negão e o Socadinha disse:

— Isso, putinha, vai acariciando a rola do seu macho, que antes de chegar lá nessa pousada, onde você vão, eu ainda vou comer essa bocetinha que já está toda melada.

Eu via, e ouvia aquilo, e ainda não tinha me descondicionado completamente. Sentia tesão de ver a cena, mas, também, um pouco de ciúme por ele tratar a minha namorada daquele jeito, que ainda achava meio desrespeitoso. Respirei fundo e disse:

— Você não precisa ser grosseiro e desrespeitoso, Socadinha. Não precisa falar desse jeito tão pesado. Pode ofender.

Para meu espanto, foi a Gleyce que me respondeu:

— Ele não faz isso para ofender, corninho. É para provocar a minha safadeza, e eu quero mesmo me sentir uma putinha, bem safada. Isso me deixa com muito tesão. Adoro.

Ela deu uma ligeira pausa, e disse:

— Depois que essa viagem acabar, tudo isso acaba, o Socadinha vai embora, e eu volto a ser a sua namoradinha, certinha. Mas agora, você tem que aproveitar para ser bem corninho. Para aprender tudo com o “Soca”.

Eu fiquei sem resposta. A Gleyce esticou a outra mão livre, do meu lado, e procurou minha virilha. Encontrou meu pau duro.

— Você está de pinto duro também, corninho! Pode falar. Gosta de ver a sua namorada putinha com o negão do pau grade?

Eu ia tentar explicar, quando ela pegou a mão que estava segurando a rola do Socadinha, e veio colocar bem no meu nariz:

— Sente o cheiro da pica do meu macho, corninho. Eu fico tarada de sentir este cheiro. Com vontade de dar minha boceta até gozar como uma cadela.

Eu senti o cheio, e o pior é que o cheiro ficou na pele do meu rosto. A Gleyce continuava a me apertar o pau e com a outra mão, voltou a pegar na pica do Socadinha.

Foi assim que seguimos por algum tempo. Ela masturbava os dois e o Socadinha dedilhava a boceta dela. A Gleyce nem ligava mais para a camisola que estava suspensa e deixava sua boceta visível. Dava para notar que estava intumescida e bem vermelha, de tanto levar pirocada. E os dedos do Socadinha ali dedilhando no molhado que escorria.

Com aquele nível de safadeza, não deu para ir muito adiante. A Gleice cheirava a mão, e dizia que estava louca de vontade de chupar a pica do Socadinha.

O anão nem aguentou mais dez minutos, e quando viu um posto de abastecimento com um pátio grande, com grandes eucaliptos em volta, fazendo sombra, ele entrou com o caminhão, e estacionou bem distante, num canto mais isolado, sob a sobra dos eucaliptos.

Mal ele parou o caminhão, a Gleyce já ficou de joelhos sobre o assento, para botar aquele pau preto, grosso e grande na boca. Virou a bunda para mim, e como ela estava sem calcinha, eu podia ver a boceta avermelhada e inchada dela, já bastante babada, com os fluidos do tesão. Ela pediu:

— Me lambe, corninho, me chupa gostoso.

Eu também estava muito tarado, e enfiei o rosto entre as nádegas dela, afastei um pouco as duas nádegas com as mãos, e lambi a boceta, arrancando um gemido alto, da Gleyce:

— Ahhh, corninho, isso! Lambe e chupa.

Quando eu lambi e chupei, senti que ainda saía um pouco de porra do Socadinha, mas, não disse nada, para eles não saberem, e continuei chupando porque eu estava muito tarado, tinha aprendido a chupar a boceta naquele dia, e estava adorando ouvir a minha namorada gemer, com a rola do Socadinha na boca. Eu chupei e como tinha visto o Socadinha fazer, passava a língua desde o grelinho e ela gemia muito. Até que ela tirou o pau da boca, e falou:

— Chupa também meu cuzinho, corninho, estou cheia de tesão.

Eu não tinha nenhuma experiência no assunto, mas foi nesse momento que eu dei valor a ter assistido ao Socadinha chupando a Gleyce. Procurei fazer como tinha visto ele fazer, coloquei a ponta da língua nas pregas do cuzinho dela e fiquei fazendo movimentos com a pontinha, para tentar penetrar. O cuzinho piscou. Na mesma hora ouvi a Gleyce gemer:

— Ahhhh, isso, gostosoooo! Muito bom! É assim mesmo. Chupa corninho.

Passei a lamber desde o grelinho até no cuzinho, e depois forçava a língua nas pregas, para penetrar, e minha namorada uivava deliciada.

