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TATI #01 - Tatiana Chamou os Lutadores para Treinar em Casa

Da série TATIANA
Um conto erótico de Mike Jordano
Categoria: Heterossexual
Contém 1166 palavras
Data: 28/08/2026 08:54:49
Última revisão: 29/08/2026 08:41:26

O tatame no living era ideia minha. Eu disse que era disciplina. Que uma viúva de trinta e quatro anos, dona de empresa, precisava de rotina e de dois homens treinados perto da porta.

Mentira bonita.

Havia dois anos que o viúvo tinha saído de casa dentro de um caixão. Havia mais de um ano que eu mantinha um caso com o Eduardo. Terno, voz baixa, mão limpa, o tipo de homem que dormia na minha cama quando o prédio inteiro já apagava a luz. Naquela semana ele tinha viajado. Reunião fora. Hotel. Ligação de boa noite. Eu fiquei na casa com o tatame e com a desculpa do treino.

Rafael esticava o ombro perto da janela. Branco, veia marcada, kimono aberto no peito. Marcelo já estava descalço, negro, quadril baixo, aquele silêncio de quem mede a sala inteira antes de dar um passo. Os dois faixas no jiu-jitsu. Os dois na folha de pagamento. Os dois na minha cabeça desde o primeiro mês.

— Postura, dona Tatiana.

Rafael falava baixo. Sempre dona. Sempre o limite certo.

Eu ajoelhei no tapete. O short colou. Rafael veio por trás só para ajustar a coluna e os dedos atravessaram o tecido da blusa como se a blusa não existisse. Marcelo agachou na frente, segurou meus pulsos, corrigiu a guarda.

Cheiro de sabonete barato, de tecido usado, de homem que treina de verdade.

Eu prendi o ar.

Marcelo mantinha sua boca na altura do meu joelho.

— Relaxa o quadril — disse Marcelo.

A voz dele vibrou na minha coxa.

Eu relaxei.

Foi aí que o limite escorregou.

Rafael não tirou a mão das costas. Desceu. O polegar achou o elástico do meu short e ficou. Marcelo olhou para ele, depois para mim, e não pediu licença com palavra. Pediu com a boca aberta contra o tecido já molhado.

Eu soltei um som que não era de treino.

O short desceu. A calcinha veio junto. O ar da sala bateu no meu sexo e eu tive vergonha velha, de patroa, de mulher que assina contracheque. Depois a vergonha virou tesão puro. Marcelo puxou meus lábios com a boca, chupou devagar, grosso, molhado, e Rafael segurou meu queixo por trás para eu não baixar a cabeça.

— Olha para ele — mandou Rafael.

Eu olhei. Vi, então, o cabelo curto de Marcelo entre as minhas pernas, a barba raspada riscando a coxa, a língua larga abrindo a buceta como se tivesse tempo. Rafael abriu o kimono com a outra mão. O pau dele bateu nas minhas costas, quente, grosso, veia latejando no meu osso.

Eu quis os dois de uma vez e odiei a clareza disso.

— Sobe — eu disse.

Saíram do tapete. Me carregaram sem combinado. Rafael no sofá, eu no colo dele, de costas para o peito. Marcelo ajoelhou de novo. A língua voltou. Rafael abriu minha blusa e pegou os peitos com a mão de quem segura peso. Dedo no mamilo. Boca no meu pescoço. O pau dele esfregando no meu cu por cima da cueca.

Eu gozei na boca de Marcelo sem aviso, coxa tremendo, unha no ombro de Rafael. O gemido saiu feio. Dona Tatiana não gemia daquele jeito no escritório.

Marcelo se levantou, puxou o nó da faixa, o kimono caiu. O pau dele era escuro, pesado, já molhado na cabeça. Rafael tirou a cueca. Mais claro, igualmente grosso, cheiro forte de virilha de treino.

Eu desci do sofá e ajoelhei porque o corpo pediu.

