A atmosfera da casa naquele fim de tarde parecia vibrar com uma eletricidade perigosa. Morar no exterior significava que nossos círculos eram restritos, mas a intimidade com a Deise havia ultrapassado qualquer limite prudente há muito tempo. Minha ex-esposa, a Ju, tinha saído para resolver burocracias na faculdade, deixando o caminho livre para a nossa rotina de segredos. A Deise estava na sala, fingindo assistir a alguma série na TV, mas a verdade é que o ar estava densamente carregado de uma tensão predatória. Ela era aquela mistura irresistível que me deixava com o pau latejando antes mesmo de eu tocar nela: a pele branquinha contrastando com o cabelo preto cortado rente, os seios médios empinados sob uma blusa justa, a bunda grande e monumental, e o corpo inteiramente coberto por tatuagens que contavam histórias de uma safadeza guardada a sete chaves. Mas, naquele dia específico, ela tinha cometido o erro — ou a delícia — de aparecer vestindo uma calça legging de couro sintético, estilo wet look, daquelas que desenham cada milímetro da virilha, moldam a bunda redonda como uma maçã e deixam o relevo das coxas brilhando sob a luz da sala.
Para completar o cenário de perversão, ela calçava um daqueles tamanquinhos transparentes de salto acrílico que faziam o meu sangue ferver. A tirinha de vinil apertava o pezinho tamanho 38 dela, deixando as unhas com uma francesinha impecável à mostra e os dedinhos ligeiramente suados pelo calor abafado da tarde. Eu já estava andando pela casa com uma bermuda de moletom larga, completamente sem cueca por baixo, de propósito. Cada passo que eu dava fazia a minha rola pular, pesada, dura como rocha e já pingando aquele pré-sebo transparente na cabeça.
A Deise, com aquela personalidade mandona disfarçada de jeitinho introvertido, percebeu a minha movimentação. Ela me olhava de canto de olho, mordendo o lábio inferior com o piercing no nariz brilhando, sabendo perfeitamente o estado em que me deixava.
— Vai ficar aí plantado me olhando com essa cara de tarado ou vai me servir um copo d'água? — ela soltou, com aquela voz autoritária que ativava todos os meus instintos de submissão e posse.
Aproximei-me devagar, propositalmente deixando a bermuda folgada balançar e revelando o volume descomunal do meu pau latejando. Inclinei-me perto do ouvido dela, sentindo o cheiro misturado de perfume doce com o calor da pele.
— A água que você quer é outra, Deise. E hoje você vai ter o serviço completo do meu pau sem camisinha, bem na sua bunda gostosa — sussurrei.
Os olhos dela arregalaram-se levemente, mas em vez de recuar, ela abriu um sorriso de canto de boca, cruzando as pernas de uma forma que o tecido brilhante da legging de couro estalou levemente. Aquele som foi o gatilho. Peguei a mão dela e a levei diretamente por cima da bermuda, fazendo-a fechar os dedos ao redor da minha rola dura. Ela soltou um muxoxo abafado, sentindo o tamanho e o calor do meu pau pulsar na palma da mão dela.
— Você é um louco... A Ju pode chegar a qualquer momento — ela murmurou, embora a respiração estivesse acelerada e os mamilos duros estivessem marcando a blusa.
— Por isso mesmo que vai ser rápido, perigoso e sem frescura. Vai pro quarto. Agora.
Ela não pensou duas vezes. Levantou-se rebolando de forma exagerada, com o tecido da calça de couro moldando perfeitamente a bunda gigante e os saltinhos transparentes estalando no piso de madeira. Segui-a de perto, com o pau de fora balançando e pronto para explodir.
Assim que entramos no quarto, tranquei a porta com cuidado para garantir o sigilo absoluto. A Deise virou-se de costas para mim, apoiando as mãos na beirada da cama, e empinou aquela retaguarda monstruosa revestida pelo brilho do couro sintético.
— Quer foder a minha bunda, é? Quer ver se eu aguento esse seu pauzão sem camisinha? — ela desafiou, olhando para trás por cima do ombro com uma expressão de pura devassidão.
Eu não esperei mais um segundo. Com um puxão firme, comecei a abaixar a legging preta dela, revelando as coxas brancas, a calcinha de renda preta minúscula e, logo depois, puxando tudo para baixo dos joelhos para imobilizá-la parcialmente. A visão daquela bunda grande, macia e perfeita, cercada pelas tatuagens, me fez perder o pouco de sanidade que me restava.
