No sábado após transar com meu pai, meter no rabo peludo e largo dele, gozar junto e ainda receber uma mijada daquele macho rústico, tudo voltou ao normal. Após o banho, ele botou o mesmo shorts que eu estava cheirando quando fui pego na punheta e foi dormir, ainda levemente embriagado.
Ele deitou de bruços na cama em que havíamos acabado de fazer a maior putaria que já havia feito em minha vida e rapidamente começou a roncar. Por um segundo comecei a me perguntar se tudo o que havia acabado de acontecer tinha sido somente na minha mente. Será que estava ficando louco? Será que tudo o que aconteceu não passou de um sonho? Será que ele me pegou cheirando o shorts dele, me deu uma surra e eu estava agora em uma cama de hospital apenas delirando?
- Pai? Pai? Tudo bem? - Eu perguntei, me aproximando dele e dando uma leve balançada em seu ombro. Também notei sua grande bunda balançando com minhas sacudidas.
- Que porra Jão? Deixa eu dormir moleque, tu acabou de arregaçar meu cú e já quer mais? - Ele disse, em um estado entre sono e embriaguez.
- Não, pai, só queria saber se tá tudo bem com a gente, saca?
- Fica tranquilo, filhão... - Ele agora parecia um pouco mais calmo, mas ainda bastante sonolento. - Só não conta pra ninguém tá. Se sua mãe ficar sabendo disso, acabou.
Obvio que eu não ia falar nada, ainda mais porque queria fazer muito mais coisas com o meu pai. O tanto de coisas que imaginei que faria com ele e agora isso tinha acontecido, se realizado. Minha mãe chegou em casa no fim da tarde, pelas 16h. Meu pai acordou apenas quando ela chegou.
O resto daquele sábado foi como todos os outros, meu pai agiu como se nada tivesse acontecido. E para todos os efeitos, não havia. A diferença, contudo, é que após o jantar, enquanto ele bebia uma latinha de cerveja na sala vendo o jornal, ele me chamou e me deu uma para beber junto. Ele falou da viagem com o Tio Zeca, que sairia na próxima terça, me perguntou se eu estava animado.
Minha mãe passou e disse que iria tomar um banho, estava cansada. Ela não ligou para a cerveja, eles preferiam que eu bebesse qualquer coisa alcoólica em casa do que fora, apenas me deu um beijo e disse que ia deitar mais cedo. Continuamos conversando, e quando ouvi o chuveiro ligando, me aproximei mais do meu pai, coloquei a mão sobre sua coxa peluda, a mostra devido o shorts curto que ele estava usando.
- Agora não, filho. - Ele me disse, como se quem negasse um pedaço de doce ou qualquer outra coisa banal - Nunca com sua mãe em casa, beleza? - Entendi o recado e entendi o que isso significava pra ele e para nós.
Continuamos falando, ele me dando alguns conselhos sobre os perigos da estrada e eu ouvindo. O jornal já tinha acabado e agora passava um filme de ação qualquer. Ele tinha terminado sua terceira latinha e anunciou que iria deitar, já era perto da meia-noite. Quando se levantou, contudo, ele só olhou pra mim e disse:
- Vê se não vai dormir tarde, mas também seria bom tomar um banho antes de dormir.
Enquanto dizia as últimas palavras, ele rapidamente abaixou o shorts, deixando seu pau grosso, mole e pentelhudo bem de frente ao meu rosto. Os pelos densos e pretos do saco roçaram meu queixo e meu lábio. O cheiro de mijo fresco misturado ao suor do dia da noite anterior subiu forte. A pele quente da cabeça, ainda meio mole, deixou um rastinho úmido na minha bochecha enquanto ele esfregava devagar, quase preguiçoso, os fios grossos do pentelho arranhando de leve.
Nem dez segundos depois, ele guardou o membro e foi para seu quarto, fechando a porta. Entendi o recado, ele havia prometido me fuder e ao mesmo tempo em que estava com medo de ser arregaçado pelo pau do meu pai, também estava morrendo de tesão. Fiquei um tempo no sofá ainda sentindo o cheiro de pica que estava próximo ao meu rosto e fui até o banheiro, me limpar e ficar preparado para caso ele decidisse vir até o meu quarto de madrugada.
