Meu nome é Bruna, tenho 31 anos e sou casada há seis anos. Tenho um filho de três aninhos, que é a razão de muitos dos meus sorrisos e também das minhas preocupações do dia a dia.
Sou ruiva, baixinha, tenho 1,65 metro de altura, pele clara e cabelos longos. Sempre gostei de cuidar da minha aparência e, principalmente, da minha saúde. Por isso, mantenho uma rotina de academia, que acabou se tornando uma das minhas paixões.
Minha mãe, Fátima, tem 48 anos, é solteira e trabalha como professora. Ela mora com meu irmão Pedro, de 27 anos. Nós somos muito próximos, e minha mãe sempre foi uma presença importante na minha vida.
Fátima é uma mulher de pele clara, cabelos castanhos e 1,68 metro de altura. É uma mulher de presença marcante, vaidosa e que sempre procurou manter sua própria personalidade, mesmo depois de tantos anos dedicados à família e ao trabalho.
Meu irmão Pedro é bem diferente de mim. Ele herdou a aparência do nosso falecido pai: é moreno, tem 1,75 metro de altura e uma constituição física forte. Gosta muito de basquete e trabalha na construção civil, profissão que exige bastante esforço físico e que ajudou a deixá-lo ainda mais forte.
Apesar das nossas diferenças, sempre fomos uma família bastante unida. Minha vida parecia seguir um caminho tranquilo entre meu casamento, meu filho, meu trabalho e os momentos que passava com minha mãe e meu irmão. Mas, como eu descobriria pouco depois, algumas situações aparentemente comuns podem mudar completamente a maneira como enxergamos as pessoas que estão ao nosso redor...
Como já contei, sou casada há seis anos e tenho um filho de três aninhos. O que vou relatar aconteceu durante um feriadão de abril. Naquele período, meu marido decidiu viajar para visitar os pais dele, que moravam em uma cidade do interior, bastante distante de onde vivíamos. Como a viagem seria longa e eu preferia não enfrentar aquele deslocamento com nosso filho pequeno, resolvi passar o feriado na casa da minha mãe, Fátima.
Assim, enquanto meu marido seguia viagem para visitar os pais, eu arrumei algumas coisas para mim e para meu filho e fomos para a casa da minha mãe. A princípio, imaginei que seriam apenas alguns dias tranquilos em família, aproveitando a companhia dela e do meu irmão Pedro. Eu não fazia ideia de que aquele feriadão acabaria se tornando uma lembrança que eu jamais esqueceria.
Cheguei à casa da minha mãe na quarta-feira à noite, por volta das 21 horas. Minha intenção era aproveitar o feriadão com ela, meu irmão e meu filho. Eu ficaria ali durante a quinta-feira, a sexta e o sábado e, no domingo à tarde, voltaria para minha casa, pois meu marido chegaria naquela noite.
Assim que chegamos, minha mãe já havia preparado uma janta para nós. O ambiente estava tranquilo e familiar, e eu estava contente por poder passar aqueles dias ao lado dela. Logo na entrada, fomos recebidos pelo meu irmão, Pedro. Ele se aproximou sorrindo, abraçou meu filho com carinho e, depois, veio me cumprimentar com um abraço apertado. Depois de alguns minutos de conversa, minha mãe nos chamou para jantar, e nos sentamos à mesa para colocar a conversa em dia.
Depois do jantar, ficamos mais um tempo conversando. Minha mãe abriu uma garrafa de vinho e tomamos algumas taças juntos, enquanto relembrávamos histórias da família e falávamos sobre como seriam os dias do feriadão. Por volta das 23h30, decidimos nos organizar para dormir.
A casa da minha mãe tinha apenas dois quartos: o dela e o quarto onde meu irmão, Pedro, costumava dormir. Como eu estava com meu filho pequeno, Pedro gentilmente ofereceu o quarto dele para que nós ficássemos durante o feriadão. Ele disse que dormiria na sala, onde havia um sofá-cama bastante confortável. Achei a atitude dele muito atenciosa, agradeci e comecei a organizar minhas coisas no quarto, enquanto minha mãe ajudava meu filho a se preparar para dormir.