Antes de entrar nela, ajoelhei-me na beirada da cama. Puxei o pé direito dela, tirando o tamanquinho transparente, e levei a sola daquele pezinho suado direto à minha boca. Lambi a sola inteira, saboreando o gosto salgado misturado ao chulé quente de quem passou o dia inteiro naquele salto. A Deise gemeu alto, arqueando as costas contra a cama.
— Isso... chupa meu pé, seu tarado... mas agora enfia essa rola na minha bunda, não aguento mais esperar! — ela implorou, já empinando o quadril para trás.
Afastei a calcinha de lado. A entradinha do ânus dela estava ali, rosada e convidativa. Como não havíamos usado lubrificante artificial, enfiei os dedos na minha própria pré-porra, espalhei o líquido grosso e pegajoso ao redor do cuzinho dela e, sem pensar duas vezes, alinhei a cabeça da minha rola grossa e fui empurrando devagar.
O impacto da pele nua entrando na carne apertada da bunda da Deise fez os dois suspirarem ao mesmo tempo. O couro da legging enrolado nos tornozelos prendia um pouco os movimentos dela, deixando-a totalmente vulnerável e à minha mercê.
— Caralho, Deise... que bunda apertada do inferno! É pele pura, sem camisinha nenhuma rasgando nossa pele! — rosnei no ouvido dela.
Comecei a estocada de forma funda e ritmada. O som abafado de pele contra pele preenchia o quarto silencioso, misturado aos gemidos estrangulados que ela abafava contra o travesseiro para não fazer barulho na casa. Cada estocada fazia os seios dela balançarem e a forçava a cravar as unhas na colcha da cama. A sensação daquele calor anal me apertando de forma tão intensa fez meu cérebro formigar. Eu segurava a cintura dela com força, deixando marcas vermelhas na pele branca e tatuada.
— Mais fundo! Fode a minha bunda, faz a Júlia de corna com o meu rabo! — ela gritava baixinho, implorando por mais força a cada investida.
O ritmo foi acelerando, virando uma pancadaria desordenada e animalesca. Eu batia com tanta força que o som ecoava abafado pelo quarto. O suor escorria pelas nossas testas, e o cheiro misturado de sexo, couro sintético e o chulé do tamanco deixava o ambiente irrespirável de tanto tesão. Senti a minha visão escurecer; o orgasmo subia com uma força descomunal pela espinha, concentrando-se na ponta da minha rola latejante.
— Vou gozar na sua cara, Deise! Vou te inundar inteira, abre essa boca de vagabunda! — gritei, puxando meu pau de dentro do cuzinho dela com um estalo úmido.
Assim que arranquei a rola de lá, ela virou-se de imediato, caindo de joelhos no chão do quarto, com o rosto empinado para cima, a boca entreaberta mostrando o gloss brilhante e o piercing no nariz reluzindo. O meu pau estava pulsando, encharcado com os fluidos da bunda dela e pingando pré-sebo pela cabeça roxa.
Ela mesma agarrou a base do meu pau com uma mão, fazendo uma punheta rápida e agressiva, enquanto com a outra apertava minhas bolas até doer de prazer.
— Me dá o leite, me dá todo o leite da corna na minha cara! — ela gemia, lambendo os lábios e fazendo biquinho.
Não aguentei mais meio segundo. Abri a torneirinha e esporrei com uma pressão absurda. O primeiro jato grosso e quente voou direto, cruzou o espaço e bateu em cheio na testa dela, escorrendo pelas laterais do nariz. O segundo e o terceiro jatos cobriram o queixo, os lábios, a boca aberta e se misturaram ao cabelo preto dela. Era tanto sêmen que parecia uma verdadeira pintura de guerra.
A Deise, com o rosto completamente lambuzado de porra, deu uma risada sádica e vitoriosa. Sem hesitar um segundo sequer, abriu a boca ainda mais e abocanhou a cabeça do meu pau que ainda gotejava, sugando o restante com uma voracidade impressionante, fazendo questão de não desperdiçar uma única gota do leite que pertencia à nossa traição.
— Delícia... não deixei nada para a sua esposa — ela sussurrou, limpando o canto da boca com a língua, ainda de joelhos no chão, com a calça de couro abaixada e o tamanquinho transparente jogado no canto do quarto.
Arrumamos tudo rapidamente, limpamos o rosto dela e ajustamos as roupas antes que o barulho da chave na fechadura anunciasse a chegada da Ju. Sentamos na sala, exatamente como antes, com a TV ligada e a mão da Deise disfarçadamente repousada sobre a minha coxa, apertando de leve o meu membro ainda sensível, enquanto trocávamos olhares cúmplices de quem tinha acabado de cometer o crime mais gostoso do mundo.