De volta ao meu quarto, comecei a me masturbar imaginando ele chegando de noite e só metendo com força no meu rabo. Já havia sentado em alguns caras grossos, mas nada como o pau do meu pai, que era bastante parecido com o meu. Estava perto de gozar, quando parei e achei melhor esperar. Não sei exatamente quando dormi, mas sei quando acordei.
Meus olhos se abriram, mas o quarto ainda estava um pouco escuro, com pouca luz entrando pela janela. Ouvia um barulho estranho e repetitivo de "ploc, ploc" e, quando percebi, meu pai estava completamente pelado, com seu pau completamente duro do lado da minha cama. A cabeça apontava diretamente para mim.
Ele percebeu que eu estava acordado e, sem muito aviso, apenas foi se aproximando e colocou seu saco em cima de mim, comecei a lamber e tentar engolir aquelas bolas pesadas, com um mar de pelos em volta. Sentia seu pau quente, duro e babando em meu rosto. Eu já estava completamente duro.
- Sua mãe acabou de sair pra igreja, a gente tem um tempinho. - Foi a única coisa que ele falou, antes de se sentar com seu rabo grande no meu rosto e me forçar a chupar seu cu peludo. Meu pau já estava completamente duro,
O cheiro forte de rabo e macho subiu direto pro meu nariz. Aquele cu rosado e ainda um pouco aberto da noite anterior desceu em cima da minha boca. Eu enfiei a língua fundo, lambendo os pelos densos e pretos que cercavam o buraco. Meu pai rebolava devagar, esfregando a bunda peluda na minha cara, gemendo baixo enquanto segurava meu pau e o masturbava com a mão grossa.
- Isso, filhote… chupa o cu do pai direito… - murmurou, a voz ainda rouca de tesão.
Depois de uns minutos me sufocando naquele rabão, ele se levantou, virou meu corpo com força e me colocou de quatro na cama. Ajoelhou-se atrás de mim, espalhou minhas nádegas com as duas mãos e cuspiu direto no meu cu. Senti o dedão dele entrar primeiro, grosso e áspero, abrindo caminho, depois dois dedos, mexendo fundo e me alongando.
- Caralho, moleque, tá apertado pra caralho… mas vai abrir gostoso pro pau do pai.
Ele continuou nessa brincadeira com os dedos por um tempo, vez ou outra chupando meu pau e minhas bolas. Eu gemia baixo, mesmo tendo ninguém em casa ainda estava com medo de tudo acabar rápido demais. Empurrava minha bunda para trás de encontro com os dedos dele e depois de um tempo, ele posicionou a cabeça rosada e lustrosa do pau dele na minha entrada. Empurrou devagar no começo, mas eu já estava babando e relaxado demais. Como se ele não aguentasse, ele abriu tudo de uma vez, ou pelo menos é o que parecia. Quando soltei um "Caralho, pai, é grande demais", ele respondeu que estava apenas na metade.
- Aguenta, Jão. O pai vai te foder direito agora. - Um gemido alto saiu da minha boca quando ele enterrou até o talo, as bolas peludas batendo nas minhas.
De começo ardeu pra caralho, ele abafou meu gemido com sua mão e o seu peito peludo estava esfregando nas minhas costas, eu só queria gemer e gritar como uma putinha, mas após um tempo consegui relaxar e aos poucos comecei a rebolar naquela tora, na minha cabeça, sentia cada veia dele dentro, ainda com a mão na minha boca, ele começou um leve vai e vem enquanto eu gemia abafado.
Então, ele agarrou meus quadris e começou a meter com força. Cada estocada fazia a cama ranger. O pau grosso dele entrava e saía, esticando meu cu, o cheiro de sexo e suor enchendo o quarto. Os pelos densos da barriga e das coxas dele roçavam na minha pele a cada investida. Eu gemia abafado no travesseiro, sentindo ele me arrombar gostoso, exatamente como eu imaginava tantas noites cheirando as cuecas dele.