Naquele momento, tudo parecia absolutamente normal. Eu estava apenas começando a aproveitar aqueles dias em família, sem imaginar que o restante daquele feriadão faria com que eu passasse a enxergar alguns acontecimentos daquela casa de uma maneira completamente diferente.
Eu e minha mãe sempre tivemos uma relação muito próxima. Além de mãe e filha, somos confidentes. Desde muito cedo, aprendi que podia conversar com ela sobre praticamente qualquer assunto, sem medo de ser julgada. Falávamos sobre família, trabalho, preocupações do dia a dia e, naturalmente, também sobre nossos relacionamentos.
Há cerca de dois anos, passei por uma situação que nunca tive coragem de contar para muitas pessoas. Mesmo sendo casada, acabei me envolvendo com um homem que também era casado. Foi uma fase complicada da minha vida, cheia de dúvidas e conflitos, e minha mãe foi uma das poucas pessoas com quem consegui falar abertamente sobre aquilo. Eu contava a ela o que estava acontecendo, inclusive os meus sentimentos e as minhas inseguranças.
Minha mãe, por sua vez, também compartilhava comigo experiências da própria vida amorosa. Ela já havia vivido alguns relacionamentos e situações que preferia manter em segredo de outras pessoas, mas comigo se sentia à vontade para conversar. Não era uma relação em que uma simplesmente dava conselhos à outra; muitas vezes, apenas conversávamos, desabafávamos e tentávamos entender nossas próprias escolhas.
Por isso, entre nós existia uma intimidade emocional muito grande. Eu sabia que, independentemente do assunto, poderia sentar ao lado dela e conversar sobre praticamente tudo. E talvez tenha sido justamente essa confiança que tornou alguns dos acontecimentos daquele feriadão tão difíceis de compreender depois.
Naquela noite, tudo transcorreu normalmente. Depois de nos despedirmos e cada um seguir para o seu quarto, finalmente fomos dormir. Eu estava tranquila e satisfeita por estar passando aqueles dias com minha mãe e meu irmão.
Tudo começou a mudar na quinta-feira. Depois do café da manhã, Pedro comentou que tinha uma programação com alguns amigos. Eles haviam combinado de jogar basquete em uma cidade vizinha e ele pretendia sair logo depois do almoço, ficando fora até a noite.
Minha mãe, porém, ficou um pouco preocupada com a programação. Ela conhecia bem o filho e sabia que, quando Pedro bebia, às vezes acabava prolongando a saída. Em algumas ocasiões anteriores, ele chegava a ficar dois ou três dias sem voltar para casa, o que deixava minha mãe bastante apreensiva.
Por isso, enquanto conversávamos, ela perguntou a ele que horas pretendia voltar. Pedro respondeu que provavelmente estaria de volta naquela mesma noite, mas minha mãe continuou demonstrando preocupação, lembrando que já havia acontecido de ele sair para se divertir, beber com os amigos e acabar não retornando quando havia planejado.
Eu acompanhava a conversa em silêncio, achando que aquela preocupação era apenas mais uma demonstração do cuidado de mãe. Naquele momento, eu não imaginava que aquela saída de Pedro acabaria dando um rumo inesperado ao nosso feriadão.
A tarde passou dentro da normalidade. Eu fiquei em casa com meu filho e minha mãe, aproveitando o feriado e conversando sobre assuntos diversos. Como Pedro havia dito que voltaria à noite, ninguém ficou especialmente preocupado durante o dia.
Por volta das 21 horas, porém, percebi que minha mãe começou a ficar inquieta. Pedro ainda não havia chegado e também não havia dado qualquer sinal de vida. Ela já tinha enviado várias mensagens para o celular dele e tentado ligar algumas vezes, mas ele não atendia.