Chupei Rafael primeiro. Salgado, quente, enchendo a boca até a garganta doer. Marcelo segurou meu cabelo e enfiou do lado, no canto dos lábios, dois paus batendo no meu queixo, saliva escorrendo no peito. Eu olhei para cima e vi os dois se olhando por cima da minha cabeça. Não era disputa. Era um combinado antigo.

A viúva tinha contratado uma dupla.

Rafael me deitou no tapete. Entrou na buceta de um golpe só, fundo, abrindo, o peso do tronco fechando o ar. Marcelo ajoelhou na altura da minha boca e eu engoli de novo, agora no ritmo da estocada. A sala cheirava a sexo e a colchonete. Meu cu piscava vazio, pedindo.

— Aí — eu falei, rouca, apontando para trás sem jeito.

Rafael saiu. Marcelo cuspiu na mão, passou no meu cu, entrou devagar. A queimação veio redonda, boa, suja. Eu recuei e voltei. Ele encaixou. Rafael ajoelhou na frente e enfiou na minha boca o pau que ainda estava molhado de mim.

Os dois dentro. Casa silenciosa. Relógio da cozinha. Eu, no chão da minha sala, sendo comida pelos funcionários enquanto o homem do meu caso dizia estar em outro estado.

Marcelo fodeu meu cu com paciência de luta: fundo, parado, fundo de novo. Rafael gozou na minha língua primeiro, grosso, quente, e eu engoli porque não tinha outro lugar para pôr aquela porra. Marcelo segurou minha cintura, acelerou, gemeu baixo no meu ombro e gozou dentro do meu cu, latejando, pesado, me preenchendo até escorrer.

Ficamos no tapete.

Suor. Kimono no chão. Minha buceta ainda aberta, o cu escorrendo a porra do Marcelo.

Eu ri, sem graça, patroa de novo, e peguei o meu celular no chão. A tela já estava acesa. Era a conversa com o Eduardo no WhatsApp. Eu não tinha aberto. O aparelho tinha acendido sozinho quando caiu.

No topo, o nome dele. Abaixo, as mensagens, uma embaixo da outra, todas com o tique azul.

18h47: Deixa os dois aí.

18h48: Quero ouvir a sala.

18h49: O Marcelo já ligou para mim. Não desligue.

Eu li na tela. Li de novo. O polegar ficou parado no vidro.

Ele tinha viajado. Era isso que eu estava repetindo a semana inteira. E agora a conversa dele estava aberta na minha mão, no chão da minha sala, com os dois funcionários ainda em cima de mim.

Em cima do chat tinha uma faixa verde. Ligação de voz em andamento. Eduardo. 21 minutos e 14 segundos. O microfone do meu próprio telefone estava aberto desde o começo do treino.

Eu virei a tela para eles, sem falar nada. Rafael olhou. Marcelo também. Os dois já sabiam o que estava escrito.

Aí a voz saiu do alto-falante do meu celular, de dentro da conversa que eu ainda estava vendo.

— Tati. Lê de novo. Eu não fui embora do jeito que você pensou. Pedi o treino. Estou no carro, na porta do prédio. Põe o celular de novo e não corta.

Rafael me virou de bruços no tapete. Marcelo abriu minhas pernas com o joelho. O celular ficou ao lado da minha cara, a conversa acesa, a faixa verde andando, o corno escutando cada estocada do outro lado da tela.

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Série TATIANA:

TATI#01 — Tatiana Chamou os Lutadores para treinar em casa

TATI #02 — A Reunião Começou com Ela Ainda Cheia dos Dois

TATI #03 — O Corno Sentou na Poltrona e Mandou Eles Abrirem Ela Devagar

TATI #04 — A Mesa de Vidro da Concorrente

TATI #05 — Os Dois Irmãos no Sofá da Sala

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Foto de perfil de Mike JordanoMike JordanoContos: 20Seguidores: 11Seguindo: 5Mensagem Escrevo como vivo: com intensidade. Cada cena, cada parceiro, eu me entrego como se estivesse ali. Sinto sempre a voracidade juvenil para o erotismo, descrevo sexo em todas as formas — hétero, gay, bissexual — com instinto, suspense e finais diferentes.

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