Depois de um tempo nessa posição, ele puxou meu corpo pra trás, me virando de lado. Deitou atrás de mim, ergueu minha perna e enfiou de novo, agora de ladinho. O pau dele entrava ainda mais fundo. Uma mão dele apertava meu peito, a outra segurava meu pau e batia uma enquanto metia. Os pelos do peito dele grudavam nas minhas costas suadas. Eu sentia cada veia, cada movimento, o calor do corpo dele me envolvendo por completo.
- Olha só como esse cuzinho engole a pica do pai… safado pra caralho…
Ele metia mais rápido, o som molhado de pele batendo ecoando. Eu já estava no limite, o pau latejando na mão dele. Quando achei que ia gozar, anunciei e ele parou, tirou o pau e se deitou de barriga pra cima na cama.
- Sobe aí, filhote. Quero ver você cavalgando.
Me posicionei por cima dele, segurei o pau grosso e peludo e sentei devagar. A cabeça entrou, depois o resto, até eu ficar sentado até o talo, sentindo as bolas dele pressionadas contra meu cu. Comecei a subir e descer, rebolando, os pelos da barriga dele roçando nos meus. Ele segurava minha cintura, me ajudando a descer com força.
- Isso, Jão… senta gostoso no pau do pai…
Enquanto subia e descia, olhava para o peito largo coberto por aquela mata densa de pelos. A barriga peluda dele recebia as batidas do meu pau a cada descida. Os fios escuros se abriam e fechavam com o movimento, e eu passava as mãos apertando os mamilos, que estavam quase escondidos no meio daquele matagal, puxando com força. Quando gozei, os jatos brancos se perderam na floresta preta da barriga e do peito dele, escorrendo pelos fios e grudando na pele queimada de sol. Alguns pingos chegaram até o pescoço. Eu continuei rebolando enquanto gozava, esvaziando tudo em cima do corpo do meu pai.
Meu pau ainda latejava, pingando os últimos fios de porra na mata de pelos da barriga dele. O pau grosso e duro do meu pai continuava enterrado fundo em mim, latejando, mas ele ainda não tinha gozado. Ele sorriu safado, passando a mão na própria barriga e misturando minha porra nos pelos.
- Gostou de marcar o pai, né, putinho? Ainda não terminei com você… - ele disse, enquanto levava a mão com um pouco da porra na boca.
Ainda estavámos sozinhos em casa e havia um tempo antes de minha mãe voltar. Comigo suado de sexo e ele cheio de porra, nos levantamos e fomos para a cozinha. Apenas seguia o meu pai.
- Com quantos homens tu já fodeu, Jão? - Ele perguntou. Até aquele momento, haviam sido cinco, mas subi o número e disse que haviam sido oito.
Na cozinha, ele separou a minha caneca e a colocou na mesa. Nós dois estávamos sem roupas. Ele me fez outra pergunta: "Quantos deles eram mais velhos?"
- Ah pai, teve dois. Você quer saber? - Ele apenas deu sim com a cabeça, seu pau estava duro e ele começou a bater uma punheta, entendi ai que ele queria ouvir eu contando das minhas aventuras para bater uma.
Contei primeiro do agente público que passou em casa, quase dois anos atrás. Após fiscalizar nossa casa em busca de focos da dengue, ele havia sentado na varanda de trás e pedido um copo de água. Não conseguia tirar o olho do volume dele, até que ao entregar o copo, deixei minha mão passar levemente e vi o pau dele pular. Era menor que o meu, mas me ajoelhei e chupei ele até que ele gozasse em minha garganta. Após, vendo o tamanho do meu pau, ele pediu para me mamar e, depois, me apresentou com seu belo rabão grande, gordo e liso para eu meter. Fodi ele no sofá da sala e gozei dentro. Quando ele foi embora, deu pra ver uma manchinha na parte de trás, acho que ele estava começando a vazar minha porra.
- Ele era meio parecido com o Tio Zeca, sabe? Barrigudão, com um peito bem grande - Quando disse isso, senti meu pai dando um leve gemido e apertando ainda mais o pau dele, que estava prestes a explodir. Contando e vendo meu pai batendo uma enquanto ouvia minha história, já estava duro novamente. Tentei me aproximar para chupá-lo, mas ele me afastou.