Minha mãe olhava para o telefone repetidamente, esperando alguma resposta que não vinha. Eu tentava tranquilizá-la, dizendo que talvez ele estivesse com os amigos e não tivesse percebido as ligações, ou que poderia estar voltando e ainda não tivesse conseguido avisar.
Mas, conforme os minutos passavam, a preocupação dela aumentava. Afinal, ela conhecia o histórico do filho e sabia que, quando Pedro bebia, às vezes desaparecia por mais tempo do que o combinado. Mesmo assim, naquela noite havia algo diferente: ele não havia sequer mandado uma mensagem para avisar que estava bem.
Eu comecei a perceber que aquele feriadão, que até então parecia tão tranquilo, estava começando a tomar outro rumo.
Foi por volta das 23 horas que a situação mudou completamente. Eu já havia levado meu filho para dormir e estava na cozinha com minha mãe, enquanto as duas aguardávamos alguma notícia de Pedro. Foi então que ouvimos um carro chegando e parando em frente à casa. Logo depois, escutamos algumas vozes conversando do lado de fora.
Minha mãe imediatamente se levantou para verificar se era Pedro. Quando fomos até a entrada, nos deparamos com uma cena que confirmou justamente o que ela mais temia: Pedro havia voltado completamente embriagado.
Ele estava em um estado tão alterado que mal conseguia se manter de pé, praticamente sem condições de andar sozinho. Três amigos estavam com ele e tentavam retirá-lo do carro com bastante dificuldade, procurando apoiá-lo para conseguir levá-lo para dentro da casa.
Minha mãe correu para ajudá-los, claramente assustada com o estado em que o filho havia chegado. Um dos amigos explicou que Pedro havia bebido demais e estava praticamente desacordado, dizendo que ele estava em uma espécie de “coma alcoólico”. Ele se ofereceu para ajudar a colocá-lo para dentro, enquanto os outros continuavam dando apoio.
Eu fiquei alguns instantes sem saber exatamente o que fazer. Aquela cena havia transformado completamente o clima tranquilo que tínhamos vivido durante o dia. Minha mãe estava aflita, os amigos tentavam manter Pedro de pé e eu só conseguia pensar em como aquela noite poderia terminar.
Depois de algumas tentativas, finalmente conseguimos colocar Pedro no sofá. Os amigos ficaram por alguns instantes para ter certeza de que ele estava acomodado e, antes de irem embora, disseram que permaneceriam disponíveis caso precisássemos de ajuda ou de algum socorro.
Quando ficamos novamente apenas nós três, eu e minha mãe fomos verificar como Pedro estava. Ele estava sem camisa, descalço e com a roupa suja de vômito. Minha mãe ficou ainda mais preocupada ao perceber que ele continuava praticamente desacordado e respondia muito pouco aos nossos chamados.
Depois de algumas tentativas de fazê-lo acordar, minha mãe decidiu que seria melhor levá-lo ao banheiro para limpá-lo. Ela pediu minha ajuda para conseguirmos colocá-lo de pé. Com muita dificuldade, conseguimos levantá-lo, apoiando seu corpo enquanto ele mal conseguia sustentar o próprio peso.
Devagar, fomos conduzindo Pedro até o banheiro. O trajeto, que normalmente seria tão simples, pareceu muito mais difícil naquela situação. Minha mãe o segurava de um lado e eu do outro, tentando evitar que ele caísse.
Finalmente conseguimos entrar com ele no box do banheiro. Enquanto eu permanecia segurando Pedro para mantê-lo em pé, minha mãe saiu por alguns instantes para buscar um banquinho. A ideia era colocá-lo sentado para que pudéssemos cuidar dele com mais segurança e conseguir retirar seu calção e dar-lhe um banho.
Naquele momento, eu só pensava em ajudar minha mãe e garantir que meu irmão ficasse bem. Nenhuma de nós imaginava que aquela situação, que havia começado apenas como uma preocupação com o retorno dele para casa, ainda teria outros acontecimentos naquela noite.