Excitadíssima, ela chupava a piroca do Socadinha, com uma vontade incrível, e ouvi o negão gemer, exclamando:

— Caralho, como chupa gostoso! Já está engolindo a rola inteira.

Eu só ouvia o barulho melado das chupadas que ela dava na pica do negão.

Fiquei lambendo e chupando mais um pouco a xoxota e o cuzzinho, até que ouvi a Gleyce pedir:

— Mete em mim, corninho, enfia seu pinto na minha boceta. Não vou aguentar esperar chegar na pousada. Me fode agora.

Na mesma hora eu me coloquei atrás dela, de joelhos sobre o assento, e com meu calção arriado, encostei meu pau na boceta quente e inchada da Gleyce. Ela pediu:

— Mete, corninho, fode a sua namoradinha putinha, pela primeira vez. Será meu corninho mais tesudo. Vai perder a sua virgindade dentro do caminhão, comigo chupando a rola preta do “Soca”.

Na hora em que eu empurrei o meu pau para meter, senti a boceta fervendo, e apertando meu pau como se fosse uma mão espremendo. Meu pau foi entrando, deslizando naquela boceta melada, e eu fiquei louco com a sensação, o prazer era alucinante, meu pau dava solavancos e meu corpo parecia ter febre, tamanho era o meu tesão. Primeira vez que eu sentia aquela boceta quente espremendo o meu pau. Pensei que o coração ia sair pela minha boca.

A Gleyce apertava a boceta, ordenhando o meu cacete, e eu vi que não ia aguentar muito tempo, tentei resistir, dei umas socadas firmes, mas não demorei nem um minuto, e estava gozando como um louco, enchendo a boceta dela de mais porra.

Quando ela viu que eu estava gozando, disse:

— Ah, corninho, que delícia, sua primeira gozada na minha bocetinha.

Eu ainda fiquei colado nela, por uns segundos, com o pinto atolado, mas ela se mexeu fazendo meu pau sair de dentro. Ela se virou e pediu:

— Mete, “Soca”, atola minha boceta, que eu quero gozar muito. Afunda e mete forte, que depois do meu corninho e eu fiquei mais tarada ainda.

Conforme ela se sentou de costas sobre a rola do negão, de pernas abertas, eu vi quando a pica foi entrando na boceta enquanto a minha porra escorria pelo pau do negão, e molhava o saco dele.

O Socadinha, como era pequeno, ficou virado para o nosso lado, as costas encostadas na porta, de pernas abertas e a pica empinada enquanto a Gleyce de joelhos entre as pernas dele, subia e descia naquela rola preta. A Gleyce foi ficando mais alucinada de tesão, ficou de cócoras e se sentava, quicando, como se estivesse dançando um funk. O Socadinha falou:

— Olha só, corninho, como você ainda precisa aprender. Tem que controlar o gozo, se acostumar com a putinha se acabando na sua rola, socar muito tempo, para esperar ela gozar muito gostoso.

Vi que a respiração da Gleyce ficava cada vez mais ofegante, ela estava mesmo muito excitada e pediu:

— Vem, corninho, vem me chupar, lambe minha xoxota aqui no grelinho, e me faz gozar na pica do meu macho mais tesudo

Ela viu que eu, por ter gozado há pouco, estava meio sem tesão, então ela falou ríspida, dando ordem:

— Estou mandando, corninho! Vem logo, chupa meu grelo, que eu quero gozar. Você não me esperou, só me deixou mais tesuda, agora ajuda eu gozar na pica do negão.

Aquilo mexeu comigo, eu me senti na obrigação de retribuir o prazer que tive, e ajudar para que ela também gozasse.

Fiquei abaixado de joelhos, quase me deitando no banco, e enfiei o rosto entre as coxas da Gleyce, para poder lamber a boceta. Quando eu dei duas lambidas, ela gemeu, exclamando:

— Isso, putinho, me lambe e me chupa! Pode meter a boca.

Eu sentia o gosto de porra que escorria dela, mas não fazia mais questão, estava totalmente envolvido na cumplicidade daquela foda, como se eu também tivesse responsabilidade e a capacidade de acelerar o gozo da minha namorada.

Conforme eu estava chupando o grelinho, a Gleyce pegou com os dedos se agarrando nos meus cabelos, e segurava minha cabeça, esfregando a boceta no meu rosto. Ela deu uma levantada e o pau do Socadinha saiu da boceta e veio bater bem na minha fuça. Ela agarrada nos meus cabelos segurava, e disse:

— Lambe, amor, chupa o pau que está me fodendo.

Eu tentei recuar a cabeça mas ela segurou firme, e disse com voz de tesão:

— Chupa corninho! Lambe e chupa, esse é o nosso caralho do tesão. Você tem que me ajudar a ficar cheia de tesão.