- E o outro cara? - Ele perguntou, querendo saber mais.
- Ah, foi o pai do Pedro da minha sala, sabe? Se lembra que no final do ano passado eu fui dormir na casa dele com uns outros meninos? No fim só fui eu e o Marcos, a gente ficou se chupando, e ai rolou um trenzinho, mas ai de noite, cada um de nós foi tomar um banho antes de dormir, eu fiquei por último porque pedi pra eles gozarem em cima de mim e queria curtir um pouco a sensação, foi bem gostoso. Quando eles voltaram, e fizeram ficar mamando eles porque eu já tava sujo mesmo, levei até uma gozada na cara. Mas quando sai de lá, só de shorts e com a toalha pra ir tomar um banho, o pai do Pedro tava no banheiro, na hora ele tava tirando a roupa pra ir tomar banho e me viu todo gozado lá. Ele meio que gelou né, mas ai ele perguntou se tava tudo bem e percebeu que meu pau ainda tava meio duro.
Nesse momento, meu pai começou a bater ainda mais forte. Acho que ele tinha visto o pai desse meu amigo antes na escola. Ele era policial, bem bombado, mas grande e gordinho. Ele era o típico policial careca, bem sem pelos no corpo e com cara de marrento. Nesse momento, olhando meu pai sentado na mesa da cozinha pelado, batendo uma e esperando eu continuar.
- Ai ele chegou mais perto, e perguntou se aquilo na minha cara era do filho dele. Eu falei que também, né, mas ai ele só passou o dedão perto da minha boca e do meu queixo, pegou a porra e botou na boca. Na hora eu só fiquei durasso. Ai ele disse pra não contar pra ninguém, trancou a porta ali e me botou pra mamar ele. Não contei pro Pedro que eu engoli o pau do pai dele, que era bem grossão, mas menor que o seu, Pai. Mas ele meio que fodeu minha boca, me sufocou mesmo, sabe? Ai ele gozou bem na minha garganta. Eu nem consegui sentir o gosto direito, só foi direto guela abaixo.
Nesse momento, antes de terminar de contar sobre como lambi a cabeça do pau dele e chupei até sair a ultima gota daquele pauzão grosso e gostoso, ou dele saindo do banheiro e me mandando ir tomar um banho depois de me dar um tapa na cara, meu pai começou a gozar.
Ele gozou dentro da caneca, a minha caneca que eu sempre tomava meu leite com chocolate no café da manhã, sem entender a cena, eu apenas comecei a bater mais forte. Não vi a porra saindo dele, porém consegui ouvir os primeiros jatos batendo forte. Gozei novamente na minha barriga e ele me olhou dando um sorriso safado.
- Tu sabe o que vai ter que fazer agora, né? - Ele pegou a caneca e começou a passar pela minha barriga e peito, pegando a minha porra e misturando com a dele dentro da caneca. Ele ia me fazer beber aquela mistura e mesmo após duas gozadas, ainda estava com tesão. Ainda queria mais daquele macho. Peguei e coloquei a porra dele e a minha misturadas direto garganta abaixo, sentindo a gosma levemente salgada em minha lingua.
Ainda tinha uma boa quantidade de porra no copo, o esperma dele estava bem grosso e demorava, e então apenas me ajoelhei em frente a ele e comecei a chupar seu pau, já amolecendo, para puxar as últimas gotas que ainda estavam lá dentro. Ele deu um gemido. Pegou a caneça novamente e esfregou aquele membro longo e já ficando mole lá dentro, removendo a porra dos lados e do fundo, e colocando em minha boca para que eu lambesse e chupasse novamente.
- Então tu gosta mesmo de levar porra na cara, né? Moleque safado... - Ele disse com um sorriso de canto de olho. Pegou a caneca, passou o dedo dentro tirando as últimas gotas e lambeu.
- Da sua pica, eu gosto de levar porra em qualquer lugar, pai - Falando isso, primeiro me senti como uma puta de filme pornô, depois, achei que era apenas algo idiota de de dizer. Mas ele deu um sorriso e então beijou minha boca, nossas línguas estavam com gosto de esperma e pau.