A chave girou na fechadura da porta da frente, o som metálico ecoando pelo corredor como um despertador de realidade. A Ju estava de volta da faculdade, trazendo consigo o ar fresco da rua e a inocência de quem não fazia ideia de que a melhor amiga acabara de ser destruída na base da porrada anal, no quarto ao lado.
No sofá, a Deise e eu já estávamos recompostos o suficiente para passar no teste da normalidade, mas a eletricidade entre nós ainda faiscava. Ela estava recostada no canto do estofado, com a calça legging de couro já devidamente ajustada e o cabelo preto levemente bagunçado pelo frenesi. A respiração dela ainda estava curta, e o olhar que me lançou de rabo de olho dizia tudo: isso foi só o aquecimento.
A Ju entrou na sala jogando a bolsa no aparador, soltando um suspiro cansado.
— Nossa, que aula maçante... Quase dormi lá na frente. Meninas, vocês querem pedir uma pizza? Tô morta de fome.
A Deise abriu aquele sorriso cínico, disfarçado pela pose de boazinha que sempre enganava todo mundo.
— Por mim, beleza, Ju. Mas pede aquela de quatro queijos que a gente gosta, né? — olhou para mim de relance, carregando na malícia invisível. — O seu marido aqui ficou me fazendo companhia e cuidando de mim direitinho enquanto você tava fora. Não foi, amor? — soltou o "amor" com uma naturalidade sádica que quase me fez engasgar com a própria saliva.
— Foi sim, cuidou muito bem — respondi, conseguindo manter a voz firme, embora a lembrança daquele rabo apertado e da minha porra escorrendo pelo rosto dela ainda estivesse queimando na minha mente.
A Ju foi para a cozinha lavar as mãos, distraída com a rotina. Foi a nossa brecha. No segundo exato em que o barulho da água da pia abafou qualquer som externo, a Deise deslizou discretamente da sua ponta do sofá para o chão, sumindo no vão entre a mesinha de centro e as minhas pernas.
Antes que eu pudesse raciocinar, o tecido da minha bermuda foi puxado para baixo com violência. Meu pau, que já não descansava nunca perto dela, saltou para fora duro como um porrete, latejando e ainda úmido com os vestígios da nossa foda anterior. A Deise não perdeu tempo. Com uma habilidade criminosa, abocanhou a cabeça da minha rola de uma só vez, descendo a garganta com uma fúria insaciável.
O som do "slap" da saliva dela misturada com a minha pré-porra preenchia o espaço mínimo entre o sofá e o chão. Ela chupava com uma vontade desmedida, fazendo um barulho oco e molhado que me obrigava a morder os lábios para não gemer alto ali na sala, a poucos metros da minha esposa.
Com uma das mãos, ela segurava minhas bolas pesadas e cheias de leite, apertando e massageando com força para garantir que eu produzisse mais. Com a outra, ela puxava o próprio cabelo para trás, expondo o pescoço e a boca lambuzada de gloss e saliva.
A água da cozinha parou por um segundo. A Deise tirou a boca do meu pau com um estalo estridente, a baba esticando em um fio brilhante, e sussurrou bem baixinho, olhando fixamente para a direção da pia onde a Ju estava:
— Essa corna tonta não sabe o que perde... Vou drenar todo o seu leite, seu gostoso. Cada gota desse pau vai direto pro meu bucho, bem debaixo do nariz dela. Deixa ela vir, deixa...
A audácia daquela mulher me levava à loucura total. O perigo iminente de sermos pegos a qualquer segundo misturado com a humilhação sádica aplicada à minha esposa criava uma atmosfera de pura depravação mental.
A Ju gritou da cozinha, perguntando se a gente preferia borda recheada.
A Deise respondeu com a voz perfeitamente calma e natural:
— Pode ser, amiga! Do jeito que você preferir!
Enquanto falava, ela voltou a desabar a cabeça em cima da minha virilha, chupando com ainda mais raiva, enfiando meu pau inteiro goela abaixo até eu sentir a ponta da minha rola raspar no fundo da garganta dela. Ela fazia movimentos circulares com a língua bem na cabeça roxa, sugando com tanta força que parecia querer arrancar a minha alma.
O meu corpo inteiro começou a entrar em curto-circuito. O orgasmo subiu pela espinha como um raio, implorando para explodir. Olhei para a Deise ali embaixo, de joelhos no carpete da sala, a pele branquinha contrastando com as tatuagens e o rosto marcado pela safadeza de estar traindo a própria amiga bem na casa dela. Eu estava prestes a gozar na boca dela de novo, a centímetros de ser descoberto pela Ju, e a única certeza que eu tinha era de que eu faria isso de novo e de novo, quantas vezes aquela vagabunda exigisse.