Ela forçou mais um pouco a cabeça e eu disse:

— Por que você quer que eu chupe o pau dele? Eu não sou gay, não gosto de macho.

A Gleyce ofegante gemeu:

— Perde esse preconceito amor. Estamos juntos na putaria, aqui tudo é só para dar prazer. O “Soca” está sendo o macho tesudo que está nos ensinando a ter prazer. Vem, chupa... Você não precisa ser gay, só aprende a ser safado.

Ela forçou mais a minha cabeça e eu acabei cedendo, e deixei que ela me puxasse até que eu pude alcançar a cabeça da rola, e lambi. Ela pediu:

— Põe na boca, amor, sente o que eu sinto com essa rola na minha boca. Assim você vai saber a sensação de chupar uma rola.

Abri a boca e deixei a cabeçona da pica do Socadinha entrar na minha boca. Senti na língua que ela pulsava de tesão. Confesso que estava cheio de tesão de novo. O Socadinha pediu:

— Mama, suga um pouco, para eu meter na minha putinha.

Pensei: “Já estou na chuva, deixa molhar.”

Comecei a chupar a cabeça, como tinha visto a Gleyce fazer, e o Socadinha gemeu, exclamando:

— Isso, corninho, está gostoso. Chupa esse cacete, como se fosse uma manga. Logo vou foder a nossa putinha, e vou gozar nessa bocetinha gulosa.

Fiquei chupando, não conseguia engolir muito, e pouco depois ele recuou a pica e pediu:

— Pronto. Coloca meu pau na bocetinha!

Segurei na rola e apontei para a boceta da Gleyce que foi se abaixando e fazendo a pica se enterrar. Ela me puxou pelo cabelo e fui novamente sugar o seu grelinho. A Gleyce ficou alucinada de prazer rebolando e quicando na rola preta e eu sugando o grelinho, e em menos de um minuto ela gemia dizendo que ia gozar, pedindo:

— Goza negão! Goza na sua putinha, que eu vou gozar junto.

Não demorou mais nem um minuto, logo o Socadinha apertava os peitos dela, e urrava, dizendo que estava gozando. Percebi que ela se tremia inteira. Eu ia retirar a boca, mas a Gleyce manteve a minha cabeça ali, gemendo que estava gozando também. E pediu:

— Sente o nosso gozo, amor! Prova o gosto do nosso gozo. Seu safado, assim que é bom, você ajudou nós dois a gozar muito.

De fato, logo começou a escorrer um melado grosso para fora, a mistura de nossos gozos e eu sentia aquele gosto meio salgado e meio doce, e descobri que na verdade, aquilo me dava um tesão incrível, ao poder participar e ser cúmplice daquela foda. Meu pau estava duro novamente e a Gleyce me puxou para ficar de joelhos sobre o banco, e segurando no meu pau disse:

— Agora é você “Soca”, sua vez. Vem, que tem que fazer o nosso corninho gozar.

Ela ficou meio de lado, apoiada no volante, com um braço me trouxe para mais perto, e puxou um pouco o Socadinha que colocou a boca no meu pau e lambeu, depois começou a lamber meu saco, e chupar o meu pau. Ele fazia aquilo sabendo provocar tesão.

Eu soltei um gemido alto, pois estava mesmo recebendo uma chupada gostosa. A Gleyce disse:

— Viu, corninho, não precisa ter preconceito, aqui na hora do tesão vale tudo.

O Socadinha chupava o meu pau e colocou a mão pequena dele por baixo do meu saco, acariciou até chegar no meu cuzinho, e colocou o dedo na entrada, sobre as pregas. Meu pau ficou ainda mais duro do que já estava e meu cu deu uma piscada.

O tesão era enorme e com mais um minuto de mamadas na minha pica, e o dedo dele com a ponta enfiada no meu cu, eu tive um orgasmo incrível, e jorrei muita porra. Nunca tinha jorrado tanto, meu cu piscava com a ponta do dedo ali dentro. A sensação era incrível. O Socadinha não retirou a boca, deixou eu gozar muito, engoliu bastante, e depois, com a boca toda melada beijou a Gleyce. Estávamos os três, suados, gozados e ofegantes. Ficamos um tempo ali, tentando recuperar nosso fôlego.

Depois de uns três minutos, voltamos a nos acomodar no banco, em nossos lugares. Estávamos bem melados, suados e saciados.

O Socadinha pegou num compartimento tipo um porta-luvas, um pacotinho plástico, com paninhos umedecidos, desses que se usam para limpar os bebês, e nos deu para que pudéssemos nos limpar um pouco.