Ainda faltava pelo menos meia hora até dar o tempo da Missa acabar e minha mãe voltar para casa, então tínhamos algum tempo. E foi ali que decidi conversar de verdade com meu pai.
- Posso fazer uma pergunta? - Questionei, ele estava se sentado e nesse momento havia me ajoelhado no chão e apenas brincava com as bolas dele em minha mão, peludas e pesadas. - Você já sabia que eu tinha tesão em você? Que eu ficava olhando o senhor tomar banho, mijar essas coisas?
- Já tinha notado uns olhares né... Mas quando te vi batendo uma olhando pra minha bunda, ai entendi do que tu gostava e o que queria, filhão. Mas isso acontece, é normal filho ter interesse pelo corpo do pai.
E com essa frase, fiquei mais interessado. Meu pai tinha outros 2 irmãos mais velhos e a mãe dele morreu cedo, quando ele tinha uns 7 ou 8 anos. Ele foi criado em uma casa de homens, e sendo filho único, me perguntava se já havia acontecido algo entre ele e os irmãos. Mas nunca imaginei algo entre meu pai e meu avô, até aquele momento.
- Você se interessou pelo corpo do seu, também? - A pergunta só escapou, não sabia como ele ia reagir aquilo.
- Ah João... - ele parou um pouco, como se questionando se valia a pena ou não falar sobre isso - Algumas vezes... Era diferente naquela época, né. Mas já aconteceu algumas vezes sim, principalmente quando era mais novo, mas ai depois que sai de casa, aconteceu bem menos.
Aquilo me quebrou. A verdade é que não tinha muito contato com a família do meu pai, eles moravam em outra cidade, a umas quatro ou cinco horas de distância e só costumavamos nos ver pelo natal e ano novo. Vez ou outra meu pai combinava de ir pescar com meu avô e meus tios, umas viagens que duravam uns 3 dias, mas nunca me interessei muito em ir.
O pai do meu pai, o Senhor Valdir dos Santos, ou só "Santo" como era chamado por todo mundo, já estava com quase 70 anos e era um homem bastante conservado. Assim como meu pai e eu, ele tinha bastante pelos, porém totalmente grisalhos. Era um gordo forte que havia envelhecido, então tinha braços grandes, um barrigão de chop e coxas grossas, além de um volume que sempre preenchia seu shorts. Desde pequeno me lembro de sempre sentar de frente com ele e observar aquele volumão que parecia querer fugir da prisão.
Meu pai, que na época estava com 48 anos, tinha dois irmãos mais velhos: César, que tinha 54 anos, e era magro, alto e esbelto, seu cabelo grisalho dos lados davam a ele um charme inegável, enquanto Cipriano, que era chamado de Chipa, tinha 51 e já era objeto de meus desejos desde muito tempo. Ele era o mais gordinho dos três irmãos, era um pouco mais alto e mais peludo que meu pai e quase 4 anos antes, havia passado uns dias com a gente. Foi a primeira vez que vi um homem batendo punheta até o gozo chegar em sua cara, quando o espiei pela janela do quarto se masturbando depois que cheguei da escola mais cedo.
Mas se algo havia acontecido entre meu pai e meu avô, então algo também deveria ter acontecido entre ele e seus irmãos. Não quis mudar de assunto naquela hora então apenas disse:
- Nossa, acho que a pica do vô Santo deve ser grandona, né? - Disse isso e institivamente coloquei o pau mole do meu pai na boca. Senti que ele estava dando sinais de ficar duro novamente. Ou talvez era apenas um desejo.
- Tu quer saber mais, né seu safado? - Meu pai riu, tirou o pau da minha boca com a mão e esfregou em meu rosto. Como em outros momentos ali na cozinha, ele olhava rápido para o relógio, contando as horas para saber quanto tempo ainda tínhamos. Ele sempre foi bastante controlador em relação a horários, sabia exatamente quando sair para chegar a cada lugar. E após o sábado livre que tivemos, onde ele não precisava se importar muito, hoje tudo parecia mais calculado. Eu sairia para viajar em dois dias e acho que ele não queria perder a oportunidade.
