Olá, me chamo Guilherme, tenho 36 anos. Sou moreno, barbudo e com alguns fios grisalhos. Não sou malhado, sou um magro com barriguinha de pai.
Em 2024 me separei depois de 6 anos e após a separação, veio a vontade e necessidade de cuidar do corpo. Voltei para a academia e também corrida no parque da cidade.
Em uma das minhas corridas no parque, passei por um cara negro, magro, bonitão, aparentando 30 e poucos anos... Segui minha corrida e logo percebi que ele começou a andar atrás de mim. Percebi que não era por acaso, pois ele estava andando no sentido contrário ao meu e logo mudou a rota.
Diminuiu o passo e ele foi chegando cada vez mais perto, tirou a camisa e eu parei para amarrar o tênis. Nós nos cumprimentamos e logo ele perguntou o que eu estava afim de fazer. Sem medo, falei que queria um sexo gostoso.
Entramos no mato na beira da pista de caminhada e ele já tirou o pau para fora. Era grande, mas não tão grande como a maioria sonha. Logo me ajoelhei e comecei a mamar. Sem muitas palavras, ele já foi. Baixei meu shorts e, virando de bunda para ele, dei uma cuspida na pica e meti. Senti dor, mas eu queria muito dar para aquele macho.
Fiquei de quatro, ele bombou, bombou muito e gozou gostoso.
Saímos do mato e, caminhando na pista, ele me disse que, se eu quisesse de novo, estaria na noite seguinte no parque, no mesmo horário. E, na noite seguinte, lá estava eu à procura daquele negro gostoso.
Dei duas voltas na pista e encontrei com ele. Entendi o sinal para segui-lo. Entramos no mato e ele já foi tirando a pica para fora. Mesmo ritual, mamei e fiquei de quatro; ele socou por 20 min e gozou dentro de mim.
Depois de anos de casado, uma aventura assim me deixava muito excitado.
Sentamos num dos bancos e conversamos por um tempo. Ele falou que era pedreiro e que estava na cidade de passagem.
Ficamos ali por mais de uma hora, comprei 2 cervejas e tomamos, e logo ele me convidou para entrar no mato novamente, e desta vez carregou uma cadeira amarela de lata, tem várias dessas espalhadas pelo parque, e me pediu para ficar 4 na cadeira, só obedeci e ele começou a meter mais uma vez. Que macho insaciável. Gozou de novo e gozou muito.
Combinamos o terceiro encontro e, dessa vez, seria para ir ao motel, mas, na noite seguinte, não o encontrei no parque e aqui estou escrevendo meu primeiro conto, lembrando daquele negro roludo que me fodeu tão gostoso.