Fizemos nossa limpeza, e voltamos a nos vestir. O Socadinha me pediu para ir à loja de conveniência do posto, e comprar uns lanches para nós.

Fui e comprei sanduíches com filé de peito de frango, queijo, alface e tomate, e umas caixinhas de leite achocolatado, e voltei ao caminhão.

Lanchamos ali mesmo, sentados lado a lado. Depois, retomamos a estrada.

Havia se estabelecido um clima bem tranquilo e de cumplicidade, o Socadinha disse que estava muito satisfeito com o meu aprendizado, e que se sentia contente por ter me ajudado. Eu, de fato, tinha superado praticamente toda a rejeição que sentira antes.

O restante da viagem até na pousada, foi realmente, muito tranquilo, fomos ouvindo música e conversando amigavelmente. Toda a implicância que eu tinha com o Socadinha, havia desaparecido.

A Gleyce contou que tinha adorado, pois pode assumir e ser uma safada sem ter que se conter, e reprimir seus desejos. Ela disse:

— “Soca”, tenho que agradecer, você, além de nos ajudar muito, me deu a chance de me transformar, pude ser a agir como tive vontade, provocar os machos e me sentir muito desejada. E o meu corninho, aprendeu a ser cúmplice.

O Socadinha parecia feliz e respondeu:

— Eu também tive uma lição incrível, não me sinto mais inferior, e nem menos do que ninguém. Você foi especial. Nunca mais vou esquecer tudo isso.

Chegamos na pousada era ainda horário de almoço. Almoçamos lá e o Socadinha disse que precisava seguir viagem para fazer as últimas entregas. Mas prometeu que passaria na volta por ali, dali a alguns dias. Era justamento o dia da nossa volta.

Foi quando ele perguntou se nós gostaríamos de voltar com ele, no caminhão, e na mesma hora a Gleyce me perguntou se eu aceitava. Concordei, pois já havia resolvido todas as minhas pendengas com o Socadinha. No fundo, eu também havia me transformado. Eu tinha sido iniciado sexualmente, aprendi muito, perdi o preconceito, e agora, estava era querendo aprender mais.

Ele prometeu que na volta, nós iríamos fazer uma DP com a Gleyce, e ficamos todos muito animados.

Ele se foi, trocando um beijo daqueles com a Gleyce. E eu fiquei com a minha namorada para desfrutar de mais uns dias somente nós dois, naquele paraíso de Porto Seguro, com praias maravilhosas.

Foi muito bom. Gleyce também me ensinou muita coisa naqueles dias, inclusive aprender a demorar mais na foda, o que a fazia gozar bem gostoso. Também fizemos nudismo e participamos de uma surubinha na pousada, com mais um casal e um amigo deles.

Mas, essa parte, eu vou deixar para contar em outra temporada da série. Quando o Socadinha voltou de viagem para nos buscar. Espero que tenham gostado.

Fim desta série.

Meu e-mail: leonmedrado@gmail.com

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Foto de perfil de Leon-MedradoLeon-MedradoContos: 456Seguidores: 1034Seguindo: 228Mensagem Um escritor que escreve contos por prazer, para o prazer, e com prazer. Quem desejar adquirir meus romances eróticos, me faz um e-mail que eu passo o link. "Muito Safados", e "Marcas da Luxúria "II. Atingi a marca de 1.000 seguidores e tenho muito que agradecer.

Comentários

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O socadinha e a Gleyce ficaram falando pro Maurinho que ele ia aprender com ele a foder que ele é muito imaturo pro sexo e todas essas balelas,mas acho que o que fizeram mesmo foi ensinar o Maurinho a ser corno,tava lendo de novo a série e pra mim ficou claro isso, acho que eles fizeram ele ser o tal do cuckould e só ficar olhando outros foderem sua esposa enquanto sobra só limpar porra dos outros

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Vidanacabana, você já deve ter percebido que eu não escrevo conto erótico só para contar putaria. Eu não jogaria meu tempo fora desse jeito. Existe todo um trabalho de construção psicológico do personagem, e uma estrutura planejada para a história construir uma narrativa que leve as pessoas a se intrigar, refletir, e se envolver dentro da trama. Existe aprendizado sempre. O Maurinho se excitava desde o começo, não tinha a experiência, mas tinha visto muitos vídeos, e lido contos. Ele era um nerd, virgem, mas cheio de fantasias e com tesão na namorada gostosa. O perfil dele, encantado com o jeito exibicionista da namorada, já deu os indícios no começo da história, de que ele tinha mesmo o perfil Cuckold. Uma leitura atenta, percebe isso fácil, como você viu, e foi aflorando, enquanto ele se debatia com o preconceito contra o anão preto. Até que no final, ele acaba perdendo muito dos preconceitos, e agradece à namorada e ao caminhoneiro. A vida deles será diferente a partir de agora.