- Sim... Vocês já... fizeram coisas? - Eu estava muito animado em saber mais sobre a vida sexual do meu pai com outros homens. Mas antes mesmo de perguntar sobre o Tio Zeca, ou qualquer outro amigo ou colega dele, isso me deixava completamente louco. Já havia fodido duas vezes com o meu pai e ele já havia transado com o pai dele.
- Já fiz sim... - Ele olhou dentro dos meus olhos, eu ajoelhado em frente a ele, com porra no meu corpo e totalmente envolto no cheio daquele saco e pau na minha frente, quando ele disse: - Filhote putão. O que cê quer saber?
- Como começou...
Ele fez um longo "ahhh", como se lembrando dos detalhes. O pau dele estava sim ficando duro novamente. Pelas minhas contas ainda tinhamos uns 20 ou 15 minutos sozinhos naquela manhã. Então ele começou:
- Eu era bem mais novo que você, né? O César já tinha saído de casa e o Chipa tava com a sua idade, tava trabalhando já, então eu ficava bastante tempo sozinho, ia pra escola, de tarde brincava com os meninos da rua. Ai nessas brincadeiras de moleque, tu sabe o que rola né? Eu tava no quintal com um vizinho um pouco mais velho, só se esfregando, com os pauzinho duro, quanto o Chipa chegou do trabalho e viu a gente lá, o menino saiu correndo, né? Mas ai o seu tio tava com bastante tesão aquele dia e disse umas merdas, mas no fim ele me levou pra dentro de casa e me botou pra mamar ele.
- Você chupou o pau do Tio Chipa? - Perguntei incrédulo, mas notei que tirei ele daquela memória. Mas nos olhos dele percebi um brilho como se ele estivesse lendo a minha mente e percebendo que o filho era tão puto e depravado quando ele. Eu só não sabia o quanto ainda.
- Algumas vezes, sim, mas foi bem rápido. Só que a gente era moleque, né? Nem ouviu o teu avõ chegando. O Chipa tava com o shorts todo arriado e eu tava do lado dele, sentado no sofá enfiando o pau na boca, lambendo. Acho que ele ficou olhando um tempo pra gente, quando fez um pigarro e quando a gente viu, ele tava quase na nossa frente, só olhando, esculachou a gente, mas ele nem tava gritando muito. Só que eu olhei e vi que ele tava com o pau durasso na calça, tipo, quase explodindo mesmo. O Chipa botou a culpa em mim, falando que eu era o viado que tava mamando todo mundo por ai, ai bem, ele me botou pra chupar o pau dele também.
O pau do meu pai já estava duro novamente, e agora babando dentro da minha boca, eu comecei a lamber a cabeça e puxar cada gota daquele mel delicioso.
- Era grande, bem grossão, tava todo suado e melado já, quase nem cabia na minha boca. Mas ai enquanto chupava o seu vô, seu tio só abaixou minha cueca ali na hora e começou a esfregar o pau na minha bunda. Ele tentava meter, cuspindo e tals, mas eu era bem apertado. No fim acabou que ele foi lá na cozinha, pegou um óleo e só começou a meter em mim rápido pra caralho, quase gritei, teu vô brigou com ele e ai disse que ia ensinar ele como fazia, e foi metendo em mim mais devagar, primeiro com uns dedos e depois foi metendo aquele caralhão grosso dele. Meu piru mal tinha pelo, mas gozei umas duas vezes. Seu vô me pegou no colo e meteu sem dó depois de me deixar largo. Gozou tudo dentro de mim, e ai fez o Chipa lamber meu rabo, já que ele tinha arregaçado, e só depois deixou ele meter em mim.
Sentia o pau do meu pai cada vez maior, pulsando, ele estava perto de gozar novamente e ouvindo a história, só imaginava meu pai, tio e avô em uma grande orgia cheia de putaria, cheiro de macho e suor pra todo lado.
- Se continuar mamando assim, vou gozar filhão - ele disse, tirando o pau da minha boca e começando a bater uma.
- Goza em mim, Pai, - me abaixei e comecei a lamber e chupar as bolas dele - O Tio gozou dentro de você também?
