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Batendo uma para o cunhado

Um conto erótico de Magrinha bunduda
Categoria: Heterossexual
Contém 821 palavras
Data: 28/08/2026 12:36:29

Batendo uma para o cunhado

Desde quando minha irmã conheceu meu cunhado, havia algo ali que não fazia sentido.

Ele é grande, forte de academia, tem um porte. Mas não é nada bonito.

Minha irmã é uma mulher estilo gordinha mas muito bonita: seios fartos, bunda redonda, e é muito bonita de rosto. Poderia conseguir algo melhor.

Essa minha curiosidade durou muito tempo.

Para quem ainda não me conhece, meu nome é Ana. Sou uma mulher branquinha, loira, tenho 1.70m, e apesar de alta, sou bem magrinha. Porém, sigo o estilo falsa magra: meus peitos são redondinhos, com mamilos clarinhos e bicos grandes. Minha barriguinha é perfeita, e tenho uma curva que se arredonda e forma uma bunda linda, redonda e grande, como um coração perfeito.

Meu namorado me descreve como uma magrinha gostosa.

Um dia, minha irmã e meu cunhado vieram para a cidade e todos ficamos na casa dos nossos pais.

A casa é pequena mas tem espaço para todo mundo. Como temos apenas o banheiro da suite e o social, essa é a única questão: a fila do banho.

Fomos dar um passeio com as crianças e, logo que chegamos, era a hora de decidir quem ia tomar banho. Normalmente meu cunhado gosta de ir primeiro então já nem ligo. E ele foi.

Ficamos na cozinha, na mesa, jogando jogos e passando o tempo, até chegar a vez de cada um.

Ouvi então um barulho na porta, e pensei: ele acabou!

Fui para meu quarto, meu namorado seguia jogando na cozinha, e peguei minhas roupas. É melhor se trocar no banheiro do que andar de toalha pela casa com os homens ali.

Quando cheguei no banheiro, abri a porta rapidamente, e foi aí que tomei um susto!

Meu cunhado ainda estava lá dentro.

Fora do box.

Bem na minha frente

Secando as costas.

Totalmente nu.

O susto foi tanto que nem consegui gritar. E ele também não fez nada, apenas me olhou nos olhos.

Meus olhos não estavam nos olhos dele, mas sim naquele corpo todo definido que ele tem.

Desci mais um pouco. E então minha curiosidade foi sanada.

Entendi finalmente porque minha irmã ficou com esse homem.

Seu pau era uma coisa linda.

Era grosso.

Grande.

Descia pela virilha, escondendo um saco que parecia grande e pesado, e ia até a coxa.

Devia ter mais de 20 cm.

E estava mole.

Devo ter ficado alguns segundos ali. Vidrada naquele membro bonito, grosso, com veias, e imaginando como ele ficaria duro.

Finalmente tudo fez sentido. Minha irmã tinha um pau de ouro em casa.

Desculpa!

Sem problema!

Fechei a porta e voltei para o quarto.

Meu namorado, então, veio até mim.

E aí, amor, tudo bem?

Tudo, benzinho. Tô esperando pra ir tomar banho.

Tá ocupado?

Tá sim, o Fábio tá lá dentro.

Tá bom, então.

Meu namorado fechou a porta e veio me beijar.

Como todos estavam lá na cozinha, dificilmente alguém viria.

Começamos a nos beijar com tesão, e eu só imaginando aquele pau do meu cunhado ficando duro. O pau do meu namorado é bom, mas não se compara a aquilo.

Então finalmente consegui, fui tomar um banho.

Após o banho, sentamos na mesa novamente. Eu, meu cunhado, meu namorado e minha filha.

Cruzei minha perna direita para ficar mais confortável e, sem querer - juro! - bati na perna do meu cunhado.

Ele não fez nada. Ficou ali.

Ficamos nós dois, então, nos tocando durante o jogo todo. A mesa é de madeira então era impossível ver o que acontecia, exceto se alguém olhasse por baixo.

Coloquei a mão por baixo da mesa e comecei a tocar meu joelho.

Ainda tá com dor no joelho, benzinho?

Ainda…acredita?

Meu cunhado, já entendendo o recado, esperou meu namorado se distrair e puxou sua cadeira bem perto da mesa.

Minha mão logo chegou em sua perna direita, que é grossa e musculosa. Que homem gostoso.

Continuei tocando e subindo sua coxa, pouco a pouco.

E então, de repente, encontrei o que queria.

Com toda essa tensão sexual seu pau já estava duro. Senti aquela cabeça, apertei, com cuidado, mas com pressão, e comecei a massageá-lo. Punhetá-lo. Só com a mão.

Minha buceta, a essa altura, já estava molhada em minha calça. Tive medo até de molhar a cadeira.

E continuei.

Ele respirava fundo.

Suspirava.

No meio do jogo.

Meu namorado jogava e prestava atenção nas cartas.

E eu ali, tem concentração, jogando só com uma mão, e o punhetando na outra.

Não demorou muito até que eu senti.

Minha mão esquentou…muito!

Aquele pau estava gozando. Por dentro da calça. Direto na minha mão.

Continuei fazendo aquele movimento de abrir e fechar a mão, para frente e para trás, para que ele gozasse tudo.

Depois parei.

Tirei a mão.

Levantei e fui até meu namorado, do outro lado da mesa.

Me abaixei, o beijei, e toquei seu rosto.

Nossa, amor! Que mão quentinha!

Tá gostosa, né…?

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