Depois de conseguirmos colocá-lo sentado no banquinho, minha mãe e eu finalmente conseguimos retirar o calção sujo. Eu fiquei responsável por molhá-lo enquanto minha mãe passava o sabonete líquido pelo corpo dele. Pedro continuava praticamente inconsciente, sem condições de participar dos nossos esforços para ajudá-lo.
Foi naquele momento que a situação começou a ficar extremamente constrangedora para mim. Eu me senti desconfortável diante daquela situação de intimidade involuntária com meu irmão e procurei simplesmente me concentrar em ajudá-lo e terminar o banho o mais rápido possível. Minha mãe também parecia estar preocupada apenas em cuidar dele e garantir que estivesse limpo e seguro.
Nenhuma de nós imaginava que aquela noite ainda reservaria situações capazes de mudar completamente o rumo daquele feriadão.
meu rimão começou a ter uma ereção e seu penis começou a ficar meia bomba, e eu ali olhando aquele cacete descomunal e tosco
com veias entumecidas apontando para cima, e minha mãe sem titubear pegou fazendo o movimento de masturbação com a água caindo, logo estavamos todas molhadas eu que já estava de baby doll
na parte da frente tinha ficado quase transparênte aparecendo meu seios os quais não eram muitos pequenos e com areolas rosadas já com os bicos
ficando entumecidos por eu está vendo aquele monumental cacete de meu irmão já com toda sua dureza.
mamãe disse que ia buscar uma toalha e iria preparar o sofá cama para que agente pudesse levar ele para lá e também iria tirar a sua roupa que também estava molhada.
até então nada tinhamos comentado sobre aquela situação, porém quando ela saiu eu imediatamente peguei naquela vara descomunal, estava quente e pulsando como um coração a cabeça enorme que sua extenção eu comparo com um frasco de desodorante em toda sua grossura, e enquanto eu estava imprecionada
com aquela rola ouço minha mãe entrar no banheiro dizendo que era pra agente levar ele para a cama, quando olho por cima do ombro vejo ela enrolada em uma toalha e com outras duas toalhas na mão, ela me estendeu uma e a outra seria para enxugar ele ali mesmo,
imediatamente ela começou a enxugar ele enquanto dizia que era para eu me enrolar na toalha e tirar a camiseta molhada que eu estava, logo ali eu peguei na bainha da minha camiseta e levantei tirando e me envolvendo na toalha que ela tinha me entregue em seguida tirei a calcinha jogando em cima da pia.
e assim fumos com ele para a sala onde ele ficaria, com muita dificuldade praticamente arrastamos Pedro até ao sofá cama que ficaria baixo demais para que nos pudesse conseguir deitar ele sem que ele tombasse com tudo, foi ali que minha mãe o agarrou ele de frente e
eu por tras devagar fumos deitando ele no sofá cama e quando de repente mamãe não suportou o peso daquele homem de 1,75 de altura e com uns 90 kilo sse jogou na cama e ele caiu por cima dela, ficando de bruço meio que resmungando balbuçeando algumas palavras incomprensiveis.
com bastante dificuldade mamãe saíu debaixo dele, ai sua toalha escorregou e ela ficou totalmente nua, nos duas ficamos ofegantes com todoo aquele esforço.
minha mãe disse que teriamos que virar ele, e já foi tentando acordar ele ou pelo menos despertar para que pudesse se ajudar a virar, foi com esforço que conseguimos por ele de barriga pra cima, então ele continuava com pau eriste, foi quando saiu p rimeiro comentário sobre aquela ereção.
eu disse nossa mãe Pedro puxou pra meu pai com esse tamanho de rola?
daí ela respondeu, minha filha, não sei pra quem ele puxou, mas pra o pai dele não foi!
e eu respondir com uma risadinha, sorte de quem casar com ele, vai ser realizada com tudo isso, seria meu sonho que meu marido tivesse uma rola dessa que eu ia adorar.
e minha mãe soltou o que foi a gota d'agua, e porque você não aproveita logo a oportunidade? pegando naquele pau e punhetando de vagazinho.