- Gozou, mas ai eu ja tava sentando no pau dele, meu pai mandou ele sentar no sofá e eu sentar no pau peludo dele, ai enquanto tava lá, seu vô começou a chupar meu pau, não aguentei, esporrei tudo na cara dele. Foi a primeira vez que gozei de jorrar mesmo, saca? Ele ficou todo felizão com a jatada do filho, ai comecei a apertar o pau do Chipa com o rabo, ele ficou doido, começou a meter igual uma britadeira no meu cuzinho e gozou dentro também.
Enquanto contava a última parte, ele só começou a gozar, menos que da outra vez, mas ainda assim uma gozada forte e espessa, caiu na minha cara inteira, abri a boca para pegar um pouco, mas depois dele ter terminado, peguei o pau e chupei o restante. Ele segurou meu rosto e olhou nos meus olhos, então lambeu a porra que estava na minha bochecha e me deu um beijo.
- Agora, vai lá tomar um banho, putão safado. - Ele disse, me dando um leve tapa na cara. Não estava esperando, mas dei um leve gemido de prazer quando isso aconteceu.
- Mas pai, eu quero saber mais, você e o vô ainda transam? Tu fodeu com o Tio Chipa depois disso?
- Sim e sim, mas a gente fala disso depois, tua mãe já ta chegando. Eu vou dar uma limpada, mas tu ta todo fedido de porra e sexo.
Como um bom puto safado, dei mais uma lambida no pau do meu pai, que já estava meio bomba e obedeci, indo tomar um banho. Embaixo do chuveiro, gozei pela terceira vez em menos de 2 horas imaginando meu avô metendo em mim enquanto chupava meu pai.
Após o banho, saí do box ainda com a pele quente. Enrolei a toalha na cintura e desci. Na cozinha, minha mãe já estava em casa, mexendo no fogão. Meu pai sentava à mesa, de shorts e camiseta, segurando a minha caneca, a mesma em que ele tinha gozado e misturado a nossa porra dos dois, e bebia o café bem quente, direto dela, como se nada tivesse acontecido.
- Bom dia, filho - ela disse, sem olhar direito. - Dormiu bem?
- Dormi - respondi, a voz ainda um pouco rouca.
Meu pai ergueu a caneca, deu um gole longo e me olhou por cima da borda. O canto da boca dele puxou um sorriso quase invisível. Ele sabia o que eu estava pensando. Eu sabia o que ele estava bebendo. O café escorria pela porcelana que ainda devia ter o gosto salgado da gente, e ele tomava tudo calmo, sem pressa.
O resto do domingo passou quieto. Não teve mais nada. Almoço normal, televisão, meu pai cochilando no sofá depois de mais umas latas. De noite, na mesa, ela começou a se preocupar com a viagem.
- O Zeca é gente boa, mas estrada é estrada, Carlos. João nunca viajou assim. E se acontecer alguma coisa? E se o caminhão quebrar no meio do nada?
Meu pai engoliu um pedaço de carne, limpou a boca e disse:
- Vai ser bom pra ele. Volta mais homem. Aprende a se virar, a lidar com a estrada, com o tempo… com as coisas de gente grande. Não fica aqui preso as férias todas.
Minha mãe bufou, mas não insistiu. Eu fiquei em silêncio, sentindo o pau mexer dentro da calça só de ouvir o tom dele. Na segunda-feira eu já estava de férias de verdade. Meu pai saiu cedo pro trabalho e voltou no horário do almoço. A casa estava vazia. Ele nem chegou a tirar a camisa de mecânico. Só trancou a porta da frente, me puxou pelo braço até a sala e abaixou a calça.
- Mama, filhote - O pau dele já estava duro, cheirando a graxa, suor e o pouco de mijo da manhã. Ajoelhei na hora. Engoli até o fundo, sentindo os pelos pretos e cinzas roçando no nariz. Ele segurou minha cabeça e começou a falar baixo, enquanto eu chupava:
- O pau do Zeca… é menor que o nosso. Mas é grosso pra caralho. Grosso e com uma veia grossa embaixo que lateja quando ele tá perto de gozar. A porra dele é densa, quase branca de tanto leite. Quando ele goza, sai pesado, demora pra escorrer. Ele já esvaziou o saco inteiro dentro do meu cu e ainda sobrou pra pintar a bunda. Você vai ver de perto, Jão.