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"Mor" Leon ??? Isso é provocação!!! rs.

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Já deixei gancho para continuar. Por hora, tenho muitas histórias por concluir, e novas solicitações de histórias para refazer. Então, agora, não devo publicar nada desta história, embora já tenha desenhado o que acontece na segunda temporada, que é o regresso deles na boleia do Socadinha. 👍🤘👌😂✊🤣

Aguardem. Não vai faltar conto com safadeza para ler.

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Foi legal,deu tesão essa série, tomara que ela seja puta com o corno também, ela não precisa ser puta apenas do comedor, mas o corno também tem direito

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Cada personagem tem um papel fundamental na história. Não se trata apenas de sexo, mas foi um jogo permanente de disputa por provocar mudanças e levar cada um deles além dos seus limites. Acho que você gostou. Espero. Obrigado.

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Gostei não,adorei, PUTA assim é tudo de bom!!!! Rsrs

Mas falando sério,a série é muito top mesmo, a Gley agora vai poder transar com outros caras e se marcar o Maurinho entra na vara também.

Continue criando situações onde ela encontra outros comedores e até o Maurinho arruma macho pra meter com ela. Essa repaginada que tu deu na série abre essas possibilidades também,imagina o Maurinho arrumando três caras pra fazer DP com ela e ele junto sentindo tesão e também metendo a vara.

Depois vc pode arrumar mais uma viagem de passeio deles com o soca pra ela voltar a ser PUTA dele. Abraço pra vc

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Agora imagina tempos depois, perdem contato, se casam, tal dia um novo vizinho, marretinha kkkk

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Eita,socadinha,marretinha,tu gosta desses apelidos hein kkkkkkkk imagino já que o marretinha é negão e tem um pau grande pra Gley sentar e o Maurinho admirar. Mas pensa aí também em quando eles casarem situações onde eles vão passear,pra balada e arrumam macho pra meter nela.

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Vou explicar: Na história original o apelido do anão, era "Marretinha", e eu, como sempre troco todos os nomes dos personagens nas minhas versões, dei o apelido "Socadinha". Por hora, tenho muitas histórias por concluir, e novas solicitações de histórias para refazer. Então, por hora, não devo publicar nada desta história, embora já tenha desenhado o que acontece na segunda temporada, que é o regresso deles na boleia do Socadinha. 👍🤘👌😂✊🤣

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Grande final, Leon!

O Maurinho deixou de ser virgem e aprendeu muita coisa, certamente irá dar muito prazer à Gleyce, como já foi antecipado nos parágrafos finais. Vamos ver se virá outra série com estes personagens.

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Foi um longo período de escrita, demorei meses para fazer essa versão, a mente dando voltas para "amarrar" tudo e no final, fazer sentido. E ainda, deixar a janela aberta para uma possível outra temporada. Obrigado.

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Leon, você merece aplausos!

Curiosamente, após o 3° capítulo, eu fui ler o "conto de origem" dessa série...e não consegui chegar ao final do primeiro episódio, por ser tão raso e superficial.

Você, ao contrário do primeiro autor, conseguiu descrever, desenhar e transmitir emoções, sensações e instigar o desejo, tornando o texto muito mais realista e significativo, além de erótico e picante!

Confesso que determinados momentos da leitura, fiquei tão indignado que assumia a tristeza, a humilhação e a frustração do personagem... Em outros momentos tive vontade de pegar a bolsa dele e meter o pé na estrada e deixar a putinha se "f$#@&" com o "meia-foda"!!

Ontem, quando o capítulo anterior foi publicado, eu estava direto no portal clicando em atualizar para ler... E hoje nifoi muito diferente!

Por isso, parabéns pela maravilhosa série que merece um mini-e-book!

Portanto

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Mestedosexo, eu fico muito agradecido pelo seu comentário, pois ele reconhece o esforço que eu fiz para melhorar essa história, antes de simplesmente dar um final. Eu quis justificar o título de "transformação" que foi apenas sugerido. A transformação aconteceu nos três personagens, e também, espero, que no leitor, que no início julgou erradamente cada um deles. Você relatou exatamente o que eu pretendia com o conto. Fazer conto erótico não é apenas relatar cenas de sexo, e colocar fantasias do autor no papel, é construir narrativas onde os personagens sofrem um processo de evolução, construir personalidades, perfis físicos e psicológicos, levando o leitor e novas dimensões da leitura. Muito obrigado.

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