eu ainda dando uma de quem não entendeu a sugestão embora eu estava com tesão grande pela rola do meu irmão, disse, você teria coragem?
ela respondeu, teria não, eu tenho, e imediatamente se levantou e passou a perna por cima dele ficando acolcada e com uma mão começou a deslizar aquela cabeçona de rola em sua boceta que já estava
babando deixando toda lambusada e assim começou a descer o quadril fazendo com que sumisse a cabeça dentro de sua boceta,olhei pra ela e estava com cara de quem adora sentar na rola de seu próprio filho, ela continuou descendo e engolindo aquela rola que quase não acabava de ser devorada, ela começou a se tremer como se estivesse
tendo espasmo de prazer.
e assim ela não aguentou mas ficar sustentando seu corpo apenas com a metade ainda pra fora e ainda de coca se apoiou com as duas mãos no peito dele e começou freneticamente cavalgar naquele pau duro, e imediatamente veio o a respiração intensa e ofegante explodindo em gozo encravando aquele cacete fundo em sua buceta, ela arquejou
e gemendo. logo ela saiu de cima dele se jogando do lado ainda tendo contrações de gozo, e disse e a sua vez minha filha.
Eu como estava de joelhos ali do lado desfez o nó que segurava a toalha deixando ela cair me abaixei para ver bem de perto aquele pedaço de carne em riste e agora com fio branco de gozo ainda escorrendo na lateral
e na base do pau um acumulo que ela tinha gozado bastante, peguei naquele pau e começei a punhetar fazendo com que ficasse lubrificado com o gozo de mamãe, fui me posicionando por cima dele, dei uma olhada para ela que ainda estava ofegante, olhei para ele que estava desacordado despecebido do
que acontecia, e de pé com uma perna de cada lado dele olhei para sua rola grande e com a cabeça inchada que descansava em cima da sua barriga passava uns 2 dedos acima do humbigo de tanto grande que era, fui aos pouco me agachando até ficar de coca bem diante daquele cacete,
e peguei ele para começar a penetração até que encostou na minha bocetinha e fui esfregando do grelo até no cú deixando enlambusado com mel da minha xoxota a qual estava bem molhada.
eu já estava com um puta tesão , com mas aquela esfregação daquela rola no meu grelo eu já estava ficando doida para gozar, que se eu sentasse para entrar pelo menos a cabeça eu também não iria aguentar e explodir em gozo, e foi isso que aconteceu quando minha mãe veio e com uma mão em cada ombro me empurrou pra baixo fazendo que entrasse a metade daquele descomonal pau de uma só vez,
foi como se eu levasse um choque eletrico percorrendo na minha virilha pelo pé da barriga indo em direção a minha boceta e eu não aguentei e me larguei de uma vez atolando tudo até o talo chegando a sentir aquela cabeça beter na entrada do meu utero forçando mas fundo, entrei em transe como se fosse me da uma convução, meu ventre contraía pulsando e aí veio o gozo que eu não lembro se outra vez tive algum assim,
e pra aproveitar a sensação gostosa que estava sentindo fiz como minha mãe me apoiei em seu peitoral e com apenas os pés no chão começei a fuder aquele pau tentando com que ele fosse mas fundo da minha boceta possivel, levantava meu quadril até quase escapar aquela cabeça e sentava com força fazendo bater PLOK PLOK PLOK PLOK PLOK PLOK PLOK.
comecei a entrar em transe de novo sentia que vinha mais um gozo daqueles e não parei, sentia que pela minha costa vinha uma descarga, com arrepio minha vista escureceu tudo apagou e mais umas 5 socada PLOK PLOK PLOK PLOK PLOK, cair de joelhos com uma pancada e me derretir
em gozo que até não sei por quanto tempo fiquei com a respiração presa, que quando me dei de conta estava molhada de suor até meus cabelos pingava, então me joguei de lado ainda me tremendo e com espasmos na região da boceta.
continua parte final.