Eu gemia em volta do pau dele, engolindo mais fundo a cada palavra. Ele tirou a rola da minha boca, ainda babando, me puxou de pé, me virou contra o sofá e se ajoelhou. Abriu meu shorts, engoliu meu pau de uma vez e chupou até eu não aguentar mais. Quando avisei que ia gozar, ele tirou a boca, segurou a base e apontou pro próprio rosto. Jatos quentes acertaram a testa, as sobrancelhas, a boca entreaberta. Ele abriu a língua e pegou o que caiu.
Ele se levantou e me dando um beijo curto, quase cuspindo minha porra de volta na minha boca.
- Amanhã você sobe no caminhão dele. Não esquece quem te fodeu primeiro.
Ele então voltou a se sentar e, com a TV ligada, voltei a chupar o pau e as bolas do meu pai até ele gozar. Repeti o mesmo que ele havia feito, queria sentir a porra quente dele na minha cara e ele não decepcionou, gozou pra um senhor caralho, um jato chegou a cair direto no meu olho, mas não me importei muito.
Depois ele ficou ali, estirado com as calças arriadas sentando no sofá, com o pau pentelhudo diminuindo e eu pegando cada parte da porra dele no meu rosto e engolindo. Imaginando se a porra do Tio Zeca teria um gosto tão bom quanto a do meu pai.
Na terça-feira de manhã a rua estava quieta. Minha mãe me abraçou forte na calçada e pediu pra eu ligar quando chegasse. Meu pai ficou um pouco atrás, de braços cruzados, o shorts curto mostrando as coxas peludas. Quando ela se afastou um pouco pra falar com a esposa do Zeca, ele se aproximou, passou a mão grossa na minha nuca e falou só pra mim:
- Comporta. E se o Zeca quiser alguma coisa… você já sabe o que fazer. Volta mais homem, filhote.
Ele me abraçou e senti seu pau meio bomba roçando em mim. O caminhão do Tio Zeca estava estacionado na frente. Ele desceu da cabine, sorriu largo e bateu no meu ombro.
- Pronto, Jão? Vamos embora.
Eu subi no degrau, entrei na cabine quente que cheirava a diesel, cigarro velho e homem e joguei minhas duas mochilas com uns livros e roupas na parte de trás, onde havia uma cama. Zeca subiu do outro lado, fechou a porta e engatou a marcha. Pela janela vi meu pai ainda parado na calçada, olhando direto pra mim. Ele deu um leve aceno com a cabeça. O caminhão avançou devagar pela rua e a casa sumiu no espelho retrovisor.
- Ta animado, filhão? Seu pai disse que tu tava doido pra vir viajar comigo - disse o caminhineiro, eu concordei.
- Pra caralho, Tio Zeca. Uma semana e meia de liberdade, só dois macho, vai ser legal né? - Disse isso e ele deu uma risada.
- Só dois machos, é? - Ele disse, dando uma olhada pra mim. Ele voltou a olhar pra frente e apertou seu pau no short cinza de moletom. - Mas a estrada tem uma liberdade boa mesmo. Falando nisso, você ai de calça jeans e tênis logo vai começar a morrer de calor aqui dentro do caminhão, trouxe shorts?
Disse que sim, e ele me mandou trocar. Fui para a parte de trás, sentei na cama e tirei o tênis. Ainda estávamos na cidade, ele ia devagar. Quando ele parou no sinal vermelho, decidi seguir o exemplo do meu pai e me virei de costas para ele, tirando a calça junto da minha cueca, virando a bunda e deixando meu rabo bem a mostra para ele conseguir ver. Coloquei o shorts e separei um chinelo.
Quando me virei, o Tio Zeca estava com sua camisa aberta mostrando a barriga de chopp e os mamilos rosados. Seu shorts cinza estava extremamente recheado e apontando para o lado, como se uma lata de coca-cola estivesse escondida ali no meio das pernas dele.
A viagem tinha começado.